RSS Feed

Tag Archives: sexual

Justine – Terremoto na Rotina (parte final)

As duas riram e foram até a mesa. Finalmente Justine conseguiu olhar os rapazes, agora ela havia entendo o motivo do alvoroço das mulheres do bar, sem dúvida Vitor e seu amigo eram os homens mais lindos do amamigasbiente. Logo Amanda agarrou seu homem. Vitor era alto, branco, olhos azuis, tinha cara de menino, com os braços tatuados e um topetinho nos cabelos loiros. O outro era o oposto, parecia um italiano, pele clara, cabelos negros, olhos escuros, nariz um pouco avantajado, mas sem duvida era de uma beleza exótica, braços e pescoço tatuados, gel nos cabelos penteados para trás, a muito Justine não via uma coisa daquelas.

Ambos estavam de calça do tipo social, pouco largas, diferente dos demais que estavam de jeans mais justos ao corpo, estavam de all star, Vitor usada uma camiseta preta com uma estampa old school, e o amigo de regada branca.  Justine disfarçadamente, retirou a aliança e enfiou na carteira.

– Deixe-me apresentar minha amiga, Justine este é Vitor – disse Amanda apontando para o rapaz ao lado.

– Olá, prazer – disse Justine ao cumprimentá-lo com dois beijinhos na bochecha.

– E este é o amigo dele…. Desculpa qual seu nome?

– Pépe – disse o rapaz estendendo a mão para Justine.

– Prazer… – Justine retribuiu o aperto de mão e pela primeira vez em muito tempo se sentiu constrangida.

Sentaram-se à mesa, o som era gostoso, o ambiente razoável, já que as mulheres não saiam de cima. Pépe levantou, olhou para Vitor e disse:

– Já volto, vou no bar… Alguém quer algo? – perguntou friamente.

– Meninas? Querem algo? – perguntou Vitor olhando para as duas.

– Acho que cerveja… – disse Amanda pensativa – pode ser Ju?

– Claro! Sim claro! – respondeu Justine ao ser arrancada de seus pensamentos.

Depois de quase meia hora Pépe voltou com as cervejas, estava mais risonho e com o semblante mais extrovertido.

– Desculpem a demora, fiquei conversando com o “negão” no bar – disse enquanto coloca as cervejas na mesa.

– Então Justine, você é sempre caladona assim? – perguntou Vitor com tom de sarcasmo.

– Depende da ocasião – respondeu Justine sem graça.

– A Mandita falou demais de você.

– É que ela sofre de amor platônico por mim, mas eu já disse que não rola – as duas riram.

– Meu Deus, não sei se isso seria um pecado ou o paraíso! – exclamou Vitor se deliciando em pensamentos.

As duas continuaram a rir. Pépe ainda estava estranho e Justine encafifada se achando o motivo daquela frieza toda. O barman se aproximou, era um bilhetinho para Pépe, ele leu, sorriu, olhou para o lado, uma loira monumental o olhava sem mesmo piscar, ele colocou a mão na face e continuou a rir.

– Olha ai, Pépe já está fazendo sucesso!

– Acho que ele é O sucesso desde que chegou – disse Amanda rindo.

Pépe apenas riu. Justine se levantou e disse para a amiga:

– Vamos comigo até o banheiro?

– Claro! Já volto baby – disse ela ao beijá-lo.

– O que foi Ju? Não gostou daqui? Não curtiu os meninos? Ta toda jururu.

– Acho que o Pépe que está incomodado comigo, desde que agente chegou ele está todo sério, meio frio, odeio isso, me sinto uma.. Sei lá o que, apenas odeio.

– É ele está mais sério, mas vai ver que é tímido.

– Tímido Amanda? Tenha dó né, tava todo, todo com as garotinhas. Acho que to empatando o coitado, melhor eu ir.

– Bem, não sei o que houve, vamos voltar pra mesa, se você se sentir mau, tudo bem, não precisa ficar forçada, mas gostaria que curtisse a noite, tem vários outros gatinhos, logo rola uma banda e nós vamos dançar.

– Ok! Vou ficar um pouco mais.

As duas estavam saindo do banheiro, enquanto outras duas meninas, a loira do bilhete e uma baixinha morena riam e falavam alto.

– Você viu? Você viu? – perguntava a loira animada.

– Ele não é divino? Mas o barman disse que ele pediu pra dizer que tem uma garota já – comentou a morena.

– Não acho que seja aquela que está com ele, eles se cumprimentaram com as mãos, que horror, nunca ao perder de dar uns beijinhos nele – concluiu a loira rindo.

Justine revirou os olhos e seguiu para a mesa.

– Demoramos? – perguntou Amanda animada.

– Eu já estava até ficando com saudades – respondeu Vitor enquanto a beijava.

– Então Justine, está gostando do bar? – perguntou Pépe.

Justine ficou calada por alguns segundos sem saber se era com ela mesma.

– Então…?

