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Tag Archives: erotico

Deflorando o Olho (final)

Lucas estava exausto quando entrou na casa escura.

– Justine??? – chamou Lucas.

Sem resposta, ele acendeu a luz da sala. Uma musica suave ecoava por ali e parecia vir do quarto.

– JUSTINE! – gritou.

– No quarto meu querido.

– Porque não respondeu antes… – dizia ele enquanto jogava as coisas na sala – que dia! Estou cansado… – continuou falando enquanto seguia pelo corredor que dava ao quarto – eu só quero tomar um banho e… Justine! O que é isso?

Ao entrar no quarto, Lucas encontrou uma garota desconhecida de longos cabelos castanhos embelezados por cachos, em seu corpo um robe de rendas negro, sentada na beira da cama, os pés reluziam a sandália de pedrarias, mas não tanto quanto a gargantilha de brilhantes. Justine estava logo atrás, acariciando os cabelos da moça, vestida com a camisola de seda preta, cabelos soltos, estava simples comparada a produção de Darling.

– Lucas, que modos – disse Justine enquanto se levantava e seguia em sua direção – está é Darling, uma garota muito boazinha que fará tudo o que você desejar.

– Que brincadeira tola é esta Justine? Eu to morto, caindo de cansado, e o que ela faz com sua gargantilha?

– Calma querido, só queria deixá-la linda pra você. Eu queria lhe dar um presente, então achei um rabinho virgem pra você, sei que adora comer rabinho.

– Você ta brincando né? Desde quando uma puta tem o rabo intacto?

Darling estremeceu e ficou envergonhada.

– Querida, não ligue pra ele, eu confio em você. Olha Lucas, eu sei e ponto, quero que você o coma e ponto!

– Eu não quero, Justine você não pode enfiar uma puta na minha casa esperando que eu chegue cansado do trabalho pronto pra meter nela.

– É Lucas, não posso, aliais, não posso esperar mais nada de você não é? Como poderia esperar que a comesse se nem ao menos come a mim?

– Você sabe que tenho trabalhado muito…

– Claro, claro, sempre! É sempre isso, você agora quer uma Amélia não é?

– Olha Justine, tenho muitas despesas…

– Claro, claro, inclusive eu né.

– Não quis dizer isso…

– Olha, chega, não quero estressar, tive uma ótima tarde com essa mocinha. Sim! Ela me chupou como ninguém faz a muito tempo, mas agora eu quero que você a coma, quero que meta nesse rabo, quero que jorre porra por todo corpo juvenil dela.

– Não… Não me peça isso…

– É acho que errei, deveria ter trazido um homem – Justine se dirigiu ao closet e pegou um casaco, depois a bolsa e continuou – então está bem, vou embora.

– Vai pra onde?

Darling não sabia o que fazer, se ficava ali ou se levantava e saia.

– Pra casa, eu tenho casa sabia? Depois pego minhas coisas.

– Para com isso Justine.

– NÃO DÁ! N-Ã-O D-Á! Eu to cansada Lucas, agora é sempre assim, uma guerra pra se ter algo que é necessário em uma relação, sexo! Quantos caras não dariam tudo pra chegar em casa e ter duas mulheres na cama? Quantos mesmo cansados, mortos não gostariam de estar no seu lugar? Você não me ama mais – Justine deixou escapulir as primeiras lagrimas.

– Você está chorando por isso… – disse Lucas indo atrás de Justine.

– Não, eu choro de raiva por estar nisso, por ter aceito tudo isso, essa vidinha medíocre de dona de casa, eu não nasci pra isso Lucas, não eu. Tudo que queria era de fazer um agrado, e você me vem com lorotas e patadas!

– Me desculpe… Não vá.

Justine largou a bolsa pegou na mão do Lucas e o puxou próximo de Darling que estava fria.

– Viu! Você a assustou – disse Justine acolhendo Darling nos braços – ela é meu novo anjo – a beijou – veja, toque a pele macia dela – seguiu Justine caminhando a mão de Lucas até o colo dos seios da moça – veja que seios durinhos, que mamilos mais gostosos, prove é sua.

Lucas ainda meio sem saber o que fazer tocou, acariciou os mamilos que logo se enrijeceram, os pelos loiros ouriçados, a respiração profunda, Lucas beijou os seios, percorreu até o pescoço, chegando aos lábios, os tocou levemente e a empurrou na cama.

Justine se sentou em uma cadeira próxima e começou a olhar, Lucas abriu o robe da moça e deslizou as mãos por todo ele, ele beijou cada canto daquele santuário, a face de Darling estava rubra, ela mordiscava os lábios e Justine ficava cada vez mais excitada.

– Darling minha querida, tire a roupa do senhor Lucas.

– Sim senhora – respondeu a obediente menina.

Ela tirou toda a roupa e começou a acariciar o corpo nu de Lucas.

– Hum… Acho que ele não está muito “animado” ainda, use seus lábios lindos e gostosos que você tem e anime-o!

Darling se ajoelhou e começou a engolir o pau de Lucas, que a segurava pelos cabelos metendo cada vez mais fundo fazendo a menina engasgar e babar ainda mais. Justine estava zonza, o tesão estava crescendo cada vez mais, ela abriu as pernas e começou a me tocar. Seu corpo estremecia na cadeira, então ela gritou.

– METE! METE NESSA PUTINHA LUCAS, METE!

– Lucas e jogou sob a cama novamente, colocou uma camisinha rapidamente e começou a meter, Darling se contorcia e Justine foi até a cama.

– Está gostoso querida?

– Sim! Muito minha senhora.

– O pau dele não é uma maravilha?

– Sim, é maravilhoso, eu acho que vou gozar senhora.

– Isso, goze, assim será mais fácil meter neste seu rabinho.

Darling gozou, Lucas ainda se segurou.

– Querida, deite de bruço – mandou Justine – amor, olha só isso – Justine abriu a bunda da menina exibindo o rabo rosado – olha que maravilha, ela esta toda limpinha, eu preparei tudo pra você. Não quer meter ali?

– Quero sim!

Lucas olhou para Justine, a puxou para si num beijo quente e profundo. Se olharam, ela sorriu, e ele começou a chupar o rabinho de Darling. A moça gemia, queria rebolar, estava incrivelmente lambusada que Lucas resolveu arriscar sem o gel.

