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Tag Archives: sexo selvagem

Justine – A decisão

(0517) Sexo, por trás

Para Justine, naquele momento seria impossível ter de decidir entre Lucas e Marcela. Mesmo com o pedido de casamento de um homem dos sonhos de muitas, ela não conseguiria deixar Marcela.

No carro ela já havia decidi, diria a Lucas que se a amasse entenderia e esperaria por ela.

Ao chegar ao estacionamento do prédio, ela não sabia se descia do carro ou ia embora. Porém, lembrou de cada minuto que teve antes com Marcela e o quanto insaciável ela estava, desejando o pau quente de Lucas penetrando-a sem cessar. Mais que depressa, ela saiu correndo do carro rumo ao elevador que estava aberto.

Durante o estacionamento e o 7º andar, ela pensou no que diria ao Lucas e como ele reagiria, se depois os dois fariam amor insanamente, se amanha ele iria continuar a desejando. Ela parou enfrente a porta, colocou sua chave e a abriu, Lucas estava adormecido no sofá e um filme qualquer da TV aberta estava passando, ela se aproximou lentamente, sentou-se ao lado dele, e com certo receio ainda, ela o beijou. Assustado, ele a empurrou para trás, fazendo-a cair no chão.

– Ai! Caralio Lucas, que porra é esta!? – disse Justine furiosa.

– Amor, nossa desculpa, você me assustou – respondeu Lucas encabulado.

– Tava esperando alguém que não fosse eu por acaso pra se assustar – dizia ela enquanto levantava.

– Desculpa amor – repetiu em voz baixa.

– Ta, deixa pra lá… Eu vim aqui pra outra coisa. Agente vai ter que conversar.

– Pensou amor na minha proposta?

– Sim, e muito, confesso que até com minha mãe conversei.

– E ela? Gostou? Ela aprova?

– Sim, ela te acha um bom rapaz… Mas, fui ver Marcela como você sabe. Olha Lucas, chorei demais como nunca mais havia feito este tempo todo tentando me decidir, mas acontece que não posso, não agora. Eu amo a Marcela e a desejo demais para abrir mão dela, mas também te amo demais e não posso te perder.

– Então é isso! Você recusa meu pedido por causa de uma aventura – Lucas aumentava o tom de voz, já visivelmente irritada.

– Acontece que se você me ama, você vai me esperar, sabe, eu acho que é assim, não é uma aventura, eu gosto mesmo dela, e ela estava na minha vida antes de você aparecer…

– Cala a boca! – interrompeu Lucas a frase de Justine.

– Hãn!?

– Você é muito criança mesmo né Justine!? Você acha que vai ser gostosa pro resto da vida? Ou você acha que vai poder ficar brincando com dois amores, com dois sentimentos até quando? Um de nós vai enjoar, ou melhor, os dois irão.

– Cala boca você – dizia Justine derramando as primeiras lagrimas – se você me acha tudo isso, porque esta comigo então seu verme?

– Porque infelizmente eu te amo sua vadiazinha de classe média – Lucas partiu pra cima de Justine a empurrando contra a parede – Você gosta de ser vista assim? Como uma putinha? – ele segurava-a pelos cabelos com força, mas Justine não dava o braço a torcer para demonstrar a dor física.

– Quer saber sua bicha, ela fode melhor que você, sua florzinha idiota!

– Aé!? Então aquela puta é melhor do que eu? Ela tem um pau destes? – então ele baixou a samba canção já com o pau duro a mão – Tem? Diz sua puta? Ela tem?

– Você ta louco! Me solta!

– Se ajoelha puta que vou te dar o que você realmente gosta – ele a jogou no chão, com uma das mãos ele segurava o pau e com a outra a segurava pelos cabelos – abre a boquinha cadela.

Justine estava confusa, em um mix de horror e tesão ela não sabia o que fazia, sempre era ela quem dominava, e não entendi se tudo aquilo era real ou era mais um dos joguinhos dele. Ela se esquivava com os lábios serrados.

– Não vai abrir essa boca não sua puta!? – ela gesticulou que não com a cabeça e em seguida ele a esbofeteou na face.

A tapa fora tão forte que ele caiu no chão e logo se encolheu, entre lagrimas de dor e ódio, ela se levantou e caminhou até ele que sorria sarcasticamente.

– Então sua bicha! É assim que você gosta de fazer? Um dia você me da a bunda no outro quer me bater? Gosta deste joguinho duplo? Quer que eu enfie um punho no seu rabo agora ou mais tarde?

