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Justine – Terremoto na Rotina (parte final)

As duas riram e foram até a mesa. Finalmente Justine conseguiu olhar os rapazes, agora ela havia entendo o motivo do alvoroço das mulheres do bar, sem dúvida Vitor e seu amigo eram os homens mais lindos do amamigasbiente. Logo Amanda agarrou seu homem. Vitor era alto, branco, olhos azuis, tinha cara de menino, com os braços tatuados e um topetinho nos cabelos loiros. O outro era o oposto, parecia um italiano, pele clara, cabelos negros, olhos escuros, nariz um pouco avantajado, mas sem duvida era de uma beleza exótica, braços e pescoço tatuados, gel nos cabelos penteados para trás, a muito Justine não via uma coisa daquelas.

Ambos estavam de calça do tipo social, pouco largas, diferente dos demais que estavam de jeans mais justos ao corpo, estavam de all star, Vitor usada uma camiseta preta com uma estampa old school, e o amigo de regada branca.  Justine disfarçadamente, retirou a aliança e enfiou na carteira.

– Deixe-me apresentar minha amiga, Justine este é Vitor – disse Amanda apontando para o rapaz ao lado.

– Olá, prazer – disse Justine ao cumprimentá-lo com dois beijinhos na bochecha.

– E este é o amigo dele…. Desculpa qual seu nome?

– Pépe – disse o rapaz estendendo a mão para Justine.

– Prazer… – Justine retribuiu o aperto de mão e pela primeira vez em muito tempo se sentiu constrangida.

Sentaram-se à mesa, o som era gostoso, o ambiente razoável, já que as mulheres não saiam de cima. Pépe levantou, olhou para Vitor e disse:

– Já volto, vou no bar… Alguém quer algo? – perguntou friamente.

– Meninas? Querem algo? – perguntou Vitor olhando para as duas.

– Acho que cerveja… – disse Amanda pensativa – pode ser Ju?

– Claro! Sim claro! – respondeu Justine ao ser arrancada de seus pensamentos.

Depois de quase meia hora Pépe voltou com as cervejas, estava mais risonho e com o semblante mais extrovertido.

– Desculpem a demora, fiquei conversando com o “negão” no bar – disse enquanto coloca as cervejas na mesa.

– Então Justine, você é sempre caladona assim? – perguntou Vitor com tom de sarcasmo.

– Depende da ocasião – respondeu Justine sem graça.

– A Mandita falou demais de você.

– É que ela sofre de amor platônico por mim, mas eu já disse que não rola – as duas riram.

– Meu Deus, não sei se isso seria um pecado ou o paraíso! – exclamou Vitor se deliciando em pensamentos.

As duas continuaram a rir. Pépe ainda estava estranho e Justine encafifada se achando o motivo daquela frieza toda. O barman se aproximou, era um bilhetinho para Pépe, ele leu, sorriu, olhou para o lado, uma loira monumental o olhava sem mesmo piscar, ele colocou a mão na face e continuou a rir.

– Olha ai, Pépe já está fazendo sucesso!

– Acho que ele é O sucesso desde que chegou – disse Amanda rindo.

Pépe apenas riu. Justine se levantou e disse para a amiga:

– Vamos comigo até o banheiro?

– Claro! Já volto baby – disse ela ao beijá-lo.

– O que foi Ju? Não gostou daqui? Não curtiu os meninos? Ta toda jururu.

– Acho que o Pépe que está incomodado comigo, desde que agente chegou ele está todo sério, meio frio, odeio isso, me sinto uma.. Sei lá o que, apenas odeio.

– É ele está mais sério, mas vai ver que é tímido.

– Tímido Amanda? Tenha dó né, tava todo, todo com as garotinhas. Acho que to empatando o coitado, melhor eu ir.

– Bem, não sei o que houve, vamos voltar pra mesa, se você se sentir mau, tudo bem, não precisa ficar forçada, mas gostaria que curtisse a noite, tem vários outros gatinhos, logo rola uma banda e nós vamos dançar.

– Ok! Vou ficar um pouco mais.

As duas estavam saindo do banheiro, enquanto outras duas meninas, a loira do bilhete e uma baixinha morena riam e falavam alto.

– Você viu? Você viu? – perguntava a loira animada.

– Ele não é divino? Mas o barman disse que ele pediu pra dizer que tem uma garota já – comentou a morena.