– Sim, a muito não ia a bares assim, aliais, faz tempo que não saio.

– Por isso não te vi antes por ai… Eu na verdade sou novo por aqui.

– Tá explicado…

– O que?

– O motivo dessas menininhas estarem em alvoroço, carne nova no pedaço… – sorriu sem graça ao fim do comentário.

– É… Pode ser, mas não curto “menininhas”, gosto de mulher… Tipo você!

A face de Justine ficou rubra, mas entre suas pernas ela sentiu um pequeno calor exalar.

– Pois é, então você morava onde?

– Estava na Europa trabalhando, morei em vários lugares, mas minha família é da Itália, aliais meu pai é italiano e minha mãe brasileira, então morei aqui até meus 15 anos, depois fui desbravar o mundo… Mas gosto daqui, não sei porque, simplesmente gosto.

– Meus avós são italianos, tenho muita vontade de ir conhecer a cidade natal deles.

– Qual é?

– Nápoles.

– Quem sabe um dia não vamos juntos – Pépe sorriu e de um piscadela.

– Isso é um convite?

– Com toda certeza!

Os dois ficaram conversando por um longo tempo, Pépe recebeu dezenas de bilhetinhos, Justine já nem se incomodava mais, ela achava graça de tudo aquilo. Ele era um homem muito interessante, viajado, amante de boa musica, ela estava vidrada pelo conjunto.

– E então… – disse Pépe ao se aproximar da face de Justine,

– Então o que? – questionou Justine com os lábios trêmulos.

Pépe se aproximou ainda mais, sentindo-a ofegar, era quente, o hálito gostoso, ela não resistiu ao jogo e o beijou. Sem duvida era um beijo de tirar o fôlego e matar de inveja todas as meninas do bar.

Justine sentiu um calorão tomar conta de seu corpo, suas pernas já não a pertencia mais, pela primeira vez em meses ela perdeu o chão. Pépe ficou sem ar, sem perder tempo, se aproximou do ouvido dela e sussurrou.

– Não queria me apressar, mas depois desse beijo, preciso perguntar, quer ir até a minha casa?

Justine recuou por um instante, o olhou, olhou para Amanda que logo entendeu o que estava acontecendo e acenou para a amiga seguir em frente, ela voltou a olhar para Pépe que apoiou uma das mãos em sua coxa.

– E então?

– Bem… Ok!

Despediram-se de Amanda e Vitor, Pépe fez questão de segurar Justine pela cintura enquanto atravessavam a multidão de meninas decepcionadas, do lado de fora, decidiram que ela o seguiria de carro.

No caminho Justine começou a ficar nervosa, suas pernas tremiam, ora de ansiedade ora por lembrar do beijo. Pouco depois o carro de Pépe parou, ele deu seta e entrou em um prédio, Justine o seguiu, era em enorme condomínio com vários prédios, o dele ficava próximo a um bosque, ele entrou no subsolo e estacionou, desceu e fez sinal para ela estacionar na vaga ao lado.

Ele abriu a porta do carro dela e a puxou contra o peito dele dando-lhe mais um beijo, os dois caminharam até o elevador, e enquanto subiam até o andar dele, ambos riam e brincavam, era como se já se conhecessem a tempos.

O apartamento dele era simples mais bonito, tudo era preto, branco e cinza, cheio de livros, DVD’s, discos, posters pelas paredes e um violão no tapete da salinha e o que mais lhe chamou a atenção foi o telão com retroprojetor.

– Quer assistir algo? – perguntou Pépe vendo a curiosidade estampada na face de Justine.

– O que me sugere?

– Comprei um DVD novo do Johnny Cash, ta afim?

– Agora, nossa sou apaixonada por ele.

– Somos dois. Pera ai que vou pegar, ta no meu quarto. Fica a vontade, quer beber algo?

– Aceito!

– Eu tenho cerveja e whisky… E suco de maracujá light – risos.

– Whisky ta bom!

Pépe foi em um pé e voltou no outro. Entregou o whisky para Justine, colocou o DVD pra rodar e sentou-se no sofá. Justine sentou-se ao lado e começou a beijá-lo. Em poucos minutos ela já estava por cima dele.

As mão de Pépe percorriam por todo o corpo de Justine, ele tirou o belerinho de rendas e baixou o zíper do vestido deslizando os dedos por sob cãs costas, seus lábios caminharam entre o pescoço e os seios rijos dela. Logo ela se levantou e deixou o vestido cair, de pé enfrente ao projetor ao som de “Hurt”, se despiu. Pépe se levantou, tirou a camisa exibindo o tórax tatuado e ao terminar de se despir, atracou Justine, dois corpos quentes, ele a beijou enquanto a empurrava até a parede, o fogo aumentou e os dois se entregaram ao prazer, ele a colocou de frente para a parede, afastou as pernas e a penetrou, ela gemeu, ele suspirou.

– Deus, pequena como você é gostosa!

Justine estava ofegante, não dizia nada, tudo que saia de seus lábios apertados contra os dentes eram gemidos.

