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Monthly Archives: Maio 2009

Dúvidas – Como usar lenços

lenço no pescoço

Olá moças, fico feliz que um dos artigos escrito por mim mais lido tem haver com moda, aliais, lenço no pescoço, ou como usar lenços.

Temos aqui varias perguntas, de diversas leitoras, ao invés de responder uma a uma, vou colocar no texto de forma geral, espero estar respondendo a todas, e também dando algumas dicas aos rapazes, afinal neste inverno os lenços estão no armário masculino também.

Primeiramente, apesar da grande maioria de fotos serem de modelos, saiba que lenços não é um luxo exclusivo para as magrinhas, se usado corretamente, ele pode até mesmo disfarças as gordurinhas ou os defeitinhos que tanto nos incomodam.

O lenço da vez é o popular ‘lenço palestino’ (keffieyeh ou kaffieyeh), que pode ser usado tanto por homens quanto por mulheres. Ele apesar de parecer mais despojado, fico muito bem em diversas ocasiões e dá um charme ao aquecer os pescoços no dia-a-dia.

lenço no pescoço2

Para disfarçar as pequenas imperfeições (pois queridos, vamos ter em mente, não há nada perfeito neste mundo, então fiq

uem tranqüilos quanto a sua aparência, tirando a morte, tudo na vida tem solução), use o lenço onde quer chamar a atenção, lenços de seda são mais leves e mais recomendados, use no pescoço, se quiser chamar atenção para o colo do seio,

uma outra dica é, use decote em V, pois além de destacar os seios, ele alonga a silhueta. O lenço pode também ser amarrado na bolsa ou nos cabelos.

Para as mocinhas que estão acima do peso, evite franjas, babados, texturas coloridas ou estampas grandes, eles dão à impressão de volume. Então use cores neutras, nos sabemos que nada melhor que um pretinho básico, um marrom ou o vinho para reduzir volumes, mas ao pense que estas cores são ‘velhas’, pois são super chiques. Você pode usar tudo que está na moda, mas com moderação.

lenço no cabelo

Nos cabelos, os lenços de seda são usados como faixas, além de dar um ar retro, ficam super charmosos, independente da cor, do comprimento, ou do volume do cabelo, também podem ser usados como turbantes, para as moças com menos aptidões como eu para conseguir amarrar de tal forma, hoje, muitas lojas vendem os turbantes prontos, ou até mesmo tiaras de cabelo com o lenço-facha.

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O que importa é ser criativa, não abusar de exageros, ficar atenta e pesquisar, a internet está ai para isto.

Encontrei alguns vídeos que irão ajudá-las e orienta-las na utilização dos lenços. Veja, Gloria Kalil ensinando a usar lenços no pescoço neste inverno: http://chic.ig.com.br/materias/447001-447500/447016/447016_1.xml

E mais como usar os famosos lenços Palestinos:

http://www.museando.com.br/2008/06/09/lenco-palestino/

Ainda, um site americano que ensina três formas diferentes de usar lenços: http://www.cheleleigh.com/tieascarf.htm

Espero que tenha sido útil a vocês, e olhem as imagens, observem os detalhes, e acima de tudo, independente de como você seja, lembre-se: o importante é estar de bem com nós mesmos.


Abraços,


Freak Butterfly (Poliana Zanini)

*Imagens: Google Imagens

Olá moças, fico feliz que um dos artigos escrito por mim mais lido tem haver com moda, aliais, lenço no pescoço, ou como usar lenços.

Temos aqui varias perguntas, de diversas leitoras, ao invés de responder uma a uma, vou colocar no texto de forma geral, espero estar respondendo a todas, e também dando algumas dicas aos rapazes, afinal neste inverno os lenços estão no armário masculino também.

Justine – A decisão

(0517) Sexo, por trás

Para Justine, naquele momento seria impossível ter de decidir entre Lucas e Marcela. Mesmo com o pedido de casamento de um homem dos sonhos de muitas, ela não conseguiria deixar Marcela.

No carro ela já havia decidi, diria a Lucas que se a amasse entenderia e esperaria por ela.

Ao chegar ao estacionamento do prédio, ela não sabia se descia do carro ou ia embora. Porém, lembrou de cada minuto que teve antes com Marcela e o quanto insaciável ela estava, desejando o pau quente de Lucas penetrando-a sem cessar. Mais que depressa, ela saiu correndo do carro rumo ao elevador que estava aberto.