– Não acho que seja aquela que está com ele, eles se cumprimentaram com as mãos, que horror, nunca ao perder de dar uns beijinhos nele – concluiu a loira rindo.

Justine revirou os olhos e seguiu para a mesa.

– Demoramos? – perguntou Amanda animada.

– Eu já estava até ficando com saudades – respondeu Vitor enquanto a beijava.

– Então Justine, está gostando do bar? – perguntou Pépe.

Justine ficou calada por alguns segundos sem saber se era com ela mesma.

– Então…?

– Sim, a muito não ia a bares assim, aliais, faz tempo que não saio.

– Por isso não te vi antes por ai… Eu na verdade sou novo por aqui.

– Tá explicado…

– O que?

– O motivo dessas menininhas estarem em alvoroço, carne nova no pedaço… – sorriu sem graça ao fim do comentário.

– É… Pode ser, mas não curto “menininhas”, gosto de mulher… Tipo você!

A face de Justine ficou rubra, mas entre suas pernas ela sentiu um pequeno calor exalar.

– Pois é, então você morava onde?

– Estava na Europa trabalhando, morei em vários lugares, mas minha família é da Itália, aliais meu pai é italiano e minha mãe brasileira, então morei aqui até meus 15 anos, depois fui desbravar o mundo… Mas gosto daqui, não sei porque, simplesmente gosto.

– Meus avós são italianos, tenho muita vontade de ir conhecer a cidade natal deles.

– Qual é?

– Nápoles.

– Quem sabe um dia não vamos juntos – Pépe sorriu e de um piscadela.

– Isso é um convite?

– Com toda certeza!

Os dois ficaram conversando por um longo tempo, Pépe recebeu dezenas de bilhetinhos, Justine já nem se incomodava mais, ela achava graça de tudo aquilo. Ele era um homem muito interessante, viajado, amante de boa musica, ela estava vidrada pelo conjunto.

– E então… – disse Pépe ao se aproximar da face de Justine,

– Então o que? – questionou Justine com os lábios trêmulos.

Pépe se aproximou ainda mais, sentindo-a ofegar, era quente, o hálito gostoso, ela não resistiu ao jogo e o beijou. Sem duvida era um beijo de tirar o fôlego e matar de inveja todas as meninas do bar.

Justine sentiu um calorão tomar conta de seu corpo, suas pernas já não a pertencia mais, pela primeira vez em meses ela perdeu o chão. Pépe ficou sem ar, sem perder tempo, se aproximou do ouvido dela e sussurrou.

– Não queria me apressar, mas depois desse beijo, preciso perguntar, quer ir até a minha casa?

Justine recuou por um instante, o olhou, olhou para Amanda que logo entendeu o que estava acontecendo e acenou para a amiga seguir em frente, ela voltou a olhar para Pépe que apoiou uma das mãos em sua coxa.

– E então?

– Bem… Ok!

Despediram-se de Amanda e Vitor, Pépe fez questão de segurar Justine pela cintura enquanto atravessavam a multidão de meninas decepcionadas, do lado de fora, decidiram que ela o seguiria de carro.

No caminho Justine começou a ficar nervosa, suas pernas tremiam, ora de ansiedade ora por lembrar do beijo. Pouco depois o carro de Pépe parou, ele deu seta e entrou em um prédio, Justine o seguiu, era em enorme condomínio com vários prédios, o dele ficava próximo a um bosque, ele entrou no subsolo e estacionou, desceu e fez sinal para ela estacionar na vaga ao lado.

Ele abriu a porta do carro dela e a puxou contra o peito dele dando-lhe mais um beijo, os dois caminharam até o elevador, e enquanto subiam até o andar dele, ambos riam e brincavam, era como se já se conhecessem a tempos.

O apartamento dele era simples mais bonito, tudo era preto, branco e cinza, cheio de livros, DVD’s, discos, posters pelas paredes e um violão no tapete da salinha e o que mais lhe chamou a atenção foi o telão com retroprojetor.

– Quer assistir algo? – perguntou Pépe vendo a curiosidade estampada na face de Justine.

– O que me sugere?

– Comprei um DVD novo do Johnny Cash, ta afim?

– Agora, nossa sou apaixonada por ele.

– Somos dois. Pera ai que vou pegar, ta no meu quarto. Fica a vontade, quer beber algo?

– Aceito!

