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Monthly Archives: Janeiro 2011

Poliamor

Você sabe o que é poliamor? Até algum tempo atrás eu também não sabia, quando comecei a analisar Justine (a personagem do conto que você lê aqui), eu nem imaginava o se havia possibilidades de realmente alguém amar, amar de verdade, mais de uma pessoa, até então, era tudo fantasia da minha mente, quando assisti um programa na tv a cabo chamado “Sexo Estranho”, sobre o tal do poliamor.

Como o nome diz é um estilo de poligamia amorosa consentida. “Por outras palavras, o poliamor, como opção ou modo de vida, defende a possibilidade prática e sustentável de se estar envolvido de modo responsável em relações íntimas, profundas e eventualmente duradouras com vários parceiros simultaneamente.” (Winkipédia)

Nos Estados Unidos existem cerca de 50 mil “casais” vivendo em poliamor, e a 20 anos lutam para por um modo visível e organizado, juntamente com movimentos da Alemanha e Inglaterra. E em 2005 aconteceu nos EUA a primeira Conferencia Internacional sobre Poliamor.

Bem, o movimento é mais popular do que imaginamos. Há vários tipo de relacionamentos poliamorosos, vejamos alguns* (retirados do winkipédia):

  • Polifidelidade: envolve múltiplas relações românticas com contacto sexual restrito a parceiros específicos do grupo.
  • Sub-relacionamentos: distinguem-se entre relações “primárias” e “secundárias” (um exemplo é a maioria dos casamentos abertos)
  • Poligamia (poliginiapoliandria): uma pessoa casa com diversas pessoas (estas podem ou não estarem casadas ou terem relações românticas entre elas).
  • Relações em Grupo/casamento em grupo: todos se consideram associados de forma igualitária.
  • Redes de relacionamentos interconectados: uma pessoa em particular pode ter relações de diversas naturezas com diversas pessoas.
  • Relações Mono/Poli: um parceiro é monogâmico, mas permite que o outro tenha relações exteriores.

Os chamados “acordos geométricos”, que são descritos de acordo com o número de pessoas envolvidas e pelas suas ligações.

Exemplos incluem “trios” e “quadras”, assim como as geometrias “V” e “N”. O elemento comum de uma relação V é algumas vezes referido como “pivô” ou “charneira”, e os parceiros ligados indiretamente são referidos como os “braços”. Os parceiros-braço estão ligados de forma mais clara com o parceiro pivô do que entre si. Situação contrastante com o “triângulo”, em que todos os 3 parceiros estão ligados de forma equitativa. Um trio pode ser um “V” , um triângulo, ou um “T” (um casal com uma relação estreita entre si e uma relação mais ténue com o terceiro). A geometria da relação pode variar ao longo do tempo.

Alguns tipos de relação há restrições como a polifidelidade, onde existe o poliamor, mas não fora da relação.

Algumas relações ainda permitem o swing, fora da relação primária, mas sempre sem que haja envolvimento amoroso. Porém, o poliamor não é uma suruba como se supõe, são relações sérias entre pessoas que não concordam que a monogamia seja a solução para uma relação saudável. Há respeito e deveres, como em qualquer relacionamento.

Há comunidades sociais de apoio aos poliamorosos, onde se conhece pessoas com o mesmo estilo de vida. Os poli-ativistas intervem na sociedade em que se inserem, tentando criar uma imagem positiva e merecedora de respeito junto à maioria.

É respeito e lealdade a seus próprios princípios. Se analisar-mos a historia, no passado (bem passado), esse tipo de relação era natural, em alguns países mulçumanos, culturas como mórmons, seguem essa filosofia.

O preconceito ainda é explicito, a série americana feita pela HBO, Amor Imenso (Big Love) causou furor ao ser exibida, ela conta a historia de um homem que vive três casamentos, todas são cocientes e vivem na mesma casa, a serie aborda vários conflitos que este tipo de relacionamento possa levar, sempre o principal, o preconceito perante a sociedade.