Durante o estacionamento e o 7º andar, ela pensou no que diria ao Lucas e como ele reagiria, se depois os dois fariam amor insanamente, se amanha ele iria continuar a desejando. Ela parou enfrente a porta, colocou sua chave e a abriu, Lucas estava adormecido no sofá e um filme qualquer da TV aberta estava passando, ela se aproximou lentamente, sentou-se ao lado dele, e com certo receio ainda, ela o beijou. Assustado, ele a empurrou para trás, fazendo-a cair no chão.

– Ai! Caralio Lucas, que porra é esta!? – disse Justine furiosa.

– Amor, nossa desculpa, você me assustou – respondeu Lucas encabulado.

– Tava esperando alguém que não fosse eu por acaso pra se assustar – dizia ela enquanto levantava.

– Desculpa amor – repetiu em voz baixa.

– Ta, deixa pra lá… Eu vim aqui pra outra coisa. Agente vai ter que conversar.

– Pensou amor na minha proposta?

– Sim, e muito, confesso que até com minha mãe conversei.

– E ela? Gostou? Ela aprova?

– Sim, ela te acha um bom rapaz… Mas, fui ver Marcela como você sabe. Olha Lucas, chorei demais como nunca mais havia feito este tempo todo tentando me decidir, mas acontece que não posso, não agora. Eu amo a Marcela e a desejo demais para abrir mão dela, mas também te amo demais e não posso te perder.

– Então é isso! Você recusa meu pedido por causa de uma aventura – Lucas aumentava o tom de voz, já visivelmente irritada.

– Acontece que se você me ama, você vai me esperar, sabe, eu acho que é assim, não é uma aventura, eu gosto mesmo dela, e ela estava na minha vida antes de você aparecer…

– Cala a boca! – interrompeu Lucas a frase de Justine.

– Hãn!?

– Você é muito criança mesmo né Justine!? Você acha que vai ser gostosa pro resto da vida? Ou você acha que vai poder ficar brincando com dois amores, com dois sentimentos até quando? Um de nós vai enjoar, ou melhor, os dois irão.

– Cala boca você – dizia Justine derramando as primeiras lagrimas – se você me acha tudo isso, porque esta comigo então seu verme?

– Porque infelizmente eu te amo sua vadiazinha de classe média – Lucas partiu pra cima de Justine a empurrando contra a parede – Você gosta de ser vista assim? Como uma putinha? – ele segurava-a pelos cabelos com força, mas Justine não dava o braço a torcer para demonstrar a dor física.

– Quer saber sua bicha, ela fode melhor que você, sua florzinha idiota!

– Aé!? Então aquela puta é melhor do que eu? Ela tem um pau destes? – então ele baixou a samba canção já com o pau duro a mão – Tem? Diz sua puta? Ela tem?

– Você ta louco! Me solta!

– Se ajoelha puta que vou te dar o que você realmente gosta – ele a jogou no chão, com uma das mãos ele segurava o pau e com a outra a segurava pelos cabelos – abre a boquinha cadela.

Justine estava confusa, em um mix de horror e tesão ela não sabia o que fazia, sempre era ela quem dominava, e não entendi se tudo aquilo era real ou era mais um dos joguinhos dele. Ela se esquivava com os lábios serrados.

– Não vai abrir essa boca não sua puta!? – ela gesticulou que não com a cabeça e em seguida ele a esbofeteou na face.

A tapa fora tão forte que ele caiu no chão e logo se encolheu, entre lagrimas de dor e ódio, ela se levantou e caminhou até ele que sorria sarcasticamente.

– Então sua bicha! É assim que você gosta de fazer? Um dia você me da a bunda no outro quer me bater? Gosta deste joguinho duplo? Quer que eu enfie um punho no seu rabo agora ou mais tarde?

Logo Lucas sentiu o peso do ódio nas palavras frias de Justine que parou enfrente a ele e disse:

– Bate do outro lado sua bichinha! Anda! Mostra então que é homem, me da outro tapa seu mariquinhas imprestável, seu lixo de elite, só porque tem um carrão do ano e um apartamento próprio acha que pode se desfazer de mim? Eu sou muito mais que você, sua bicha enrustida!

– CHEGA! – ele tornou a esbofeteá-la na face – quer ver quem é a bixa, quer?

Ele virou Justine contra o sofá, e rasgou sua calcinha, ergueu a saia e começou e meter bruscamente.

– Diz agora quem é a bixa! DIZ PORRA!