– Eu tenho cerveja e whisky… E suco de maracujá light – risos.

– Whisky ta bom!

Pépe foi em um pé e voltou no outro. Entregou o whisky para Justine, colocou o DVD pra rodar e sentou-se no sofá. Justine sentou-se ao lado e começou a beijá-lo. Em poucos minutos ela já estava por cima dele.

As mão de Pépe percorriam por todo o corpo de Justine, ele tirou o belerinho de rendas e baixou o zíper do vestido deslizando os dedos por sob cãs costas, seus lábios caminharam entre o pescoço e os seios rijos dela. Logo ela se levantou e deixou o vestido cair, de pé enfrente ao projetor ao som de “Hurt”, se despiu. Pépe se levantou, tirou a camisa exibindo o tórax tatuado e ao terminar de se despir, atracou Justine, dois corpos quentes, ele a beijou enquanto a empurrava até a parede, o fogo aumentou e os dois se entregaram ao prazer, ele a colocou de frente para a parede, afastou as pernas e a penetrou, ela gemeu, ele suspirou.

– Deus, pequena como você é gostosa!

Justine estava ofegante, não dizia nada, tudo que saia de seus lábios apertados contra os dentes eram gemidos.

As imagens passeavam sob seus corpos nus e em ritmo acelerado, Pépe colocou uma das mão no grelinho de Justine e começou a acariciá-lo.

– Meu Deus isso ta tão bom! – sussurrava Justine.

– Gosta safadinha?

– Sim, sim! Me faz gozar, quero gozar gostoso. Mete, mete na sua safadinha.

Ele mordeu o ombro dela e um arrepio diferente surgiu, um sorriso sacana lhe estampou a face, o calor subiu e suas pernas tremeram, um gemido gostoso escapou de seus lábios, ao ouvi-lo, Pépe não resistiu e também gozou. Ele a abraçou novamente, e permaneceram ali, juntos na parede até “I Won’t Back Down” acabar. Justine estava satisfeita e sentiu o calor da paixão acender em seu peito novamente.

Freak Butterfly.

Efeito Primata – Tocando o terror no Acre

É meus caros, ao contrário do que muitos pensam, o Acre existe sim, e foi para lá que meu ônibus do terror parou. Parece uma ilusão, mas ainda por cima Rio Branco (a capital) é uma cidadezinha bonitinha, limpa, cheia de guardas, revitalizada, diferente de Porto Velho, mas nem da pra comparar em tamanho e a cidade tem um projeto chamado “Floresta Digital”, onde você se cadastra e entra na internet onde estiver direto do seu computador! (e você achando que ali era a ilha de Lost?!)

Bem, mas não da pra ser perfeito, apesar de ter um dos melhores festivais de musica da região norte, o Varadouro, Rio Branco deixou a desejar em uma série de outros quesitos, como por exemplo, a alimentação, além de cara, tudo é apimentado (minha gastrite ta quase uma ulcera) e cara, até em Curitiba eu gastei menos em alimentação e como melhor. A cidade possui Lei Seca, e os bares fecham às três horas da manha (antes era meia noite).

E foi nesse embalo de bares que fomos farrear e caímos no The Rock Bar, um lugar pequeno mas gostoso que fica na famosa “Gamelera” (não me perguntem o que significa por favor). O lugar não estava cheio, mas logo nossa comitiva se fez presente e lotamos o lugar. Outra coisa que devo dizer de Rio Branco (os acreanos que me perdoem) é que há muitas mulheres (ta isso só é uma reclamação para mim) e homossexuais (nada contra como todo munda sabe eu tenho vários amigos que são, mas sobre como é, eu sou mulher, e solteira, nada mais justo do que se tivessem homens).

O tratamento é excelente, e a cerveja vinha com veuzinho, mas eu não bebi, porém desta vez não bebi porque não podia. Várias cervejas, algumas doses de vodka e UMA garrafa de tequila!

Nunca em toda minha vida vi uma garrafa secar tão rápido, pelo que me recordo, em pouco mais de dez minutos não restava nada. Como muitos sabem, essa é uma bebida que martela a cabeça, então o resultado foi imediato, logo o grupo dos “coloridos” se multiplicou, e nem precisou tocar Lady Gaga pra descobrirmos isto.