Logo Lucas sentiu o peso do ódio nas palavras frias de Justine que parou enfrente a ele e disse:

– Bate do outro lado sua bichinha! Anda! Mostra então que é homem, me da outro tapa seu mariquinhas imprestável, seu lixo de elite, só porque tem um carrão do ano e um apartamento próprio acha que pode se desfazer de mim? Eu sou muito mais que você, sua bicha enrustida!

– CHEGA! – ele tornou a esbofeteá-la na face – quer ver quem é a bixa, quer?

Ele virou Justine contra o sofá, e rasgou sua calcinha, ergueu a saia e começou e meter bruscamente.

– Diz agora quem é a bixa! DIZ PORRA!

– Você, você é minha bichinha. Mete que nem homem.

Lucas metia na buceta lambuzada de Justine com tanta força que parecia que suas bolas entraria junto ou que o pau sairia pela boca. Ela ardia, delirava, gargalhava, não imaginava que Lucas pudesse ser tão mais selvagem do que já fora. Seu cú piscava sem parar, logo Lucas gozou esporrando por toda a bunda dela. Com o pau ainda duro e cheio de tesão, com Justine de pernas bambas, ele a segurou pela cintura e ainda apoiada no sofá ele a puxou para si.

– Não sou um viadinho? Então vai toma no rabinho puta gostosa – sem pensar ele enfiou o pau no rabo lambuzado de porra.

Ela gemia cada vez mais alto, agora sim parecia que ela realmente estava levando uma surra, o que os vizinhos pensariam de tudo aquilo, eles já não estavam nem se importando, podia dar a policia, o caralho que fosse que nada o faria parar de sentir aquele rabinho apertado de sua deusa.

Ela gritava, implorava, dizia a ele que não agüentaria mais um segundo sem explodir, ele satisfeito metia mais gostoso ainda. Logo Justine estremecei inteira, como se estivesse tendo um ataque epilético, ela gozou, foi tão intenso que ela urinou junto, os dois pareciam animais selvagens, ele sem pouco se importar, caiu de boca na buceta dela para sentir o melzinho que havia jorrado. Ela tremia, fraca, não sentia mais as pernas, porém, se sentiu no paraíso, foi único, foi melhor do que tudo que tivera antes, aquela sensação de medo e delírio, de dor e prazer, de tesão e ódio, tudo aquilo, ela não poderia perder, mas precisou de algum tempo para perceber que ele era realmente o homem da vida dela.

Caídos no chão ele a abraçou, beijou-lhe as faces rubras pelos tacas fortes que ele deu, sem pedir perdão, ele a olhou nos olhos e disse:

– Mesmo com tudo, mesmo com este teu jeito louco, mesmo brincando com meu coração, eu não posso deixá-la quem que eu quisesse, se eu não fosse tão louco por ti, eu sumiria, mas o que sinto, eu nunca senti antes, o que tivemos, eu nunca tive com ninguém. Eu te amo minha putinha gostosa.

– Ela não sabia o que fazer, apenas enrosco seu corpo ao dele e ambos olhavam o teto, em silencio ela adormeceu. Logo ela estava novamente na escuridão, o corredor, os gritos, a luz os gemidos insanos, a falta de voz, ela correu cegamente por aquele corredor do horror, caiu na luz, e mais uma vez ela estava entre mil corpos nus, era como se não houvesse identidade sexual ali, somente o ato em si, e de forma tão angelical, e no meio de muitos estavam Lucas e Marcela rindo e fornicando, mais uma vez seu desespero era obvio, ela tinha medo de perder os dois, e o que é pior, que eles a trocassem um pelo outro, mais uma vez ela acordou suada e aos berros, entre lagrimas e abraços carinhosos de Lucas, ela soluçava.

– O que foi amor?

– É mais um pesadelo, vai passar, eu ainda descubro como acabar com ele.

E os dois ficaram juntinhos na cama, ele afagando seus cabelos, ela ainda soluçando. O cheiro forte do sexo ainda pairava pelo ar.

Freak Butterfly (Poliana Zanini)

*Imagem: Google Imagens

Justine – O desejo que não desaparece (Parte 1)

Depois de aceitar o pedido de namoro da Fabiano, Justine se sentiu completa, porém uma coisa não lhe saíra da cabeça, o beijo de Marcela.

Justine e Fabiano estavam a mil, o sexo era quente, selvagem e sempre inovador, quase tudo para ela era uma grande novidade e sua curiosidade crescia mais e mais.