– Você, você é minha bichinha. Mete que nem homem.

Lucas metia na buceta lambuzada de Justine com tanta força que parecia que suas bolas entraria junto ou que o pau sairia pela boca. Ela ardia, delirava, gargalhava, não imaginava que Lucas pudesse ser tão mais selvagem do que já fora. Seu cú piscava sem parar, logo Lucas gozou esporrando por toda a bunda dela. Com o pau ainda duro e cheio de tesão, com Justine de pernas bambas, ele a segurou pela cintura e ainda apoiada no sofá ele a puxou para si.

– Não sou um viadinho? Então vai toma no rabinho puta gostosa – sem pensar ele enfiou o pau no rabo lambuzado de porra.

Ela gemia cada vez mais alto, agora sim parecia que ela realmente estava levando uma surra, o que os vizinhos pensariam de tudo aquilo, eles já não estavam nem se importando, podia dar a policia, o caralho que fosse que nada o faria parar de sentir aquele rabinho apertado de sua deusa.

Ela gritava, implorava, dizia a ele que não agüentaria mais um segundo sem explodir, ele satisfeito metia mais gostoso ainda. Logo Justine estremecei inteira, como se estivesse tendo um ataque epilético, ela gozou, foi tão intenso que ela urinou junto, os dois pareciam animais selvagens, ele sem pouco se importar, caiu de boca na buceta dela para sentir o melzinho que havia jorrado. Ela tremia, fraca, não sentia mais as pernas, porém, se sentiu no paraíso, foi único, foi melhor do que tudo que tivera antes, aquela sensação de medo e delírio, de dor e prazer, de tesão e ódio, tudo aquilo, ela não poderia perder, mas precisou de algum tempo para perceber que ele era realmente o homem da vida dela.

Caídos no chão ele a abraçou, beijou-lhe as faces rubras pelos tacas fortes que ele deu, sem pedir perdão, ele a olhou nos olhos e disse:

– Mesmo com tudo, mesmo com este teu jeito louco, mesmo brincando com meu coração, eu não posso deixá-la quem que eu quisesse, se eu não fosse tão louco por ti, eu sumiria, mas o que sinto, eu nunca senti antes, o que tivemos, eu nunca tive com ninguém. Eu te amo minha putinha gostosa.

– Ela não sabia o que fazer, apenas enrosco seu corpo ao dele e ambos olhavam o teto, em silencio ela adormeceu. Logo ela estava novamente na escuridão, o corredor, os gritos, a luz os gemidos insanos, a falta de voz, ela correu cegamente por aquele corredor do horror, caiu na luz, e mais uma vez ela estava entre mil corpos nus, era como se não houvesse identidade sexual ali, somente o ato em si, e de forma tão angelical, e no meio de muitos estavam Lucas e Marcela rindo e fornicando, mais uma vez seu desespero era obvio, ela tinha medo de perder os dois, e o que é pior, que eles a trocassem um pelo outro, mais uma vez ela acordou suada e aos berros, entre lagrimas e abraços carinhosos de Lucas, ela soluçava.

– O que foi amor?

– É mais um pesadelo, vai passar, eu ainda descubro como acabar com ele.

E os dois ficaram juntinhos na cama, ele afagando seus cabelos, ela ainda soluçando. O cheiro forte do sexo ainda pairava pelo ar.

Freak Butterfly (Poliana Zanini)

*Imagem: Google Imagens

Dia mundial no Combate a Violência Infantil

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A violência infantil não é mais um tabu, não é mais uma historinha para assustar criancinhas e sim realidade, daquelas que você, infelizmente vê como uma das noticias no jornal (seja televisivo ou impresso).

Aqui estamos sempre abertos a falar sobre sexo, sobre fetiches, parafilias, mas se há algo que abomino (tirando zoofilia que também abomino) é a pedofilia.

Como alguém em sã consciência pode usar e abusar de uma criança, seja pai, padrasto ou mãe. Pior mãe conivente com medo de denunciar e perder o traste to marido. Se você sabe de algo, não se cale, não roube vidas, denuncie, ligue para o disk denuncia 100 e não tenha medo, ao se calar você se torna cúmplice.Cartaz

Vamos combater esta praga, esteja nas casas, nos cleros ou nas ruas, não se cale, grite!