– Ok! – acenou para Justine que se levantou e foi para junto da moça.

– Agora relaxe meu anjo, apenas curta o momento.

Lucas começou a penetrá-la devagarinho, tentava entrar e saia, tentava entrar e saia, aos poucos sentia a cabecinha passar. Os olhos de Justine brilhavam, ela pegou o vibrador que guardava no criado-mudo e penetrou em si, ela gemia, Lucas gemia, Darling gemeu mais forte, o pau entrou, todinho, vai e vem, vai e vem, Darling começou a gostar.

– Que delicia! Que delicia! Que pau gostoso – dizia Darling – se eu soubesse que era bom, ah se eu soubesse… Mete, mete nele senhor, me faz jorrar.

Todos estavam entrando no ápice, Lucas tirou o pau, puxou a camisinha e jorrou porra naquela bundinha empinada.

Justine que gozou com o vibrador, deitou ao lado de Darling acariciando sua suculenta bunda, passou os dedos sob a porra e provou o gosto do mel. Lucas se retirou e foi tomar banho. Ao voltar, as duas dormiam como anjos.

– É, essa garota é gostosa mesmo… Quem sabe posso deixar Justine tê-la como seu novo brinquedinho.

Ele colocou um pijama e foi para a cozinha, pois estava faminto.

 

*Imagem retirada do Google Imagens.

 

Justine – Conflitos

O telefone tocava sem parar, Justine não sabia se era só um sonho ou realidade, no escuro, ela procurava sob a mesinha de cabeceira atrás do aparelho.

– Deus quem será a essa hora? – disse esfregando os olhos – Alô?

– Oi querida! – disse Lucas do outro lado da linha.

– Esqueceu que tem casa, namorada e uma vida no Brasil?

– Claro que não, estou com muita saudade, não vejo a hora de voltar.

– Não parece, já tem um mês isso… Aliais, você me ligou pra dizer que vai demorar mais quanto tempo?

– Desculpe, mas este caso está demorando mais do que eu imaginava.

– Já arrumou uma canadense por ai?

– Claro que não! Ta loca menina, porque já tem outros por ai?

– Quem sabe!

– O que?

– Aí, você é pior que pião pra pegar corda.

Lucas contou como andavam as coisas e a saudade que sentia dela, no fundo Justine queria que ele a tivesse traído, isso pesaria menos no remorso que sentia pelo que estava acontecendo, porém, ela não conseguia controlar.

– Daqui duas semanas vai ter a ultima audiência, bem eu espero que seja a ultima, eu estou super cansado daqui e sentindo falta de você, desse eu corpo nu sob o meu, essa sua bucetinha quentinha… Vamos marcar uma conversa pelo skype, quero te ver.

– Você sabe que esse papo de sexo virtual não me excita…

– Só um pouquinho, mata minha saudade?

– Quem sabe um dia!

– Bem preciso desligar, te amo gostosa.

– Também te amo, se cuida amor.

Justine deitou para tentar dormir novamente, mas sua cabeça estava a mil, ela realmente não merecia Lucas, mas também ela não sabe se ele estava sendo sincero, afinal ele estava em outro país, o que acontecesse ali ela nunca saberia.

– Mas quem estou enganando… Lucas não faz esse tipo… DROGA! – ela colocou o travesseiro sob o rosto tentando abafar o grito, e continuou assim até adormecer.

O celular não parava de tocar, e uma fresta de luz invadia o quarto.

– Que coisa, todo mundo hoje resolveu me acordar?

– Oi Marcela!

– Me esqueceu foi?

– Droga!

– Isso ta ficando mais difícil do que parece…

– Eu sinto muito…

– Sem mais, vai fazer o que no almoço?

– Nada.

– Se vista estou passando ai pra te buscar em 40 minutos no máximo.

Justine pulou da cama assustada no quanto havia dormido, apesar de ter sido uma péssima noite cheia de sonhos estranhos. Correu para o banheiro para tomar banho e escovar os dentes, depois foi para o closet procurar uma roupa leve, afinal aquele dia estava terrivelmente quente. O celular toca novamente.

– Oi Má!

– Ta pronta?

– Sê já ta aqui?

– To chegando, só mais 10 minutinhos e to ai, termina logo e desce, te pego na frente do prédio.

– Ok!

Justine colocou um vestidinho, sapatilhas e sem se maquiar colocou um óculos pra apagar a cara de noite mal dormida.

Ao chegar enfrente ao prédio, Marcela já estava lá, as duas deram um longo abraço apertado.

– Você está radiante Marcela, adorei seu cabelo natural, esta mais linda ainda.

– Obrigada querida, o seu cabelo cresceu, você esta ainda mais bonita, o Lucas tem te feito bem. E como ele esta?

– Deve ta bem, não o vejo a mais de um mês.

– Porque Ju?

– Ele está a trabalho no Canadá, ia e voltava logo, mas seu cliente lhe deu dores de cabeça e teve que ficar.

As duas riram, relembraram os velhos tempos, falaram bobagens e logo chegaram até um restaurante que iam quando estavam juntas.

– Você ainda lembra dela Má?

– Claro, como poderia esquecer do que vivemos?

Conseguiram a mesma mesa de sempre, era um momento pra reviver o que tiveram de melhor, exceto com algumas noticias que viriam logo após.

– Má, você ta super bem, desculpa falar, mas até deu uma engordadinha, o Gu deve ta te tratando como princesa.

Marcela começou a rir.

– É e logo me tratará como rainha!

– Hã?

– Eu estou noiva amiga! – disse mostrando a aliança.

– Nossa! Serio? Parabéns – disse Justine sem saber o que sentir.

– E tenho mais uma noticia.

– Qual?

– Não estou gordinha… Estou grávida.

– Grávida, mas… Mas como?

– Como você já sabe, deve brincar de fazer filhos sempre.

– Cala boca!

– O que?

– Não, não pode… – Justine começou a se alterar.

– Ju, sê ta loca? Fala baixo!

– Não pode ser, você ta grávida e vai se casar? Como pôde?

– Como eu pude o que? Achei que ficaria feliz por mim?

– Porque eu deveria?

– Para de ser egoísta e mimada Justine, quando você terminou comigo, não pensou em nada não foi? Eu toquei minha vida, segui enfrente, assim como você né, que ficou noiva e nem me contou, acorda garota cresce!