Em uma tarde quente de primavera, Justine estava entediada, Fabiano estava ocupado com os preparativos de uma grande evento no bar e ela não queria atrapalhá-lo, então se sentou no computador para verificar os e-mails, como sempre milhões de spam, algumas correntes estúpidas e vários pedidos, ela já havia conquistado vários fãs pelo mundo a fora com seu jeitinho de ninfeta selvagem.

Depois de ler alguns e-mail e dar varias risadas do que dizia ali, ela desistiu da internet e foi mexer nos álbuns de fotos, e logo de cara ela encontra uma foto de Marcela e e põe a suspirar.

– Deus, o que é isso que sinto?! Lésbica sei que não sou, pois adoro um belo pau na boceta, mas não tiro aqueles lábios delicados da Má nos meus. Que loucurinha foi aquela noite, nossa!

Ela ficou admirando a amiga durante alguns minutos e então sentiu o calor subir á face e o melado entre as pernas, sem pensar duas vezes, ela colocou o dedinho no grelo e começou a acariciá-lo.

– Ai, como será que deve ser a Má na cama? – soltou um gemido de leve e continuou a se masturbar.

Logo os quadris de Justine se balançaram, com os olhos fechados ela começou a dizer baixinho.

– Vai Marcela, isso! Me chupa, me chupa bem gostoso! Vai minha cedelinha, mete o dedinho na minha xana, sente como ela está quentinha, vai putinha, suga, suga bem forte. Isso Má, isso, chupa, chupa, chupa… – então gozou.

Ela tirou a mão da xoxota e sentiu o doce aroma em seus dedos, ela ainda estava tomada pelo desejo, como era sábado, a amiga deveria estar em casa, então resolveu ligar.

– Alô! – alguém atente.

– Oi, gostaria de falar com Marcela.

– Só um instante, vou chamá-la.

Depois de alguns segundos, Justine escuta a voz aveludada de Marcela.

– Alô!

– Oi, Má, é a Jú!

– Oi Jú, quanto tempo! Eu já estava com saudades.

– Serio?

– Claro boba! Só porque está namorando me esquece é?

– Nunca, nem por um segundo…

– Como?

– Nada. Bobagem. Mas e então, como está?

– Eu to legal, tenho saído com o Gustavo.

– O barman?

– Ele mesmo!

– Que bosta, ele não me disse nada, conversamos sempre quando fico de bobeira no bar esperando o Fá terminar alguns trabalhos.

– Ah, eu disse pra ele não falar nada.

– Por quê?

– Sei lá. Mas to com saudades, muitas.

– Má, eu também, e eu gostaria muito de conversar contigo.

– Eu também.

– Hoje vamos no bar? O Fá vai estar muito ocupado e não queria ficar sozinha, e assim você vê o Gustavo.

– Vamos sim! To sabendo que vai rolar um show bem legal lá.

– É sim, agente fica no camarote. Posso passar ai pra te buscar que horas?

– Ás dez ta legal?

– Ótimo, assim encontro vaga pra estacionar e aproveitamos pra conversar mais antes da barulheira começar.

– Ok! Te espero às dez.

– Beijos Má.

– Outro amiga.

Justine estava muito feliz, afinal já fazia algumas semanas que tudo aquilo havia acontecido, ela não via a hora de reencontrar a amiga e conversar sobre tudo, inclusive pra abrir o jogo de seus sentimentos.

Dada a hora Justine já estava pronta. Colocou uma de seus melhores lingeries, calçou scarpins, mini saia, baby look e alguns acessórios que o namorado havia lhe dado de presente, como uma coleira que tinha um pingente com sua inicial “F”.

– Mãe, estou de saída, não sei se volto hoje, talvez eu durma no Fabiano.

– Ai minha filha, é pouco tempo de namoro e você já está assim.

– Ai mãe, corta esta! Diz pro papai que vou dormir na Marcela, ela vai comigo.

– Você quem sabe Justine!

Ela beijou a bochecha da mãe e foi rumo à casa de Marcela ouvindo no carro Placebo. Ao chegar, buzinou e a amiga logo saiu, como sempre ela estava suculenta. Com calça Skinny, sacarpins e uma blusa super decotada. Aquela roupa mostrava todas as curvas de Marcela e fazia qualquer um desejar que ela estivesse sem ela. Além do mais, a calça justa não tinha maca de calcinha, o que dava mais liberdade a imaginação.

– Jú! – entra Marcela sorridente e lhe da um beijo na bochecha.

– Ou Má, que saudades – retribui o beijo e lhe da um forte abraço.