Eu não consigo parar de analisar uma coisa, como regredimos ao beber, por que o álcool afeta tanto assim as pessoas? Eu bebo pra me soltar, mas há aqueles que bebem por que… Porque eu não sei! Claro que não sou santa, mas eu nunca vomitei num bar (só no banheiro ou fora dele próximo do carro). Outra coisa é que os instintos sexuais afloram, as pessoas se tornam “caça” ou “caçador”.

Se foi divertido? Demais, dancei, cantei, quando a banda começou, eu desanimei porque era muito parada, ficamos concentrados nos fundos do bar onde há um ruína toda grafitada, ali onde ouvi coisas absurdas, engraçadas, convites, transformações de identidade, tinha gente que já tinha medo de atravessar o arco que levava a ruína. Eu ri demais, nunca ri tanto em uma viajem, como nesta.

O mais legal era que precisávamos pular um muro par voltar pro alojamento que já estava traçado, mulheres de vestidos pulando muro para a alegria dos vigilantes do prédio da frente, polícia passando, foi pura emoção. Gostaria de ter permanecido acordada para ver como aqueles que tomaram a garrafa de tequila fizeram para pular, pelo que ouvi no café da manhã, alguns chegaram gritando, derrubando tudo, graças ao meu rivotril, eu não ouvi, pois já havia perdido a noite passada dentro do ônibus, não podia perder mais uma, afinal, eu fui pra um congresso, com palestras e cursos, tinha que ter ao menos um pouquinho de disposição.

O congresso acabou, mas eu não consegui deletar uma virgula do que aconteceu, hoje quando ando pela faculdade, nem ao menos vejo as pessoas com quem viajei, ou as vejo juntas, é como se nada tivesse acontecido, é como estar em Las Vegas, o que acontece ali, fila ali. Acho que nunca mais seremos esquecidos naquele lugar, realmente colocamos fogo no “puteiro” (no bom sentido da coisa claro). E mesmo sóbria meu lado Gloria Kalil entrou em ação.

Por favor, esquadrão da moda, vá conhecer Rio Branco!

Freak Butterlfy

  • · P.S.: Quero deixar claro que não quis, de forma alguma ofender nem denegrir a imagem de nada nem ninguém.

Branco ou Tinto Lança Vídeo Clipe

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Vocês já puderam conferir anteriormente uma entrevista com a banda de Cuiabá Branco ou Tinto, conheceram o som e agora poderão conhecer um pouco mais dos passos dados por estes três rapazes, a gravação do seu primeiro vídeo clipe. Confira agora como foi dar este outro grande passo, e é claro veja o clipe, que vale a pena.

 

F.B.: Quando lançou o vídeo clipe?

B.O.T.: O video-clip foi lançado dia 2 de maio no Caverna’s Bar em Cuiabá e alguns dias depois, mais precisamente no dia 8 de maio, já estava disponível no YouTube.

F.B.: Quem produziu?

B.O.T.: A produtora Terra do Sol estava procurando artistas locais para produzir alguns video-clipes e nós tivemos a felicidade de ser escolhidos. A produção ficou por conta de Paulo Traven, da própria Terra do Sol e Elaine Santos do Instituto Mandala. A direção do clipe ficou por conta de um dos maiores cineastas de Cuiabá, Léo Sant’Ana.

F.B.: Gravar um cd é um grande passo, e este, vocês já deram. Gravar um clipe é mais uma passo desta longa jornada, qual será o próximo passo que pretender dar?

B.O.T.: Na verdade, ainda não gravamos nosso CD completo (LP). Gravar esse clipe foi realmente um grande passo na nossa carreira, que vai completar dois anos em agosto. Nosso próximo passo é gravar nosso primeiro CD.

F.B.: Todo mundo que trabalha no meio musical sabe que não é fácil gravar um vídeo clipe que seja bem produzido como pude notar no de vocês, da onde surgiu a idéia e de quem foi o apoio?

B.O.T.:A idéia partiu do diretor Léo Sant’Ana. Ele é um dos proprietários da Terra do Sol Filmes como dissemos anteriormente, eles procuravam artistas locais para gravação de clipes. Ele é fã confesso da banda e tivemos a felicidade de ser escolhidos para realizar este trabalho com ele. Financeiramente não tivemos apoio de ninguém, tudo o que vocês viram no clipe foi feito com nossas próprias mãos e criatividade. Foi uma produção de qualidade com baixíssimo custo.