Freak Butterfly

Justine – Um coração para tanto amor

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Depois daquele final de semana bárbaro junto a seus dois amores, Justine se sentia presenteada pelos Deuses, por ter duas pessoas que a amavam e desejavam tanto, que fossem capaz de fazer o que ela pedisse, custasse o que for, realmente, ela era abençoada.

Algumas semanas se passaram entre um apartamento e outro, entre um corpo e outro, às vezes, ainda que raramente em dois corpos ao mesmo tempo, isto quando Marcela estava de bom humor, pois ela ainda não conseguia controlar seu ciúme. Lucas ao contrario estava feliz com qualquer coisa que sua deusa lhe desse, fosse um carinho, um tapa e até mesmo tarefas sujas. Ele apenas se sentia feliz e a desejava ainda mais a cada dia que passavam juntos.

Já fazia um mês desde aquele joguinho surpresa que ela preparou para ele, um mês de sexo intenso e selvagem, um mês a mais para saber que era ela a mulher da vida dele. Sem demora ele ligou para a amada.

– Alo! Jú, nossa, eu tava aqui no trabalho e de repente lembrei de você, de nós dois juntos… – ele falava ofegante, atropelando as palavras quando Justine o interrompeu.

– Oi cachorrinho, respira e fale pausadamente. O que quer?

– Eu não só quero, como preciso de você! Casa comigo?

Justine ficou pasma, sem conseguir pronunciar uma palavra se quer. Por quê? Pensava ela consigo mesma, porque naquele momento? Porque agora que as coisas estavam como ela desejava, que ela enfim se sentia completa, por quê?

– L u c a s – gaguejou Justine – Eu… Eu não sei… Porque isso Lucas! ?

– Porque eu te amo! Simples assim, porque eu não paro de pensar em você, porque tudo que eu faço é pensando em nós, porque você é tão perfeita, tão maravilhosa…

– Chega! Pode parar, tu sabes que não sou nada disso!

– Que papo é este Ju, tu sempre se achou tudo isso e mais um pouco!

– Ta querendo dizer que eu me ‘acho’ é? – perguntou zangada.

– Claro que não amor, não entenda mal, quer ir jantar comigo, ou melhor, vamos pedir algo lá em casa, passar um tempo a sós.

Realmente passar um tempo a sós naquele ultimo mês estava ficando complicado. Se de um lado ela amava Lucas, por outro lado ela amava Marcela também.

– Lucas, eu fiquei de jantar com a Marcela, hoje é nosso aniversário… – respondeu sem graça.

– ANIVERSÁRIO! ?

– Da primeira vez que nós ficamos juntas… Olha Lucas eu preciso pensar, eu amei a proposta e tudo o mais, mas você me conhece, sabe como sou, você sabe como amo, e quem amo – dizia ela já soluçando – é difícil demais ser quem sou, mas estou completamente dividida, eu te amo demais, porém amo Marcela. Mesmo sabendo que é mais fácil construir um futuro ao teu lado, não posso magoá-la, isso a mataria, e parte de mim morreria também.

– Não fica triste meu amor, tudo bem, eu entendo o quanto deve ser difícil pra você, juro que entendo. Só não sei até quando você vai ficar nesse triangulo.

– Lucas é que – e ele a interrompeu.

– Olha eu te amo! Não desisto de você nem que implore, pode ir curtir seu jantar com a Marcela, eu estarei sempre lá pra você.

Aquelas palavras partiram seu coração, pela primeira vez em muito tempo Justine não se sentia tão arrasada, com o coração tão destruído.

– Te ligo depois Ju, te amo!

– Também te amo!

Justine não sentia mais seu corpo, e se atirou a cama e desesperadamente começou a chorar, suas lagrimas não escorriam, gritavam, e sua mãe bateu na porta para descobrir o que acontecia.

– JU! FILHA? O QUE ESTA HAVENDO? ABRE A PORTA E DEIXA A MÃE ENTRAR.

Justine sabia que sua mãe não entenderia da missa a metade, e nem poderia falar de Marcela, mas sabia que um colo de mãe a faria pensar melhor. Ela se levantou soluçando e abriu a porta. Sua mãe assustada ao ver a situação que a filha estava, a abraçou apertado.

As duas ficaram horas no quarto, Justine deitada no colo da mãe que afagava seus cabelos, isso a fazia lembrar de quando era criança e tinha pesadelos, sua mãe ficava ali, até que adormecesse novamente para a ‘proteger’ dos monstros.

– E então filha, quer falar?

– Lucas me pediu em casamento…

– Sério! ? Mas minha filha, isso não é bom? Não é o que você quer? Porque esta assim?

