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Monthly Archives: Janeiro 2009

Dúvidas: Monique e o Câncer no Colo Uterino

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Monique: tenho vida sexual desde dos 16 e não fui no ginecologista esse tempo todo,talvez por descuido,medo…enfim hoje tenho 21 anos e um tempo desses eu estava sangrando e teve um sangramento durante uma relação que eu tive…enfim fiquei com medo e será que tenho o câncer??

Por favor, espero respostas de vocês…

 

Querida Monique, fico feliz pela sua visita e também por apreciar a matéria. Vamos por partes, primeiramente é muito importante a visita ao menos anual ao ginecologista após o inicio das relações sexuais. O ginecologista será ser melhor amigo ou amiga, não há porque temer, é pra ele que você irá fazer todas as perguntas e tirar suas duvidas. Vejo o meu como um bom amigo, ele sempre me esclarece tudo que tenho duvida ou medo. Desde o momento que perdemos a virgindade, devemos visitá-lo ao menos anualmente e realizar o exame preventivo do colo uterino.

Às vezes sangrar fora do período menstrual esta relacionada à alimentação ou até ao psicológico. Sangrar durante a relação sexual pode ocorrer, se você não estava lubrificada o suficiente pode ter se machucado. Mas lhe digo, não sou ginecologista, por isso lhe indico a ir, toda mulher deve ter cuidados especiais quando se trata da vida sexual, ir ao ginecologista ao menos uma vez ao ano realizar os exames de rotina, ou quando alguma duvida como a sua aparecer!

Espero ter lhe ajudado Monique e a muitas outras que sentem medo e duvida. O exame não dói!

 

Abraços,

Freak Butterfly

Os doze passos para conquistar uma mulher!

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A revista Men’s Health realizou uma pesquisa com 696 mulheres e agora você vai ler aqui quais os passos certos para seduzi-las.

Este artigo pode parecer um tanto machista, já que se trata de dicas para levá-la para a cama, mas quando se trata de conquista, e vendo como as cantadas estão se encaminhando, achei excelente colocar aqui, afinal, os rapazes poderão utilizar tais dicas para conquistar uma namorada.

Vejamos agora quais iniciativas você deve tomar:

 

·        A melhor maneira para convidá-la para sair é um telefonema casual e direto. Vá direto ao assunto, cerca de 57% das mulheres disseram para esquecerem joguinhos. É muito mais interessante ouvir: “Adorei te conhecer, que tal sair pra jantar na sexta?”.

·        Quer passar do jantar para algo mais intimo? Sugira um lugar mais descontraído, de preferência com musica. Boates são ótimas pedidas, pois é ali que as pessoas se aproximam mais, depois de algum tempo de conversa no jantar, é na boate que os corpos se aproximam.

·        Entre um drink e outro, corpos suados e juntos você está louco para convidá-la a conhecer seu cafofo, certo? Então não fique com rodeios, 54% das mulheres preferem que os homens sejam transparentes, diga a ela que está a fim de ficar a sós e não quer que a noite termine por ali. Se ela topar, ótimo, se não, paciência.

·        Você não estava preparado para uma visita e a casa está uma bagunça? Não pense duas vezes, corra e de uma geral no banheiro. Pode parecer bobagem, mas as mulheres reparam muito mais no banheiro do que no restante da casa, pois o banheiro indica higiene.

·        Para dar alguns passos você não pode pular o primeiro, relaxe, pergunte se ela deseja algo, sentem-se e conversem, a conversa ajuda as mulheres a relaxar e se sentirem mais a vontade, deixe o papo ficar mais intimo. Fique atento nos sinais que algumas mulheres dão quando estão prontas para encerrar o assunto e partir para o beijo.

·        Rolou a forte troca de olhares, por alguns segundos o silencio pairou sobre vocês? Chegou à hora de avançar para o primeiro passinho, o beijo! Tenha cuidado, pois o primeiro beijo diz tudo, você saberá se ela esta afim ou não através dele, não seja afoito, vá com calma. Exageros transpassam insegurança ou inexperiência.