As imagens passeavam sob seus corpos nus e em ritmo acelerado, Pépe colocou uma das mão no grelinho de Justine e começou a acariciá-lo.

– Meu Deus isso ta tão bom! – sussurrava Justine.

– Gosta safadinha?

– Sim, sim! Me faz gozar, quero gozar gostoso. Mete, mete na sua safadinha.

Ele mordeu o ombro dela e um arrepio diferente surgiu, um sorriso sacana lhe estampou a face, o calor subiu e suas pernas tremeram, um gemido gostoso escapou de seus lábios, ao ouvi-lo, Pépe não resistiu e também gozou. Ele a abraçou novamente, e permaneceram ali, juntos na parede até “I Won’t Back Down” acabar. Justine estava satisfeita e sentiu o calor da paixão acender em seu peito novamente.

Freak Butterfly.

Justine – Terremoto na Rotina (parte III)

Justine e Lucas tomaram banho juntos como duas crianças brincalhonas, rindo de tudo que acabara de acontecer. Lucas saiu primeiro, pois já estava atrasado para sua viajem, Justine ficou curtindo a água morna que percorria seu corpo relaxado.

– Querida, preciso ir, me deixa no aeroporto? – perguntou Lucas apressado.

– Sim claro, vou me secar e vestir algo rapidinho – respondeu Justine enquanto desligava o chuveiro e pegava a toalha.

Ela pegou a primeira roupa do armário, um vestido longo, mas leve, ela estava tão relaxada que poderia dormir o dia todo, como um bebê. Lucas já estava na porta berrando desesperado.

– VAMOS AMOR! ESTOU ATRASADO!!!

– Tô aqui já, podemos ir!

– Você esta estranha…

– Eu? Por quê?

– Sei lá, esse sorriso esquisito ai?

– Depois de tudo que houve, você queria que eu ficasse triste ou mal humorada?

– Claro que não! Desculpe se estou meio indiferente, mas não posso perder este vôo, muito menos essa reunião.

– Eu sei – disse com ternura – Bem, pisa fundo então!

Os dois foram em silêncio no carro, na rádio rolava musicas bregas e ninguém se importava em mudar. Justine estava com o olhar longe, ora soltava um risinho malicioso, ora suspirava profundamente.

– Chegamos Ju – disse Lucas saindo do carro parado no “embarque-desembarque”.

– Quer que eu entre contigo? – perguntou Justine indo a sua direção no porta-malas.

– Não precisa anjo – respondeu e beijou-lhe a testa – Vou sentir sua falta cadelinha, te amo, se cuida e juízo!

– Você quem vai viajar, você que se cuide e tenha muitíssimo juízo! Te amo – se beijaram e Justine ficou olhando Lucas entrar no aeroporto.

Ela voltou ao carro e seu celular estava piscando no banco ao lado, 3 chamadas não atendidas, era Amanda, então retornou a ligação.

– Oi putaaaa! Finalmente consigo falar contigo! – disse Amanda animada.

– É que o Lucas foi viajar, vim trazê-lo no aeroporto.

– E ai como estão às coisas? Melhor?

– Sim – respondeu entre risos – melhorou muito!

– Que bom, então não quer sair comigo mais?

– Claro, você acha que vou ficar mofando em casa enquanto ele vai pro Canadá? Frango frito, cerveja forte e Hooters? Mas nunca que fico em casa, onde vamos?

– To saindo com aquele cara da internet, não quer ir no barzinho que te falei que ia? Gata, lá tem tanto topetudo bonito, que você nem tem noção!

– Ok! Me passa o endereço por e-mail, que horas?

– La fica bom pela meia noite… Mas vamos mais cedo, assim agente descola uma mesa, ou um lugar no bar.

– Fechado, umas onze ta bom?

– Dez e meia!

– Fechado! Até mais tarde Mandita.

Justine desligou e decidiu ir visitar a mãe, no caminho foi pensando no que vestir pra noite, e no que disse a Amanda, sobre o Canadá.

– Só espero que o Lucas não encontre nenhuma canadense e me esqueça!

Chegando na sua casinha, a mãe estava no jardim aguando as plantas.

– Ju! Filha que surpresa, você sumiu, quase não a vejo mais.

– Desculpe mãe, é que andei enrolada, e o Lucas você sabe, até viajou hoje de ultima hora pro Canadá, pra resolver um problema de cliente.

– Vocês estão bem? – perguntou a mão ao notar a face preocupada de Justine quando mencionou o Canadá.

– Bem mãe, sei lá, senti medo pela primeira vez, eu e o Lucas andamos meio distantes no ultimo mês, quase nem tempo pra nós dois, só nos víamos na cama pra dormir, caímos em uma rotina que estava me deixando deprimida, eu estava virando dona de casa! Acredita?