– Você ta me chamando de criança?

– É como está agindo, como criança mimada e egoísta!

– Ata, só porque você está grávida se acha agora mais madura do que eu? Fala sério, eu vou embora daqui – disse Justine ao se levantar, abriu a bolsa tirou umas notas e jogou sob a mesa – tenha um bom apetite.

– Onde você vai garota, ta loca? Não sei porque dessa manha toda.

Justine saiu sem olhar para trás, sua cabeça girava, sua vida estava confusa, seus sentimentos estavam confusos, ela já não sabia o que fazer, e porque aquele ciúme tolo? Porque tratar mal a amiga que tanto ama?

– O que está havendo comigo?

Ela andou sem rumo por horas, não atendeu o celular nem respondeu a milhares de mensagens de Marcela preocupada. Depois de cansar de tanto andar, entrou em um barzinho que encontrou e foi tomar algo pra esquecer.

– Wisky, duplo e sem gelo, por favor!

– Dia ruim? – disse o barman enquanto pegava a garrafa.

– Péssimo!

Justine entornou o copo e pediu outro.

– Não é melhor ir com calma senhorita?

– Só me vê outro, por favor! Vim beber e não procurar um psicólogo.

– Ok!

– Depois de algumas doses, tudo parecia melhor, ela pegou o celular e olhou as ligações e mensagens, não quis retornar para ninguém, olhou para os lados, parecia um encontro de motoqueiros, logo o sol já havia desaparecido e o lugar estava lotado.

– Senhorita, aquele rapaz na ponta do balcão lhe pagou outra dose.

Justine olhou, o rapaz acenou, ela levantou o copo em agradecimento e bebeu.

– O que rola aqui? – perguntou ao barman.

– Hoje rola uma banda de blues, esses motoqueiros estão sempre por aqui.

– Acho que não estou vestida adequadamente para o local.

– Garanto que as pessoas aqui não repararam nisso – concluiu o barman dando uma piscadela.

Justine sorriu e pela primeira vez nas horas que passou sentada ali, olhou de fato para o rapaz. Ele era jovem e simpático.

Algumas bebidas de graça, vários convites para conversar, Justine já estava alta e esqueceu de todos os problemas, o bar estava cheio e entre o blues e o classic rock, ela estava sentada no balcão curtindo. Já estava tarde e seu celular cheio de mensagens preocupadas tanto de Marcela quanto de Pêpe. Ela desceu do balcão para ir ao banheiro.

– Já vai moça?

– Não… Acho que ficarei um pouco mais, vou só no banheiro.

– Que bom! – disse o simpático barman.

Justine deu um passo e voltou para o balcão.

– Aliais, qual seu nome? – perguntou Justine.

– Rodrigo, e o seu?

Justine pensou duas vezes antes de responder.

– É… Verônica!

Ele sorriu e ela foi ao banheiro.

– Devo estar ficando louca, ou extremamente bêbada – disse para si mesma enquanto lavava o rosto – mas aquele barman é uma gracinha.

– Realmente ele é, e também é delicioso – disse uma moça que saia de um dos banheiros.

– Ai, que susto! – disse Justine espantada com a mão sob o seio arfando.

– Desculpe – respondeu a moça sorrindo – sou Paula, amiga do Rodrigo, e pelo que vi, ele gostou de você também. Qual seu nome?

– Ju… Verônica, prazer.

– Vai lá e aproveita menina, não é sempre que ele está disponível – disse a ‘amiga’ do banheiro ao sair.

– Será? Bem, quem sabe! – Justine secou o rosto e as mãos com uma toalha de papel e voltou para o balcão.

– Pode me dar uma coca?

– Não quer mais wisky senhorita?

– Acho que pra mim já chega de beber por hoje.

– Uma coca geladinha saindo – respondeu o barman sorridente.

Justine tomou uma golada direto do bico da garrafa, olhou para Rodrigo que admirava cada centímetro de seus lábios carnudos.

– Será que você não tem um cigarro pra me arrumar? – perguntou Justine.

– Bem eu já estou indo lá fora fumar um é meu minuto de folga, não quer ir junto?

– Bem… Pode ser!

– Vou avisar o outro rapaz, me espera no final do balcão.

– Ok! – Justine terminou a coca e foi para a ponta do balcão.

Rodrigo levantou a tampa do balcão e a deixou passar, eles passaram pela pequena cozinha e foram para os fundos do bar, um beco com lixo que dava para a rua.

– Desculpe fazer você vir aqui, mas não posso ir pra frente do bar – disse Rodrigo enquanto pegava o cigarro.

– Não tudo bem, esse lugar tem seus ‘encantos’ – sorriu.

Ele ofereceu o cigarro a ela e o acendeu, ele ainda com o cigarro na ficou observando Justine dar o primeiro trago, ela o olhou, seus olhos cheio de desejo, sem pensar, jogou o cigarro no chão e o beijou contra a parede.

Rodrigo se entregou ao beijo, suas mãos rápidas deslizavam todo seu corpo, seu beijo voraz, sua pegada selvagem a colocou contra a parede, uma das mãos deslizou por entre as coxas dela tocando seu sexo molhado. O vento estava forte e somente os raios os iluminavam. Ela já podia sentir o sexo dele pulsar sob a calça.

– Eu te quero, quero muito garota! – disse enquanto abria o zíper da calça.

Ele pegou uma camisinha no bolso de trás e colocou, levantou uma das pernas de Justine e a penetrou levemente, um gemido escapou por entre os lábios e ele começou a estocar cada vez mais rápido, ela passou seus braços entorno do pescoço dele.

– Isso! Isso – sussurrava ela no seu ouvido – vai, mais forte, mais forte!

– Gosta é safadinha, você gosta?

– Adoro, adoro!

Quando ela abriu os olhos viu uma sombra os observando, aquilo a excitou ainda mais, ela não conseguia tirar os olhos da sombra, parecia uma silhueta feminina. Ela mordeu os lábios, seu corpo estava quente, ela queria gozar, e queria que aquela pessoa ali a visse satisfeita. Ela sentia que ia explodir, não podia mais segurar, a muito não gozava em tão pouco tempo, mas a adrenalina estava a mil.

– Isso, vai fundo, com força… ah, ah, aaaaah, isso.

