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Tag Archives: sedução

Os 7 pecados Capitais que Matam o Tesão

 

Passeando por sites e pesquisando sobre alguns temas diferentes, achei uma matéria, bem um tipo de cartão virtual sobre os 7 pecados capitais que matam, aliais podem exterminar o tesão dentro de uma relação. Então, vamos direto ao ponto e saber quais são (com meus comentários sobre cada tópico):

  1. Ser amigo demais e esquecer de seduzir – o que ocorre hoje em muitas relações é que ambos acabam entrando em uma zona de conforto e parte para o sexo as vezes como se fosse algo parte da rotina, esquecendo de lado a sedução, algo que pode manter e apimentar a relação;
  2. Deixar a iniciativa sempre para o outro – se você acha que tomar a iniciativa deve ser somente de uma parte, geralmente o homem, está enganado, a vontade e o desejo deve ser expressada por ambas as partes, o que combina bem com a sedução, citada acima;
  3. Ser criativo só no trabalho ou com os filhos – quando pensamos que já fizemos de tudo ou sabemos de tudo, sempre há mais coisas para se aprender, isto inclui também o sexo, criatividade é sempre bem vinda, como já foi dito em uma série de outros textos, até mesmo no “Sexo segundo os sexperts”, então solte a imaginação e prenda-o (a) na cama;
  4. Exagerar na dose da fantasia sexual – bem isto é relativo, primeiro deve-se saber o que seria exagero, mas claro, se uma pessoa não está acostumada a este mundo de fetiches, pode de assustar com algumas coisas, o ideal é se o casal não tem intimidade com a fantasia do outro, o melhor é ir introduzindo aos poucos joguinhos, fantasias, acessórios, bem daí por diante é por conta da criatividade de cada um;
  5. Relaxar com o cuidado da aparência, mesmo em casa – somente o professor Girafales é chegado a uma Dona Florinda, não que você precise, depois de um dia inteiro de tarefas ou trabalho estar impecável, porém pequenos detalhes fazem a diferença, como o cuidado das peças intimas, feia furada, calcinha ou cueca desgastadas, roupas que não lhe servem e até descuidado estético faz muita diferença, pois realmente quebra qualquer clima e acaba com todo o tesão;
  6. Abusar da intimidade e esquecer da privacidade – sempre digo que com a intimidade vem a flatulência, o xixi na tampa do vazo, calcinhas espalhadas pelo banheiro, toalha molhada na cama, e o pior, não ter privacidade no seu momento mais intimo, usar o banheiro para fazer o numero 2! É horrível a sensação de não estar só, pra tudo há limites, incluindo a falta de privacidade;
  7. Abandonar o romantismo e a paquera mútua – este realmente é um grande problema, principalmente para os homens, pois depois da conquista, muitos acham que não precisa mais ser romântico, não há necessidade de paquerar, como dito acima, esquecem de seduzir. Mesmo depois de anos, qualquer mulher se derrete com o mínimo de romantismo, principalmente se for inesperado, fora de hora;

Viram, não são coisas que machucam se você praticar, mas que em sua ausência pode tornar a relação monótona e rotineira. Exercite a sedução, sua imaginação, saia pra um jantar, ou até mesmo pra balada, descubra o outro e divirtam-se.

*Veja os ‘cartões’ e a fonte dos tópicos em: http://www.oglobo.com.br/servicos/pop_infografico.asp?p=/fotos/2007/04/03/info_7pecados.swf&l=650&a=400

Justine – Deflorando o olho Parte I

No dia seguinte ao conhecer Darling no puteiro, Justine planejara um divertimento para animar Lucas. Ela ligou para a moça conforme haviam combinado e passou em seu kitnet para buscá-la, era um lugar deplorável, sujo, um ninho de prostitutas baratas.

– Entre querida – disse Justine acenando com a mão para Darling.

– Boa tarde senhora – cumprimentou a ainda tímida Darling.

– Boa tarde querida. O que disse para sua madrinha?

– Disse que iria a uma despedida de solteiro, são demoradas e se paga pouco, então não tenho que dar tudo a ela.

– Que bom! Vamos a uma loja que gosto muito, quero comprar algo para usar essa noite.

– Ok!

Darling ficou deslumbrada ao ver a loja de lingeries que Justine a levara.

– Nossa minha senhora, esse lugar é lindo! Parece coisa de novela, é tudo tão chique – disse olhando para um robe de renda preta – nossa e muito caro também, eu nunca poderia pagar nada nessa loja.

– Bem, este robe parece lindo, o que achou?

– Eu amei, mas é muito caro.

– Eu gostaria de ver seu corpo nu envolvido nele, vamos pegar seu tamanho, quero que experimente pra mim.

A moça sorridente pegou um robe de sua numeração e seguiram para o provador.

– Qualquer coisa, você é minha irmã – sussurrou Justine para Darling.

– Vai experrimentar senhorita? – perguntou a atendente.

– Sim, ela vai! – respondeu Justine voltan-se para Darling – Vai lá imrã, qualquer coisa me chama pra ver como ficou – terminou dando uma piscadela.

– Ok maninha! – respondeu Darling entrando na sessão do provador.

Poucos minutos depois Darling gritou do provador para a atendente que deseja ver a irmã.

– Ju, pode me ajudar a decidir aqui? – gritou Darling.

– Posso? – perguntou Justine para a atendente.

– Claro senhorita!

Justine começou a sorrir quando ficou de costas para a atendente, ela estava ansiosa para ver a bela mocinha. Então bateu na porta do provador.

– Darling?

Ela abriu a porta lentamente, o coração de Justine disparou ao ver o corpo nu e depilado de Darling e sob ele aquele robe longo de renda preta, ela ficou encantadora.

– Nossa!

– Ficou bom senhora?

– Uma delicia, se eu pudesse te comia aqui mesmo – Justine olhou para os lados, a atendente conversava com outra atendente, ela aproveitou para colocar a mão na abertura e tocar o sexo nu, despido de pêlos.

– Molhadinha sempre em pequena?

Darling sorriu.

– Eu gosto assim – disse enquanto tirava os dedos e sentia o perfume.

– Bem, vista-se, vamos comprar um sapato para você e depois vamos ao salão dar um jeito neste cabelo.

Darling sorriu e acenou que sim com a cabeça, para ela aqui estava sendo um dia de princesa. As duas foram a outra loja, uma especializada em sapatos para drag, dançarinas e fetichistas. Os olhos de Darling brilharam ao entrar.

– Nossa, nunca vi nada assim, essa loja é muito chique! Aonde eu compro os meus não é assim não.

– Bem querida, qual seu numero?

– calço 37.

– Deixe-me procurar algo pra você… hum… – olhava para as prateleiras – acho que este! O que achou?

Eram sandálias pretas coberta por pedrarias que remetia a brilhantes, o salto fino era altíssimo e fechava como uma tornozeleira.

– São lindos, tudo e lindo, o que a senhora quiser que eu use eu usarei com maior prazer – disse Darling animada.

– Bem, então são estes, agora vamos para o salão, quero que arrume este cabelo e faça as unhas também. Também vou me arrumar.