– Minha filha… – disse a mãe ao sorrir – você está crescendo, isso parece ser pavoroso mesmo, mas é que nem sempre da para se manter o pique de um namoro normal, morar junto então, mas tem que ter paciência, qualquer relação será assim, tudo tem que ter paciência.

– Eu sei, eu sei! Pena que paciência não faz parte das minhas virtudes.

– Isso eu sei bem! Vamos entrar eu vou passar um cafezinho do jeito que você gosta e tem bolo de cenoura, seu predileto!

– Ah mãe, só você pra me tirar da dieta e me por pra cima – elas se abraçaram e foram para dentro.

As duas ficaram conversando por horas, o pai de Justine chegou para a janta, os três se reuniram em volta da mesa como nos velhos tempos, riram, conversaram, e logo mais Justine foi para casa se arrumar.

– Tchau mãe, obrigada pela conversa – disse Justine enquanto a abraçava – Tchau papai – se despediu beijando o pai carinhosamente.

Justine entrou no carro e disparou até o apartamento, já passava das nove horas e ela não tinha menor idéia de onde era, nem o que vestir. Entrou no apartamento correndo e deixou o computador ligando enquanto tomava outro banho. Conectou-se a internet e entrou no closet para procurar algo.

– O que vestir? O que vestir? – dizia ela com as mãos nos cabelos.

O celular apitou, era uma mensagem da Amanda.

“Amiga, já está se arrumando? Não vai me esquecer em sua safada. Recebeu meu e-mail? Beijos, até logo!! x)”

Justine sentou na mesinha e foi olhar o local, jogou o endereço no Google maps para encontrar o melhor caminho e voltou a se arrumar, entre vestidos, saia e calças ela não tinha idéia do que vestir.

– Acho que um pretinho básico vai bem em qualquer lugar!

Vestiu um tomara-que-caia preto com um belíssimo decote coração e um pouco acima do joelho. Colocou um bolerinho de renda preto, só como enfeite pois não cobria muito seus fartos seios. Correu para o banheiro.

– Caramba, sabe aqueles dias que não da nem vontade de se arrumar? Hoje é meu dia! Droga…. Cadê meu pó… Aqui! Nossa que pele lixo está a minha… Acho que só vou cobrir essas espinhas que surgiram e passar um rímel, será que consigo?

Depois de algum esforço ela consegui se maquiar, uma sombra clara, rímel preto, cílios alongados com o delineador e um batom rosado para dar um ar de saudável. O closet de Justine era um sonho, Lucas, amante de sapatos sempre a presenteava com novidades belíssimas.

– Que droga, às vezes ter muita coisa é um saco, não sei o que calçar, definitivamente, não sei.

Depois de gastar quase 30 minutos calçando diversos sapatos para decidir qual usaria, ela colocou o primeiro que experimentou, salto 10cm vermelho de vinil bico arredondado.

– Acho que to pronta!

Olhou para o relógio já passara das dez e meia, conforme havia combinado com Amanda.

– CARALIO PUTA QUE PARIU, A AMANDA VAI ME MATAR! GRRR – gritou enquanto imprimia o mapa, nem parou pra desligar o computador e saiu correndo trancando a porta.

No elevador ela olhou o endereço.

– Ainda bem que não muito longe, e não tem muito transito.

Ela entrou no carro e saiu em disparada. Ao chegar em frente ao local, o celular tocou, era Amanda.

– Oi amiga!

– Porra Justine, tu vai mesmo me dar um bolo é?

– Não eu já estou em frente, só tenho que achar lugar pra estacionar.

– Segue um pouco mais que tem um estacionamento logo enfrentem é mais seguro, te encontro lá.

– Ok! – ela desligou, seguiu um pouco mais e logo achou o estacionamento.

Fechou o carro e saiu do parking, Amanda estava na frente a esperando.

– Que bom que você veio! – disse Amanda indo em sua direção para abraçá-la.

– Não disse que eu vinha!

– Vamos vou te apresentar o Vitor, ele trouxe um amigo.

– Ah safada, planejando as coisas pelas minhas costas?

– Você vai me agradecer. Mudando de assunto, menina, você ta chique demais, os caras vão cair matando, e eu toda básica.

– Não sei onde básica com essa calça justíssima e este corselet, os peitos pulando de tão apertados – risos.

– Tô tentando entrar no clima do lugar, mas você vai se dar bem, ta toda pin upizuda! – disse Amanda enquanto ria – bem eles estão lá dentro, preparada?

– Meu Deus, até parece que vou conhecer meu futuro marido.

– Quem sabe! Aproveita e guarda a aliança na carteira.

– Tá loca? – disse Justine brava.

– Amiga, você vai me agradecer.

Quando entraram havia uma roda de mulheres alvoroçadas, Justine não entendi o que estava havendo, era muito escuro ali, mas já pode sentir como seria a noite, ainda na entrada ela já havia levado uma cantada do porteiro, outra de um rapaz que passou esbarrado nela.