Seu corpo estremeceu e logo em seguida Rodrigo também gozou.

– Gata você é demais!

Justine sorriu, tirou pegou a calcinha e jogou no lixo.

– Acho que vai chover, vamos voltar.

– Chuva… Perfeito, acho que vou embora.

– Já? Não…

– Aí a conta! Quanto será que deu? Posso lhe dar o dinheiro e você pagá-la pra mim, quero aproveitar e sair por aqui mesmo.

– Fica tranqüila, eu acerto essa… Será que vou lhe ver novamente? – perguntou enquanto afagava o cabelo bagunçado de Justine.

– Talvez! – respondeu a sorridente Justine.

– Como te encontro?

– Pode deixar que eu te acho – acenou a cabeça em direção do bar.

– Ta certo, desculpe, eu preciso voltar pro trabalho.

– Tudo bem, eu vou indo – ela o beijou e se virou para a saída do beco – Ah! Rodrigo, muito obrigada!

Desconfiado e um pouco sem graça respondeu.

– Não tem por que! – e entrou no bar.

– Que noite! Que noite! – dizia Justine para si mesma.

O vento estava forte e as primeiras gotas começaram a cair, ela estava se sentido livre, solta, não esquecia aquela sombra lhe observando e a cada flash na memória lhe excitava novamente. Logo a chuva começou a cair e Justine parecia ter voltado a infância, ela começou a correr pela calçada e já estava toda milhada quando parou embaixo de um toldo.

O celular estava vibrando dentro da bolsa, era Marcela, ela olhou por alguns segundos, sorriu novamente e resolveu atender.

– Má?

– Justine? Sê ta loca menina? Quer me matar de susto, onde você está?

– Não sei, andei por ai sem rumo, Má me desculpe, sinto muito pela forma com que tratei, como agi com as noticias, eu a amo muito. É que você seguiu enfrente e eu não consegui.

– Tudo bem, tudo bem! Eu a amo, sempre vou amar, quer vir aqui?

– Não, não acho que vou pegar um táxi antes que a chuva me deixe gripada, eu preciso ir, amanha te ligo.

– Ok! Você está bem mesmo.

– Estou ótima, estou ótima! Beijos – Justine desligou o celular jogou a bolsa e procurou um táxi.

Sem pensar ela foi pra casa de Pêpe, durante todo o percurso no táxi ela sorria, a muito não se sentia assim, era como se aqueles minutos ali no beco tivessem lhe despertado novamente para a vida mostrando o que ela realmente precisava.

Justine ligou para o Pêpe quando chegou em frete ao prédio dele.

– Ju sua maluca, porque não atendeu?

– Estou enfrente ao seu prédio, posso subir?

– Claro, claro!

Ela pagou o táxi e correu para a portaria, no elevador seu corpo estava em alvoroço. Ela apertou a campainha e esperou, ao abrir lá estava ela, cabelos bagunçados, toda molhada e apesar de tudo extremamente sensual exalando sexualidade.

– Jú? O que houve a Amanda me ligou…  – ele foi interrompido por um beijo inesperado dela que o empurrou para dentro do apartamento fechando a porta como pé.

– E então delicia, será que posso tomar um banho?

– Quer ajuda?

Justine sorriu maliciosamente, tirou o vestido molhado e sai caminhando para o banheiro, Pêpe logo vai atrás dela. Para Justine será uma noite e tanto.

 

Coisas que todas as mulheres devem investir

Estava comigo mesma, pensando em quanto gasto com sapatos ou roupas que nem mesmo chego a usar, e vejo que todo este consumismo é apenas para tentar elevar minha auto-estima, mas tudo que ganho é a fatura do cartão nas alturas no final do mês, e quando abro o guarda roupas vejo que nunca tenho nada, então me listei com coisas que são realmente importantes, e percebi que algumas nem preciso de dinheiro para ter.

Então agora, conheçam as coisas que todas as mulheres devem investir:

  • Lingerie: já ouvi muitas vezes que o bom mesmo que o que esta dentro do pacote e não a embalagem, isso não quer dizer que estar completamente nua é mais excitante do que estar com uma bela lingerie. Uma calcinha pode decidir o futuro de sua vida sexual, sei que as calçolas da vovó são bem mais confortáveis, eu tenho as minhas famosas “calcinhas boxe”, mas ande sempre prevenida, tenha um calcinha sexy na bolsa, nunca se sabe o que uma noite pode nos reservar, ou até uma ligação inesperada daquele paquera que você esta louca para fisgar, então aquilo que sua mãe sempre disse é mais que valido “use sempre uma cacinha boa, nunca se sabe o que pode acontecer, imagine se você esta com aquela calçola velha?”. Então mulheres invistam na sua beleza intima, hoje não é tão caro assim manter sua gaveta sexy, lojas de departamento como Marisa, Renner, c&a entre outras sempre trás surpresinhas pra mulherada;
  • Salão: Sim moças, reservem de seu rico dinheirinho uma quantia mensal para se dedicar a beleza, não digo beleza física, mas detalhes que fazem a diferença como sobrancelhas, depilação (isso é uma obrigação) e as unhas, principalmente a dos pés. Se você é como eu que às vezes arrisca e da uma de manicure, tudo bem, pra ser bem sincera desconheço pessoas que olham os detalhes de suas cutículas, mas os pés minhas caras, um pé bem feitinha também poderá mudar o rumo de sua vida. Pois saiba que cerca de 30% da população masculina no mundo é podólatra, como tais coisas não vem estampado na face, melhor, bem melhor andar precavida;
  • Farmácia: Se você é daquelas que confia que homens sempre andam com camisinha trate de ir às farmácias. Mesmo com a quantidade de doenças sexualmente transmissíveis, muitos homens deixam a desejar no quesito precaução, então é sua obrigação ter sempre a mão preservativo e anticoncepcional. Não vá esperando que na hora do rala-e-rola ele vai pensar em tais coisas, então pense você, pelo bem da sua saúde.
  • Artigos de sex shop: Queridas, não tenham medo de entrar naquela lojinha estranha com um luminoso gigante escrito “SEX SHOP”, eu sou a favor de toda mulher ter seus brinquedinhos, investir no que possa lhe proporcionar mais prazer, desbravar seus corpos, e para isso nada melhor que um vibrador! Sim queridas leitoras, um mero vibrador, calma, se você já tremeu ao ler isto, não fique nervosa, há lojas virtuais que entregam na sua casa com máxima discrição, além de vibradores, você encontra lubrificantes pra todas as ocasiões, pomadinhas para sexo oral, fantasias (que entra no quesito lingerie) e até joguinhos e livros relacionados à sexualidade;
  • Um tempo para si: Tire uma folguinha e reserve uma horinha só pra você, relaxe, tome um banho passe cremes, tenha um dia de beleza (isso você mesma pode fazer), ligue o som, cante, dance, leia um livro, enfim faça o que der na telha! Isso é algo que não requer dinheiro e poderá lhe trazer ótimos benefícios;
  • Amigas: Outra coisa fundamental e preservar a amizade. Reuniões entre amigas são importantíssimas, trocar experiências, fofocas, falar sobre qualquer coisa que sinta desejo é uma ótima terapia. Ter um tempo pra cultivar suas amizades e se divertir, não há dinheiro que pague.

