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Monthly Archives: Outubro 2008

Eu beijei uma garota e gostei

A nova queridinha do pop rock Katy Perry, gritou para quem quisesse, e também para quem não quisesse ouvir que ela beijou uma garota e gostou, em I kissed A Girls ela relata que beijou uma garota, que gostou e espera que o namorado não se importe.

Se a musica foi inspirada em algo real ou não, ninguém sabe, mas que esta musica fez algumas garotas se rebelarem e experimentar os lábios de outra garota, isto fez.

E não vejo pecado algum, nem acho que namorado algum se importaria, aliais, eles são loucos para ver suas mocinhas beijarem outras.

Sim, duas mulheres se beijando é sensual. Não se sabe por que, pode ser pela delicadeza e a doçura que as mulheres possuem, transmitam para a cena do beijo toda esta sensualidade, e também liberta o imaginário de qualquer um.

Vejamos o que as pessoas pensam sobre o assunto, perguntei a algumas pessoas, homens e mulheres de diferentes idades o que eles pensam sobre duas garotas se beijarem:


“Eu gosto, acho gostoso, legal e excitante.” – Anjo SM, 37 anos, artista e artesão, SP.


“O que eu penso? Bem nada contra isto, cada ser tem o desejo que lhe satisfaça, geralmente a maioria dos caras adoram observar este tipo de coisa, eu mesmo gosto de admirar.”  – Dr. Garret, 31 anos, músico, RS.


“Ah tipo pra mim é normal, não vou mentir, já beijei mulheres e tal, já passei por esta fase. Eu acho normal, mas tem muita menina que tem nojinho.” – Bia, 15 anos, Fotógrafa, SP.


“É lindo, carinhoso, meninas femininas se beijando é lindo, acho normal isto.” – Peche, 25 anos, carteiro, SP.


“Acho super normal, já beijei e tenho vontade de experimentar mais, tipo transar com garotas.” – Grace, 21 anos, estudante, GO.

Se isto é apenas uma modinha, se é coisa de emo, ou de pervertido, só Deus sabe, mas penso que isto é algo que está dentro de nós, um desejo, uma vontade de explorar campos julgados como proibido.

Porque no final, o proibido é mais gostoso.


Freak Butterfly.


Justine – O desejo que não desaparece (Parte 2)

– Oi amiga! Falou com o Fabiano? – disse Marcela que estava sentada no bar.

– Sim, ele estava desesperado, mas disse a ele que não tem com o que se preocupar. E ai Gú, como está? – interrompe Justine cumprimentado o barman.

– Eu to bem, me preparando para o agito que será isso aqui hoje. Também falei pro Fabiano que ele não tem porque ficar assim.

– Pois é! Olha, me vê uma comando só em nome do Fabiano, ele disse que hoje é pro conta dele.

– Opa! Como você desejar. Ta na mão.

– Nós vamos ficar no camarote VIP.

– Certo!

– Nossa que hoje estamos chique em Jú – disse Marcela.

– Merecemos! E então, vamos pedir algo?

– Claro, eu quero uma Marguerite.

– Duas Gú.

– É pra já!

Alguns minutos depois, os drinks estão prontos e as duas brindam juntas.

– A nós!

– Vamos subir? – pergunta Justine.

– Vamos – então Marcela se vira e beija Gustavo – querido, vou subir.

– Divirtam-se!

– Pode deixar.

E as duas vão para o camarote VIP. O lugar parecia perfeito para as duas conversarem, havia sofás de couro e uma mesinha central. Elas se sentaram e falaram sobre àquela noite sem tocar no assunto do beijo, falaram de sexo, do trabalho, de beleza e mais um monte de baboseira feminina. E os copos não paravam. Já haviam se passado uma hora e meia de conversa, a casa estava cheia e elas já estavam com seis garrafas vazias sobre a mesinha, as taças da Marguerite e dois copinhos de tequila.

– Nossa, eu preciso parar de misturar bebidas – disse Marcela.

– Eu também, a ressaca não é uma das melhores assim – comenta Justine.

– Pior que to ficando bêbada já!

– Eu também – e as duas riem.

Depois de dançarem um pouco e seu espaço privativo, Justine tira a câmera da bolsa e diz para a amiga.

– Amiga, hoje de fotos. Já havia até esquecido que tinha trazido à câmera.

– Opa, ótimo, é bom registrar nossos momentos.

Depois de várias fotos loucas e muita risada, as duas se jogam no sofá.

– Nossa, você é maluquinha Jú!

– No momento estou maluquinha por você – ela se vira e beija a amiga.

Em alguns segundos, Marcela afasta Justine.

– Desculpa amiga, mas não sei se devemos.

– Porque não? Má, eu to loca por você, preciso te sentir. Até me masturbei já pensando nisso.

– Jú, para… Eu não sei… Eu tenho medo.

– Porque medo?

– Porque eu também tenho pensado muito nisto.

– Serio!? – indaga Justine sorridente.

– É, e é estranho.

– Porque, não há nada se sentimos atração uma pela outra. Somos amigas e sabemos que gostamos de homens, e agora também de meninas.

Marcela fica calada e Justine acaricia sua face, lhe sorri, e Marcela pula no pescoço da amiga dando-lhe outro beijo.