– Ah! Eles estão ali – apontou para a mesa logo depois da reunião feminina – Cara odeio essas Maria Topetudo, onde vou passo raiva, ainda bem que o Vi não ta nem ai, só olha pra mim.

– Também, ele deve se perder ai nesses peitos, caracas Mandita, estão enormes – disse Justine dando uma apertadinha enquanto ria.

– Safada, vai que eu gosto!

O melhor amante

Para começar este texto, acho fundamental dizer (novamente) que não se deve pular as preliminares, elas são fundamentais para aquecer sua parceira, sem elas, muitas mulheres não conseguirão chegar ao clímax. Por isso, mesmo que seja uma rapidinha no meio do dia, invista nas preliminares orais, como torpedos, e-mail, um telefonema, palavras também podem ser preliminares excitante para aquela famosa rapidinha.

Você sabia que o beijo na boca é crucial para sua popularidade? Muitas mulheres percebem através do beijo se o cara é ou não bom de cama, uma dica é: nada de beijo babado! O beijo deve alternar entre a gentileza e a pegada selvagem. Mas não é só de beijo na boca que elas gostam, orelhas, pescoço e dobrinhas do corpo são estimulantes. Invista em desvendar o corpo da sua parceira.

Não pense que comprar óleos é um dever somente dela. Tenha um kit com lubrificante para transar na água, para brincar com a temperatura, massagear e retardar a ejaculação. Use-os para brincar, seja criativo.

Se você é daqueles que acha que as mulheres buscam horas intermináveis de sexo, tire seu cavalo da chuva, não dê uma de sabichão querendo mostrar a ela seus dotes do Kama Sutra, as mulheres buscam carinho, atenção, prazer, isso não quer dizer “horas”, pois a lubrificação vaginal vai diminuindo e a penetração acaba se tornando incomodo, então preste mais atenção nos gestos e no que sua parceira diz, e se por algum momento ela disser: “Goza pra mim”, ou algo assim, é porque já deu no que tinha que dá.

Quando mencionei acima que não buscamos horas de sexo, também não quero dizer que queremos apenas rapidinhas, queremos sim qualidade e não quantidade, então experimente dar uma pausa na penetração para fazer sexo oral, e depois retorne a penetrá-la.

Elogie-a, mas não exagere, todas as mulheres adoram receber elogios, mas vá com calma, se não ela poderá achar forçado.

Explore a vagina dela, a jornalista Kate Taylor, colunista da revista GQ e autora de O guia do Bom Orgasmo, ensina alguns métodos:

  • Segure os lábios abertos com uma mão e com a outra friccione gentilmente seu clitóris. Quando os lábios estão bem esticados, a sensação é intensificada;
  • Varie segurando a parte de cima do clitóris entre os dedos indicador e médio, acariciando-o para cima e para baixo;
  • Tente achar o tal do polemico ponto G: introduza dois dedos dentro da vagina dela e dobre-os em direção à parede vaginal perto da barriga. Cerca de 3 a 4 centímetros acima há uma área de pele de aspecto esponjoso, mais ou menos do tamanho de uma moeda de 25 centavos. Esfregue-a de leve com um movimento de “vem aqui”;
  • Lamba os lábios vaginais para cima e para baixo e depois gire a língua úmida e esticada por toda a vagina.

 

Presenteia com lingeries, fantasias, brinquedinhos, vibradores, estimule-a a gostar, de a ela livros eróticos, isso pode elevar a criatividade dela.

Saiba que tudo que fizer será recompensado, mulheres satisfeita são mais propicias a retribuir sexualmente. Como já diz o ditado: “é dando que se recebe”, pense nisto e seja o seu amante. De a ela momentos inesquecíveis, dos quais você também não irá se esquecer.

 

Freak Butterfly.

Tabus: Mulheres que falam de sexo

sex

Ok! Isto não parece mais ser um tabu, isto se você não for uma destas mulheres que falam de sexo e não são conhecidas por isso. Estava no banho pensando sobre o assunto e me questionei: Porque falar de sexo assusta muitos homens?

Foi então que comecei a dividir os tipo de mulheres que falam de sexo e como elas são classificadas:

  • As que comentam sobre sexo na mesa do bar entre amigos e amigas: estas são modernas, descoladas, que não tem pudores;
  • As que debatem com os amigos tecnicamente sobre o sexo: estas são as amigas sábias, aquelas que lhe darão bons conselhos e são vistas como sexólogas;
  • As que adoram falar de suas vidas sexuais: estas no mínimo são ninfomaníacas! Elas até podem não ser, podem apenas fazer um bom sexo uma única vez por mês, e mesmo assim são as “malucas”;
  • As que comentam sobre sexo na mesa do bar, que debatem sobre os termos teóricos, que dão conselhos aos amigos, que escrevem sobre sexo ou contos eróticos: estas não têm uma classificação definida, normalmente são confundidas com “Bruna Surfistinha”, ou recebem cantadas de “amigos” para que você de “aulas” sexuais a eles, ou são popularmente conhecidas na cidade em que vivem como “doidinhas por sexo” (esta que lhes escreve é uma delas, sem vergonha alguma por isso, mas revoltada pela estupidez humana e facilidade em julgamentos).