F.B.: O clipe tem vários quadros (cenas) que demonstram a confusão e a correria do dia-a-dia, seria isto que vocês gostariam de passar? Qual seria a mensagem da musica e do vídeo?

B.O.T.: Sim. Queremos mostrar que muitas vezes as pessoas têm um dia tão cheio, tão corrido, tem muitos amigos, namorada, mas por dentro elas se sentem vazias, sem alegria.

F.B.: Porque entre tantas outras musicas, vocês decidiram gravar esta?

B.O.T.: É uma música que já vinha sido trabalhada durante algum tempo e sem dúvida, é uma das melhores composições que já fizemos. Apostamos muito nessa música. Foi produzida por um dos melhores guitarristas e produtores de Mato Grosso, Danilo Bareiro.

F.B.: Pode-se notar que cada ambiente do clipe tem uma cor para cada um dos músicos, o que seria isto?

B.O.T.: Quisemos diferenciar os ambientes de acordo com cada situação. É como se a banda dividisse um apartamento. O azul ficou com o Thiago, pois está sempre rodeado de amigos. O branco ficou com o Tubarão, que está sempre com a namorada, está sempre em paz, tranqüilo. O preto ficou comigo, que até mesmo na vida real, muitas vezes prefiro ficar sozinho, compondo, tocando.

F.B.: O clipe tem algumas cenas sensuais do baterista com sua namorada se “amando”, foi difícil pra eles gravar cenas intimas assim?

B.O.T.: Ele ficou um pouco nervoso no dia sim. Mas no fim das contas foi muito divertido, tanto pra quem estava assistindo as gravações, quanto para ele e a garota que fez as cenas.

F.B.: Vocês já tiveram a chance de saber a reação dos fãs, a opinião das pessoas, como o trabalho de vocês esta sendo visto pelo publico, já tem alguma noção disto?

B.O.T.: Tivemos uma boa noção disso no dia do lançamento do clipe. Após a exibição do clipe, fomos muito aplaudidos. Quando começamos a tocar ‘Confissão Sem Culpa’ o público vibrou muito. Também podemos notar pelos comentários feitos sobre o clipe no YouTube. Tudo está sendo muito positivo até agora. O clipe vai entrar na programação da TV União no próximo mês, canal aberto para todo o país, isso nos dará uma projeção nacional. Em breve poderemos sentir ainda mais como será a reação do público.

F.B.: Eu queria agradecer a participação de vocês e deixar o espaço aberto para convidar os leitores, passar seu recado, agradecimentos, seja o que for o espaço é de vocês.

B.O.T.: Poli, nós é que agradecemos o espaço e o apoio que você sempre deu pra gente, desde o início de nossa carreira. Gostaria de convidar todos os leitores para que assistam nosso videoclipe e confiram essa produção. Tá no YouTube, é só procurar por ‘Confissão Sem Culpa’ que irão encontrar fácil, e também que visitem nosso MySpace (www.myspace.com/brancooutinto) que sempre tem bastante novidades sobre a banda. Quem quiser contratar a banda pode ligar para (65) 9955-4400. Muito obrigado a todos e fiquem com Deus.

Bem pessoal esta foi a Branco ou Tinto. Fiquem ligados nestas férias para conhecer muitas outras bandas.

Entrevistando: Chernobillies

 

Então pessoal, depois de algum tempo sem atualizar, volto aqui com estrevista, pra quem não conhece o Psychobilly, ai vai uma otima pedida, leiam e apreciem uma banda nacional.chernobillies_divulgacao01

 

F.B.: Há quanto tempo à banda está na estrada?

G-Lerm: Começamos a ensaiar no final de 2001, e a fazer shows em 2002. Então nesse mês estamos fazendo 7 anos de banda.

F.B.: Como surgiu esta idéia de uma banda de psychobilly?

G-Lerm: Bom, todo mundo na banda é psychobilly, compra discos de psychobilly, sai à noite pra ouvir psychobilly e se encontrar com psychobillies, então, quando montamos uma banda psycho, não foi uma idéia assim das mais criativas.

F.B.: Muitos estilos musicais são como uma filosofia de vida, um modo de se viver, há isto no psychobilly?

G-Lerm: O acho que o psychobilly é muito mais  um modo de se viver do que um estilo de música, até porque hoje em dia na musica você tem bandas psycho que são tão diferentes que um leigo jamais diria que fazem parte do mesmo estilo musical.