Justine já havia marcado hora, cabelo, pedicure e manicure, realmente um dia de princesa pensava DarlingDepois de pouco mais de uma hora, ela estava pronta. Justine ondulou os cabelos dando um ar mais selvagem, já Darling o deixou liso, como pediu Justine, ambas estavam de unha cor escarlate.

– Agora vamos pra casa nos aprontar.

No caminho Justine explicou o que queria, combinou o pagamento e disse que ela poderia levar seus presentes embora. O dinheiro era bom então Justine impôs condições, inclusive de assinar um contrato.

Ao chegarem ao apartamento, Darling olhava tudo como uma criança curiosa.

– Venha, quero que leia o contrato antes de tomar banho.

– Sim senhora.

Enquanto Darling o lia, Justine pegou uma sacola no armário e começou a tirar algumas coisas, velas aromáticas, pétalas de rosas vermelhas, champagne, camisinhas, lubrificante, um kit completo para uma noite de sexo caliente.

– Bem senhora, eu confesso, nunca fiz nada assim, e fico com um pouco de medo, mas o dinheiro é muito bom.

– Não quero que faça só pelo dinheiro querida, quero que faça porque gosta, se não estiver a vontade, não dará certo. Bem, você vai gostar o Lucas, ele é muito bonito, tem um corpo delicioso e um pau M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O, você vai curtir, e eu vou estar com você, não precisa temer.

– Tudo bem, onde eu assino?

– Aqui!

– Bem, seja o que Deus quiser!

– Bem, acho que ele não quer tal coisa – disse Justine rindo – Venha pequena, vamos tomar um banho.

– Juntas?

– E porque não? Se quiser já te deixo mais a vontade.

– Eu adoraria.

As duas foram até o banheiro, Justine ligou a banheira, enquanto ela enchia, Justine despia Darling lentamente, primeiro a blusa, acariciando os seios, beijando o pescoço, a nuca, a costa, então desceu a saia, tocou a bunda durinha, deu um tapinha e assim resistiu a tentação a açoitar aquele rabo firme.

– Você é toda delicinha – sussurrou Justine no pé ao pé do ouvido de Darling.

Justine sentia os pelinhos louro do corpo dela ouriçar, um gemidinho leve escapuliu daqueles lábios carnudos. Darling virou-se e começou a beijar Justine, logo tirou o vestido que ela usava, abriu o sutien e começou a baixa-lhe os seios, descendo pelo tórax, ela se ajoelhou e baixou a calcinha de Justine.

– Posso senhora? – perguntou com carinha de safada.

– Deve! Quero ver se é boa nisso.

Justine encostou-se à banheira e abriu as pernas, Darling se ajoelhou entre elas e começou a sugar o grelinho melado dela.

– Isso minha putinha querida, chupa gostoso chupa.

Darling era uma cadelinha, mamava como ninguém, era melhor até mesmo que Lucas. Darling se atreveu em penetrar-lhe o dedo e Justine suspirou.

– Putinha safada, hum que putinha safada.

Justine não conseguia mais resistir e desejava puxa-la pelos cabelos e esfregar a boceta na cara daquela doce puta.

– Eu não consigo, não consigo mais resistir – disse Justine alterada – Vem cá sua puta safada, enfia essa cara na minha buceta – disse enquanto a puxava pelos cabelos esfregando sua buceta nos lábios de Darling – anda chupa essa buceta com vontade, chupa!

O quadril de Justine começou a se movimentar mais rápido, seu grelo pulsante estava prestes a explodir, ela gozou tão gostoso que até ejaculou levemente.

– PUTA GOSTOSA! – gritou Justine.

Darling continuou no chão e joelhos, Justine se ajoelhou junto dela e acariciou seus cabelos um pouco bagunçados já.

– Melhor por uma toquinha pra não molhar os cabelinhos – disse Justine e depois lhe deu um beijo – venha querida, vou te dar um banho.

As duas entraram na banheira Darling ficou sentada de costa para Justine que ensaboava seu corpo, a cena remetia a mãe e filha, tão inocente e ao mesmo tempo tão pervertida. Justine esfregava as costas, depois seguia com a bucha até os seios e descia por entre as pernas.

Depois do banho, Justine foi aprontar Darling, a secou, hidratou, perfumou, penteou seus cabelos e pediu para que vestisse o robe e os saltos.

– Você ficou espetacular! Agora vou me arrumar antes que o Lucas chegue.

Justine vestiu uma camisola de seda preta que deixava a costa nua, nos pés apenas uma tornozeleira que havia ganhado de Lucas logo no inicio do namoro. Ao abrir o porta jóias encontrou a gargantilha de brilhantes que havia ganhado dele em seu regresso do Canadá, olhou para Darling e disse:

– Acho que isso ficará lindo em você, foi um presente o Lucas, quero que use esta noite.

– Senhora, tenho medo, vai que quebra ou algo assim.

– Então tome cuidado – disse ela colocando a gargantilha em Darling – Perfeita! Quer beber algo?

– Sim, se eu puder, gostaria.

Justine abriu a champagne e deu uma taça para Darling, que ria por causa das bolhinhas que batiam em seu nariz. Justine arrumou e acendeu as velas, e jogou as pétalas pelo quarto, colocou o lubrificante e as camisinhas sob o criado mudo, e juntou-se a Darling.

– Bem, já ele chega. Lembre-se, não precisa ficar nervosa, eu não te faria mal – disse e depois a beijou.

 

 

Justine – O Baile de Mascaras (Parte final)

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Justine ligou para Marcela e as duas foram a caça de um vestido perfeito, afinal, ela seria apresentada como noiva de Lucas a todos seus sócios, não podia parecer vulgar, mas também não queria perder sua identidade.

Depois de rodarem horas e horas de loja em loja, quando Justine estava perto de desistir passou enfrente a uma simples loja, e na vitrine uma bela vestido de cetim preto longo de alcinhas com um belo decote na costa.

– Será que fica muito vulgar, parece uma camisola? – perguntou para Marcela.

– Ele é lindo, simples e lindo, e não é camisola, ta na etiqueta, és vestido! Eu acho que não, você é jovem e tem um belo corpo, por acaso vai querer usar o que? Um terninho?

– Claro que não… Mas sei lá, não sei como são as mulheres dos outros advogados…

– E desde quando você ligou pra isso?

– É importante pra ele… Só isso!

– Bem, vamos entrar, experimentar e daí agente analisa. Ok?

– Certo!

O vestido caiu como uma luva. Ficou perfeito, era realmente o que procurava, como não havia muito decote na frente e com  o de trás sendo grande, o vestido não ficaria vulgar.

– Falta apenas os acessórios certos! – disse Marcela.

– Você acha?

– Claro. Sabe aquela coleira de brilhantes que o Lucas te deu mês passado?

– Sei…

– Ela vai ficar perfeita! Não vai mais precisar de nada. Só ele e essa aliança gigante ai já bastam. Agora falta a mascara. Mas sei onde tem umas fantásticas, daquelas de cinema.

– Ok! Você me convenceu, vou ficar com ele, afinal, ele é a minha cara!

As duas foram para a loja de mascaras, realmente era uma mais linda que a outra Justine ficou em duvida de qual levar, depois de muito vasculhar, eis que lá estava, a mascara perfeita, era simples, sem muitos adereços, mas era sedutora, imitação de couro repleta de furos para a visão cobria somente a região dos olhos.