– Uau! Má que surpresa! – diz Justine feliz com a atitude da amiga.

Depois de muitos beijos e caricias, o show já estava começando e as duas haviam se esquecido do mundo. Era doce, era delicado, era carinhosa a forma como se tratavam. Pouco depois de uma hora entre beijos e caricias Justine propõe que as duas vá para o quarto de Fabiano.

– Vamos Má, assim ninguém fica nos olhando e ficamos mais à vontade.

Marcela espera, pensa e topa. As duas sobem para o quarto de Fabiano um pouco apreensivas pelo que poderia acontecer daquele instante por diante.

– Bem Má, fique relax. Nada vai rolar nada que você não queira.

– Mas eu quero tudo!

As duas sentaram sob a cama, olharam nos olhos e se beijaram. O que estava para acontecer as deixava excitadíssimas e com a adrenalina em alta. Justine decidiu tomar partido e iniciar carias mais caliente, logo ela deslizou as mãos até os seios de Marcela, cujo mamilos estavam rijos. Ela os manipulou delicadamente os seios de Marcela, que gemeu.

– Justine… Sua maluquinha… – disse Marcela sussurrando.

– Vamos ficar nuas, assim ficaremos mais confortáveis.

Depois de se despirem, Justine segurou a mão da amiga e a puxou até a vidraça.

– Você ta louca Jú, as pessoas irão nos ver.

– Claro que não, só nos podemos enxergá-las.

– Serio, vai por mim, já fiz loucuras nesta vidraça, quem fazer também?

Marcela, um pouco envergonhada ainda, acena positivamente para a amiga. Justine a coloca contra a vidraça e recomeçam os beijos, aos mãos de ambas exploram o corpo amigo, depois de alguns segundos, Justine cria coragem e toca o grelo da amiga, que estava com a xana encharcada e quente.

Ela suspira, Justine se excita mais e mais, e começa a acariciar o xana da amiga.

– Nossa Marcela, que bucetinha linda.

Marcela não tinha um pentelho se quer, assim como Justine, ambas tinham a xaninha de uma ninfeta.

– Posso chupá-la? – pergunta Justine.

– Agora! Só se for agora!

Justine se ajoelha enfrente a amiga, cola uma das pernas sob seu ombro e pediu da amiga abrir a xana, obediente Marcela abriu e deixou exposto seu morango. Justine, maravilhada e ao mesmo tempo sem saber o que fazer, lembrou-se da sua atriz preferida Bella Donna nos filmes da coleção “Só Para Elas” da qual ela assistiu centenas de vezes. Ela meteu a língua e começou a lamber a xaninha de Marcela, deliciada, Marcela gemia, isto era sinal de que ela estava fazendo tudo certinho, ela sugava o grelinho como em um beijo.

– Vai Jú, isso é uma delicia!

E Justine seguia enfrente, para incrementar, colocou um dedinho dentro da xaninha e começou a massagear dentro. Em um ritmo já frenético, língua e dedo sincronizados, gemidos e puxões de cabelo, Marcela não resistiu e gozou.

– Ah! Deus que delicia.

– Gostou safadinha? – perguntou Justine.

– Eu amei! Vamos pra cama, quero brincar assim também.

As duas se deitaram, e já loucas de tanto tesão, se agarraram, beijaram, mordera, penetraram seus dedos, então Justine disse a Marcela.

– Tua vez linda, vai e me chupa como uma boa menina.

Marcela não sabia por onde começar, então Justine abriu as pernas, depois os lábios deixando o grelo à mostra.

– Bem, pense como em um beijo, beije-a, lamba-a, só não morda, seja delicada, pense no que eu fiz para você.

Marcela seguiu o passo a passo da amiga e “caiu” de boca na xoxota de Justine.

– Isso minha putinha, chupa bem gostoso, mostra do que você é capaz – dizia Justine.

Apesar de nunca tê-lo feito, Marcela foi bem sucedida, Justine gemeu e gozou rapidamente. O cheiro de sexo pairava pelo ar.

– Venha aqui querida – disse Justine.

Marcela deitou sob os seios da amiga e o acariciava, enquanto Justine acariciava os cabelos de Marcela.

– Sabe, você é tão linda – disse Justine.

– Você também meu amor, você tem um corpo maravilhoso.

– Capaz, você quem tem. E ainda uma xaninha deliciosa de se chupar.

– Será que isso muda algo?

– Acho que não minha linda, só foi uma experiência a mais na nossa vida.

– Eu te amo Jú.

– Oh, que doce… Má, eu também gosto de você.

– Nós nos veremos novamente?

– Não sei, quem sabe. Eu gostei, e repetiria sem problemas.

– Eu também…

De repente a porta se abre e Marcela puxa um lençol.

– Fá! Se ta louco!? – disse Justine espantada.

– Desculpa, eu tive que vir pegar umas coisas.

Marcela estava envergonhada, se enrolou em um lençol e sentou-se na cama.

– Má, não precisa ficar envergonhada – diz Justine ao se levantar.

Ela segue nua até Fabiano e o beija.

– Foi gostosinho meu amor? – pergunta Fabiano.

