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Auto-Flagelo – Relatos de uma viciada

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Se muitos buscam nas drogas ilícitas uma fuga para suas dores psicológicas, eu infelizmente, busquei outras dores para “tentar” se distanciar daquilo que me afligia.

Resolvi escrever, pois tenho visto que a cada dia que passa, encontro mais pessoas com o mesmo problema, o auto-flagelo, visto na psicologia como “mania”.

É estranho estar aqui e colocar minha cara a tapas, mas como muitos de nós somos julgados, em conseqüência de uma modinha estúpida intitulada “emo”, as pessoas acabam nos tachando como estes, e não enxergando o verdadeiro problema que há por trás.

Sei que muitos não tentando fazer isso para provocar suas mortes, mas há casos de pessoas que mesmo sem desejar, veio a óbito.

Neste exato momento em que me encontro em meio a uma crise voraz, vi como o melhor momento para escrever e transcrever melhor o que realmente se passa em alguém que se mutila.014087964-gdq00

As vezes somos tão egoístas pois não vemos que além de provocar nosso próprio sofrimento, atingimos pessoas que realmente nos querem bem, como nossos familiares. Hoje pela manha, quando não consegui acordar para trabalhar, pois tomei havia tomado uma cartela de cloroadizepam na esperança de ao menos provocar um coma e assim me desligar verdadeiramente do mundo (já que ainda sou covarde demais para tirar minha vida, mesmo conhecendo varias formas de fazê-la) ou meu irmão dizer, “você se cortou outra vez?”, sem responder, sem ao menos conseguir me mover, já que os medicamentos me fizeram ficar “chapada” pude sentir o pesar em sua voz ao concluir enquanto saí do meu quarto, “este inferno vai começar novamente”.

Realmente, a vida de nossos familiares se tornam um inferno. Com medo sempre de que possamos fazer o pior a nos mesmos, passamos a ser vigiados e até mau interpretados. Muitos conseguem esconder de sua família e amigos o que acontece, eu sinceramente, moro em uma cidade quente o ano inteiro, e não poderia usar manga longa pra disfarçar as cicatrizes, mas muitos ao meu redor já sabem, e sei de a maioria dos muitos me acham idiota e estúpida por fazer algo assim.

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Porque fazer isto? Eu comecei aos 13 anos quando meus pais se separaram (não os culpo por isto, o divorcio não influenciou, mas a falta de dialogo pode ter acarretado isto em mim), eu sentia raiva de mim mesma, se ser o patinho feio do colégio, de ser a menina mais zoada do meu condomínio, entre varias outras coisas que ocorrem nesta fase de adolescência e descobertas, por isto o único conselho que um posso dar no momento é: seja amigo de seus filhos, ouça-os. Julgar não os levará a lugar algum.

Nesta mesma fase juvenil, eu comecei a me punir por ser quem eu era. Nunca vou me esquecer de estar no canto da dispensa procurando algo pontiagudo para me machucar, e tudo que achei foram pisca-pisca de natal e grampos de cabelo. Eu me arrisquei nos dois, nem sem ao menos pensar no risco do tétano. Quando minha mãe viu os arranhões, que ainda eram bobos, culpei meu gato, já falecido.

Os anos se passaram, e isso me perseguiu, pode ser sadomasoquismo, mas a sensação da dor física anulava toda e qualquer dor sentimental, e ainda era como uma punição pelas coisas erradas, que na grande maioria das vezes não era eu que cometia.

O tempo passa, as cicatrizes aumentam e tem uma hora que alguém vai te pegar no flagra, e foi o que me aconteceu. Meus pais sabem do meu problema, eu já busquei diversos tratamentos, tomei uma lista variada de remédios para controlar a tal mania, ouvi centenas de diagnósticos, mas uma mania sempre leva a outras, hoje eu tenho outra mania (quando digo mania, não são aquelas bobas que todos pensam, são distúrbios, conhecidos também como TOC), como sacolejar a perna e uma das mais agoniantes, tirar a pele dos lábios sempre, todo dia o dia todo.