– Perfeita! Vou levar esta! – exclamou Justine.

– Não ta muito simples?

– Eu adorei!

– Ok, então vamos, se não você não conseguirá se arrumar a tempo.

Ao chegar em casa tudo estava escuro, Lucas não estava lá. Encima da mesa da cozinha havia o convite e um bilhete.

“Querida Justine, desculpe mas tive algumas coisas de ultima hora para resolver, aqui está o convite e o dinheiro para o táxi. Estarei lhe esperando lá.

Te amo…

Lucas”

– Não acredito que ele me deixou aqui pra ir sozinha a um lugar desconhecido.

– Ah Ju! Da nada, eu te deixo lá, vá tomar um banho que eu vou te ajudar a se preparar pra grande noite! – risos.

– Porque esta rindo sua boba!? – indagou a furiosa Justine.

– Ah, é que achei bonitinho isso tudo, você ta a típica moça de família… Fico pensando “cadê a puta da Justine? Onde ela se perdeu?”.

– Cala a boca!

Marcela se abre em risos.

Justine foi para o banho e Marcela colocou tudo que ela precisava sob a cama. O vestido negro, a coleira de brilhantes que tem como detalhe uma correntinha caída e uma gota de brilhante na ponta, sandália de salto preta com pequenos detalhes em pedraria, Marcela achava aquela sandália um fetiche absurdo. E por fim a mascara.

Marcela maquiou a amiga, olhos mais leves, bochechas rosadas e boca marcante. Cabelos preso com um coque para não esconder o decote. Ela estava incrivelmente linda. Até Marcela ficou espantada.

– Como você cresceu! – suspirou Marcela.

– Para de ser boba, você ta me deixando nervosa.

– É serio amiga, você mudou, está mais madura e mais bonita ainda.

– Obrigada… E valeu pela ajuda, não teria conseguido sem você.

– Capaz! Bem, vamos nessa, se não sua carruagem vira abóbora!

Ao chegarem ao endereço, as pernas de Justine estremeceram, tudo estava deslumbrante, as pessoas chegando, parecia entrega do oscar.

– Não sei, estou nervosa. Será que estou bem?

– Claro, você está ótima, no maximo causará inveja a essas velhas caídas.

– Vou ligar para o Lucas pra ele me encontrar na porta.

– Oi amor – atendeu Lucas.

– Onde você esta?

– Eu estou no escritório assinando uma papelada.

– Droga Lucas! Eu estou aqui na frente. Anda, eu não vou entrar sem você.

– Entra amor, logo eu chego e te encontro lá dentro. Está muito frio ai fora.

Realmente aquela era uma noite gélida. E suas roupas não eram tão apropriadas para se manter aquecida, mesmo com o sobre tudo que vestia.

– Ok! Você me deve muito viu! Odeio você.

– O Lucas me paga!

– Vai lá e arrasa. Me liga amanha pra conta como foi.

– Te amo Má!

– Eu também Jú.

As duas deram um selinho e Justine saiu enfim do carro. Já com a mascara caminhou até a portaria rapidamente, entregou o convite, recebeu um sorriso de boa noite e entrou no hall. Tudo estava impecável. As pessoas estavam lindas, as mulheres pareciam de revista. Ela ficou parada por alguns instantes sem conseguir tirar o casaco, então repetiu para si mesma silenciosamente: “Pare de ser boba, vá lá e seja você mesma. Arrase!”.

Ela foi até a chapelaria para deixar o casaco.

– Boa noite senhora! Está acompanhada de quem?

– Boa noite, estou com o senhor Lucas Vittorelli.

O chapeleiro fez sinal para pegar o casaco de Justine, ela então respirou fundo e o tirou para entregá-lo, rapidamente, ela pode sentir os olhares do salão vindo em sua direção.

– Aqui esta senhorita, seu cartão para retirar o casaco. Tenha uma ótima festa!

– Obrigada – disse ao se retirar para o salão principal.

Onde ela passava as pessoas a olhavam, os homens de desejo e as mulheres de inveja. Foi como Marcela havia previsto. Ela pensou consigo mesma que precisaria de uma bebida e foi para o bar.

– O que a senhorita deseja?

– Champagne – disse um cavalheiro ao lado.

Justine olhou esperando que fosse Lucas, mas não parecia.

– Obrigada, mas prefiro um whisky – disse olhando para o garçom.

– A senhora está sozinha? – insistiu o cavalheiro.

– Não, estou esperando meu noivo.

– Que cavalheiro de sorte! Pois a senhorita é a que mais brilhará neste salão – ele segurou a mão de Justine, beijou-a e partiu para a multidão.

Seu coração estremeceu, as pernas ficaram bambas, ela tornou a dose de whisky e fez sinal pedindo outra.

– Noite difícil senhorita?

– Acho que será! – ela sorriu e se retirou.

O celular não tocava e nem sinal do Lucas, afinal com tantos rostos escondidos, como ela saberia quem ele seria de fato. Resolveu ficar parada próxima a entrada. Depois de alguns minutos a angustia bateu em seu peito, o que ela deveria fazer? Ir embora e depois matar o Lucas em casa? Relaxar e aproveitar a festa? Então ela sentiu alguém a observá-la. Lá estava um rapaz parado, a poucos metros olhando-a fixamente. Ele estava de smoking preto e uma mascara branca que cobria toda a face. Depois de alguns minutos de olhar fixo, Justine se sentiu mal e começou a andar, logo o homem misterioso começou a segui-la. Justine deu a volta pela pista de dança tentando encontrar um rosto familiar e nada. Então resolveu seguir até o banheiro.

Para chegar lá tinha de atravessar um corredor imenso com luzes ambiente e decorado em tecidos e mascaras. Por sorte ou azar, o corredor estava deserto. Justine apressou o passo e o cavalheiro misterioso fez o mesmo. Então ela correu até o banheiro. Ao fechar a porta seu coração havia disparado. Ela se olhou no espelho e pela primeira vez na noite viu o quanto estava encantadora, abriu a pequena bolsa e tentou ligar para Lucas, mas não obteve sucesso. Ela se sentou em um puf e decidiu esperar até que alguém aparecesse.

Cerca de 15 minutos depois uma bela senhora entrou no banheiro.

– Oh! O que faz aqui minha jovem? Você está bem?

– Só fiquei um pouco enjoada.

– Animo, é uma festa linda, deve aproveita-la!

– Sim, obrigada senhora – disse Justine ao se levantar.

– Qual o seu nome mocinha? É filha de alguém aqui?

– Não, não. Meu nome é Justine sou noiva do Lucas Vittorelli.

– Oh! O Lucas, ótima rapaz! Meus parabéns, será que posso felicitá-la?

– Claro – disse Justine sem graça ao aceitar o abraço.

– Parece que o pequeno Lucas também é um rapaz de sorte, você é uma mocinha encantadora. Meu nome é Lurdes Maria Ramos, meu marido trabalho com ele.

– Ah o senhor Ramos! Já ouvi falar dele.

– Espero que bem – disse a sorridente senhora.