·        Se depois dos beijos, vieram as pegadas e o clima começa a esquentar, não espere que ela diga o que você deve fazer, apenas siga as reações dela, 69% delas disseram: atenção aos meus níveis de excitação. Uma coisa é fato, se as mulheres se sentirem confortáveis irão tomar a iniciativa por pensar que para os homens não há problemas de ir além. Uma dica: estão na sala e vão para o quarto? Saiba de 50% das mulheres desejam ser carregadas até lá. Então força na peruca!

·        Chegou então as preliminares, nem pense em pular esta parte, para muitas mulheres este é o passo mais importante da noite. Comece com beijos até que sinta o corpo dela quente. Mais uma vez não seja afoito, já com calma, não tente despi-la logo de cara, beije-a, acaricie seu corpo, opte por massagens intimas pétalas de rosas, velas, óleos, tudo isso excita a mulher, que parece ter um chamariz para coisas bregas, então seja brega!

·        Agora você já pode começar a tirar a roupa dela, mas vá devagar, não sugira um strip-tease, pois as mulheres, por mais perfeitas que sejam, sempre tem algo que incomoda em seu corpo, então tire você mesmo, alternando com ela, tire um blusa, deixe que ela tire os sapatos, vá com cuidado, deixe as partes intimas para depois e aprecie cada pesa de roupa dela.

·        Seu objetivo para a primeira vez com ela não deve ser um orgasmo fenomenal, mas sim tentar se conectar para construir uma ponte emocional entre os dois, 48% delas disseram: aumente a sensação de intimidade.

·        Esqueça tudo o que leu no Kama Sutra, não é um show de vídeo pornô que fará sua noite render, o crucial esta noite é você ser gentil, ardente e atento ao que o corpo dela disser a você. É isto que 44% das mulheres desejam, atenção ao corpo.

·        Depois da longa noite, tome muito cuidado com a despedida, pois você pode sair da zona de príncipe para sapo. Não fique agradecendo, afinal ela não lhe fez favor alguém, diga apenas que deseja vê-la novamente, mas só diga a verdade, nada de promessas como telefonemas que nunca existiram, se ela for à garota que deseja para si, diga que irá ligar de tarde, e ligue! Se disser que liga a tarde e liga no dia seguinte, não adianta, já perdeu uma série de votos com ela. Ela não se sentirá segura para confiar em você novamente.

 

Viu, são coisas muito simples que podem mudar muitas experiências traumatizantes de primeiro encontro, tanto para você quanto para elas.

Lembre-se de ser carinhoso, delicado e claro, ardente, pois afinal, ninguém é de ferro.

 

Freak Butterfly

 

 

*fonte: Men’s health novembro de 2007.

Em Off: Jornal do Orkut entrevista Freak Butterfly

Se você achava que esta que vos escreve era apenas uma lenda, leia a entrevista descontraida feita pelo Hallorino Júnior!!!

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Se você não conseguiu ler por aqui, confira no orkut do jornal do Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Album.aspx?uid=12209938055790184326&aid=1232636355

Freak Butterfly

Entrevistando: Chernobillies

 

Então pessoal, depois de algum tempo sem atualizar, volto aqui com estrevista, pra quem não conhece o Psychobilly, ai vai uma otima pedida, leiam e apreciem uma banda nacional.chernobillies_divulgacao01

 

F.B.: Há quanto tempo à banda está na estrada?

G-Lerm: Começamos a ensaiar no final de 2001, e a fazer shows em 2002. Então nesse mês estamos fazendo 7 anos de banda.

F.B.: Como surgiu esta idéia de uma banda de psychobilly?

G-Lerm: Bom, todo mundo na banda é psychobilly, compra discos de psychobilly, sai à noite pra ouvir psychobilly e se encontrar com psychobillies, então, quando montamos uma banda psycho, não foi uma idéia assim das mais criativas.

F.B.: Muitos estilos musicais são como uma filosofia de vida, um modo de se viver, há isto no psychobilly?

G-Lerm: O acho que o psychobilly é muito mais  um modo de se viver do que um estilo de música, até porque hoje em dia na musica você tem bandas psycho que são tão diferentes que um leigo jamais diria que fazem parte do mesmo estilo musical.

F.B.: Voltando a falar sobre a banda, houve uma pausa nos trabalhos da banda, quanto tempo ficaram fora dos palcos?