– Foi delicioso, eu amei! Marcela é uma delicia, você iria amar a xaninha dela…

– JUSTINE! – grita Marcela.

– Calma Má, para de ser boba meu amor, o Fabiano não conta nada pro Gustavo.

Justine senta-se ao lado de Marcela e a abraça.

– Meu amor, me da um beijinho? – pergunta Justine.

– Jú, não sei se quero, eu tenho vergonha.

– Para boba, entra no clima, o Fabiano é delicioso também, quer ver o pau dele?

– Jú!? – diz Marcela espantada.

– Fabiano, vem aqui meu amor.

Fabiano vai até a amada já com o pau na mão.

– Vê só Má como ele é uma delicia, quer experimentar?

Envergonhada Marcela acena que não. Justine sem perder tempo, começa a chupar o pau de Fabiano. Marcela vai para o encosto da cama, e se senta encolhidinha, só observando.

Depois de algum tempo, ela não resiste em ver a amiga tão empolgada ao chupar o pau do namorado, ela se excita novamente e começou a se masturbar.

– Olha Jú o que a Marcela esta fazendo – diz Fabiano.

Justine para e olha para a amiga que estava se masturbando, ela se arrasta pela cama até a amiga e começa a beijá-la.

– Deixa que eu faço isto por você amor – disse Justine para Marcela.

Justine se ajoelhou enfrente a amiga, em uma posição um tanto sugestiva para Fabiano, com a bundinha para a “lua”, enquanto Justine chupava Marcela, Fabiano lambuzou o rabinho da amada e meteu devagarzinho. Justine perdeu os sentidos, mas não parou de sugar a amiga.

Marcela delirando, Justine chupando e Fabiano metendo. Tornaram-se um trio e tanto. Justine enfiou dois dedos na buceta de Marcela socando o maximo que podia, assim como era socada.

Marcela gritou em um gozo intenso. Justine sorriu e Fabiano esporou sobre suas costas. Exaustas, Justine deita entre as pernas da amiga para descansar uns minutos, Marcela desmaia e Fabiano coloca a calça e desce tranquilamente.

Três horas depois, quando o show havia terminado, Justine acorda assustada e vê Marcela dormir como um anjo. Ela a cobre e se abraça com a amiga, suspira feliz pela maravilhosa noite que tiveram e em sua cabecinha devassa, novas idéias surgem, mas isto já é outra historia.

Continua…

(Por Freak Butterfly)

*todos os personagens e ações são fictícios, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

Eu não presto, e nem quero!

Livres, leves e soltas, as pessoas que vivem sendo fieis a seus princípios, muitas vezes acabam levando a fama de “ruim”.

Ser-mos nós mesmos tem sempre um preço a se pagar, quem nunca julgou outra pessoa por estar curtindo todas na balada, atire a primeira pedra? Sim, até esta que vós escreveis queridos leitores, porém aprendi a estar do outro lado, do lado de quem quer ser livre.

Este artigo foi inspirado em um sábado na balada, quando reunida com as amigas, todas alegres, dançantes embriagadas, pensei: “Tem tanta gente que nos julga, nos chama disto ou aquilo só porque fazemos e falamos o que queremos, tenho dó destes, eles não são felizes.”

Este pensamento se deu, pois, as pessoas perdem tanto tempo reparando no que as outras fazem que deixam de viver suas vidas.

É tão fácil enxergar os defeitos do vizinho e ignorar os nossos. É tão mais legal falar mal dos outros e ficar na vontade não é? Pois saiba que a muitas pessoas que não estão nem ai para o que o outros pensam delas. Como eu sempre digo, não importa o que você faz ou deixa de fazer, as pessoas irão sempre achar algo ruim para falar de você.

Certa vez ouvi que eu tinha má reputação na cidade. O que é reputação? Isso se compra? Sim, sou uma louca, livre dos preconceitos medíocres e pressões que a sociedade me impõe. Eu falo, depois penso. Eu vivo, porque é vivendo que se morre um pouco mais, então porque não “gastar” o tempo que me resta fazendo tudo o que eu desejo?

Livre arbítrio, Deus lhe deu isso, então o use!

Há uma comunidade no orkut que expressa bem isto que quero lhes falar: “Eu não presto e nem quero!”, onde várias pessoas que não fazem a mínima questão de prestar mesmo. Porque viver em um mondo quadrado se a liberdade é mais bonita?

Ser fiel aos teus princípios vale mais do que mil julgamentos. Se você está bem consigo mesma. Se você gosta da sua vida como ela é? Ligue o “foda-se” e seja totalmente feliz, porque esta sim, a felicidade, não tem preço, e apesar de muitos desejar compra-la, ela não está a venda em nenhum supermercado.

Quer saber quantas pessoas não estão nem ai para o que você acha delas? Veja em: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=667657

Porque ter atitude nesta vida, não tem preço, só julgamentos medíocres.


Freak Butterfly.

Justine – O desejo que não desaparece (Parte 1)

Depois de aceitar o pedido de namoro da Fabiano, Justine se sentiu completa, porém uma coisa não lhe saíra da cabeça, o beijo de Marcela.