– Sempre! – concluiu Justine com um sorriso.

– Vá querida, vá encontrar Lucas, eu ainda não o vi hoje.

– Senhora? Quando entrou aqui, viu alguém pelo corredor?

– Não, não, estava vazio.

– Ah, obrigada! Vou procurar por Lucas. Foi um enorme prazer Senhora Ramos.

– O prazer foi todo meu, mas pode me chamar de Lurdes querida.

– Obrigada Lurdes – disse Justine acenando positivamente com a cabeça.

Ao abrir a porta, ela ainda estava desconfiada, verificou o corredor e nada viu. Suspirou e saiu andando normalmente.

– É, parece que o maluco enfim me deixou em paz.

Quando passou por algo que parecia uma cortina, sentiu uma mão envolver sua boca e um braço por sua cintura. Ela tentou gritar, mas não conseguiu, ela se debateu, mas o estranho era mais forte e a puxou para trás da cortina. Era uma sala vazia, escura, com várias tralhas, ele a soltou, e ficou admirando sua face de espanto.

– Quem é você o que você quer? – disse Justine desesperada.

– Shhhhhh – disse o cavalheiro misterioso fazendo sinal de silêncio com a mão.

– Olha, se você não disser o que quer agora, eu vou gritar.

O cavalheiro nada respondeu, apenas se aproximou dela acariciando sua fria face.

– Me deixe ir…

O cavalheiro fez sinal de que ela poderia partir. Quando Justine levantou, ela a puxou com força e a jogou contra a parede, tapou sua boca e tocou em sua costa. Com seu corpo imprensado ao dela ele livrou uma mão para puxar o vestido para sina até que pudesse tocar sua bunda. Que sorte, era uma pena calcinha para não marcar o vestido. Justine tentava escapar e gritar, mas não conseguia. E novamente o cavalheiro fez “shhhh” para que ela relaxasse.

Ele tocou sua buceta por cima da calcinha e a sentiu molhada, essa era Justine, até entre esses joguinhos ela ficava excitada. Ele baixou o zíper, ela ouviu a calça cair. Afastou a calcinha e ela travou as pernas. Ele começou a acariciá-la, a tocava, até que não resistindo cedeu. Empinou o rabo para abrir passagem ao estranho, ao sentir ser penetrada, percebeu que aquele pau, aquele jeito era familiar. Na primeira estocada, o cavalheiro soltou os lábios de Justine e a puxou pela corrente da coleira se aproximou até o ouvido dela e sussurrou.

– Eu te amo puta gostosa!

Era Lucas! Justine então se entregou de vez ao prazer, encostada da parede ela a estocou com força segurando-a pela coleira de brilhantes. Ela queria gemer alto, se soltar, a tempos não tinha essa sensação de perigo, de que alguém pudesse chegar, de que aquele fosse um estranho, de que depois dali, ela voltaria ao salão esporeada. Ela empinava o rabo caba vez mais, e teve direito até a uns tapinhas. Logo ambos gozaram. Tudo foi tão intenso que a porra de Lucas misturada a de Justine escorreu por entre as coxas. Preocupada em sujar seu longo vestido negro, ela o puxou até a cintura delicadamente para não amassar.

Lucas levantou um pouco a mascara e agachado percorreu a língua pelo mel que descia, depois retirou um lenço do bolso e limpou as coxas da amada.

– Pronto querida, pode baixar o vestido.

– Você me assustou – disse Justine ao dar um tapinha no braço de Lucas.

– Eu sei que você gostou safadinha.

Justine deu um sorrisinho sacana e arrumou o vestido.

– Está tudo certo?

– Linda! Nossa você esta belíssima, adorei, tudo o vestido, a mascara e a minha coleirinha!

– Vou ao banheiro retocar a maquiagem.

– Certo! Eu saio primeiro pra vê se há alguém no corredor.

Lucas abriu a cortina e olhou para os dois lados. Não havia ninguém, ele virou para Justine fez sinal de positivo.

– Vamos!

Os dois saíram como se nada tivesse acontecido, ela seguiu até o banheiro e ele a esperou no inicio do corredor. Ela voltou, impecável como antes, sorriu e foram para o bar.

– O que deseja beber querida?

– Whisky!

– Um whisky para minha bela dama e uma taça de vinho tinto seco para mim.

– Sim senhor! – respondeu o simpático garçom.

A noite seguiu maravilhosa, Justine reencontrou a Senhora Ramos, conheceu os sócios de Lucas e dançou com o amado a noite toda. Os dois voltaram para casa relaxados. Foi uma noite incrível.

E antes de dormir, Justine e Lucas transaram mais uma vez, ela de mascara, coleira e scarpin e Lucas apenas de mascara. Fora mais uma transa maravilhosa digna de dormirem lambuzados.

Freak Butterfly

Justine – O casamento do primo Mario Parte I

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Tudo parecia ter voltado ao normal, Lucas e Justine estavam em paz, e Marcela estava mais feliz do que nunca com Gustavo. Desde os últimos acontecimentos Justine o evitará para não se sentir mal em relação à Marcela e também ao que houve entre os dois. Mas quando podiam, trocavam e-mails secretos, com assuntos desde como Marcela estava reagindo com a ausência de Justine e sobre o quanto a noite que tiveram fora especial.

O tempo passou rápido, faltavam apenas 5 dias para o casamento do primo Mario. Justine estava ansiosa, sentia seu coração saltar do peito toda vez que lembrava que logo iria vê-lo. As malas estavam prontas, o vestido já arrumado, eles iriam uns dias antes, pois seria um grande encontro de família, e ocorreriam algumas confraternizações. Lucas só poderia ir 3 dias depois, o que deixava Justine ainda mais tensa.

– Mãe… Será que não posso ir com Lucas?

– Porque Justine!? Você não quer rever seus primos e primas? Todos estarão lá, será uma forma de reencontrar todos – disse Maria animada.

Justine torceu os lábios e seu estomago embrulhou, desde pequena ela nunca se deu bem com seus primos e primas, ela sempre foi motivo de zombarias, reencontra-los não era nenhuma motivação, nenhuma visão agradável para ela.

– É que, não sei mãe, Lucas vai ficar envergonhado de ir depois sozinho, e não quero ir sem ele.

– Eu já falei com ele minha filha.

– Quando!?  – perguntou assustada.

– Hoje pela manha, quando ele ligou para saber se tudo estava bem.

Marias fofoqueiras… – resmungou para si mesma.

– O que foi?

– Nada não mãe… Vou falar com Lucas.

– Ok! Mas ele disse que você pode ir sem problemas.

Justine se retirou para o quarto estalando os dedos. A raiva que sentia desta amizade entre o Lucas e sua mãe era imensa. Esse diálogo maravilhoso que ambos tem um com o outro, só dificultava a maioria dos planos de Justine.

Sem pensar duas vezes, ela ligou pra ele.

– Lucas! Porque você foi dizer a minha mãe que estava tudo bem eu ir antes?

– Oi pra você também meu amor!

– Nem vem com essa não. Vocês dois me deixam louca!

– Porque está tão furiosa meu docinho?

– Para com isso! Oras por quê? Porque eu não quero ir nesta reunião tola de família, nem queria ir ao casamento, vou porque você vai comigo. E agora você me atira aos lobos!