F.B.: Voltando a falar sobre a banda, houve uma pausa nos trabalhos da banda, quanto tempo ficaram fora dos palcos?

G-Lerm: Quando o Fred, que era o baixista original deixou a banda, ficamos um ano completamente parados, do final de 2007 até o final do ano passado, quando o Beavis, que era baixista do Voodoo Stompers veio de São Paulo pra assumir o baixo dos Chernos. Levamos um tempo pra ele pegar as musicas e adaptarmos elas para o baixo acústico, já que o Fred usava o elétrico, até voltarmos a tocar ao vivo.

F.B.: Quantos álbuns vocês já lançaram?

G-Lerm: Lançamos em 2004 uma demo de 10 faixas, chamada “Are you ready to rock?!?!” e participamos de algumas coletâneas, como o tributo ao Frantic Flintstones, que foi lançado na Alemanha pela Red 5 Records. Atualmente temos na manga musicas pra fazer uns 2 discos. A gente sabe que já demorou demais pra sair um (ou dois) primeiro disco “oficial”, mas também não queremos lançar nada que seja meia boca. Estamos vendo agora um esquema legal, acho que mês que vem já começam as gravações e ainda antes do meio do ano teremos um disco bom na mão, daí é achar alguém disposto a lançar.

F.B.: Fale sobre as músicas, onde buscam inspirações para as letras?

G-Lerm: Acho que, como todo mundo, nas coisas normais do nosso dia a dia. Mulherada, bebedeira, carros, monstros, religião…

F.B.: Qual a maior influencia da banda?

G-Lerm: Acho que a gente não tem nenhuma grande influência, algo que a gente queira soar parecido. O nosso som é resultado de tudo que a gente escuta, lê, assiste, imagina… Mas se você quiser saber que bandas a gente escuta, preferimos o psychobilly mais clássico, as bandas velhas, como Meteors, Guana Batz, Frantic Flintstones, Frenzy, Batmobile, Klingonz.

F.B.: Quais os planos da banda para este ano?

G-Lerm: Agora que voltamos à ativa de vez, a idéia é fazer shows, viajar o máximo possível, conhecer lugares e públicos novos. Isso e lançar o disco. Tomara que tudo de certo.

F.B.: Quais os próximos shows?

G-Lerm: Por enquanto estamos planejando 2 shows em Curitiba mesmo, um de aniversário da banda e outro que já está marcado, no Psycho Carnival.

F.B.: Nos últimos meses houve um crescimento significativo em fãs do gênero rockabilly, algumas pessoas vêem como modismo, o que você acha disto? Estaria o rockabilly se tornando moda?

G-Lerm: Já faz mais ou menos uns 10 anos que se comenta isso, e eu ainda não vi nenhuma banda psycho ou rockabilly tocando no programa do Faustão. Nem mesmo com clipes entre os 10 mais da MTV. Ou mesmo na programação normal. Todo ano aparece um monte de gente nova nos festivais, vão em um ou 2 e desaparecem do mesmo jeito que surgiram. Os que ficam mesmo adotam o estilo, fazem as coisas acontecerem, montam bandas e colecionam discos são poucos. Há 10 anos atrás tínhamos  um público de mais ou menos 100 pessoas nos festivais. Hoje temos 600, 700. É claro que rolou um aumento, mas ainda está bem longe de ser uma grande moda.

F.B.: Como você vê a cena deste gênero musical aqui no Brasil?

G-Lerm: É legal, o Brasil já é considerado um pólo psychobilly quase tão importante quanto Europa e Estados Unidos.  Muitas bandas de fora querem vir pra cá fazer shows, conhecer as pessoas. Em relação às bandas nacionais, acho que estamos melhores que nunca, muitas bandas, com características diferentes, boas bandas e bandas ruins, mas todas com um bom público e levando a sério o que gostam de fazer, e isso é o que importa…

F.B.: Vocês participam de um evento que ocorre no mês de fevereiro em Curitiba chamado Psycho Carnival, e este ano, vocês estarão presentes? O que seria este festival?