Lembre-se, a traição, a relação fora do casamento monógamo não esta neste contesto, no poliamor todos os envolvidos estão cientes em comum acordo, e sim, há amor.

P.S.: para os machistas de plantão, saibam que há muitos relacionamentos poliamorosos de uma mulher com outros homens, ou vocês achavam que isso era um direito exclusivo masculino?

 

Fotografias alt porn

Apesar do termo “porn” que muitos sites utilizam, isso não significa de fato se trata de pornografia. Muitos usam do nu para trabalhar o lado artístico e não para banalizar a imagem feminina, ou masculina.

Eu estou há algum tempo entre este meio, e posso dizer o quanto é tênue a linha entre o sensualidade e a vulgaridade, é incrível como uma modelo nua, ou uma atriz nua não é taxada de “sadafinha”, é tudo arte, é tudo bonito. Agora vai uma menina comum se arriscar? A coitada já se torna safada, promiscua, indecente, etc, etc, é uma taxação sem limites.

Infelizmente ainda há muitas pessoas moralistas, bem falsa moralistas, que adoram falar e taxar, a arte é infinita, vai além da imaginação, não se segura uma mente criativa. Muitas revistas masculinas são muito mais pornográficas e vulgares que esses sites alternativos que, a cada ano, se multiplicam. As pessoas gostam de ver, gostam de exibir, dizer que isso não eleva a auto-estima e alimenta o ego seria umas das mentiras mais hipócritas, principalmente em sites despadronizados que buscam explorar diversas belezas, eu sei, pois no site do qual faço parte, recebo uma serie de agradecimentos das meninas, que se sentem felizes em receber elogios verdadeiros e explorar seu lado sensual que muitas vezes estão desacordado.

Sim, decidi escrever como forma de manifesto, sei que as pessoas nunca irão parar de falar, não vão deixar de se chocar, mas eu sempre digo e repito, é lei de Deus não julgar, pois um dia todos seremos julgados, e afinal, quem são essas pessoas para julgarem alguém?

Não tenham medo de ser vocês mesmo, não tenham medo de ousar, seja no que for em sua vida, seja ousada(o), acredite em você e no que é, não tenha medo, as pessoas sempre encontrarão uma forma de falar de você (principalmente falar mal).

Seja Suicide, Burning Angel, SubCult, Queer Fiction, Retina Alternativa, Freak Glam, PinmeUp, entre muitos outros, seja qual for o site, sempre há uma proposta, e acima de tudo, explorar o nu, a beleza, o exótico e o erotismo como a mais simples, pura e bela arte.

 

Justine – Deflorando o olho Parte I

No dia seguinte ao conhecer Darling no puteiro, Justine planejara um divertimento para animar Lucas. Ela ligou para a moça conforme haviam combinado e passou em seu kitnet para buscá-la, era um lugar deplorável, sujo, um ninho de prostitutas baratas.

– Entre querida – disse Justine acenando com a mão para Darling.

– Boa tarde senhora – cumprimentou a ainda tímida Darling.

– Boa tarde querida. O que disse para sua madrinha?

– Disse que iria a uma despedida de solteiro, são demoradas e se paga pouco, então não tenho que dar tudo a ela.

– Que bom! Vamos a uma loja que gosto muito, quero comprar algo para usar essa noite.

– Ok!

Darling ficou deslumbrada ao ver a loja de lingeries que Justine a levara.

– Nossa minha senhora, esse lugar é lindo! Parece coisa de novela, é tudo tão chique – disse olhando para um robe de renda preta – nossa e muito caro também, eu nunca poderia pagar nada nessa loja.

– Bem, este robe parece lindo, o que achou?

– Eu amei, mas é muito caro.

– Eu gostaria de ver seu corpo nu envolvido nele, vamos pegar seu tamanho, quero que experimente pra mim.