Desde que o mundo é mundo, e Eva mordeu a maça, sexo é sexo, e ponto! Mesmo com toda a revolução feminina, com a queima dos sutiãs, com a independência da mulher moderna, falar de sexo ainda é um absurdo.

Se você tem 30 anos e não casou, e nem pensa nisto, você é uma maluca, pois logo não poderá ter filhos, mas e se estas não quiserem ter filhos? Casar, ser boa dona de casa já não é mais prioridade na vida de uma mulher, nem fará com que se sintam realizadas.

Cada uma com seus planos e prioridades, o que não podemos é generalizar. Assim como há homens de 40 anos que não estão nem ai na palavra matrimonio, e todos acham supernatural!

O que quero dizer é, se bem que posso mais uma vez estar tentando dizer nada, posso apenas estar escrevendo por simples revolta de não ser compreendida, por ser vista como ninfomaníaca e isso afugentar muitos possíveis bons relacionamentos, ou ser vista como “aventura de uma única noite”. Que mau há em ser aventura de mais de uma noite?

Isso é um blog caramba, eu posso falar o que eu bem quiser, um dia se eu chegar a escrever em revistas como NOVA, GLOSS ou até mesmo Men’s Helth (que eu amo ler) eu pratico o jornalismo em terceira pessoa, mas aqui eu posso colocar a boca no trombone e dizer: eu penso, eu falo, eu vivo, e sou feliz assim!

O que agora eu quero mesmo dizer (sim acho que é isso que quero realmente lhes falar caros leitores) é que: parem de perder seu tempo julgando, e tachando, viva a vida! Não é porque uma mulher mais nova (na maioria das vezes) que sabe teoricamente mais sobre sexo que você que você não ensinará nada a mais pra ela (digo isso porque já ouvi esta desculpa também), ou que isso possa afugentá-los. Abram suas cabeças para a mulher do futuro, aquela que pode querer não casar, não ter um relacionamento muito serio, ser independente e ter um cãozinho ou gato ao invés de ter um filho. Este é o mundo de hoje. O mundo prático, rápido e instruído.

Freak Butterfly.

A garota de programa dele!

1847247

Todo rapaz sente a fantasia de transar com uma garota de programa, não se assuste isto é normal.

Depois de ver que um dos artigos mais lidos é “Truques de profissional na cama”, resolvi dar mais umas dicas para você se tornar a garota de programa perfeita, para ele, claro.

Não, não estou aqui para fazer apologia à prostituição ou para criticar o trabalho delas, só estou aqui para dar uma forcinha para algumas garotas apimentarem sua relação e realizar a fantasia da maioria dos homens.

Saiba quais as regras de ouro de uma profissional do sexo nota 10:

· Não ter pudores: nenhuma garota de programa pode sentir pudor, se o cliente pedir uma “chuva dourada”. Então não sinta pudores com as idéias malucas do seu namorado, como gozar nos seus seios, aja como se isso fosse uma idéia genial dele.

· Não ter frescuras: homens detestam garotas cheias de não me toque, se quer realizar esta fantasia dele, deixe sua frescura de lado e entre no jogo.

· Construir um acervo de acessórios e fantasias: é para entrar no jogo de vez você deve ter um arsenal de fantasias e objetos eróticos. Camisinhas, gel, lubrificantes, lingeries e também fantasias sexuais. Ligue para ele numa tarde, seja ousada, pergunte o que vai querer para o jantar. Descubra as fantasias dele, e se prepare de noite, quando ele chegar em casa esteja pronta dentro daquela fantasia de bombeira, ou escoteira que ele tanto gostaria de ver.

Enfim, entre no jogo, seja sensual, sexy e feminina. Um grande problema que as garotas enfrentam é falta de auto-estima, por causa da celulite, estrias ou a gordurinha a mais. Mas vou lhes falar, deixe isto de lado, saiba que por causa da sua insegurança está perdendo preciosos momentos com seu parceiro, e estas paranóias acabam afastando quem realmente nos vê como perfeitas.

Não são as modelos do Victoria’s  Secret que vai pra cama com ele a noite e sim  você. Então seja ousada, seja sexy, sinta-se assim, quando nos olhamos no espelho e dizemos a nos mesmos que somos sexy e o quanto ficamos gostosas naquele espartilho novo de renda preta que comprou para usar pra ele. Verá que ele a notará da mesma forma, pois quando estamos bem com nós mesmos, os outros passam a notar isto.

E para os rapazes, converse com sua garota, deixe as criticas de lado e passe a elogiá-la mais. Se ela estiver bem, vai se render mais facilmente aos seus joguinhos sexuais.

Divirtam-se!

Freak Butterfly.

*imagem: http://img.olhares.com/data/big/184/1847247.jpg

Entrevistando: Os azuis!