– Amor, calma, farei de tudo pra ir antes do previsto, to me matando pra terminar com toda esta papelada da mesa. Afinal alguém tem que trabalhar, ou quem sustentara nossos filhos?

– Filhos! – exclamou com espanto.

– Não quer ter?

– É… Ah Lucas, você é idiota!

Lucas não se conteve e começou a rir.

– Minha menininha. Oh menininha brava!

– Não sou menininha, ok!?

– Já até posso ver o tamanho do bico que se formou nessa boca linda.

– Vem me dar adeus?

– Nossa, que trágica, até parece que será tão ruim. Você vai ver o quanto vai ser divertido. Aqueles seus primos chatos e zombavam de você irão querer te comer meu anjo!

Justine ficou pasma com o comentário do namorado.

– Alo! Alo Justine… – disse Lucas cantarolando.

– Você é louco!

– Mas só você sabe disso, é o nosso segredinho. É por isso que me ama.

De fato ela o amava por este humor peculiar.

– Já estou com saudades.

– Eu também minha garotinha rebelde. Vou ai daqui a pouco lhe dar um beijo.

– Te espero.

Ela desligou o celular e se atirou na cama, às palavras de Lucas percorreram seu pensamento centenas de vezes. Talvez aquele reencontro não fosse tão ruim, afinal ela já era uma mulher, uma bela mulher, se não tão bela ao gosto de seus primos e primas, era ao menos sensual, chamava a atenção. Talvez aquele reencontro fosse divertidíssimo.

– É… Talvez seja delicioso seduzir e pisar em meus primos e mostrar as minhas primas que a patinha feia cresceu e virou um cisne.

Ela se levantou e foi refazer a mala, se quisesse por seu novo plano em pratica, não poderia levar aquelas roupas puritanas de garotinha do papai. Para não parecer muito vulgar ela misturou as roupas de santa com alguns acessórios e vestimentas de caçadora. Claro que seus sapatos de saltos não poderiam faltar.

– Bem, acho que esta mala está bem melhor agora.

– Falando com quem?

– Lucas! – exclamou Justine surpresa.

– E então, falando sozinha meu amor? – completou com um sorriso malicioso estampado na face.

– É que você me deu uma ótima idéia. Realmente, não farei desta viajem um pesadelo, e sim uma diversão.

– O que esta planejando em mocinha? – perguntou ao abraçá-la.

– Não quero ser alvo dos meus primos, não de chacota. Como chegarei sem você, no mínimo vão achar que sou uma solteirona encalhada. Eles vão me desejar ainda…

– O que quer dizer com isso?

– Ah! É só uma brincadeira, não se preocupe, quando você chegar irá se divertir comigo!

– Sossega este rabo menina!

– Fica tranqüilo, não farei nada demais, só vou provocá-los… Eu te amo cachorrinho! – e ela o beijou calorosamente.

Já estou com saudades minha putinha – sussurrou em seu ouvido.

Os dois se olharam por alguns minutos sem dizer nada. Lucas estava apreensivo por não conseguir adivinhar os pensamentos de Justine. E Justine estava animada para colocar seu plano em pratica.

– JUSTINE! – gritou o pai.

– Me ajuda com a mala?

– Claro! – Lucas pegou a mala da amada e foi para o carro, enquanto Justine pegava a bolsa e um casaco.

– Que pena que não vai conosco hoje Lucas! – disse Maria.

– É uma pena mesmo, mas estou tentando acelerar no trabalho pra ir o mais rápido possível – terminou a frase olhando torto para Justine.

– Bem, estaremos lhe aguardando! – disse Carlo com o sorriso caloroso de sempre.

– Já estou com saudades… – disse Justine emburrada.

– Eu também meu amor. Vou trabalhar dobrado pra estar logo contigo.

– Esperarei ansiosa.

Os dois se beijaram. Carlo e Maria já estavam no carro. Ela entrou cabisbaixa, acenou adeus e partiram.

Depois de horas na estrada, em uma viajem que lhe pareceu mais longa do que esperava, Justine estava aliviada por enfim chegar à fazenda dos avos. O casamento de Mauro seria ali. Pois era um lugar imenso que abrigaria toda a família.

Ela já podia ver alguns primos andando a cavalo, e outros na piscina. Ela respirou fundo e desceu do carro. Vários tios e tias correram para cumprimentar Carlo e Maria. Ela já podia ouvir vários deles questionando ao mesmo tempo: “Esta é a pequena Justine?”.

Ela revirou os olhos, sem duvida não tinha vocação para reuniões de família. Abriu seu sorriso amarelo e recebeu os cumprimentos da família. Vários abraços, beijos, apertões de bochechas e comentários do tipo: “Como você cresceu!”, “Nossa, como está magra, lembra como era gorda?”, “Você colocou silicone? Não lembro de você ter seios.” E vários outros blábláblás constrangedores.

Ao conseguir finalmente por as malas no quarto ela suspirou e sentou na cama.

– Deus! Isso é pior que “A hora do espanto”. Vai ser mais difícil do que eu esperava.

Ao concluir a frase Mauro entra em seu quarto.

– Prima? – perguntou meio encabulado.

– Maurinho! – exclamou animada ao vê-lo.

Ela correu para abraçá-lo quando uma pequena moça lhe deteve.

– Justine, esta é minha noiva Priscila. Pri esta é minha melhor prima Justine.

A duas se cumprimentaram com um aperto de mãos. Justine estava nervosa, e Priscila parecia encabulada.

– Nós viemos lhe chamar para dar uma volta a cavalo conosco – disse Priscila com uma voz angelical.

Ela era pequenina, com olhos grandes e esverdeados, não era magra nem gorda, poderia dizer que era normal. Os cabelos dourados eram ondulados e longos. Priscila parecia uma boneca de porcelana. Mas era muito infantil aos olhos de Justine.

– Estou um pouco cansada – respondeu com um sorriso amarelado.

– Ah! Prima, que isso!? Os cavalos andarão por nós. Quero te reapresentar aos outros primos e primas.

Ela não sabia se era o momento certo.

– Vamos Justine, será divertido! – disse a voz de anjo.

– Ok… Vou trocar de sapatos e já desço.

Ela deu graças a Deus de ter colocado a bota montaria na mala, pois seria ridículo cavalgar de salto alto. Ela vestiu uma calça mais justa, e calçou a bota, amarrou os cabelos e deixou a blusa tipo bata esconder um pouco do corpo, já que a calça já mostrava suas pernas grossas e a bunda empinada. Ela desceu desanimada e foi para a varanda de frente. Mario e Priscila já estavam em seus cavalos, e ao lado estava um jovem de corpo atlético, esperando ao lado do cavalo.

– Justine, lembra do Fábio?

– Fabinho! – disse espantada.

– Sim, Jú, eu sei, eu sei! Eu cresci, muito! – disse sorridente – Você também está bem prima.

– Obrigada!

Ela subiu no cavalo com certa dificuldade. Depois Fábio montou em outro, e os quatro foram para o campo aberto cavalgar. A brisa que sacudia os fios soltos de seu cabelo era deliciosa para uma tarde quente de primavera. Justine sentiu-se bem, sentiu-se livre. Olhou para o lado e viu Fabio sorrindo para ela. Então pensou consigo mesma: “Acho que tudo será mais fácil do que imaginei.”