Como explicaria aquela situação a sua mãe sem contar toda a verdade ou varias mentiras? Melhor seria apenas ocultar certas verdades.

– Sim mãe, é sim, mas… Acontece, que eu amo outra pessoa.

– Como assim outra pessoa?

– Eu amo outra pessoa também! E apesar de saber que meu futuro estaria ao lado do Lucas, não quero, não posso de forma alguma magoar este outro alguém.

– Ainda aquele menino tatuado Justine?

Justine ficou muda, não sabia se começava a mentir agora ou mais tarde, pelo sim, pelo não, ela acenou positivamente com a cabeça.

– Mas menina, com ele você não tem futuro, e sabe disso. O Lucas é um rapaz, pelo pouco que conheci, respeitável, honesto, trabalhador e lhe trata como rainha!

– Eu sei mamãe, mas é algo que não controlo, sabe, é um sentimento mais forte que eu, é uma coisa, é como se eu fosse duas.

– A minha filha, eu te entendo… Mas agente tem que pensar no que é melhor pra nós, pensar no futuro, você não será jovem para sempre, e um dia vai querer, sentir necessidades de ter tua própria família.

Realmente seria difícil aquela situação. Mas ela sabia que em uma coisa sua mãe tinha razão, ela não seria jovem para sempre, ao menos não fisicamente.

– É mãe, eu vou pensar muito nisso. Vou jantar na Marcela e depois vou pro Lucas.

– Vai sim, uma amiga é a melhor coisa nestas horas.

Mau sabia mãe que esta amiga era o motivo de tanto choro.

Já soariam 18 horas quando ela saiu com a mochila nas costas, entrou no carro e foi para Marcela como planejado. No caminho as palavras de Lucas martelavam em sua cabeça: “… eu não vou desistir…”, se transformaria aquilo em uma guerra entre os dois? Logo agora que enfim a paz reinava em seu pequeno mundinho devasso?

Em um pequeno congestionamento, uma vida inteira se passou sobre seus olhos, como seria viver ao lado de Lucas, construir uma família, e como seria viver com Lucas e Marcela até que um enjoasse dela. Será que com o passar dos anos Lucas seria o mesmo? Ela pensou que ainda tinha seus vinte e poucos anos, que o mundo dizia que a vida começava aos 30 e que ela ainda teria tempo pra viver um pouco mais, então se Lucas a amasse de verdade, a deixaria livre para continuar este triangulo, se não ele que pegasse seu rumo, por mais que doesse nela, ela, agora, não abriria mão da vida que queria ter.

Ao chegar à casa de Marcela, seu sorriso se abriu, ela nem pensou no jantar, jogou a amante no chão e começou a beija-a por todo o corpo, ali naquela sala, onde muito ocorreu, as duas se amaram como duas gatas no cio, Justine era insaciável, a beijava, a penetrava com a língua, se lambuzava com o gozo que jorrava da buceta de Marcela que estava loucamente excitada.

Enquanto Justine sugava o grelinho duro, penetrava-a com os dedos a fim de tocar seu ponto G, Marcela delirava, gemia de forma que não poderia mais segurar o gozo, e com as pernas tremulas, ela espirrou seu doce meu na face de Justine orgulhosa e satisfeita.

Exausta, Marcela ficou imóvel no chão enquanto Justine a beijava suavemente até alcançar seus lábios carnudos. Ela pensava: “Ah Marcela, minha ruiva ardente!”

A amante sem nada entender, ficou feliz com a atitude louca de Justine, então as duas, sem falar nada, foram para a mesa de jantar, com direito a velas, vinho e flores. Elas comeram, e depois se atiram pela casa até chegar ao quarto onde o segundo round estava por começar, Marcela queria retribuir o prazer que havia sentido antes e começou a acariciar seus seios, ela sabia o quanto aquilo a dava prazer, sugava-os lentamente, mordiscando o biquinho, e com uma das mãos ela masturbava a buceta sempre molhada de Justine. Aquilo era sempre uma piscininha, e ela queria se afogar.