Parece idiotice, mas isso afasta muitas pessoas de nós. O problema que é algo incontrolável, bem eu confesso que tento, conto até 10, tomo um calmante, tento me distrair com a TV, mas se aquela dor, aquele martírio não para de martelar em nossa mente, não tem outra forma se não a dor maior.

Sei que muitos como eu, sofrem calados, às vezes até mesmo eu prefiro assim. Mas a melhor saída é conversar, colocar pra fora, chorar, espernear, pois de nada adianta de flagelar, logo a ferida fecha e os sentimentos permanecem. Eu sei que o que faço é errado, eu sei de todos meus problemas e acima de tudo sei que devo parar, mas infelizmente, não posso chegar aqui e dizer a vocês, queridos leitores (que sofrem ou não deste maldito distúrbio) que eu tenho a formula pra cura disto, ou que vocês vão superar, quando eu mesma não consigo.

Eu já passei meses sem me infligir à dor física, mas quando menos percebo, lá estou eu no fundo do “poço”, magoando novamente as pessoas que mais amo.

Como um leitor comentou no artigo que escrevi sobre, muitos de nós temos até instrumentos para o corte, para o curativo e truques de disfarces.

Isso não é moda, isso não é absurdo, isso é dor, é sofrimento, é um martírio, é um grito de socorro que poucos ouvem ou fingem não escutar. Uma coisa é certa, sozinho você não irá se curar ou amenizar este conflito, então busque ajuda, desabafe, tente se controlar, pois um dia, a dor é tanta que perdemos a noção do ferimento que nos causamos e podemos terminar como tantos outros jovens que perderam suas vidas prematuramente.

Fiquem atentos, pois quem se auto-flagela não escolhe um lugar do corpo especifico, podem chegar a ser pernas, tórax, ou qualquer outro lugar que se torne “invisível”, alguns casos as pessoas chegam a “tirar” pedaços se seus corpos.

É difícil, é doloroso, mas não impossível, e sei que muitos de vocês conseguirão vencer, assim como eu tenho fé que posso controlar um dia isto que causo a mim mesma. Não sei se meu objetivo foi claro, até porque eu ainda estou sob efeito de sedativos, mas quero que realmente entendam que não é moda, não é forma de chamar a atenção, é um grito de socorro, a nos mesmos.

 

Freak Butterfly (Poliana Zanini)

 

*Imagens retirada do google imagens.

Justine – Eu quero ir mais além

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Ao retornar a mesa, agiu como se nada tivesse acontecido, Justine e Lucas seguiram a conversa noite a dentro, dentre uma taça de vinho ou outro, os dois ficavam mais próximos. Justine começou a ver o mundo com outros olhos após ouvir as historias de Lucas. Já estavam sentados naquele bar a mais de duas horas quando Lucas resolver fazer o convite.

 – Você quer ir para outro lugar?

 – Não sei…

 – Tem medo?

 – Não, na verdade, bem não sei. Não sei se devo.

 – Você tem alguém?

 – Não, eu tinha, demos um tempo.

 – Se não quiser, tudo bem, o presente é teu mesmo assim. Porem gostaria muito que minha deusa o usasse comigo, mas a escolha é sua.

 – Você quer ir pra onde?

 – Você escolhe, se não quiser ir a minha casa, podemos ir a um motel.

Justine realmente sentia medo. Ouvira tantas historias de garotas raptadas, ou estupradas na mesma situação em que se encontrava agora, um motel seria mais seguro, mas ela ainda tinha duvidas.

 – Não sei. Você mora onde?

 – Próximo ao Jardim Botânico.

Ela começou a pensar, o Jardim Botânico era próximo de sua casa, mas por precaução ela optou pelo motel.

 – Prefiro um motel, há um próximo daqui.

 – Você quer deixar seu carro e ir no meu?

 – Não, eu te sigo, é melhor assim.

 – Entendo menina precavida você. Gostei.

Lucas pediu, pago e os dois saíram. Justine levava a caixa de presente e lá fora os dois decidiram qual motel ir.

 – Bem, minha deusa, você decide tudo esta noite.