Justine e Fabiano estavam a mil, o sexo era quente, selvagem e sempre inovador, quase tudo para ela era uma grande novidade e sua curiosidade crescia mais e mais.

Em uma tarde quente de primavera, Justine estava entediada, Fabiano estava ocupado com os preparativos de uma grande evento no bar e ela não queria atrapalhá-lo, então se sentou no computador para verificar os e-mails, como sempre milhões de spam, algumas correntes estúpidas e vários pedidos, ela já havia conquistado vários fãs pelo mundo a fora com seu jeitinho de ninfeta selvagem.

Depois de ler alguns e-mail e dar varias risadas do que dizia ali, ela desistiu da internet e foi mexer nos álbuns de fotos, e logo de cara ela encontra uma foto de Marcela e e põe a suspirar.

– Deus, o que é isso que sinto?! Lésbica sei que não sou, pois adoro um belo pau na boceta, mas não tiro aqueles lábios delicados da Má nos meus. Que loucurinha foi aquela noite, nossa!

Ela ficou admirando a amiga durante alguns minutos e então sentiu o calor subir á face e o melado entre as pernas, sem pensar duas vezes, ela colocou o dedinho no grelo e começou a acariciá-lo.

– Ai, como será que deve ser a Má na cama? – soltou um gemido de leve e continuou a se masturbar.

Logo os quadris de Justine se balançaram, com os olhos fechados ela começou a dizer baixinho.

– Vai Marcela, isso! Me chupa, me chupa bem gostoso! Vai minha cedelinha, mete o dedinho na minha xana, sente como ela está quentinha, vai putinha, suga, suga bem forte. Isso Má, isso, chupa, chupa, chupa… – então gozou.

Ela tirou a mão da xoxota e sentiu o doce aroma em seus dedos, ela ainda estava tomada pelo desejo, como era sábado, a amiga deveria estar em casa, então resolveu ligar.

– Alô! – alguém atente.

– Oi, gostaria de falar com Marcela.

– Só um instante, vou chamá-la.

Depois de alguns segundos, Justine escuta a voz aveludada de Marcela.

– Alô!

– Oi, Má, é a Jú!

– Oi Jú, quanto tempo! Eu já estava com saudades.

– Serio?

– Claro boba! Só porque está namorando me esquece é?

– Nunca, nem por um segundo…

– Como?

– Nada. Bobagem. Mas e então, como está?

– Eu to legal, tenho saído com o Gustavo.

– O barman?

– Ele mesmo!

– Que bosta, ele não me disse nada, conversamos sempre quando fico de bobeira no bar esperando o Fá terminar alguns trabalhos.

– Ah, eu disse pra ele não falar nada.

– Por quê?

– Sei lá. Mas to com saudades, muitas.

– Má, eu também, e eu gostaria muito de conversar contigo.

– Eu também.

– Hoje vamos no bar? O Fá vai estar muito ocupado e não queria ficar sozinha, e assim você vê o Gustavo.

– Vamos sim! To sabendo que vai rolar um show bem legal lá.

– É sim, agente fica no camarote. Posso passar ai pra te buscar que horas?

– Ás dez ta legal?

– Ótimo, assim encontro vaga pra estacionar e aproveitamos pra conversar mais antes da barulheira começar.

– Ok! Te espero às dez.

– Beijos Má.

– Outro amiga.

Justine estava muito feliz, afinal já fazia algumas semanas que tudo aquilo havia acontecido, ela não via a hora de reencontrar a amiga e conversar sobre tudo, inclusive pra abrir o jogo de seus sentimentos.

Dada a hora Justine já estava pronta. Colocou uma de seus melhores lingeries, calçou scarpins, mini saia, baby look e alguns acessórios que o namorado havia lhe dado de presente, como uma coleira que tinha um pingente com sua inicial “F”.

– Mãe, estou de saída, não sei se volto hoje, talvez eu durma no Fabiano.

– Ai minha filha, é pouco tempo de namoro e você já está assim.

– Ai mãe, corta esta! Diz pro papai que vou dormir na Marcela, ela vai comigo.

– Você quem sabe Justine!

Ela beijou a bochecha da mãe e foi rumo à casa de Marcela ouvindo no carro Placebo. Ao chegar, buzinou e a amiga logo saiu, como sempre ela estava suculenta. Com calça Skinny, sacarpins e uma blusa super decotada. Aquela roupa mostrava todas as curvas de Marcela e fazia qualquer um desejar que ela estivesse sem ela. Além do mais, a calça justa não tinha maca de calcinha, o que dava mais liberdade a imaginação.

– Jú! – entra Marcela sorridente e lhe da um beijo na bochecha.

– Ou Má, que saudades – retribui o beijo e lhe da um forte abraço.

– Opa, hoje invertemos os modelitos, você está com as pernocas de fora e eu com elas cobertas.

– É, mas você ainda está muito mais sexy do que eu – sorriu e saiu para o bar.

Ao chegarem o lugar estava abrindo, vazio.

– Vamos falar com o Gú e o Fá, depois vamos sentar pra conversar – disse Justine.

– Ok! Me encontre no bar.

– Certo.

Justine foi até o camarim para ver o namorado, Fabiano estava nervoso, com medo de não encher a casa.