A moça sorridente pegou um robe de sua numeração e seguiram para o provador.

– Qualquer coisa, você é minha irmã – sussurrou Justine para Darling.

– Vai experrimentar senhorita? – perguntou a atendente.

– Sim, ela vai! – respondeu Justine voltan-se para Darling – Vai lá imrã, qualquer coisa me chama pra ver como ficou – terminou dando uma piscadela.

– Ok maninha! – respondeu Darling entrando na sessão do provador.

Poucos minutos depois Darling gritou do provador para a atendente que deseja ver a irmã.

– Ju, pode me ajudar a decidir aqui? – gritou Darling.

– Posso? – perguntou Justine para a atendente.

– Claro senhorita!

Justine começou a sorrir quando ficou de costas para a atendente, ela estava ansiosa para ver a bela mocinha. Então bateu na porta do provador.

– Darling?

Ela abriu a porta lentamente, o coração de Justine disparou ao ver o corpo nu e depilado de Darling e sob ele aquele robe longo de renda preta, ela ficou encantadora.

– Nossa!

– Ficou bom senhora?

– Uma delicia, se eu pudesse te comia aqui mesmo – Justine olhou para os lados, a atendente conversava com outra atendente, ela aproveitou para colocar a mão na abertura e tocar o sexo nu, despido de pêlos.

– Molhadinha sempre em pequena?

Darling sorriu.

– Eu gosto assim – disse enquanto tirava os dedos e sentia o perfume.

– Bem, vista-se, vamos comprar um sapato para você e depois vamos ao salão dar um jeito neste cabelo.

Darling sorriu e acenou que sim com a cabeça, para ela aqui estava sendo um dia de princesa. As duas foram a outra loja, uma especializada em sapatos para drag, dançarinas e fetichistas. Os olhos de Darling brilharam ao entrar.

– Nossa, nunca vi nada assim, essa loja é muito chique! Aonde eu compro os meus não é assim não.

– Bem querida, qual seu numero?

– calço 37.

– Deixe-me procurar algo pra você… hum… – olhava para as prateleiras – acho que este! O que achou?

Eram sandálias pretas coberta por pedrarias que remetia a brilhantes, o salto fino era altíssimo e fechava como uma tornozeleira.

– São lindos, tudo e lindo, o que a senhora quiser que eu use eu usarei com maior prazer – disse Darling animada.

– Bem, então são estes, agora vamos para o salão, quero que arrume este cabelo e faça as unhas também. Também vou me arrumar.

Justine já havia marcado hora, cabelo, pedicure e manicure, realmente um dia de princesa pensava DarlingDepois de pouco mais de uma hora, ela estava pronta. Justine ondulou os cabelos dando um ar mais selvagem, já Darling o deixou liso, como pediu Justine, ambas estavam de unha cor escarlate.

– Agora vamos pra casa nos aprontar.

No caminho Justine explicou o que queria, combinou o pagamento e disse que ela poderia levar seus presentes embora. O dinheiro era bom então Justine impôs condições, inclusive de assinar um contrato.

Ao chegarem ao apartamento, Darling olhava tudo como uma criança curiosa.

– Venha, quero que leia o contrato antes de tomar banho.

– Sim senhora.

Enquanto Darling o lia, Justine pegou uma sacola no armário e começou a tirar algumas coisas, velas aromáticas, pétalas de rosas vermelhas, champagne, camisinhas, lubrificante, um kit completo para uma noite de sexo caliente.

– Bem senhora, eu confesso, nunca fiz nada assim, e fico com um pouco de medo, mas o dinheiro é muito bom.

– Não quero que faça só pelo dinheiro querida, quero que faça porque gosta, se não estiver a vontade, não dará certo. Bem, você vai gostar o Lucas, ele é muito bonito, tem um corpo delicioso e um pau M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O, você vai curtir, e eu vou estar com você, não precisa temer.