Continua…

Freak Butterfly.

amor

Justine – Desafiando o desconhecido

desejos

Depois daquela noite os pesadelos de Justine não foram mais os mesmos, agora eles se revezavam com entre Lucas e Gustavo, e algumas vezes, ao invés de Lucas e Marcela no centro da orgia era ela e Gustavo.

Justine passou a desmembrar cenas de seu pesadelo para descobrir o que Gustavo lhe falou, ela poderia ver mais medos e desejos envolvidos ali. O maior medo era Lucas e Marcela se apaixonarem e assim ela perderia os dois de uma só vez. Seu maior desejo ultimamente era transar com Gustavo, por isso ele aparecia tanto agora, mas ele poderia não deseja-la e sim querer somente Marcela. E seu maior desejo e medo: a orgia!

Ela sempre desejou ir a casas de swing, ver e ser vista transando, dar para quantos desconhecidos pudesse agüentar, mas ela tinha medo. Medo de ser descoberta, medo de que algo desse errado, medo de não ser desejada, não ser o centro das atenções e pintos.

Isso latejava em sua mente, em suas veias, durante todo o resto da semana, ela não via a hora de chegar sexta e ir encontrar com Marcela. Elas precisavam conversar, e Justine tinha de descobrir como terminar com aquilo sem magoá-la, mas como se até ela sofreria? O bom seria que Marcela se apoiaria em Gustavo, e o ruim é que logo os dois voltariam a namorar, e ela nunca mais teria a oportunidade de tê-lo, de senti-lo.

Mil possibilidades passaram por sua cabecinha louca. Insinuar um ménege à trois com ela, Marcela e Gustavo. Mas achava que Lucas não ficaria feliz em estar de fora, ele sempre disse que ao menos teria de estar presente. Ela pensou em ir encontrá-lo e seduzi-lo sem que nenhum dos outros soubessem, mas por quanto tempo ela conseguiria esconder a traição de seus amados?

Então chegou sexta. Justine saiu do trabalho e foi direto para casa de Marcela, sem avisar. Ela decidiu comprar o vinho predileto da amiga, chocolates e entrar de surpresa, já que tinha a chave do apartamento dela.

Ao entrar sorridente, uma nuvem atravessou sua mente. Seu maior pesadelo parecia se realizar, Marcela e Lucas juntos, sentados no sofá, ele afagando as mãos dela, ela com um meio sorriso bobo.

– Justine! – disse Marcela em um pulo.

– Oi amor – falou Lucas calmamente.

Os olhos de Justine se encheram de lágrimas, a raiva estampada em seu rosto deixou Lucas apreensivo.

– Amor, o que houve?

– ENTÃO É ISSO SEUS FILHOS DA PUTA?! HÁ QUANTO TEMPO ESTÃO ME ENGANANDO? – gritava Justine totalmente descontrolada.

– Não é nada disso que você estava pensando flor – falou Marcela carinhosamente tentando acalma-la.

– Amor? Querida? Calma, eu só vim aqui ajudar Marcela… – e foi interrompido pelo grito de Justine.

– HAAAAAAAA, VOCÂ ACHA QUE CAIO NESSA, AS DUAS PESSOAS QUE MAIS SE ODEIAM SE AJUDANDO?!!! ACHAM QUE SOU IDIOTA?

– Justine, acalme-se, pare de gritar, eu tenho vizinhos sabia?

– QUE SE FODA SUA LESBICA ENRRUSTIDA. E VOCÊ TAMBÉM SEU VIADO. ODEIO VOCÊS.

Justine saiu correndo e ninguém conseguiu sair do lugar, Marcela caiu aos prantos no chão atingida pelas duras palavras da amiga. Lucas sem saber o que fazer, tentou ajudar Marcela em seu pânico, ele esperava que Justine fosse pra casa e então se acalmaria e os dois pudessem conversar. Mas Justine não tinha intenção alguma de ser encontrada, dentro do carro e totalmente sem rumo, ela só queria ir para onde ninguém a achasse.

 – Gustavo!

Ela pegou o ruma da casa de Gustavo, porém provavelmente ela o encontraria em casa. Como que por sorte ela o pegou na saída do prédio. Sem dizer nada ela saiu correndo do carro em sua direção e o abraçou.

– O que houve? – perguntou a ela assustado.

– Estão me traindo! Estão juntos nisso! – dizia em prantos.

– Vamos entrar – ele a segurou pelos braços e os dois entraram.

Sentados no sofá ela lhe contou o que virá.

– Ju, eu acho que você esta enganada, não é possível isso, talvez ele o quisesse ajudar mesmo.

– Porque ele Gú, ela tem a você. Eles nem se gostam, como ela pediria ajuda a ele.

– Simples, porque não foi racional e deixou que eles falassem antes de fazer escândalo e sair correndo?

– Não pude, eu me senti no meio do meu pesadelo, foi horrível a sensação que eu tive.

O celular de Gustavo começou a tocar, era Marcela.

– Por favor, Gú, eu te imploro, não atenda, não diga que estou aqui, não quero vê-los.

Receoso, ele não atendeu.

– Olha, daqui a pouco tudo vai acalmar e então vocês conversam. Ok?

Justine não conseguiu responder.

– Gú, posso te pedir um favor?

– Claro flor, o que é?

– Falta o trabalho hoje? Por favor!

– Mas hoje lá é um inferno.

– Por favor, diz pro Fabiano que você tem uma emergência, que não pode ir, afinal ele não te deve? Chama alguém pra ficar no teu lugar. Por favor!!!

Ele respirou fundo, pensou por um momento, olhou o estado em que Justine estava e decidiu.

– Ok! Agora você quem me deve uma.

Ela sorriu envergonhada e assentiu com a cabeça.

Os dois conversaram por horas, evitando qualquer assunto que lhe magoasse, Justine pegou o vinho no carro e logo os dois tomaram toda a garrafa. Gustavo abriu um que havia ganhado de Marcela, e os dois beberam mais uma garrafa. Justine sentiu seu estomago virar.

– Você está bem?

– Eu não comi nada… Acho que o vinho me caiu mal.

Quando percebeu que ela estava para vomitar, ele a colocou no colo e correu para o banheiro, como bar man por tanto tento ela já havia aprendido quando isso aconteceria.

Justine encostou a cabeça no vaso depois de vomitar, sem graça ela deixou correr algumas lagrimas. Gustavo não sabia o que dizer então foi buscar uma toalha.

– Tome um banho linda, isso a fará se sentir melhor, enquanto isso eu preparo algo pra você comer.

– Ok… Me ajuda a levantar?

Ele a segurou por de baixo dos braços e a puxo para cima, para junto de seu corpo. Depois, quando sentiu que ela havia se equilibrado, abriu o chuveiro. Ao olhar para o lado ela já estava sem as roupas tentando desabotoar o sutien. Seu olhos se arregalaram. Ela era linda, não de beleza comum, ela não tinha um corpo de modelo de biquínis, mas era cheia de curvas, ele admirou cada detalhe, os seios fartos, a bunda, a barriguinha um pouco saliente que ela tinha e até sua celulite ele se deliciou. Ao sentir algo lhe queimar ele perdeu o rumo e tentou sair do banheiro como se nada tivesse acontecido.