O sobe e desce da língua, o penetrar dos dedos, o penetrar do vibrador, a forma com que Marcela a sugava, era incrível, ela parecia não se cansar de ficar ali, entre as pernas de Justine, era como se pudesse ficar por horas com um bebe recém nascido cheio de fome ‘mamando’ sem parar. Justine logo se contorcia e gozava, foram três seguidas, mesmo sensível, Marcela não cessava, a amante podia implorar o que for, que ela não pararia, pois sabia que o próximo seria mais intenso. Depois do terceiro, Justine fechou as pernas tremulas e fracas, suadas, as duas ficaram na cama olhando uma para a outra. Segundos caladas Justine diz:

– Te amo Marcela!

– eu também te amo muito mais que tudo nessa vida Ju!

As duas se abraçaram e com lagrimas aos olhos Justine se levantou para tomar banho.

– Já vai? – perguntou Marcela.

– Hoje eu tenho que ir, me desculpa!

– Tudo bem amor, estas horas me valeram a noite, dormirei como um anjo.

– Você é um anjo! – Justine falou seguindo para o banheiro.

Tomada banho e vestida, ela beijou a amante e desta vez pegou rumo à casa de Lucas, onde algumas horas de prazer começariam.

Freak Butterfly (Poliana Zanini)

*Foto por Poliana Zanni editada por João Lenjob

Segredos e técnicas do Pompoarismo

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Se você acha que o Brasil é o país da “putaria” está muitíssimo enganado. O sexo, sem sombra de duvida é uma arte oriental e não ocidental.

Como já vimos em diversos artigos, China, Japão, Índia, Arábia entre outros paises do oriente, as varias técnicas milenar, que foram passadas em suas gerações segredos de como ser a digas, verdadeira “puta” na cama.

Hoje venho apresentar a alguns (espero que poucos) a uma técnica conhecida como pompoar. Popular na Tailândia, esta técnica se resume em nada mais nada menos que a contração voluntária dos músculos circunvaginais. É um palavrão? Pode até ser, mas saiba que esta arte induz sensações extremamente prazerosas no pênis durante a relação sexual.

Mas deixando um pouco o sexo em si de lado, vamos falar dos benefícios que a pratica de pompoarismo trás as mulheres, já que sexólogos estudaram durante anos a importância do fortalecimento dos músculos vaginais. Por quê? Para que no futuro você leitora evite uma serie de problemas como as temidas: queda da bexiga, puns vaginais e o descontrole da urina na hora do orgasmo (popularmente conhecidas assim).

Ser uma pompoarista não é fácil, mas pode-se praticar a contração da vagina durante todo seu dia e em qualquer lugar, basta apenas contrair os músculos (você sentirá seu ânus contrair junto, pois o músculo pubococígeo é na verdade um conjunto de músculos que se estende desde o osso púbico, popularmente conhecido como “monte de Vênus” e o cóccix), tire 5 minutinhos do seu dia para se “exercitar”.

Para as aventureiras e amantes de sex shop, existem artigos para a pratica, e até mesmo vídeos-aula, com explicações detalhadas do processo. Você já viu as famosas “bolinhas Tailandesas”? É com elas que se inicia a pratica de pompoar, que além de ser ótimo para sua saúde sexual, pode ser muito prazeroso para você, que também pode utilizar com o parceiro em uma brincadeirinha apimentada.

Voltando ao sexo, quando a vagina contrai o pênis ela esta massageando o garotão, fazendo seu parceiro obter sensações inigualáveis. Não é a toa que as tailandesas são “populares” por todo o mundo.

Agora vamos ao que interessa e conhecer alguns movimentos básicos para você começar a praticar agora mesmo:

Chupitar: sugar o pênis, movimentando a vagina como se fosse a boca de uma criança chupando a chupeta;

Estrangular: apertar o pescoço da glande com o anel que estiver melhor posicionado;

Expelir: forçar a expulsão do pênis até que só a glande continue introduzida;

Ordenhar: massagear o pênis do parceiro, apertando do primeiro até o ultimo anel, de forma cadenciada, e depois soltando;

Revirginar: consiste em fechar os lábios e o primeiro anel vaginal, dificultando a entrada do pênis. Este movimento simula uma vagina virgem;

Sugar: o parceiro deve introduzir somente a glande do pênis na vagina; a mulher deve fazer um movimento de sucção, forçando a entrada, por completo do pênis;

Torcer: movimentar o pênis do parceiro, apertando todos os anéis e girando em movimentos de rotação, ora para a direita, ora para a esquerda;

Travar: contrair fortemente a vagina, impedindo a saída do pênis.