Freak Butterfly

Justine – O baile de máscaras Parte I

potsok

Pela primeira vez em muito tempo, Justine se sentia bem consigo mesma. Depois do casamento de seu querido primo e tudo que aconteceu em meio aos festejos, incluindo fazer amor pela primeira vez, sua vida estava tranqüila.

O noivado estava bem, correndo o curso tranquilamente, sem pressões como imaginava que seria. Mas essa rotina a deixava em alguns dias inquieta. Lucas trabalhava mais do que nunca, estava em um grande caso, que poderia lhe render uma ótima promoção. Então ela ficava mais tempo na casa dele para ajudá-lo com a organização. Justine estava se tornando a perfeita dona de casa.

Em uma tarde de sábado, enquanto Lucas fazia serão no escritório, Justine convidou Marcela para colocarem as fofocas em dia.

– Que saudades! – exclamou Justine ao abraçar a amiga.

– Eu também, pensei até que havia esquecido de mim – respondeu fazendo bico.

– Nunquinha mesmo sua boba! Vamos, entre!

Marcela entrou lentamente observando tudo, ela só havia ido ali uma única vez e como na época não gostava de Lucas, ela nem havia prestado atenção no apartamento. Era moderno e ao mesmo tempo antiquado, com uma estante imensa cheia de livros, e outra com DVD.

– Caracas Ju! Quem diria que você iria se tornar uma dona de casa! – disse Marcela sorridente.

– Para com isso, eu não sou dona de casa. Só estou ajudando o Lucas, ele esta trabalhando demais.

– Imagine como será quando se casarem…

– Para Má, poxa, você veio zombar de mim?

– Claro que não – respondeu com um sorriso bobo – é só que você não parece você. E isso é estranho. Todos tem perguntado onde anda a fogosa Justine.

– Ué, eu to namorando.

– Eu também, mas o Gustavo não me impede a nada.

– Ok! Ok! Eu sei que to meio parada. Ok! Muito parada… Mas é que o Lucas não tem tido tempo pra nada.

– Parece que já se casaram né amiga?

– Pior! Parece que nos casamos há 10 anos. Quer beber algo?

– Vinho?

– Tenho um ótimo! Fique a vontade amiga que eu vou pegar o vinho e as taças.

– Ok! – disse Marcela se acomodando em uma confortável poltrona de couro.

As duas passaram horas bebendo e conversando sobre suas vidas. Justine havia sido demitida do emprego e aproveitou para relaxar vivendo com o seguro desemprego, mas Lucas dava tudo que ela precisava. Marcela estava batalhando e vivendo bem com Gustavo, os dois finalmente se encaixaram e já até planejavam morar juntos. Marcela contou das festas que foi, das farras que curtiu ao lado do namorado e Justine se sentiu um nada, uma simples dona de casa. Já haviam se passado horas e Marcela iria no bar encontrar o namorado.

– Bem amiga, foi ótimo conversar com você. Eu ainda te amo muito viu, se precisar de mim, é só gritar – disse Marcela em um abraço de despedida.

– Obrigada Má, nossa você hoje me fez um bem danado.

– Olha Ju, não deixe nunca de ser você, não perca a sua essência por nada.

Aquelas palavras soaram como uma martelada em sua cabeça. Realmente, no que ela estava se tornando? Em tudo que nunca havia desejado.

– Ok… – afirmou sem graça.

Depois que Marcela se foi, ela ficou sentada no sofá, o sol caiu por terra e ela nem se quer moveu os dedos. A porta se abriu lentamente, tudo estava escuro.

– Justine? – perguntou desconfiado Lucas ao entrar.

– Sim! – sussurrou no escuro.

Lucas então acendeu a luz da sala e encontrou Justine deitada no chão com as pernas encima do sofá.

– Querida, você está bem?

Justine permaneceu muda por alguns instantes.

– Jú!

– O que é? – respondeu irritada.

– Você ta bem menina!? – perguntou Lucas ao se aproximar da amada.

– Não, eu não to nada bem!

– O que você tem, está doente? O que esta sentindo?

– Vazio Lucas! Vazio!

– Mas por que meu amor, o que te falta?

– Fodas, boas e excitantes fodas.

– Mas agente faz amor todos os dias, bem, quase todos os dias, eu sei que estou meio ausente…

– O problema é este amor! Fazer amor! Lucas, essa não sou eu… Não o eu que você conheceu e amou. Essa coisa de fazer amorzinho… Ergh! Me da até agonia, é muito casalzinho de velhos, cadê nossas brincadeirinhas, nossas fantasias?

– Desculpe querida, eu sei que estou ausente, sei que sente falta porque eu também sinto.

– Essa não sou eu… Eu me sinto presa demais. Nunca gostei disso, eu gosto de me sentir livre.

– O que quer que eu faça?

– Seja você novamente. Cadê meu pervertido, meu garanhão? Quero minha putinha de volta! – disse emburrada.

– Eu sei amor, eu sei! Olha é só uma fase, uma péssima fase, essa droga de caso esta acabando e as coisas vão melhorar, podemos ir onde você quiser, eu tiro uns dias de folga e vamos pra casa no campo, ou pra praia, ou se quiser, vamos até em uma casa de swing.

– Isso vai demorar?

– Claro que não minha garotinha mimada – disse ele enquanto afagava seus cabelos.