 – Me segue!

 – Sim senhora!

Cada um foi para seus respectivos carros e Justine saiu primeiro, Lucas logo depois. Ela foi até um motel que já conhecia, parou enfrente e fez sinal para que Lucas parasse ao lado para que entrasse primeiro. Ele parou o carro na entrada, pediu um quarto, depois Justine parou e perguntou qual era o quarto que ela deveria seguir, ele havia escolhido a suíte presidencial, mostrando que era um homem de requinte. Ele permitiu que ela estacionasse o carro dentro da pequena garagem, e ele estacionou em uma garagem opcional. Enquanto isto ela entrou no quarto, com a caixa na mão.

 – E então, gostou? – perguntou Lucas ao entrar no quarto.

 – Sim, muito bonita. Eu quase não freqüento estes lugares, meu namorado morava sozinho e… Bem, é isto.

 – Relaxe, quer beber algo mais? Peça o que desejar, eu lhe dou tudo esta noite.

 – Eu estou bem. Não desejo nada agora. Bem, eu vou ao banheiro me vestir.

 – Que maravilha, ficarei quietinho aqui a sua espera.

Ela foi até o enorme banheiro e trancou a porta. Abriu a torneira e lavou o rosto, ela estava realmente nervosa, tal coisa nunca lhe aconteceu antes.

 – Bem Justine, é sua hora!

Sentou-se na beira da banheira e começou a olhar para seus novos brinquedos.

 – Nossa quanta coisa!

 Aquela seria sua caixa de Pandora, havia algema, chicote, palmatória, chibata, venda, strap on, mordaça, meias de látex, corpet junto a uma sai de látex e luvas do mesmo modelo, era o melhor presente de todos, era como um sonho, sempre desejou ter coisas assim, mas objetos de látex eram muito caros e por isto nunca os comprou, até porque usar com Fabiano ou Marcela não teria graça.

 – Bem, se é o que ele deseja, eu estou pronta.

Ela se despiu, lavou o corpo e o secou bem, era difícil vestir aquelas roupas, as meias então mais complicadas do que imaginará, sorte que havia talco dentro delas, depois de muita dificuldade ela conseguiu se vestir, e como aquela roupa era quente, já havia passado mais de 30 minutos então Lucas bateu na porta.

 – Senhora, não quero incomodá-la, mas esta tudo bem?

 – Sim, já estou quase pronta. Quero que apague as luzes, deixe apenas uma acesa que esteja distante, dispa-se e deite na cama.

 – O que a senhora mandar.

Ela calçou os sapatos, vestiu as luvas e pegou a chibata.

 – Bem, é hora do jogo.

Abriu a porta e lá estava Lucas, dono de um belo corpo nu na cama. Ao vê-la, os olhos de Lucas se iluminaram, a luz estava fraca, mas já podia notar as incríveis curvas de sua deusa e notara que ela estava com um dos brinquedos à mão.

 – Minha deusa! A senhora está divina.

 – Cala a boca e fique onde está! Não quero ouvir mais nada de você até que eu permita.

Ele acenou positivamente com a cabeça. Ela ligou o som e começou a rebolar. Ela se sentia majestosa com aquelas roupas, ela subiu na cama, e o deixou por entre suas pernas, ela estava sem calcinha e ele podia ver sua xoxota brilhar de tão úmida. Ela deslizou a chibata pelo corpo dele e suavemente bate-a na coxa.

 – Você gosta do que vê? – pergunta Justine.

 – Sim senhora, gosto muito.

Ela então se agachou e segurando pelos cabelos, começou a esfregar a xoxota na face de Lucas.

 – Gosta disto minha putinha?

 – Sim, eu amo.

Ela se levantou e passou o salto pelo peito dele até chegar no pau já rijo.

 – Você é um verme, uma putinha barata.

 – Sim, eu sou tudo o que a senhora disser.

 – Cale a boca, eu lhe perguntei algo?

Então ela da uma forte chibatada na coxa de Lucas e desce da cama. Ela caminha até o banheiro e trás a caixa com o resto dos brinquedos.