– Oi amor – disse ele ao ver Justine entrar.

– Oi delícia, como está? – ela vai ao seu encontro para lhe dar um beijo suculento.

– Nervoso!

– Porque amor? Nem precisa, isso aqui lota sempre, com este show irá lotar mais e mais.

– É, você está certa. Pensamento positivo – ela a puxa para junto do seu corpo e diz em seu ouvido – como você ta gostosinha. O que tem por de baixo da roupa.

– Um lingerie de renda preta com detalhes vinho.

– Um que deliciosa.

– Para amor, isso me deixa louca, e você sabe.

– Adoro quando você fica maluquinha.

Ela a beija de forma selvagem, pegando-a pelos cabelos e segurando forte pela cintura. Quando sentiu ela suspirar no meio do beijo, Fabiano escorregou uma das mãos por entre as pernas de Justine e sentiu a calcinha terrivelmente molhada.

– Você é uma piscininha em safada? – disse ele.

– Você sabe que eu não resisto.

– Então vem aqui comigo no banheiro.

Ele a guia até o banheiro do camarim, tranca a porta, a encosta contra a porta e começa a beijá-la nos lábios, morde o pescoço e ela se excita mais ainda. Ele abre o zíper, tira a calcinha dela, segura-a por uma das pernas e a penetra com tudo, ela solta um grande gemido. Ele a soca mais e mais, ela o agarra pelo pescoço gemendo em seu ouvido.

– Vai meu cãozinho, mete gostoso.

Ele obedece, e mete mais rápido. Quando está para gozar, ele tira o pau para fora e mira no vaso sanitário para gozar. Ela gosta de olhá-lo quando goza.

– Ai amor, obrigado, você me relaxou, agora que se foda tudo, eu to relax.

Ela sorri e se olha no espelho para arrumar os cabelos e retocar a maquiagem. Ele se ajeita, da à descarga e sai do banheiro. Logo em seguida ela sai pensativa.

– Amor, você não gostou?

– Claro que sim, você sabe que adoro estas rapidinhas, mas é que… Meu bem, preciso desabafar algo com você que está me atormentando.

– Claro, diz pequena, o que é.

– Amor, eu to com desejos por outro alguém! Pronto falei!

– O que? Quem é? Que historia é esta Justine? – questiona Fabiano sem compreender o que está acontecendo.

– Calma, calma. Eu não sei te explicar isso, mas é que, é a Marcela. Desde que fiquei com ela, eu penso nela sempre.

– Pelo amor de Deus, não me diz que você quer terminar comigo por causa de uma mulher. Você tem se encontrado com ela?

– Não! Aliais, ela ta aqui hoje, ela esta ficando com o Gustavo. Eu e ela só tivemos aquela noite maluca. E amor, eu te amo, sou louca por você, mas eu sinto vontade de come-la todos os dias, é uma tara.

– Oh minha putinha quer um casinho? – ele se aproxima dela e da um abraço.

– Amor, desculpa, isso é estranho até para mim.

– Calma bebê. Olha, se você a quer, a tem. Sei que consegue. Você me conseguiu – e da um sorriso maroto pra quebrar o clima.

– Tenho medo de abrir o jogo e ela pensar que sou lésbica.

– Que mal teria se você fosse?

– Nenhum, não tenho nada contra homossexuais, eu os adoro, mas tenho medo dela me rejeitar.

– Pequena, você é uma delicia, nunca ela iria rejeitá-la. Vocês não se beijaram e acariciaram?

– Sim.

– Então, ela deve ter a mesma curiosidade que você. Eu vou estar muito ocupado no show, mas não para o camarim, bebam o que quiserem é por minha conta pequena, converse com ela e me deixe orgulhoso.

– Você acha?

– Eu tenho certeza, toma a chave do meu quarto. Fique à vontade. Eu te amo meu bebê, quero vê-la feliz e realizada.

Ela o beija, pega as chaves e vai encontrar a amiga no bar.

Continua…

* A pedidos segue mais uma aventura da nossa querida Anti-heroína Justine.

Algemas do prazer

Algemas, chicotes, palmatórias, chibatas, cordas… São alguns adereços do mundo fetichista, do mundo BDSM (Bondage, Dominação, Sado-Maso).

O brinquedinho mais usado dentro e fora do BDSM ainda é a algema. Estar imóvel de forma erótica parece deixar as pessoas mais excitadas.

Depois dos vibradores, consolos e lubrificantes, as algemas são os brinquedinhos mais vendidos no sex shop.

Não é doença gostar de ser algemado, acredite, muitas casamentos se salvam quando os brinquedos entram em ação.

Se você se sente desconfortável ao usar algemas, seja criativo, use fitas de cetim para prender seu parceiro (a) à cama.

Uma forma deliciosa de a sua parceira ir as nuvens é: prenda-a como um X na cama, braços e pernas, ela ficará totalmente ao seu domínio. Aproveite para “abusar”, brinque com a vagina dela, use gel que muda a temperatura conforme a excitação, não resista, caia de boca nos “lábios” dela, para aumentar a adrenalina, use uma venda, você pode usar lenço ou fitas de cetim mais largas.