G-Lerm: Quando o Fred, que era o baixista original deixou a banda, ficamos um ano completamente parados, do final de 2007 até o final do ano passado, quando o Beavis, que era baixista do Voodoo Stompers veio de São Paulo pra assumir o baixo dos Chernos. Levamos um tempo pra ele pegar as musicas e adaptarmos elas para o baixo acústico, já que o Fred usava o elétrico, até voltarmos a tocar ao vivo.

F.B.: Quantos álbuns vocês já lançaram?

G-Lerm: Lançamos em 2004 uma demo de 10 faixas, chamada “Are you ready to rock?!?!” e participamos de algumas coletâneas, como o tributo ao Frantic Flintstones, que foi lançado na Alemanha pela Red 5 Records. Atualmente temos na manga musicas pra fazer uns 2 discos. A gente sabe que já demorou demais pra sair um (ou dois) primeiro disco “oficial”, mas também não queremos lançar nada que seja meia boca. Estamos vendo agora um esquema legal, acho que mês que vem já começam as gravações e ainda antes do meio do ano teremos um disco bom na mão, daí é achar alguém disposto a lançar.

F.B.: Fale sobre as músicas, onde buscam inspirações para as letras?

G-Lerm: Acho que, como todo mundo, nas coisas normais do nosso dia a dia. Mulherada, bebedeira, carros, monstros, religião…

F.B.: Qual a maior influencia da banda?

G-Lerm: Acho que a gente não tem nenhuma grande influência, algo que a gente queira soar parecido. O nosso som é resultado de tudo que a gente escuta, lê, assiste, imagina… Mas se você quiser saber que bandas a gente escuta, preferimos o psychobilly mais clássico, as bandas velhas, como Meteors, Guana Batz, Frantic Flintstones, Frenzy, Batmobile, Klingonz.

F.B.: Quais os planos da banda para este ano?

G-Lerm: Agora que voltamos à ativa de vez, a idéia é fazer shows, viajar o máximo possível, conhecer lugares e públicos novos. Isso e lançar o disco. Tomara que tudo de certo.

F.B.: Quais os próximos shows?

G-Lerm: Por enquanto estamos planejando 2 shows em Curitiba mesmo, um de aniversário da banda e outro que já está marcado, no Psycho Carnival.

F.B.: Nos últimos meses houve um crescimento significativo em fãs do gênero rockabilly, algumas pessoas vêem como modismo, o que você acha disto? Estaria o rockabilly se tornando moda?

G-Lerm: Já faz mais ou menos uns 10 anos que se comenta isso, e eu ainda não vi nenhuma banda psycho ou rockabilly tocando no programa do Faustão. Nem mesmo com clipes entre os 10 mais da MTV. Ou mesmo na programação normal. Todo ano aparece um monte de gente nova nos festivais, vão em um ou 2 e desaparecem do mesmo jeito que surgiram. Os que ficam mesmo adotam o estilo, fazem as coisas acontecerem, montam bandas e colecionam discos são poucos. Há 10 anos atrás tínhamos  um público de mais ou menos 100 pessoas nos festivais. Hoje temos 600, 700. É claro que rolou um aumento, mas ainda está bem longe de ser uma grande moda.

F.B.: Como você vê a cena deste gênero musical aqui no Brasil?

G-Lerm: É legal, o Brasil já é considerado um pólo psychobilly quase tão importante quanto Europa e Estados Unidos.  Muitas bandas de fora querem vir pra cá fazer shows, conhecer as pessoas. Em relação às bandas nacionais, acho que estamos melhores que nunca, muitas bandas, com características diferentes, boas bandas e bandas ruins, mas todas com um bom público e levando a sério o que gostam de fazer, e isso é o que importa…

F.B.: Vocês participam de um evento que ocorre no mês de fevereiro em Curitiba chamado Psycho Carnival, e este ano, vocês estarão presentes? O que seria este festival?

G-Lerm: O psycho Carnival já é considerado um dos maiores eventos do psychobilly no mundo, bandas e psychos  do mundo inteiro vem pra Curitiba passar o carnaval. É engraçado porque é uma cidade que não tem a menor tradição de carnaval, vai todo mundo pra praia, mas os hotéis centrais lotam de gente que vem para o festival, você anda pelo centro e só vê gente de topete. Esse ano vamos tocar, o festival promete, já que vai ter 2 bandas inglesas clássicas, o Klingonz e o Frantic Flintstones e mais um monte de outras bandas mais novas de fora, alem das bandas nacionais que por si só já fazem uma puta festa.