– Opa, hoje invertemos os modelitos, você está com as pernocas de fora e eu com elas cobertas.

– É, mas você ainda está muito mais sexy do que eu – sorriu e saiu para o bar.

Ao chegarem o lugar estava abrindo, vazio.

– Vamos falar com o Gú e o Fá, depois vamos sentar pra conversar – disse Justine.

– Ok! Me encontre no bar.

– Certo.

Justine foi até o camarim para ver o namorado, Fabiano estava nervoso, com medo de não encher a casa.

– Oi amor – disse ele ao ver Justine entrar.

– Oi delícia, como está? – ela vai ao seu encontro para lhe dar um beijo suculento.

– Nervoso!

– Porque amor? Nem precisa, isso aqui lota sempre, com este show irá lotar mais e mais.

– É, você está certa. Pensamento positivo – ela a puxa para junto do seu corpo e diz em seu ouvido – como você ta gostosinha. O que tem por de baixo da roupa.

– Um lingerie de renda preta com detalhes vinho.

– Um que deliciosa.

– Para amor, isso me deixa louca, e você sabe.

– Adoro quando você fica maluquinha.

Ela a beija de forma selvagem, pegando-a pelos cabelos e segurando forte pela cintura. Quando sentiu ela suspirar no meio do beijo, Fabiano escorregou uma das mãos por entre as pernas de Justine e sentiu a calcinha terrivelmente molhada.

– Você é uma piscininha em safada? – disse ele.

– Você sabe que eu não resisto.

– Então vem aqui comigo no banheiro.

Ele a guia até o banheiro do camarim, tranca a porta, a encosta contra a porta e começa a beijá-la nos lábios, morde o pescoço e ela se excita mais ainda. Ele abre o zíper, tira a calcinha dela, segura-a por uma das pernas e a penetra com tudo, ela solta um grande gemido. Ele a soca mais e mais, ela o agarra pelo pescoço gemendo em seu ouvido.

– Vai meu cãozinho, mete gostoso.

Ele obedece, e mete mais rápido. Quando está para gozar, ele tira o pau para fora e mira no vaso sanitário para gozar. Ela gosta de olhá-lo quando goza.

– Ai amor, obrigado, você me relaxou, agora que se foda tudo, eu to relax.

Ela sorri e se olha no espelho para arrumar os cabelos e retocar a maquiagem. Ele se ajeita, da à descarga e sai do banheiro. Logo em seguida ela sai pensativa.

– Amor, você não gostou?

– Claro que sim, você sabe que adoro estas rapidinhas, mas é que… Meu bem, preciso desabafar algo com você que está me atormentando.

– Claro, diz pequena, o que é.

– Amor, eu to com desejos por outro alguém! Pronto falei!

– O que? Quem é? Que historia é esta Justine? – questiona Fabiano sem compreender o que está acontecendo.

– Calma, calma. Eu não sei te explicar isso, mas é que, é a Marcela. Desde que fiquei com ela, eu penso nela sempre.

– Pelo amor de Deus, não me diz que você quer terminar comigo por causa de uma mulher. Você tem se encontrado com ela?

– Não! Aliais, ela ta aqui hoje, ela esta ficando com o Gustavo. Eu e ela só tivemos aquela noite maluca. E amor, eu te amo, sou louca por você, mas eu sinto vontade de come-la todos os dias, é uma tara.

– Oh minha putinha quer um casinho? – ele se aproxima dela e da um abraço.

– Amor, desculpa, isso é estranho até para mim.

– Calma bebê. Olha, se você a quer, a tem. Sei que consegue. Você me conseguiu – e da um sorriso maroto pra quebrar o clima.

– Tenho medo de abrir o jogo e ela pensar que sou lésbica.

– Que mal teria se você fosse?

– Nenhum, não tenho nada contra homossexuais, eu os adoro, mas tenho medo dela me rejeitar.

– Pequena, você é uma delicia, nunca ela iria rejeitá-la. Vocês não se beijaram e acariciaram?

– Sim.

– Então, ela deve ter a mesma curiosidade que você. Eu vou estar muito ocupado no show, mas não para o camarim, bebam o que quiserem é por minha conta pequena, converse com ela e me deixe orgulhoso.

– Você acha?

– Eu tenho certeza, toma a chave do meu quarto. Fique à vontade. Eu te amo meu bebê, quero vê-la feliz e realizada.

Ela o beija, pega as chaves e vai encontrar a amiga no bar.

Continua…

* A pedidos segue mais uma aventura da nossa querida Anti-heroína Justine.