Mas turbe-a e saboreie o que está a sua disposição, ao chupá-la penetre um dos dedos na vagina e acaricie o ponto G. Para aquele que não sabe ainda onde ele fica, há um artigo bem amplo sobre o assunto. Mas vamos lá, penetre o dedo nela voltado para o “céu”, você irá sentir uma carne mais dura, veja a reação dela e saberá se está no lugar certo.

Enquanto suga seu clitóris, acaricie o ponto G, isso dará a ela um orgasmo explosivo, a sensação de estar presa aumenta a adrenalina.

Inverter a situação também será delicioso, prender o parceiro e deixa-lo a sua mercê, vai ajudá-la a se sentir poderosa, aproveite este poder todo para dizer o que irá fazer com ele. Não poupem no repertório, eles irão amar ouvir o quanto estão suculentos indefesos e o quanto irá “sofrer” em suas mãos. Utilize do método chupe e pare. Isso o enlouquece e prolonga o prazer, experimente fazer umas três vezes esta seqüência, não o deixe alcançar o orgasmo. Quando ele não agüentar mais e lhe implorar que o solte, solte! Vocês terão um sexo incrível.

As algemas custam entre 22 reais até as mais caras e sofisticadas de 90 reais ou mais.

Solte a imaginação e também liberte seu pensamento. Siga suas fantasias e instintos.

Lembre-se, para tudo há limites, se um dos dois não aceitarem, não force a barra.

Nos sex shop há também kit de bondage, são práticos, fáceis de usar e também confortáveis. Custam em média 50 reais e são super fofos.

Dê de presente ao seu parceiro (a) isto pode despertar curiosidades e apimentar a relação.

Divirtam-se!

Freak Butterfly.

*Mais brinquedos veja em: http://www.sextoy.com.br/loja/displaypage.asp?page=110

Entrevistando: Babies (PR)

Primeiramente, de onde surgiu este nome Babies?

Ale – Babies saiu de uma longa lista indicada por amigos para o nome de uma possível banda, porém, não era Babies inicialmente, e sim, Babies for Sale. Logo após a escolha do nome, tive um insight sobre o “for Sale”, onde venderíamos tudo em nossos shows. O começo foi interessante, porém à medida que crescemos musicalmente essa idéia foi se perdendo, devido à seriedade das músicas serem incompatível com esse conceito. Outra coisa que nos levou a chamar apenas Babies foi a dificuldade que muitas pessoas tinham em falar o “for Sale”, então, decidimos apenas por Babies, um nome fácil, simpático, remetendo a algo bonito, doce, simples.

A banda apesar de nova, tem um EP bem trabalho melhor que muitas que já estão no mercado há mais tempo, o que se deve todo este trabalho?

Ale – Um grande empenho por parte da banda. Temos um padrão de qualidade muito elevado, prezamos muito por arranjos, detalhes e sonoridades. Não é necessário muito para se fazer um trabalho bem feito, o que realmente precisa é bom senso, criatividade e ouvido. Quando comparamos nosso som, levamos em conta bandas realmente reconhecidas, com grande qualidade. Uma coisa que aprendemos e levamos sempre: “Se for para comparar, que seja com o melhor”.

Porque escolher “8” como nome para o primeiro EP de trabalho da banda?

Ale – O 8 representa muito como número, mais que se possa imaginar. É realmente intrigante e além disso, vários conceitos nos levaram a escolher ele como nome do nosso primeiro trabalho.

O Ep foi lançando no mesmo dia das Olimpíadas deste ano, em 08 de agosto de 2008, há alguma superstição em tudo isso?

Ale – Superstições não. Como disse anteriormente ele é mais que isso. Foi citar alguns conceitos que nos levaram ao 8 como nome do EP: O 8 representa o que permanece em equilíbrio, entre o material e o espiritual, a busca do bem-estar pra si; É o caminho de Budha para o conjunto de atitudes que levam à extinção completa do sofrimento; É o número perfeito na era digital, perfazendo todos os demais números, contudo nenhum o faz; É o ciclo infinito, por si só.

Com o Ep lançado, qual o próximo passa que a banda pretende dar?

Ale – Esse EP foi nosso trabalho inicial, para mostrar nossa sonoridade. Já estamos trabalhando em um novo álbum, que provavelmente irá conter músicas do EP. A idéia é lançar, talvez, um álbum duplo de estréia ou até mesmo um álbum triplo. Fazer algo realmente diferente. Caso isso não aconteça (o álbum duplo ou triplo), iremos lançar um álbum com 12 faixas e a cada seis meses lançar um álbum novo. Para que sempre tenhamos músicas novas sendo ouvidas. Shows em teatros é outra prioridade. Nossa música é para ser ouvida e sentida, e nada como um teatro para que isso aconteça.

Vocês trouxeram para a musica algo que havia se perdido desde então, desde Los Hermanos, raramente vemos bandas que toquem pop rock romantizado, vocês sofrem alguma pressão ou preconceito por isto, há também muita comparação entre vocês e Los Hermanos, por exemplo? Eu penso que são diferentes, mas com o mesmo estilo.