Achou que eu havia me esquecido de vocês? Claro que não! Fim de semana é fim de semana, e eu precisava de um descanço, mas esta semana estou cheia de artigos quentíssimos, fiquem atentos.

Mas hoje estou aqui com Os Azuis, vindo diretamente do Rio de Janeiro, para que vocês possam conhecer e curtir um pouco de rock ‘n roll. A entrevista é do site: www.oceaniarock.com na coluna Boteco Musical, e aqui vocês confere na integra!

Freak: Olá tudo bem?

Tomé: tudo maravilhoso, e você?

Freak: Otimo, graças a Deus! Bem, vamos com aquela pergunta praxe, como surgiu “Os Azuis”?

Tomé: Os Azuis sempre tiveram aí, acho que você que não tinha percebido ainda (risos)! Agora sério. A banda se formou por amigos que sentiam falta de um rock and roll um pouco mais autentico e resolveram tentar solucionar o problema!

Freak: Como foi a escolha do nome, estes dias conversava com um colega sobre a dificuldade que está escolher um nome pra banda, devido o fato da quantidade de novas bandas no mercado.

Tomé: Os Azuis é um nome que surgiu do nosso desejo, e quase obsessão, de termos um nome curto, simples e direto. Que representasse de forma clara o nosso som. E é o único nome que poderíamos ter. Ouvindo nosso som você entende o porquê: o nome é ótimo. Resumidamente é isso.

Freak: Podemos notar que as musicas são um tanto quando sexuais, o que os inspiram escrever sobre isto?

Tomé: não sei se “sexuais” seria o termo certo. Muita gente diz isso. Mas não concordamos. Diria que as letras são apaixonadas. Letras de amor.

Greco: sexual é o som que a gente tira daqueles instrumentos!

Freak: O que vocês acham do clichê: Sexo, Drogas e Rock ‘n Roll? Ele permanece vivo ainda nos dias atuais?

Tomé: claro que sim, se não porque isso tudo?

Freak: Vocês me disseram que reformularam os sons da banda, qual foi à mudança?

Tomé: dissemos? É a gente fala demais, às vezes.

Greco: o que muda é que cada hora que passa a gente fica melhor.

Freak: Quais os planos de vocês para o próximo ano?

Tomé: conquistar o universo.

Freak: Voltando um pouco a falar sobre as músicas e entrando nos show, como são os shows de vocês? E rola muito assedio?

Tomé: são shows quentes, que não são pra te deixar parado! E o assedio hoje rola, mais do que rolava ontem, isso posso dizer com certeza.

Greco: e menos que amanhã.

Freak: Em uma outra oportunidade onde entrevistei vocês, haviam me dito que estavam terminando de mixar o disco de estréia que seria intitulado como “A gente ama você!”, e então, lançaram o cd, como está a agenda de show?

Greco: Aquele cd chegou a ficar pronto, mas rolou um assalto no estúdio que estávamos mixando e levaram todos os computadores com as masters. Ficamos um pouco chocados por um tempo, mas em fevereiro voltamos para outro estúdio, e a real é que estamos entrando na fase de mixagem e muito em breve você encontrará nosso disco de estréia, com 15 músicas, numa Internet mais perto de você! A diferença é que não vai mais ser “A Gente Ama Você!” …

Tomé: o titulo foi simplificado pra “Os Azuis”, lançamos o clipe da musica “Não Adianta Negar” que está sendo muitíssimo bem visto no YouTube e está à duas semanas direto na programação da MTV. Depois do clipe a agenda de shows aumentou um bocado, temos vários shows marcados, todos no Rio, por enquanto, voltamos de Belo Horizonte semana passada, aonde participamos do festival GAS Sound que vai ao ar todo domingo às 20:00 horas pela Rede TV…foi maravilhoso!

Freak: Uma coisa que pergunto a todas as bandas, para saber qual a visão de cada um em relação ao rock, como vocês vêem a cena do rock ‘n roll no país?

Greco: Nós não conhecemos a cena do país inteiro, mas sabemos que por mais legal que esteja não é nenhuma maravilha. Somos fãs da cena de São Paulo, e fomos informados pela produção do GAS Sound que a eliminatória de BH foi a que teve mais bandas inscritas no país, então deve ter uma cena lá, ouvimos de bandas amigas maravilhas do Nordeste e esperamos tocar por lá muito em breve! A cena no Rio de Janeiro praticamente não existe, tem muito pouco interesse da parte do público mesmo de conhecer coisa nova. A galera só vai ao show dos amigos, e não dança pra não se desarrumar, neguinho tem medo de ficar suado num show de rock, olha o absurdo! Além disso, os produtores da cidade são os mais ignorantes que já trabalhamos, com pouquíssimas exceções, são uns bitolados que cobram caríssimo visando lucro, e nunca enchem uma casa de show, porque neguinho não é otário de pagar 15 reais pra ver duas bandas desconhecidas, e sempre fazem eventos com as mesmas bandas, mas acreditamos que tudo isso vai mudar, já tem muitas bandas se juntando e correndo atrás por conta própria, porque tem muita banda boa pra caralho na cidade, só falta nos unirmos e acabarmos com esse sistema que puxa a cena carioca pra traz.