– Gu!

– Oi? O que? O que houve?

– Nada, só me ajuda a soltar essa droga de sutien que não consigo.

Ele soltou, e foi para a cozinha.

Minutos depois lá estava ela, cabelos molhados enrolada na toalha pequena.

– Desculpe, é que minha roupa esta vomitada – disse envergonhada.

– Ah! Espere vou buscar algo pra vestir, mas é de menino – disse ele com um sorriso bobo.

– Tudo bem, está ótimo.

– Ah! A sopinha ta pronta, fiz algo leve pra você não piorar, pode se servir mocinha – disse ele enquanto estava no quarto.

Justine foi até o fogão para se servir, apesar do estomago lhe doer ainda, ela sabia que a falta de alimento lhe estragara a noite. Tomou o equivalente a uma coxa, tempo em que Gustavo lhe trouxe uma samba-canção e uma camiseta.

– Me desculpe flor, mas isso é tudo o que tenho, tentei encontrar algo da Marcela, mas ela nunca deixa nada.

Automaticamente, Justine baixou a cabeça e a tristeza pairou em sua face novamente.

– Me desculpe… Ju, desculpe, não queria… A vem cá – disse Gustavo enquanto lhe dava um abraço – Não fica assim, é tudo um mal entendido, você vai ver linda, é só coisa da tua cabeça, é por causa dos pesadelos. Tudo vai ficar bem.

– Você não tem porque se desculpar, afinal você não fez nada além de ser um bom amigo.

Um calafrio percorreu seu corpo, e os pelos dos braços se arrepiaram.

– Você vai congelar menina, vá no meu quarto e se troque antes que fique gripada.

Ela pegou as peças de roupa e se trocou rapidamente, voltando para a sala, onde Gustavo estava sentado ligando a TV.

– Que beleza! – exclamou admirado ou vê-la tão natural.

– Ah é! Estou belíssima! – disse estampando um sorriso debochado.

– Quer ver um filme? Quer alguma coisa? Quem sabe um edredom, está meio frio hoje.

– Que tal um colo. Se não for pedir muito claro.

– Meu colo é sei colo – e fez sinal que ela podia deitar sua cabeça ali.

O perfume de Gustavo era maravilhoso, ela podia sentir através de sua calça jeans, suas mãos afagando os cabelos, aquilo era demais para ela. Tudo que desejava estava a poucos dedos, bastava ela se virar, baixar o zíper e cair de boca. Cada toque era um arrepio exposto na pele.

– Você está com frio? Quer deitar um pouco na cama? – perguntou preocupado.

– Não, está tudo bem.

Ela começou a lhe acariciar a cocha, distraída, como quem não quer nada. Visto que ele não se incomodou ela continuou a fazê-lo. Ela deletou por alguns instantes, Marcela e Lucas de sua mente, aquela cena que os vira lhe deu forças para desafiar o desconhecido, aquela seria sua única oportunidade de tê-lo sem culpa alguma. Mesmo que tudo tenha sido apenas uma confusão de sua cabeça. Era agora ou nunca. Então rapidamente arquitetou um plano para ter o que desejava. Afinal seu lema sempre fora: melhor dormir arrependida, que acordar com vontade.

Então foi a hora de dar o primeiro passo.

– É realmente ta meio frio aqui… Será que aquele convite do edredom é valido?

– Claro! Que tal se agente for pro quarto, agente se enrola e assiste um filminho, assim você se distrai.

– Perfeito! – exclamou sorridente, era o que ela queria ouvir. Cama, enroladinhos, filme, seria a ocasião perfeita.

Os dois se levantaram e foram até o quarto, ele arrumou os travesseiros na cama, pegou o edredom grosso e macio e colocou sob ela.

– Se não se importa, vou trocar de roupa.

– Claro, fique a vontade.

Quando Gustavo voltou do banheiro, ainda havia roupa demais, uma calça de moletom e camiseta. Mas ela não precisava ser nenhum super-herói pra ver aquele peito torneado por debaixo da camiseta surrada.

– Bem, o que quer assistir? – perguntou animado.

– Qualquer coisa, menos drama e romance.

– Comédia?

– Ótimo!

Ele foi para sala e em poucos minutos voltou com dois DVD’s nas mãos.

– Qual prefere? Curtindo a vida a doidado ou Débi e Lóide?

– Você ta de gozação! Você tem realmente Débi e Lóide?

– Claro meu bem, é um clássico!!!

– Então… Vamos ao clássico! – exclamou sorridente.

Ele colocou o filme e se jogou na cama ao lado de Justine. Já havia se passado meia hora de filme e nada demais tinha acontecido, o maximo que ela conseguiu foi ficar nos braços dele. Então começou a pensar que se ele realmente não a via somente como amiga, ou se ele era tão apaixonado por Marcela que não via a mulher ao seu lado?

Entre tantos pensamentos, Justine adormeceu. Desta vez seu pesadelo tomara outro rumo. Ela chegava à mesma saleta de sempre e ao invés de ver Lucas e Marcela transando, ela viu os dois muito próximos, entrelaçados, como se fossem apenas um, seus olhares eram de puro sarcasmo, Marcela estava com uma enorme barriga, e Lucas a acariciava. Quando as primeiras lágrimas de Justine começaram a rolar, os dois gargalhavam sem parar e a apontavam, era como em um filme de terror.

Calafrios, suor, Justine começou a se debater na cama, as lagrimas corriam em sua face sem cessar, que pesadelo, ela não conseguia sair, não conseguia voltar a si. Foi quando lá no fundo ouviu seu nome, era uma voz confortante, quente, foi seguindo a voz de Gustavo que ela conseguiu despertar.

– Ju! Ju! Abra os olhos, o que houve menina?

Mas as lágrimas não cessavam e o ódio lhe corria pelas veias, presa nos braços de Gustavo e com a cabeça mais confusa do que nunca, sem hesitar ela o beijou intensamente, como se todo seu ódio fosse retirado naquele beijo, como se aquilo fosse lhe aliviar a dor.

Suas mãos percorriam pelos cabelos dele, seus lábios quentes o devoram. Ela começou a tirar a camiseta dele, e depois se despiu rapidamente, antes que ele pudesse pensar ela já estava por cima, lhe beijando, lhe tocando, e claro em nenhum momento ele a rejeitou, pelo contrario, logo estavam os dois nus, um dentro do outro.

– Garota! Você é deliciosa demais… – suspiros – que buceta mais deliciosa é esta?

– Você também é uma delícia. Agora cala a boca e mete que nem homem.

Isso é uma afronta até para o homem mais afeminado que existe, ele começou a estocá-la com força, fundo, sem cessar, os gemidos dela aumentavam a cada estocada.

– ISSO! METE! VAI FUNDO! – suas unhas encravaram nas costas dele.

– AAAAAH! – uma mistura de grito e gemido explodiu dos lábios de Gustavo.