Ale – Não nos espelhamos em nada nos Los Hermanos, álias, ouvi quase nada deles. O João (guitarra) ouviu mais Los Hermanos, mas de resto a banda não tem influência nenhuma deles. Conheço por que precisamos conhecer para entender, argumentar ou até mesmo criticar, mas a banda tem como base o brit rock/pop e é isso. Escrevo todas as melodias em inglês e só depois passo para o português, para que a sonoridade seja algo diferente da nossa realidade brasileira, talvez por isso nos diferenciamos tanto de outras bandas brasileiras, incluindo o Los Hermanos. Quanto a pressão ou preconceito, não existe. As pessoas entenderam nossa proposta e, mesmo que não gostem do estilo, respeitam.

Vocês são um mix de músicos Cariocas e Curitibanos, atualmente, onde a banda reside?

Ale – No momento estamos em Curitiba, mas futuramente existe a possibilidade de morarmos em São Paulo, por enquanto são só possibilidades.

O que inspira a Babies?

Ale – As letras são baseadas em experiências da vida e do cotidiano, não só meu como das pessoas. O que eu tento fazer é deixar as idéias subentendidas, mas não tão claras, para que cada pessoa tire sua própria conclusão de cada palavra. Trago as bases e melodias de voz e a partir daí a emoção é que rege aonde a música vai parar. Mas com certeza, o amor é o que inspira as canções.

Bem, eu agradeço vocês por esta entrevista, e deixo a vocês um espaço livre para passar sua mensagem.

Ale – Agradeço em nome da banda o interesse. Espero que tenhamos mais conversas agradáveis como esta. Ouçam e baixem nosso EP pelo myspace da banda. Obrigado.

Esta entrevista você viu em: www.oceaniarock.com sua web rádio Rock!

Quer conhecer mais da banda? Entrem em: www.myspace.com/bandababies

Ou no orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=151224568386965268

Freak Butterfly

Justine – amor estranho amor. (parte 2)

As duas desceram do balcão, Marcela mandou beijinhos para Gustavo que estava babando. A multidão de rapazes pedia bis, as mulheres presentes às odiavam e elas não estavam nem aí pro mundo, seguraram as mão e seguiram juntas para o banheiro.

Ao entrarem no banheiro, elas se olharam e se beijaram carinhosamente. As mãos de Justine acariciavam o rosto de Marcela, as mãos de Marcela enrolavam o cabelo de Justine por entre os dedos. Foi um beijo longo, garotas entravam e saiam do banheiro e elas não se largavam. Algumas olharam torto, outras adoraram a cena. Enfim depois de algum tempo elas pararam.

– Jú, você já ficou com alguma garota?

– Não, nunca. Antes de hoje, nem havia pensado nisso, mas você é tão bonita.

– Obrigada Jú. Olha eu também nunca passei por isto, e confesso, estou com medo.

– Relaxa, não fizemos nada demais…

– Pra mim agora parece que sim, eu não quero seguir em frente.

– Relaxa, vamos pro bar, ou você quer ir embora?

– Não, não. Eu sinto que a minha noite começa agora, você foi minha menina da sorte. Só vamos voltar normais e beber cerveja, estas tequilas me deixaram louca.

Justine sorriu aliviada de que a amiga não havia pensado mal dela.

– Foi legal meu primeiro beijo feminino com você Má!

– Eu também gostei muito sua louquinha, vem aqui, me da um abraço.

Se abraçaram, riram um monte e depois respiraram fundo.

– Pronta? – perguntou Marcela.

– Sempre! – então seguraram as mãos e saíram sorridentes.

Os homens as devoravam, imaginavam o que havia acontecido naquele banheiro. As duas sorridentes e despreocupadas voltaram para o bar.

– Gustavoooo! – chamou Justine pelo barman.

– Opa! Como foi no banheiro? – questionou curiosamente.

– Vê duas cervejas! – respondeu sarcasticamente Marcela.

– Ta certo, segredos de meninas, já volto com as cervejas.

Enquanto esperavam no balcão, dois rapazes abordaram Justine e Marcela.

– Olá moças – disse um deles.

As duas não falaram nada.

– Então, vocês que pararam nosso show? – persistia o rapaz.

Encabuladas sorriram e então Justine disse.

– Nossa, desculpa, não achávamos que aconteceria algo…

– Tudo bem – interrompe o rapaz.

– Vocês querem subir pro camarote com agente, ta uma galera lá encima.

– Não sei – disse Marcela um tanto desconfiada.

– Ah! Perdão, como iriam se nem nos conhecem. Eu sou o Thiago e este é o Matheus.

– E ai garotas! – disse Matheus.

– Olá eu sou Marcela e esta é Justine.

– Prazer – disse Thiago – E então, querem subir? Aqui está quente e cheio demais.

– Suas cervejas meninas – interrompeu Gustavo.

– Valeu – disse Justine – Bem, não sei… – seguiu a conversa com os rapazes.

Matheus se vira para Marcela e pergunta.

– Vamos?

Ela olha para Justine, que se sente indecisa. Ela realmente não sabia o que fazer, há algumas semanas ela teria isso sem pensar e ainda daria para o cara. Mas ela havia ido com um objetivo, ver seu estranho que agora tinha um nome, Fabiano.