 – Vejamos o que eu quero usar hoje. Você precisa de correção, é uma putinha muito atrevida.

Ela pegou a mordaça e disse.

 – Venha até aqui e fique de joelhos.

Ele a obedeceu e se por de joelhos na frente dela.

 – Isto irá lhe ensinar a não falar fora de hora – disse ela enquanto o amordaçava.

Depois ela pegou a palmatória, o segurou fortemente pelos cabelos e concluiu.

 – E isto irá ajudar a lembrá-lo do que eu acabei de falar.

Ela abaixou a cabeça dele, empinando assim seu rabo branco para cima e começou a bater, alternando palmadas leves com fortes. Ele gemia e depois da quinta palmada ele levantou um braço. Seria a hora de ela parar. Eles não tinham a senha de segurança, mas Justine sabia que todos têm limites.

Ela o ajudou a levantar, retirou a mordaça e acariciando os cabelos de Lucas ela disse.

 – Bom menino – sentou-se a cama e prosseguiu – agora tire meus sapatos, as meias e massageie meus pés.

Ele obedeceu, retirou-lhe os sapatos e as meias delicadamente e começou a massagear os pés de Justine, ajoelhado a beira da cama, viu-a deitar o corpo e abrir as pernas, enquanto recebia a massagem, começou a se masturbar. Pouco depois, ela olhou e viu que Lucas não retirava os olhos de sua xoxota.

 – Quer um pouco?

 – Se a senhora permitir, desejo muito.

 – É toda tua.

Ele se pos no meio das pernas dela e começou a chupá-la, ela delirava com a língua quente e macia dele.

 – Mete um dedinho nela Lucas!

Ele obedeceu, e começou a tocá-la, então sentindo que não iria mais suportar, ela disse.

 – Toma meu leitinho, toma todinho! – e gozou.

 – Agora vem até mim, quero senti-lo dentro de mim minha putinha.

Ele colocou um preservativo e fez o que ela desejava, começou a meter na xoxota quente e molhada de sua senhora.

 – Vai puto desgraçado, mete nessa buceta que nem homem! Para de ser uma bicha e mete com força.

Ele estocava cada vez mais forte, ela não conseguia resistir àquele clima todo, segurava-o pela face e lhe fala coisas absurdas, ela queria vê-lo enfurecido, e foi o que aconteceu, ele soltou-lhe um tapa na face. Imediatamente ela colocou as mãos, ele desesperado pelo erro que cometeu, parou o que fazia e perguntou.

 – A senhora está bem? Me perdoe.

Ela parecia chorar, tudo falso, ela estava rindo, dando gargalhadas.

 – Sua putinha medrosa, acha mesmo que este tapinha de bicha seu me faria chorar? – ela se sentou na cama e continuou – agora você vai aprender a bater direito – e meteu-lhe a mão na cara.

Ela se levantou, pegou o chicote, e começou a chicotear-lhe a bunda.

 – Putinha bastarda! Você não merece minha xoxota.

Ela parou de bater nele e segurou seu pau na mão.

 – Quero ver teu leite jorrar agora – e começou a masturbá-lo.

Em poucos minutos o membro dele pulsava em sua mão derramando leite.

 – Gostou?

 – Sim senhora! A senhora é divina!

 – Que bom, vou tomar um banho, depois você vai.

Ela se levantou, e foi sozinha para o banheiro, banhou-se, colocou suas roupas e foi para o quarto guardar seus novos brinquedos. Lucas foi para o banheiro, tomou banho, voltou nu para o quarto, se vestiu e pediu a conta.

 – Eu te ligo – disse Justine.

 – ficarei esperando minha rainha!

E os dois seguiram seus caminhos. Ao chegar em casa, todos estavam dormindo, ela colocou a caixa escondida no guarda-roupas, se despiu, deitou nua na cama e disse para si mesma.

 – Que noite maluca, mas até que eu gostei, acho que estou libertando minhas fantasias, eu quero ir mais além!

Virou-se para o lado e puxou o edredom, estava meio frio e então dormiu.

 

Freak Butterlfy.