Bem, claro que não conseguirão de primeira concluir todos estes exercícios, e se achar melhor, pratique com um consolo (pênis de borracha), quanto aos anéis, a vagina é um orifício com profundidade de 8 a 15 centímetros, normalmente fechado, abrindo-se conforme a excitação da mulher, a musculatura circunvaginal consistem por um feixe de anéis que vai da entrada até o inferior do órgão. Estes anéis podem se movimentar juntos ou separadamente, por isto o pompoarismo requer dedicação e treino.

A força e a velocidade é uma questão de tempo e aprendizagem, conforme a mulher descobre seu órgão ela aprende a movimentá-lo corretamente.

Depois de alguém treino faça um teste para saber se você realmente se empenhou: pegue um vibrador, introduza-o na vagina, sugue-o e depois faça-o sair segurando pela ponta, sem deixa-lo cair no chão, lembre-se, não vale usar as mãos.

Toda estes exercícios farão você e eu parceiro prolongarem a relação sexual de forma satisfatória a ambos, já que depois que dominar ao menos parte da técnica a mulher pode obter orgasmos explosivos e prolongados.

Quer fazer um teste ainda mais fácil para ter certeza se o homem gosta ou não? No momento da relação sexual, quando houver a penetração comece a contrair sua vagina, deixe-o imóvel e apenas a contraia, veja a sensação que ele sentirá. Eu posso afirmar que é deliciosa (tanto para você quanto para ele, além de um momento brando e intimo).

Se você ainda esta curiosa(o), veja os links abaixo ou procure livros especializados, muitas cidades possuem casas com aulas de pompoarismo (assim como de streap tease, pole dance entre outros).

Não veja só pelo lado do prazer, mas também pense na sua saúde.

Os três vídeos selecionados a seguis cotem uma previa sobre aulas de pompoar, uma entrevista no Jô com a sexóloga Carmen Janssen, a pompoarista Stella alves e uma vídeo aula de exercícios pélvicos.

http://www.lupompoar.com.br/particular.html?gclid=CObh4cCDq5oCFQO2FQodpTD-1w

http://www.youtube.com/watch?v=ydAmVCwBDiI

http://www.youtube.com/watch?v=DzRZVrjSrt4

http://www.youtube.com/watch?v=Cut3TvohTyc

http://www.youtube.com/watch?v=5kn94EjQXoo&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=c5qR2JG7ZzI&feature=related

Freak Buttterfly (Poliana Zanini)

*Fonte: O Livro de Ouro do Sexo (Regina Navarro Lins e Flavio Braga);

*Videos: You tube

*Imagens: Google imagens

Auto-Flagelo – Relatos de uma viciada

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Se muitos buscam nas drogas ilícitas uma fuga para suas dores psicológicas, eu infelizmente, busquei outras dores para “tentar” se distanciar daquilo que me afligia.

Resolvi escrever, pois tenho visto que a cada dia que passa, encontro mais pessoas com o mesmo problema, o auto-flagelo, visto na psicologia como “mania”.

É estranho estar aqui e colocar minha cara a tapas, mas como muitos de nós somos julgados, em conseqüência de uma modinha estúpida intitulada “emo”, as pessoas acabam nos tachando como estes, e não enxergando o verdadeiro problema que há por trás.

Sei que muitos não tentando fazer isso para provocar suas mortes, mas há casos de pessoas que mesmo sem desejar, veio a óbito.

Neste exato momento em que me encontro em meio a uma crise voraz, vi como o melhor momento para escrever e transcrever melhor o que realmente se passa em alguém que se mutila.014087964-gdq00

As vezes somos tão egoístas pois não vemos que além de provocar nosso próprio sofrimento, atingimos pessoas que realmente nos querem bem, como nossos familiares. Hoje pela manha, quando não consegui acordar para trabalhar, pois tomei havia tomado uma cartela de cloroadizepam na esperança de ao menos provocar um coma e assim me desligar verdadeiramente do mundo (já que ainda sou covarde demais para tirar minha vida, mesmo conhecendo varias formas de fazê-la) ou meu irmão dizer, “você se cortou outra vez?”, sem responder, sem ao menos conseguir me mover, já que os medicamentos me fizeram ficar “chapada” pude sentir o pesar em sua voz ao concluir enquanto saí do meu quarto, “este inferno vai começar novamente”.

Realmente, a vida de nossos familiares se tornam um inferno. Com medo sempre de que possamos fazer o pior a nos mesmos, passamos a ser vigiados e até mau interpretados. Muitos conseguem esconder de sua família e amigos o que acontece, eu sinceramente, moro em uma cidade quente o ano inteiro, e não poderia usar manga longa pra disfarçar as cicatrizes, mas muitos ao meu redor já sabem, e sei de a maioria dos muitos me acham idiota e estúpida por fazer algo assim.