Eles se beijaram e Justine se levantou para preparar o jantar. Depois de lavarem a louça, resolveram ver um filme pra relaxar.

– Já percebeu que é sábado a noite e estamos em casa sem nada pra fazer? – disse Justine.

– Sim. Você quer sair?

– Você quer?

– Confesso que estou com um pouco de sono… Mas se você quiser ir, eu vou, sem problemas, tudo pra colocar um sorrisinho neste rostinho lindo.

– Não tudo bem, não trouxe roupas de balada.

– Me perdoe querida se eu não tenho lhe satisfeito como merece…

– Ok, eu entendo, certo!? Logo vai acabar não é?

– Sim! E vamos a fora! E falando nisso, sábado que vem vamos a uma festa.

– Que festa?

– É da ordem dos advogados, será um baile de mascaras.

– E estará cheio de velhos barrigudos com suas esposinhas medíocres?

– Você acha que serei barrigudo ao lado de uma esposinha medíocre? – perguntou Lucas sarcasticamente.

– Nunca, não se a esposinha for eu! – respondeu presunçosa.

– Estão vá comprar esta semana um vestido bem elegante e uma bela mascara, quero minha futura esposinha tesuda e gostosinha ao meu lado neste evento, lá serei apresentado aos demais sócios. Por isso irei. Certo?

– Ok, ok! Vou chamar a Marcela pra me ajudar a escolher algo elegante.

– Te amo boneca! – disse e depois beijou-lhe ardorosamente.

– Eu também minha puta, estou com saudades deste rabinho – disse Justine maciosa.

Os dois voltaram a se beijar e se jogaram ao chão. Lucas levantou a camisola de Justine e começou a beijar-lhe a barriga, descendo até as coxas, e com os dedos firmes percorreu a xoxotinha que tanto apreciava. Justine logo se contorceu ao toque quente de Lucas, sua pele ardia e os pelos arrepiavam, ela gostava daquele sexo não planejado. Lucas se levantou e segurando a mão de justine disse:

– Se ajoelha cadelinha, quero que engula meu pau todinho, eu sei que você gosta.

Justine se ajoelhou e colocou lentamente o pau de Lucas até que seus lábios encostaram-se à base. Ele gemeu e ela, rapidamente tratou de colocar um dedinho na borda do rabinho dele. Seu pau latejou com mais força, mas ela não o deixaria gozar, depois de algumas chupadas, ela olhou para ele e disse:

– Mete em mim!

De joelhos, ela apenas se debruçou no sofá, ele afastou as nádegas dela e admirou seu rabinho, deu uma lambida e começou a chupá-la, logo ela estremeceu, era sinal de que estava pronta. Ela a puxou para si encaixando seus corpos, Justine estava no vai e vem frenético.

– Está gostando cadelinha?

– Muito minha puta! Adoro foder contigo!

– Vai gozar gostoso no meu pau?

– Vou lambuzá-lo todinho.

Mais algumas fortes estocadas e os olhos de Justine brilharam, viraram e suas pernas tremeram. Em seguida Lucas gemeu e suspirou satisfeito. Os dois permaneceram sentados, ela no colo dele, sob sofá de couro, suados e cheirando a porra. Ela sorriu satisfeita.

Agora era se preparar para ser a dama perfeita no baile de mascaras.

Continua…

Freak Butterfly

Justine – A decisão

(0517) Sexo, por trás

Para Justine, naquele momento seria impossível ter de decidir entre Lucas e Marcela. Mesmo com o pedido de casamento de um homem dos sonhos de muitas, ela não conseguiria deixar Marcela.

No carro ela já havia decidi, diria a Lucas que se a amasse entenderia e esperaria por ela.

Ao chegar ao estacionamento do prédio, ela não sabia se descia do carro ou ia embora. Porém, lembrou de cada minuto que teve antes com Marcela e o quanto insaciável ela estava, desejando o pau quente de Lucas penetrando-a sem cessar. Mais que depressa, ela saiu correndo do carro rumo ao elevador que estava aberto.

Durante o estacionamento e o 7º andar, ela pensou no que diria ao Lucas e como ele reagiria, se depois os dois fariam amor insanamente, se amanha ele iria continuar a desejando. Ela parou enfrente a porta, colocou sua chave e a abriu, Lucas estava adormecido no sofá e um filme qualquer da TV aberta estava passando, ela se aproximou lentamente, sentou-se ao lado dele, e com certo receio ainda, ela o beijou. Assustado, ele a empurrou para trás, fazendo-a cair no chão.

– Ai! Caralio Lucas, que porra é esta!? – disse Justine furiosa.

– Amor, nossa desculpa, você me assustou – respondeu Lucas encabulado.

– Tava esperando alguém que não fosse eu por acaso pra se assustar – dizia ela enquanto levantava.

– Desculpa amor – repetiu em voz baixa.

– Ta, deixa pra lá… Eu vim aqui pra outra coisa. Agente vai ter que conversar.

– Pensou amor na minha proposta?

– Sim, e muito, confesso que até com minha mãe conversei.

– E ela? Gostou? Ela aprova?

– Sim, ela te acha um bom rapaz… Mas, fui ver Marcela como você sabe. Olha Lucas, chorei demais como nunca mais havia feito este tempo todo tentando me decidir, mas acontece que não posso, não agora. Eu amo a Marcela e a desejo demais para abrir mão dela, mas também te amo demais e não posso te perder.

– Então é isso! Você recusa meu pedido por causa de uma aventura – Lucas aumentava o tom de voz, já visivelmente irritada.

– Acontece que se você me ama, você vai me esperar, sabe, eu acho que é assim, não é uma aventura, eu gosto mesmo dela, e ela estava na minha vida antes de você aparecer…

– Cala a boca! – interrompeu Lucas a frase de Justine.

– Hãn!?

– Você é muito criança mesmo né Justine!? Você acha que vai ser gostosa pro resto da vida? Ou você acha que vai poder ficar brincando com dois amores, com dois sentimentos até quando? Um de nós vai enjoar, ou melhor, os dois irão.

– Cala boca você – dizia Justine derramando as primeiras lagrimas – se você me acha tudo isso, porque esta comigo então seu verme?