– Vai lá Marcela, o Matheus é gente boa. Quanto a você Thiago, vai passear que a Justine fica comigo.

Um frio na espinha correu ao ouvir a voz do Fabiano atrás dela. Ela sentia vontade de vomitar, vontade de sair correndo, vontade de beijá-lo, mas tudo o que ela fez foi virar e dizer.

– Eu vou subir – ela desviou de Fabiano e seguiu andando, puxando Marcela.

Marcela meio que constrangida sussurrou para a amiga.

– Jú, o que houve?

– Eu to apaixonada Marcela, foi isso que houve.

– Mas isto não é bom?

– É terrível, é um pesadelo!

Ela não olhou para trás, subiu com os rapazes para a área VIP sentindo raiva e vontade de chorar. Em sua cabeça passaram mil coisas e ela se questionava porque ele não apareceu antes, porque só agora, ainda agindo como dono. Ela não seria sua propriedade. Ela se sentia magoada, e pela primeira vez, ela estava realmente apaixonada, e isto lhe dava medo.

Ela se sentou no cantinho e Thiago percebeu que Justine estava triste. Então ele preferiu ficar na dele. Marcela em poucos minutos estava atracada com Matheus. Passaram-se 30 minutos e Justine queria ir embora, então foi falar com a amiga.

– Marcela, eu to indo, você vem?

Na duvida Matheus respondeu por ela.

– Eu a deixo em casa depois, não se preocupe.

Ela beijou a amiga no rosto e acenou um adeus para os rapazes, foi até o Thiago e falou.

– Me desculpe… Eu não to legal, lhe juro, devo estar possessa, está não sou eu.

– Guria fique susse. Acontece.

Ela o beijou na face e foi para as escadas, quando deu de cara com Fabiano.

– Justine, vem comigo!?

– Não, eu não quero.

– Desde que você foi sem dizer nada, eu fiquei esperando, conforme o bilhete.

– É eu notei. Você nem aqui este durante toda a noite.

– Claro que estive, estava lá encima, te admirando, como você é gostosa, eu até me masturbei ao vê-la com sua amiga.

Justine não resiste, coloca-o contra a parede e o beija loucamente. Ao terminarem o beijo ele pergunta.

– Quer ser a dona deste podre cãozinho sarnento?

Ela com os olhinhos brilhantes respondeu.

– Só se for agora!

Os dois seguiram para o escritório quarto de Fabiano rapidamente. Ao entrarem ela o empurrou para a cama.

– Então meu cãozinho, comeu alguma cadelinha na minha ausência? – questionava ela enquanto o despia.

– Não minha senhora, eu esperei por ti.

– Hum… Então foi um bom menino?

– Sim minha senhora! E me masturbei todos os dias pensando em seus lindos pés.

Ela tirou os sapatos, subiu na cama e colocou um dos pés encima do peito dele e disse.

– Este aqui?

– Sim minha deusa, este mesmo – e começou a acariciá-los.

Ela puxa o pé e desce da cama.

– Ela começou a caminhar até a vidraça enquanto se despia, ele sentado admirava suas curvas.

– Você me deseja? – pergunta ela.

– Muitíssimo!

– Você quer me comer?

– Muito, de todas as formas.

– Então o que está esperando?

Ele salta da cama e corre em direção a ela, ele a agarra com força e a beija nos lábios, queixo e pescoço. Ele a morde, a lambe, ela a toca nos seios e aperta os mamilos. Ela geme. Ele a coloca de bruço sob a mesa e a beija na costa, depois abre o zipper, tira o pau rijo para fora e passa pela bunda nua de Justine.

– Quer que teu cão lhe coma?

– Muito, muito! Mete em mim, mete fundo!

Ele realiza aos desejos de sua dona, penetra o pau na molhada buceta de Justine que solta um grande gemido. Ele a segura pelos cabelos enquanto mete fundo, e perto de gozar ele se aproxima da nuca dela e diz.

– Te amo vadia!

Ela sorri realizada, toda esporeada, suspira e diz.

– Eu também cachorro!

Ela sabia que aquilo seria só o começo, que ela iria desbravar com ele todos seus desejos.

Os dois foram para a cama e transaram a madrugada toda, e exaustos dormiram nus, ele dentro dela.

Ao amanhecer, Justine sentiu o sol esquentar sua pele pálida, satisfeita sorri, olha para o lado e vê seu cão adormecido, ela o toca, se aproxima, sente o pau endurecer lentamente, ele não se move, ela então beija seu peito seguindo pelo caminho da felicidade, enfim o seu brinquedo está preparado para receber seus lábios gulosos. Ele suspira, acorda achando que era sonho, ela ia mais fundo, colocava aquele pau suculento mais a dentro.

– Gostosa, minha vadia gostosa, tens a boquinha mais deliciosa que já encontrei.

Ela, orgulhosa de seu feito, o chupa mais e mais. Ele não agüenta e repete.

– Gostosa, gostosa, isso chupa mais – e geme.

Ela enlouquecida por sentir o tesão em que ele se encontra, coloca o pau mais fundo que pode, ele geme, suspira e goza.

– Você é louquinha, eu te amo minha boquinha de veludo.

Continua…

*Foto meramente ilustrativa!