Tomé: mas não somos pessimistas e acredito que tudo dará certo pr’Os Azuis e pro país!

Freak: E falando em rock ‘n roll, o mundo hoje é cheio de rótulos, vocês possuem algum rótulo, um gênero dentro dos milhares do rock ‘n roll?

Tomé: gênero Rock and Roll. Não temos rótulos, mas que isso não se transforme em rotulo, ok? Não somos contra nada, como já dito anteriormente! A gente prefere o amor, certo??

Freak: Qual a mensagem que Os Azuis querem passar para o público?

Tomé: uma mensagem que já foi dita antes: aí cara, se divirta, sai de casa, faz uma banda, vai jogar bola! Arruma uma namorada!

Greco: ou várias, você que sabe.

Freak: Bom, gostaria de agradecer novamente por esta oportunidade de comparar até mesmo como a banda estava no ano passado e hoje. Gostariam de encerrar com algo?

Tomé: Claro!! Obrigado a vocês, um prazer enorme pr’Os Azuis!! Uma nota final: assistam ao nosso clipe e compareçam aos shows!! Rock!!

Você encontra a banda no: http://www.myspace.com/osazuis

Por hora é isto! Escutem o som da moçada e se divirtam!

Freak Butterlfy

Mudar Machuca!

Mudar dói!

Hoje não vim aqui falar de coisas costumeiras das quais vocês adoram ler! Sim notei pelo numero de visitas em determinados temas, hoje vim falar do que eu realmente sinto… Uma perda, uma frustração, uma enorme decepção… Por mim mesma!

No final de novembro de 2007, fui para Curitiba na esperança de ser aceita em uma cidade da qual, apesar de tudo que passei, ainda gosto. Passei no vestibular e achei que tudo iria bem… Mas não foi, insucesso em alugar um apartamento, fui parar em um pensionato estudantil (que é uma verdadeira bagunça, já que a dona só encherga notas de dinheiro ao invés de pessoas), mas foi bom, conheci pessoas das quais jamais irei esquecer.

Passei por muitas coisas, diria que mais baixos do que altos, mas sei que ao voltar para os braços da minha família irei ter momentos altos. Bem, isto é o que espero.

Mas eu mudei! E são mudanças das quais fará com que eu não me enquadre na cidade quadrada da qual eu nasci.

Em Curitiba eu me sentia comum, e gostava de ser assim, em Porto Velho eu sou a POSER, a estranha, aquela que ninguém leva a sério e que têm muitos invejosos ao redor. Eu sei que pode parecer que estou me achando, mas o mundo é assim, e por mais que no meio de tantos sorrisos ao meu lado, sei da hipocrisia destes mesmos sorrisos que zombam do meu jeito estranho de ser.

Já ouvi uma vez que na vida a dois tipos de pessoas, as idiotas e os invejosos. Os idiotas lhe amarão daqui cinco anos, os invejosos nunca. (O Libertino)

Eu creio que seja exatamente assim!

Eu não consegui meu espaço, ninguém me deu esta oportunidade lá, não deixaram provar e mostrar do que eu poderia ser capaz.

Me colocaram na lama e como verme rastejei embusca de um sentimento maior, e não o obtive também. Meus insuscessos se tornaram aprendizados! Um dia eu irei retornar, de cabeça erguida, não para ficar (bem isto não posso prever), mas para rever aqueles que eu realmente amo, e cuspir naqueles que me usaram como uma boneca de plástico que não tem sentimentos, um ser inanimado, e não sou. Tenho mais sentimentos do que qualquer um que conheci.

Sempre fui intensa! Sempre fui egoísta e também tentei afastar nos ultimos dias uma pessoa de mim, tentando ser cruel. É tudo uma forma de proteção. No fundo sou tão frágil como uma boneca de porcelana.

Pensem no que lhes digo caros amigos, não julguem as pessoas pelo local de onde vieram, preconceito é uma coisa tão antiquada, e vocês que se julgam modernos deveriam parar de olhar para seus rabos de ouro e ver que há um mundo bem maior do que aquele que gira entorno das suas coroas.

Amigos, sentirei saudades de ser mais um entre milhões.

Não sei como será voltar pra casa, não sei se suportarei a pressão… Sim, eu não sou uma pessoa de ficar calada, e também de controlar os nervos, tenho milhões de cicatrizes e cada uma tem sua história. Parece coisa de emo, mas eles sim são poser, o meu é puro estado insâno.

Voltarei a escrever as coisas que vocês gostam de ler. Sei que muitos não irão ler este texto, preferem os que tem títulos sexuais.

Agora é a hora de virar o jogo…

Beijos queridos,

Freak Butterfly