– Porque infelizmente eu te amo sua vadiazinha de classe média – Lucas partiu pra cima de Justine a empurrando contra a parede – Você gosta de ser vista assim? Como uma putinha? – ele segurava-a pelos cabelos com força, mas Justine não dava o braço a torcer para demonstrar a dor física.

– Quer saber sua bicha, ela fode melhor que você, sua florzinha idiota!

– Aé!? Então aquela puta é melhor do que eu? Ela tem um pau destes? – então ele baixou a samba canção já com o pau duro a mão – Tem? Diz sua puta? Ela tem?

– Você ta louco! Me solta!

– Se ajoelha puta que vou te dar o que você realmente gosta – ele a jogou no chão, com uma das mãos ele segurava o pau e com a outra a segurava pelos cabelos – abre a boquinha cadela.

Justine estava confusa, em um mix de horror e tesão ela não sabia o que fazia, sempre era ela quem dominava, e não entendi se tudo aquilo era real ou era mais um dos joguinhos dele. Ela se esquivava com os lábios serrados.

– Não vai abrir essa boca não sua puta!? – ela gesticulou que não com a cabeça e em seguida ele a esbofeteou na face.

A tapa fora tão forte que ele caiu no chão e logo se encolheu, entre lagrimas de dor e ódio, ela se levantou e caminhou até ele que sorria sarcasticamente.

– Então sua bicha! É assim que você gosta de fazer? Um dia você me da a bunda no outro quer me bater? Gosta deste joguinho duplo? Quer que eu enfie um punho no seu rabo agora ou mais tarde?

Logo Lucas sentiu o peso do ódio nas palavras frias de Justine que parou enfrente a ele e disse:

– Bate do outro lado sua bichinha! Anda! Mostra então que é homem, me da outro tapa seu mariquinhas imprestável, seu lixo de elite, só porque tem um carrão do ano e um apartamento próprio acha que pode se desfazer de mim? Eu sou muito mais que você, sua bicha enrustida!

– CHEGA! – ele tornou a esbofeteá-la na face – quer ver quem é a bixa, quer?

Ele virou Justine contra o sofá, e rasgou sua calcinha, ergueu a saia e começou e meter bruscamente.

– Diz agora quem é a bixa! DIZ PORRA!

– Você, você é minha bichinha. Mete que nem homem.

Lucas metia na buceta lambuzada de Justine com tanta força que parecia que suas bolas entraria junto ou que o pau sairia pela boca. Ela ardia, delirava, gargalhava, não imaginava que Lucas pudesse ser tão mais selvagem do que já fora. Seu cú piscava sem parar, logo Lucas gozou esporrando por toda a bunda dela. Com o pau ainda duro e cheio de tesão, com Justine de pernas bambas, ele a segurou pela cintura e ainda apoiada no sofá ele a puxou para si.

– Não sou um viadinho? Então vai toma no rabinho puta gostosa – sem pensar ele enfiou o pau no rabo lambuzado de porra.

Ela gemia cada vez mais alto, agora sim parecia que ela realmente estava levando uma surra, o que os vizinhos pensariam de tudo aquilo, eles já não estavam nem se importando, podia dar a policia, o caralho que fosse que nada o faria parar de sentir aquele rabinho apertado de sua deusa.

Ela gritava, implorava, dizia a ele que não agüentaria mais um segundo sem explodir, ele satisfeito metia mais gostoso ainda. Logo Justine estremecei inteira, como se estivesse tendo um ataque epilético, ela gozou, foi tão intenso que ela urinou junto, os dois pareciam animais selvagens, ele sem pouco se importar, caiu de boca na buceta dela para sentir o melzinho que havia jorrado. Ela tremia, fraca, não sentia mais as pernas, porém, se sentiu no paraíso, foi único, foi melhor do que tudo que tivera antes, aquela sensação de medo e delírio, de dor e prazer, de tesão e ódio, tudo aquilo, ela não poderia perder, mas precisou de algum tempo para perceber que ele era realmente o homem da vida dela.

Caídos no chão ele a abraçou, beijou-lhe as faces rubras pelos tacas fortes que ele deu, sem pedir perdão, ele a olhou nos olhos e disse:

– Mesmo com tudo, mesmo com este teu jeito louco, mesmo brincando com meu coração, eu não posso deixá-la quem que eu quisesse, se eu não fosse tão louco por ti, eu sumiria, mas o que sinto, eu nunca senti antes, o que tivemos, eu nunca tive com ninguém. Eu te amo minha putinha gostosa.

– Ela não sabia o que fazer, apenas enrosco seu corpo ao dele e ambos olhavam o teto, em silencio ela adormeceu. Logo ela estava novamente na escuridão, o corredor, os gritos, a luz os gemidos insanos, a falta de voz, ela correu cegamente por aquele corredor do horror, caiu na luz, e mais uma vez ela estava entre mil corpos nus, era como se não houvesse identidade sexual ali, somente o ato em si, e de forma tão angelical, e no meio de muitos estavam Lucas e Marcela rindo e fornicando, mais uma vez seu desespero era obvio, ela tinha medo de perder os dois, e o que é pior, que eles a trocassem um pelo outro, mais uma vez ela acordou suada e aos berros, entre lagrimas e abraços carinhosos de Lucas, ela soluçava.

– O que foi amor?

– É mais um pesadelo, vai passar, eu ainda descubro como acabar com ele.

E os dois ficaram juntinhos na cama, ele afagando seus cabelos, ela ainda soluçando. O cheiro forte do sexo ainda pairava pelo ar.

Freak Butterfly (Poliana Zanini)

*Imagem: Google Imagens

Justine – O começo

Muitas pessoas me pedem contos, pricipalmente de podolatria, confesso, não sou boa com contos apesar da minha imaginação fértil! Mas então colocarei um dos primeiros, ele tem uma pequena série de contos sobre descobertas sexuais de Justine, nossa anti-heroína.


Justine sempre se achou uma garota sem graça. Nunca foi a mais popular da escola, e nunca andou com a galera mais descolada. Como sempre se achou o patinho feio, Justine resolver que deveria compensar em alguma coisa, e a única coisa que não é necessariamente preciso ser uma deusa, é no sexo.

Justine já não era mais uma garotinha, já tinha seus vinte e poucos anos, gostava de se masturbar todos os dias e ler contos eróticos em sites na internet.