– Tudo bem, onde eu assino?

– Aqui!

– Bem, seja o que Deus quiser!

– Bem, acho que ele não quer tal coisa – disse Justine rindo – Venha pequena, vamos tomar um banho.

– Juntas?

– E porque não? Se quiser já te deixo mais a vontade.

– Eu adoraria.

As duas foram até o banheiro, Justine ligou a banheira, enquanto ela enchia, Justine despia Darling lentamente, primeiro a blusa, acariciando os seios, beijando o pescoço, a nuca, a costa, então desceu a saia, tocou a bunda durinha, deu um tapinha e assim resistiu a tentação a açoitar aquele rabo firme.

– Você é toda delicinha – sussurrou Justine no pé ao pé do ouvido de Darling.

Justine sentia os pelinhos louro do corpo dela ouriçar, um gemidinho leve escapuliu daqueles lábios carnudos. Darling virou-se e começou a beijar Justine, logo tirou o vestido que ela usava, abriu o sutien e começou a baixa-lhe os seios, descendo pelo tórax, ela se ajoelhou e baixou a calcinha de Justine.

– Posso senhora? – perguntou com carinha de safada.

– Deve! Quero ver se é boa nisso.

Justine encostou-se à banheira e abriu as pernas, Darling se ajoelhou entre elas e começou a sugar o grelinho melado dela.

– Isso minha putinha querida, chupa gostoso chupa.

Darling era uma cadelinha, mamava como ninguém, era melhor até mesmo que Lucas. Darling se atreveu em penetrar-lhe o dedo e Justine suspirou.

– Putinha safada, hum que putinha safada.

Justine não conseguia mais resistir e desejava puxa-la pelos cabelos e esfregar a boceta na cara daquela doce puta.

– Eu não consigo, não consigo mais resistir – disse Justine alterada – Vem cá sua puta safada, enfia essa cara na minha buceta – disse enquanto a puxava pelos cabelos esfregando sua buceta nos lábios de Darling – anda chupa essa buceta com vontade, chupa!

O quadril de Justine começou a se movimentar mais rápido, seu grelo pulsante estava prestes a explodir, ela gozou tão gostoso que até ejaculou levemente.

– PUTA GOSTOSA! – gritou Justine.

Darling continuou no chão e joelhos, Justine se ajoelhou junto dela e acariciou seus cabelos um pouco bagunçados já.

– Melhor por uma toquinha pra não molhar os cabelinhos – disse Justine e depois lhe deu um beijo – venha querida, vou te dar um banho.

As duas entraram na banheira Darling ficou sentada de costa para Justine que ensaboava seu corpo, a cena remetia a mãe e filha, tão inocente e ao mesmo tempo tão pervertida. Justine esfregava as costas, depois seguia com a bucha até os seios e descia por entre as pernas.

Depois do banho, Justine foi aprontar Darling, a secou, hidratou, perfumou, penteou seus cabelos e pediu para que vestisse o robe e os saltos.

– Você ficou espetacular! Agora vou me arrumar antes que o Lucas chegue.

Justine vestiu uma camisola de seda preta que deixava a costa nua, nos pés apenas uma tornozeleira que havia ganhado de Lucas logo no inicio do namoro. Ao abrir o porta jóias encontrou a gargantilha de brilhantes que havia ganhado dele em seu regresso do Canadá, olhou para Darling e disse:

– Acho que isso ficará lindo em você, foi um presente o Lucas, quero que use esta noite.

– Senhora, tenho medo, vai que quebra ou algo assim.

– Então tome cuidado – disse ela colocando a gargantilha em Darling – Perfeita! Quer beber algo?

– Sim, se eu puder, gostaria.

Justine abriu a champagne e deu uma taça para Darling, que ria por causa das bolhinhas que batiam em seu nariz. Justine arrumou e acendeu as velas, e jogou as pétalas pelo quarto, colocou o lubrificante e as camisinhas sob o criado mudo, e juntou-se a Darling.