G-Lerm: O psycho Carnival já é considerado um dos maiores eventos do psychobilly no mundo, bandas e psychos  do mundo inteiro vem pra Curitiba passar o carnaval. É engraçado porque é uma cidade que não tem a menor tradição de carnaval, vai todo mundo pra praia, mas os hotéis centrais lotam de gente que vem para o festival, você anda pelo centro e só vê gente de topete. Esse ano vamos tocar, o festival promete, já que vai ter 2 bandas inglesas clássicas, o Klingonz e o Frantic Flintstones e mais um monte de outras bandas mais novas de fora, alem das bandas nacionais que por si só já fazem uma puta festa.

F.B.: Bem, eu gostaria de agradecer a você pela entrevista e deixar o espaço aberto para falar com nossos leitores.

G-Lerm: De nada, apareçam nos shows!

 

*Esta emtrevista está junto de muitas outras no www.oceniarock.com

Porto Velho CAOS (Cultura, Arte e Organização Social) ligando Rondônia com todo o Brasil.

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Rondônia está em fase de mutação. Com a chegada das usinas hidrelétricas muitas empresas estão vindo para cá, gerando empregos e girando a economia do estado.

Shopping, hipermercados, construtoras e varias multinacionais estão vindo para cá, fazendo com que este novo estado finalmente cresça.

E nomeio disto tudo surge à primeira Web Rádio Rock do estado, a Porto Velho CAOS, ao contrário do que muitos pensam, o “CAOS” não é de tumulto ou baderna, e sim da união cultural, arte e de trabalho social que está pequena rádio está trazendo para o estado e levando para o resto do país. Com um programa semanal transmitido através do site www.portovelhocaos.com.br ou www.pvhcaos.com.br às 20 horas de Brasília (já com o horário de verão) em uma programação divertida, com convidados locais e também de outros estados, música de boa qualidade e claro divulgando a cena do norte e quebrando paradigmas e preconceitos.

Vale a pena conferir o programa. Aí está uma web rádio que ainda vai dar o que falar.

Participe através do msn: portovelhocaos@hotmail.com pedindo sua música, mostrando suas idéias ou participando da programação.

Freak Butterfly.

*foto: Cid e Léo (apresentadores do programa)

Entrevistando: Branco ou Tinto

Em 2007 no meio do calor Cuiabano (MT) eis que surge Branco ou Tinto, que apesar de ser uma recém nascida, este trio composto por Welliton Moraes, Thiago Araújo e Marcos Tubarão já participou de festivais importantes do cenário independente como o Calango, Beradeiros, PMW Rock Festival entre outros eventos e agora concorrem ao premio de banda revelação pelo site Dynamite. Prestes a lançar seu novo EP, Welliton está aqui para contar a vocês um pouquinho mais sobre a banda e planos futuros.

Olá Welliton, como vai sei que estão na estrada e gostaria de agradecer por conceder está entrevista.

Welliton: Sim, hoje estamos em Rondonópolis, interior do estado. Fizemos nosso primeiro show aqui ontem (27/09), e foi simplesmente demais. Eu que agradeço a oportunidade e o espaço.

E então, já foi falado um pouco sobre a trajetória da banda ao inicio da entrevista, agora vamos falar do presente, como anda os projetos da banda?

Welliton: No momento estamos em estúdio terminando a produção do nosso mais novo EP que será intitulado Coração de Plástico. Uma das músicas que vai entrar nesse EP já ficou pronta e disponibilizamos ela como single no nosso myspace, se chama Confissão Sem Culpa. Nosso EP está sendo coordenado e produzido por Danilo Bareiro, um dos maiores músicos e guitarrista que Cuiabá já teve. Tivemos o privilégio de estar fazendo este trabalho com ele, dentro de um dos melhor estúdios de Cuiabá, Fabrika do Som. Também estamos com a agenda bem apertada, graças a Deus. Shows no interior, capital e estamos marcando shows em Sampa e Minas Gerais também.

Como você vê o cenário do rock no geral?

Welliton: Fervente, com muitas bandas boas surgindo a cada dia. Mas também vejo várias “personalidades” pregando um discurso furado, falando que luta pela cena, mas que infelizmente são os maiores responsáveis pela desunião e desagregação. Sem contar que existe muito conflito político. Ora, estamos aqui pra fazer música, não política.

Agora sobre a Branco ou Tinto, como surgiu o nome da banda?

Welliton: Branco ou Tinto é uma poesia de Fernando Pessoa, onde um homem está procurando pela dualização, procurando o sentido de tudo. O bem e o mal, a paz e a guerra, o preto e o branco, enfim, o ponto e o contra-ponto.