Com toda a tecnologia, nossa heroína começou a freqüentar salas de bate-papo sobre sexo, com isto, adquiriu vasto conhecimento sobre o assunto, agora só falta colocar na pratica, para isso nada melhor do que os amigos.

Para começar a se sentir mais desejável, ela produziu uma serie de fotos ousadas, com roupas intimas e semi-nua, quando olhava as fotos, ela sentia a calcinha molhar e o grelo bater, ela se masturbava olhando suas próprias fotos. Ela não era narcisista, porém, se sentia tão a vontade diante a uma câmera, que libertava seus instintos mais obscuros e selvagens, e ao se olhar assim, sentia um gigantesco tesão acender.

Para começar, ela enviou as fotos para alguns contatos de confiança para obter opiniões. Logo, Justine já havia conquistado alguns fãs e punhetas em sua homenagem. Com sua auto-estima levantada, ela passou a trocar o jeans, camiseta e tênis do dia-a-dia para mini-saia, blusinha decotada e salto alto na noite.

Blusinha de decote, mini-saia jeans e de botas de salto altíssimo, ela foi encarar sua primeira noitada em uma boate muito badala. Ela era tímida, e para perder de vez a vergonha, ela tornou três tequilas e foi pra pista de dança, assim se sentia incrivelmente sensual, ao som de black music, ela rebolava e movimentava seu corpo como uma cobra, para hipnotizar sua vitima. E conseguiu, poucos minutos depois, chegou um belo rapaz, e puxou conversa:

– Qual seu nome – Disse ele.

– Justine, e o seu?

– Marcos… Vem sempre aqui?

Esta pergunta lhe fez explodir em gargalhadas, aquilo era brega demais para ela suportar, nem ela, que não era acostumada a paqueras seria capaz de cometer tamanha gafe.

– E você? Sempre faz a mesma pergunta a todas? – retrucou Justine.

Marcos ficou sem graça, baixou os olhos, mirou os seios da bela moça, e disse:

– Gostaria de ir ao bar tomar um drink comigo?

– Eu topo – ela respondeu.

Justine não era uma moça de família rica, entrar naquela boate já havia lhe tirado o pouco que tinha, então não podia recusar um drink, ou quem sabe dois.

Sentados no banquinho do bar, os dois conversaram sobre suas vidas, estudos, trabalhos, e então Justine não resistiu:

– Que tal ir-mos a outro lugar?

– Ache que nunca iria perguntar – disse Marcos.

Marcos tinha aparência de ser um rapaz tímido, mas ela sentia que entre as tais quatro paredes as coisas iriam esquentar, e muito. Os dois saíram da boate e entraram no carro de Marcos rumo ao seu apartamento, do qual morava sozinho.

Ao chegarem ao prédio, Justine sentia seu corpo queimar de desejo, ao pegarem o elevador, ela imprensou Marcos pra a parede e lhe deu um beijo incrivelmente molhado enquanto tocava seu pau por cima da calça, ela suspirou ou ver o quanto ele estava desejando sair daquela jaula. Ao chegarem no apartamento, ambos não perderam tempo, Marcos a pegou pelos braços com força e a jogou encima da mesa da sala de jantar, abriu suas pernas e pode sentir o calor que sua xoxota exalava, aquilo o enlouqueceu. Depois de muitos beijos e amassos, Justine empurrou Marcos sobre o sofá se pos de quatro e começou a engatinhar em direção a suas pernas. Ela se aproximou, abriu-lhe o zíper, baixou sua cueca samba canção e então finalmente pode ver o grande monumento que até então Marcos esconderá. Seus olhos brilharam como de uma criança se sem demoras, ela começou a chupá-lo, aquilo era como se fosse o ultimo doce da face da terra, e ela é sedenta por doces.

No ritmo acelerado, no vai e vem de sua cabeça, Marcos gemia ao sentir a boca úmida e quente de Justine em seu pau. Ele pensava: “Que boca é esta? Que mulher é esta? Parece que quer me devorar”. Sobe e desce, sobre e desce, e ela não parava nem para respirar, ela o queria toda dentro de si. Quando ela sentiu que ele estava prestes a gozar, ela parou e começou a se despir, ficando apenas com as botas, ele a colocou no sofá e viu sua xoxota lisinha e perfumada convida-lo para um belo banquete. Ele se ajoelhou perante ela, abriu sua buceta o quanto pode e a invadiu com sua louca língua quente, ela gemeu. Ele descia e subia com a língua e as pernas dela tremiam de puro exctasy, então ele disse:

– Quero que você goze pra mim sua cadela.

Isso a fez delirar, ela amou ser tratada como cadelinha, e não via à hora de ficar de quatro para ele poder penetrá-la. Ele a sugou, lambeu e ela, gozou em sua boca, dando-lhe seu precioso mel, então ela disse:

– Me come agora, enfia esse pau na minha xoxota de cadela.

Ele como um bom rapaz obediente, não pensou duas vezes em atender seu desejo, colocou-a de quatro ali mesmo no chão da sala e segurando seus cabelos bem forte, a penetrou, ela gritou. Ele não tinha dó de Justine, sentia a necessidade de meter cada vez com mais força, queria ouvir seus gritinhos, ela apenas dizia a mesma frase:

– Mete mais fundo! Mete mais fundo!

E ele gritava:

– Esta gostando sua cadela?

E logo lhe deu um tapa na bunda e ela gritou:

– Bate mais! BATE COM FORÇA!

E ele a obedecia e seus desejos e sentia mais necessidades. Então ele puxou seu cabelo com muita força, fazendo com que o corpo de Justine se levantou e ficou de joelhos.

Aquilo tudo estava tendo o sabor de dor e prazer juntos. E ela passou a perceber que era isto que queria sempre. Logo ambos gozaram, porém ele fez a questão de gozar na cara dela, para que tivessem realmente um grande final.

Ela se levantou pediu licença para ir ao banheiro, se olhou no espelho e admirou aquela cena decadente, maquiagem borrada com porra na cara, ela lavou o rosto, vestiu as roupas e foi embora para casa.

Ao entrar no quarto escuro, sentou-se na beira da cama, acendeu um cigarro, e deu um longo suspiro, colocou os dedos na buceta e sentiu o cheiro de porra que havia ali, lambeu os dedos, deu uma risadinha sacana e disse para si mesma:

– Que belo começo!

… Continua