– Bem, já ele chega. Lembre-se, não precisa ficar nervosa, eu não te faria mal – disse e depois a beijou.

 

 

Efeito Primata – Virada de ano

Quando dezembro chega, todos esperam pelas festas de final de ano, principalmente pelo reveillon, todos de branco pedindo paz no meio de um barulho infernal, coisa mais controversa.

Neste final de ano que passou, aprendi a nunca deixar pra resolver de ultima hora em qual festa ir, os ingressos ficam caríssimos e você não saberá onde ficar. Eu escolhi uma casa noturna nova, ingresso a 40 reais com direito a consumação, de fora a música parecia boa, mas bastou eu entrar pra tal música boa parar.

Adoro esses lugares novos que ninguém sabe informar nada, e gosto muito mais das pessoas metidas e estúpidas que freqüentam tais lugares, eles te olham de cima a baixo, passam empurrando, “licença” é uma palavra que não existe no vocabulário dessas pessoas.

Bem, cerveja na mão, vamos a pista!

Que desgraça. Música esquisita, um tuxi tuxi infernal e repetitivo, e alguém anuncia que o DJ toca em festa de Barcelona, lá as pessoas não sabem o que é música? Ou é tão evoluído assim para meus ouvidos antigo? Só sei que tentei balança o corpo, mas eu ria mais do que dançava ao ver a dança dos outros, principalmente dos rapazes. Não tem nexo. Boate de playboy com musica que toca em carro de mano.

Os hormônios estão a mil na pista, as mulheres dançam, não tão belas como o pavão, mas parece funcionar.

O auge hilariante da minha noite foi um carinha muito do chato que ficou dançando quase encima de mim e minha amiga. Depois de pegar uma conversa pela metade, ele resolve puxar papo.

“Qual seu nome?” não consegui dizer o meu, não tinha coragem pra isso então disse a primeira coisa que veio a minha cabeça “Ana” me virei e não segui conversa, mas isso não é empecilho para um bêbado chato. “Qual o nome da sua amiga?”, eu não podia marcar bobeira e dizer a verdade, fui até o ouvido dela e perguntei que nome ela queria dar, “Luciana”. Por mais que você exclua um individuo como este da conversa ele da um jeito de se intrometem, e então lá vem a pergunta clímax, “vocês são lésbicas?”, eu não me conti em risos, duas mulheres não podem estar na balada se divertindo sem ser lésbica?

Depois veio toda aquela cantada barata de que se fossemos seria um desperdiço, pois éramos muito lindas, blá-blá-blá, que desde que ele chegou só havia conhecido lésbicas, daí eu pensei “porque será não é?”.

Outra coisa que não entendo, porque os caras bebem e acham que tem todo o poder do mundo sob as mulheres? Tentar beijar a força? Fala sério. Eu já estava com o estresse no topo, já tava pra chama o segurança pra tirar aquele babaca do meu lado, a sorte que ele tomou tanto fora da “Luciana” que desistiu cerca de 30 minutos depois ele estava beijando uma pobre coitada na pista de dança.

Em suma eu ri demais, claro que nada disso compensou, ainda ouvi piadinhas babacas por causa do meu headband (pessoas que não entendem de moda é foda), agüentar um playboy de merda tentar me beijar só porque viu eu dar um selinho em uma amiga minhas (sabe como é, superstição de ano novo de dar um beijo pra começar o ano bem e blá-blá-blá), mas homem não pode ver essas coisas, eu sempre me esqueço.

A melhor hora do meu reveillon foi chegar em casa e dormir. Será que rir demais me trará felicidade neste novo ano? Bem, assim espero, superstições a parte, desejo a todos vocês, meus caros leitores um ótimo 2011 (sei, sei isso é clichê demais, mas o que mais poderia falar numa hora destas?) Espero que 2011 tenha entrado com tudo (rs).