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Porque fazer isto? Eu comecei aos 13 anos quando meus pais se separaram (não os culpo por isto, o divorcio não influenciou, mas a falta de dialogo pode ter acarretado isto em mim), eu sentia raiva de mim mesma, se ser o patinho feio do colégio, de ser a menina mais zoada do meu condomínio, entre varias outras coisas que ocorrem nesta fase de adolescência e descobertas, por isto o único conselho que um posso dar no momento é: seja amigo de seus filhos, ouça-os. Julgar não os levará a lugar algum.

Nesta mesma fase juvenil, eu comecei a me punir por ser quem eu era. Nunca vou me esquecer de estar no canto da dispensa procurando algo pontiagudo para me machucar, e tudo que achei foram pisca-pisca de natal e grampos de cabelo. Eu me arrisquei nos dois, nem sem ao menos pensar no risco do tétano. Quando minha mãe viu os arranhões, que ainda eram bobos, culpei meu gato, já falecido.

Os anos se passaram, e isso me perseguiu, pode ser sadomasoquismo, mas a sensação da dor física anulava toda e qualquer dor sentimental, e ainda era como uma punição pelas coisas erradas, que na grande maioria das vezes não era eu que cometia.

O tempo passa, as cicatrizes aumentam e tem uma hora que alguém vai te pegar no flagra, e foi o que me aconteceu. Meus pais sabem do meu problema, eu já busquei diversos tratamentos, tomei uma lista variada de remédios para controlar a tal mania, ouvi centenas de diagnósticos, mas uma mania sempre leva a outras, hoje eu tenho outra mania (quando digo mania, não são aquelas bobas que todos pensam, são distúrbios, conhecidos também como TOC), como sacolejar a perna e uma das mais agoniantes, tirar a pele dos lábios sempre, todo dia o dia todo.

Parece idiotice, mas isso afasta muitas pessoas de nós. O problema que é algo incontrolável, bem eu confesso que tento, conto até 10, tomo um calmante, tento me distrair com a TV, mas se aquela dor, aquele martírio não para de martelar em nossa mente, não tem outra forma se não a dor maior.

Sei que muitos como eu, sofrem calados, às vezes até mesmo eu prefiro assim. Mas a melhor saída é conversar, colocar pra fora, chorar, espernear, pois de nada adianta de flagelar, logo a ferida fecha e os sentimentos permanecem. Eu sei que o que faço é errado, eu sei de todos meus problemas e acima de tudo sei que devo parar, mas infelizmente, não posso chegar aqui e dizer a vocês, queridos leitores (que sofrem ou não deste maldito distúrbio) que eu tenho a formula pra cura disto, ou que vocês vão superar, quando eu mesma não consigo.

Eu já passei meses sem me infligir à dor física, mas quando menos percebo, lá estou eu no fundo do “poço”, magoando novamente as pessoas que mais amo.

Como um leitor comentou no artigo que escrevi sobre, muitos de nós temos até instrumentos para o corte, para o curativo e truques de disfarces.

Isso não é moda, isso não é absurdo, isso é dor, é sofrimento, é um martírio, é um grito de socorro que poucos ouvem ou fingem não escutar. Uma coisa é certa, sozinho você não irá se curar ou amenizar este conflito, então busque ajuda, desabafe, tente se controlar, pois um dia, a dor é tanta que perdemos a noção do ferimento que nos causamos e podemos terminar como tantos outros jovens que perderam suas vidas prematuramente.

Fiquem atentos, pois quem se auto-flagela não escolhe um lugar do corpo especifico, podem chegar a ser pernas, tórax, ou qualquer outro lugar que se torne “invisível”, alguns casos as pessoas chegam a “tirar” pedaços se seus corpos.

É difícil, é doloroso, mas não impossível, e sei que muitos de vocês conseguirão vencer, assim como eu tenho fé que posso controlar um dia isto que causo a mim mesma. Não sei se meu objetivo foi claro, até porque eu ainda estou sob efeito de sedativos, mas quero que realmente entendam que não é moda, não é forma de chamar a atenção, é um grito de socorro, a nos mesmos.

 

Freak Butterfly (Poliana Zanini)

 

*Imagens retirada do google imagens.