Em um movimento súbito ele a virou de bruços, abriu suas pernas o e meteu novamente enquanto a segurava pelos cabelos.

Gemidos, gritos, suspiros, espasmos, seu coração parou por um instante e seus pulmões se negaram a trabalhar. Sem duvida alguma, aquele fora um de seus melhores orgasmos.

Caídos pela cama Gustavo acendeu um cigarro.

– Quer um? – perguntou a ela.

– Estou tentando tomar fôlego! – respondeu em um meio sorriso.

Ele sorriu satisfeito.

– Nossa, acho que por um segundo, morri fui ao inferno e voltei! – disse ela tentando ainda respirar.

– Poxa, pro inferno? Não poderia ter ido ao céu comigo?

– Relaxa querido, é que pelo que dizem, o inferno parece mais divertido, o céu seria muito… Certinho!

Os dois começaram a rir, e Justine acendeu um cigarro, depois de muito tempo.

– Nossa! Eu nem sabia mais o que era fumar.

– Seu namorado não gosta?

– Não muito… – o semblante de Justine mudou radicalmente do prazer para a tristeza profunda.

– Desculpe pequena!

– Tudo bem…

– Então? O que sonhou desta vez.

– Marcela grávida com Lucas zombando da minha cara… Gú porque estes pesadelos são tão confusos e reais? Porque nunca consigo acordar quando quero?

– Bem, eu não sou medico pra lhe dizer, mas suponho que foi a agitação do seu dia. Você tem estes medos, e não discute com nenhuma das partes, então eles vêem em forma de pesadelo, pra você saber que os medos estão lá, e devem ser resolvidos.

– Só não sei como… Agora que não sei mesmo.

– Bem, ao menos esta vingada em relação ao sonho.

– Desculpe, foi impulsivo.

– Adoro impulsos, ainda mais assim.

Por um momento Justine ficou encabulada, mas logo o desejo tomou conta do seu corpo, pensou consigo mesma: “Amanha, seja o que for que aconteceu, será um novo dia, e eu resolvo estes problemas. Hoje eu só quero me divertir.”

Ela sorriu com este pensamento, e pulou pra cima do Gustavo, recomeçando tudo novamente, essa seria uma longa madrugada.

 

Freak Butterfly.

Os doze passos para conquistar uma mulher!

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A revista Men’s Health realizou uma pesquisa com 696 mulheres e agora você vai ler aqui quais os passos certos para seduzi-las.

Este artigo pode parecer um tanto machista, já que se trata de dicas para levá-la para a cama, mas quando se trata de conquista, e vendo como as cantadas estão se encaminhando, achei excelente colocar aqui, afinal, os rapazes poderão utilizar tais dicas para conquistar uma namorada.

Vejamos agora quais iniciativas você deve tomar:

 

·        A melhor maneira para convidá-la para sair é um telefonema casual e direto. Vá direto ao assunto, cerca de 57% das mulheres disseram para esquecerem joguinhos. É muito mais interessante ouvir: “Adorei te conhecer, que tal sair pra jantar na sexta?”.

·        Quer passar do jantar para algo mais intimo? Sugira um lugar mais descontraído, de preferência com musica. Boates são ótimas pedidas, pois é ali que as pessoas se aproximam mais, depois de algum tempo de conversa no jantar, é na boate que os corpos se aproximam.

·        Entre um drink e outro, corpos suados e juntos você está louco para convidá-la a conhecer seu cafofo, certo? Então não fique com rodeios, 54% das mulheres preferem que os homens sejam transparentes, diga a ela que está a fim de ficar a sós e não quer que a noite termine por ali. Se ela topar, ótimo, se não, paciência.

·        Você não estava preparado para uma visita e a casa está uma bagunça? Não pense duas vezes, corra e de uma geral no banheiro. Pode parecer bobagem, mas as mulheres reparam muito mais no banheiro do que no restante da casa, pois o banheiro indica higiene.

·        Para dar alguns passos você não pode pular o primeiro, relaxe, pergunte se ela deseja algo, sentem-se e conversem, a conversa ajuda as mulheres a relaxar e se sentirem mais a vontade, deixe o papo ficar mais intimo. Fique atento nos sinais que algumas mulheres dão quando estão prontas para encerrar o assunto e partir para o beijo.

·        Rolou a forte troca de olhares, por alguns segundos o silencio pairou sobre vocês? Chegou à hora de avançar para o primeiro passinho, o beijo! Tenha cuidado, pois o primeiro beijo diz tudo, você saberá se ela esta afim ou não através dele, não seja afoito, vá com calma. Exageros transpassam insegurança ou inexperiência.

·        Se depois dos beijos, vieram as pegadas e o clima começa a esquentar, não espere que ela diga o que você deve fazer, apenas siga as reações dela, 69% delas disseram: atenção aos meus níveis de excitação. Uma coisa é fato, se as mulheres se sentirem confortáveis irão tomar a iniciativa por pensar que para os homens não há problemas de ir além. Uma dica: estão na sala e vão para o quarto? Saiba de 50% das mulheres desejam ser carregadas até lá. Então força na peruca!

·        Chegou então as preliminares, nem pense em pular esta parte, para muitas mulheres este é o passo mais importante da noite. Comece com beijos até que sinta o corpo dela quente. Mais uma vez não seja afoito, já com calma, não tente despi-la logo de cara, beije-a, acaricie seu corpo, opte por massagens intimas pétalas de rosas, velas, óleos, tudo isso excita a mulher, que parece ter um chamariz para coisas bregas, então seja brega!

·        Agora você já pode começar a tirar a roupa dela, mas vá devagar, não sugira um strip-tease, pois as mulheres, por mais perfeitas que sejam, sempre tem algo que incomoda em seu corpo, então tire você mesmo, alternando com ela, tire um blusa, deixe que ela tire os sapatos, vá com cuidado, deixe as partes intimas para depois e aprecie cada pesa de roupa dela.

·        Seu objetivo para a primeira vez com ela não deve ser um orgasmo fenomenal, mas sim tentar se conectar para construir uma ponte emocional entre os dois, 48% delas disseram: aumente a sensação de intimidade.

·        Esqueça tudo o que leu no Kama Sutra, não é um show de vídeo pornô que fará sua noite render, o crucial esta noite é você ser gentil, ardente e atento ao que o corpo dela disser a você. É isto que 44% das mulheres desejam, atenção ao corpo.

·        Depois da longa noite, tome muito cuidado com a despedida, pois você pode sair da zona de príncipe para sapo. Não fique agradecendo, afinal ela não lhe fez favor alguém, diga apenas que deseja vê-la novamente, mas só diga a verdade, nada de promessas como telefonemas que nunca existiram, se ela for à garota que deseja para si, diga que irá ligar de tarde, e ligue! Se disser que liga a tarde e liga no dia seguinte, não adianta, já perdeu uma série de votos com ela. Ela não se sentirá segura para confiar em você novamente.

 

Viu, são coisas muito simples que podem mudar muitas experiências traumatizantes de primeiro encontro, tanto para você quanto para elas.

Lembre-se de ser carinhoso, delicado e claro, ardente, pois afinal, ninguém é de ferro.

 

Freak Butterfly

 

 

*fonte: Men’s health novembro de 2007.