F.B.: Bem, eu gostaria de agradecer a você pela entrevista e deixar o espaço aberto para falar com nossos leitores.

G-Lerm: De nada, apareçam nos shows!

 

*Esta emtrevista está junto de muitas outras no www.oceniarock.com

Cuninlingus – Torne-se inesquecível

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Este assunto foi debatido aqui dezenas de vezes, mas não custa nada repetir para que nunca esqueçam: sexo oral para uma mulher pode valer muito mais do que o convencional.

Todos sabem que: nem todas as mulheres alcançam o orgasmo através da penetração, então para não repetir os mesmos erros de outros, vamos repassar alguns passos importantes que você nunca deve esquecer.

O clitóris é um interruptor de luz que você liga e desliga, então ficar esfregando a região não estará lhe dando prazer, e sim incomodo.

O clitóris é extremamente sensível, então deve ser tratado como uma jóia delicada. Por isto qualquer movimento brusco pode causar irritação.

Comece com toques delicados, que tal iniciar seus carinhos pelos pequenos lábios? Quando ela estiver mais a vontade e lubrificação aumentar vá para o clitóris, este tipo de carinho faz com que se torne difícil de uma mulher ficar insatisfeita.

Sua língua é macia e quente, mas os dedos podem ser uma ótima opção, tente isto: posicione entre as pernas e cubra a vulva com a mão e excite-a com o polegar, pressione de leve, lubrificando a área. Uma dica: a estimulação deve ser feita em sentido horário, de nove para as três, alternando de doze para as seis, de acordo com a ginecologista e sexóloga, Marilene Cristina Vargas autora do livro, “Manual do Orgasmo”.

Se o clitóris se encolher, é um sinal de que ela esta quase lá, não pare, explore a vagina sem parar de estimular lá. Você notará o movimento da vulva, ele se contrai varias vezes e para, mas você não ouse parar.

Depois de toda esta excitação, vá fundo, a penetração fica mais fácil, então peça a ela que assuma o controle do clitóris enquanto você se movimenta para estimular o ponto G.

Garanta uma noite prazerosa a ambos. Uma mulher satisfeita fica mais feliz em satisfazer o parceiro e muito mais disposta.

Nunca se esqueça: vá devagar e sempre!

Não morda. Mordisque delicadamente.

Não mastigue, afinal o clitóris não é um chiclete.

Massageie, não esfregue. Machucar pode dificultar a excitação inclusive para que haja penetração.

Comece com lambidas, sugue os pequenos lábios, grandes lábios e parta para o clitóris, peça que ela comande, lhe indique o caminho mais fácil para alcançar o prazer. Muitas mulheres ficam tímidas para falar se estão ou não gostando, então tome a iniciativa e de a ela uma transa inesquecível.

Quanto às garotas que estão lendo, não sinta tanta vergonha de dizer se está ou não gostando, não iluda o parceiro com falsos gemidos e falsas palavras de o quanto está maravilhoso se não estiver realmente. Seja sincera, acima de tudo a você mesma.

 

Freak Butterfly.

 

*fonte: revista Men’s Health

Você pergunta

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Querida Jussara Reis, obrigada por sua interação e também no interesse por saber mais sobre parafilias, confesso que não sei o nome do que busca, mas fiquei um tanto curiosa e busquei pesquisar, mesmo assim não encontrei nada sobre, e sim coisas que trazem excitação que são um tanto mais bizarras.

Filmes pornôs são mentiras da indústria pornográfica, para criar fantasias, há realmente homens que imaginam que aquilo que acontece ali fará sua companheira delirar, mas nós sabemos muito bem que não é assim que as coisas funcionam para nós mulheres.

Filmes pornôs é para mexer com o imaginário das pessoas, apimentar uma relação, mas não para serem levados como bíblias do sexo.

Se souber o nome desta parafilia, nos conte.

Abraços,

Freak Butterfly.

Tabu: Fantasias sexuais

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Quase todas as pessoas têm fantasias sexuais, há aquelas que sentem medo de sentir ou ao menos pensar em algo do gênero. Isto porque nossa sociedade “conservadora” criou uma série de regras e etiquetas que nós devemos seguir, e as fantasias sexuais se tornaram doenças ou desvio de conduta psicológica, fazendo com que muitos sintam medo ou culpa.

Claro que se uma fantasia passar a prejudicar a vida de outros, é porque há algo de errado. A pedofilia, o incesto, a necrofilia ou sentir prazer em ferir outras pessoas, pode ser considerado doença.

Muitas vezes a fantasia funciona como um estimulante há indivíduos que não chegam ao clímax sem recorrer a elas. Mas se a relação não anda bem, as fantasias podem ajudar a apimentar os lençóis.

Uma vantagem da fantasia é que o individuo é o próprio diretor, podendo criar lugares, pessoas, ângulos e tudo o mais que desejar, é algo que fica em seu imaginário, podendo ou não chegar à realidade.

Um estudo feito pelo psicanalista G. Fogel afirma que todos têm fantasias aberrantes, mesmo que estas não sejam conscientes. Ele afirma também que elas são tão freqüentes nas mulheres quanto nos homens. A questão é: ninguém tem coragem de admitir que tenha fantasias e isto faz com que a pessoa se sinta “única” por possuir uma.

As mais populares são sexo grupal, exibicionismo ou dominação. A inversão de papais com pessoas do mesmo sexo parece tomar o imaginário de homens e mulheres na mesma proporção. Isto não indica homossexualismo.

Um estudo feito em 1995 pelo psicólogo Sergio Fleury, com 72 mulheres, mostrou que 60% delas optam por não contar ou escolher o que falar aos seus parceiros, segundo mesmo estudo, mostra que 65% dos pares não expressam as próprias fantasias. Serio acredita que a inibição feminina tem a ver com a culpa ou medo, e a do homem por machismo puro.

A pessoa pode imaginar qualquer lugar ou ritual, pesquisam mostram que é que as fantasias geralmente envolvem pessoas conhecidas, sejam elas próximas ou não. Os locais escolhidos também costumam ser bastante comuns.

Dividir ou não a fantasia com o parceiro é uma opção feita, no livro “psicopatologia das relações amorosas”, Otto Kernberg afirma que todos os casais sempre dividem sua cama com mais quatro indivíduos, sendo eles divididos em: os rivais ou o tipo ideal de cada par. Para Kernberg, uma fantasia deve ir para o baú quando esta ligada a dor física ou emocional. Quando a agressividade é usada como estimulo, pode trazer ao casal dificuldades em se relacionar sem as mesmas, tornando plumas e chicotes uma rotina.

Uma pesquisa mostra que 90% dos dominados são pessoas que dominam sem seu circulo social, como executivos de alto escalão.

É comum as pessoas alimentarem uma serie de duvidas sobre suas fantasias, como: desejar o sexo oposto indica homossexualismo? Pegar uma mulher a força indica que sou estuprador? Entre outras perguntas, onde as pessoas visualizam situações que não gostariam de experimentar na vida real, se prestando somente para elevar seu nível de excitação. É provável que tais fantasias fiquem em adormecidas em suas mentes, pois elas provocam sentimento de culpa.

A fantasia só passa a ser doença se acabar prejudicando sua vida, ou a vida de outro. Se notar que só sente excitação com determinado pensamento, procure uma ajuda psicológica e tente descobrir a origem disto. Mas saiba que você não é único no mundo.

Há especialistas como Martin Pötner que acredita que não se deve conversar sobre as fantasias com o parceiro e sim descobrir na cama. Mas se você se reprimi por sentir alguns desejos que não irá expressar na cama, não há nada de mal em conversar com o parceiro sobre as probabilidades de realização de sua fantasia.

A maior fantasia do homem é ir para a cama com mais de uma mulher e ser subjugado por elas. Para as mulheres, a maior fantasia é vários homens lhe dando orgasmos múltiplos. O que torna homens e mulheres mais parecidos do que imaginam. Mostrando mais uma vez que a fantasia de muitos é o sexo grupal.

 

Freak Butterfly

 

*Fonte: O livro de Ouro do Sexo, de Regina Navarro Lins e Flávio Braga.