Como é que é concorrer a um premio tão desejado como o premio de Banda Revelação do Prêmio Dynamite de Musica? Vocês estão ansiosos?

Welliton:Nossa, está sendo uma experiência e tanto. Não esperávamos ser indicados e foi uma belíssima surpresa. Essa indicação abriu muitas portas pra gente, conseguimos muito apoio de iniciativa privada aqui em Cuiabá e está sendo muito bom. Sim, estamos super-ansiosos, apesar de saber que não vai ser nada fácil, afinal, a mais indicada a levar o prêmio é a Mallu Magalhães, que aparece na televisão todos os dias.

É a primeira vez que concorrem a um prêmio?

Wellinton: Não, essa é a segunda vez. Em abril desse ano, recebemos o Prêmio Hell City de música independente como Banda Revelação também.

Qual a bandeira que a Branco ou Tinto levanta?

Welliton: Não tem como não citar o velho lema criado pelos punks na época do Jello Biafra, ex-vocalista da banda punk americana Dead Kennedys. Faça você mesmo! Mas faça você mesmo literalmente, não é necessário estar ligado a algum coletivo ou instituição para se construir uma carreira sólida.

Como foi compor as músicas do EP Coração de Plástico?

Welliton: Foi um trabalho que já tem alguns anos, essas músicas já estão prontas desde muito antes de eu pensar em ter uma banda, com exceção de Canção de Terror, que compus junto com meus parceiros do B.O.T.

Quais os planos da banda para 2009?

Welliton: Lançar nosso primeiro álbum, um vídeo-clip e viajar muito.

E a agenda da banda?

Welliton:Como te falei antes, está bem apertada, em breve estaremos indo para Sampa e Minas Gerais. Também já temos possíveis datas na região sul do país. Espero que tudo se concretize logo.

Bem, eu quero agradecer novamente a vocês e deixar aberto para que mandem seu recado aos nossos leitores.

Eu que agradeço você mais uma vez, pelo espaço e oportunidade. Para a galera que ta sempre por aqui, peço encarecidamente o voto de vocês para nossa banda no Prêmio Dynamite, pois somos a única banda que atualmente reside em Cuiabá a ser indicada ao prêmio. Sem contar que não temos ligação com nenhum coletivo ou instituição, ganhar esse prêmio não vai apenas ser mais uma linha em nossa trajetória, mas pode marcar um novo ciclo nesse meio tão fechado que é hoje o tal “Fora do Eixo”. Muito obrigado a todos, e não deixem de acessar nosso myspace.com/brancooutinto e participar de nossa comunidade no Orkut. Beijos e abraços.

Por: Freak Butterfly

Para: http://www.oceaniarock.com no Audio Bar

Entrevistando: Chipset Zero

Olá meus queridos leitores, como havia lhes dito, hoje é minha estréia no site Oceania Rock e minha primeira conversa no boteco musical foi com a banda paulista Chipset Zero, da qual me concedeu o prazer, novamente de entrevista-los.

Veja aqui a matéria na integra. Leiam, apreciem o metal nacional e apóiem!

Freak Butterfly: Olá rapazes!

Jamil: Opa! Tudo jóia?

Freak Butterlfy: E então como anda a banda?

Jamil: Chipset Zero continua traçando seu caminho, tocando, fazendo contatos, ensaiando, produzindo musica e divulgando a parada!

Freak Butterlfy: E há quanto tempo à banda ta na estrada?

Jamil: A banda foi formada desde 1997… Então já temos uns bons aninhos (risos)!

Freak Butterlfy: E que bons aninhos não!? Bem, muitos os consideram como “new metaleiros”, o que pensam disso e qual o gênero que vocês classificam a banda?

Jamil: Não temos problema com isso, sempre fomos “alguma coisa” metal, isso mostra que de certa forma o nosso som sempre está “moderno” sem perder a pegada.

Freak Butterfly: Como vocês vêem o cenário do gênero industrial no país?

Jamil: Sinceramente, cena no Brasil é algo utópico…

Ayka: Cena mesmo não existe, o que existem são poucos que fazem eventos undergrounds e numa grande maioria que convida as bandas pra tocar e não querem nem pagar a gasolina do transporte… É triste, mas é a verdade!

Freak Butterfly: E como Vêem o rock ‘n roll, no geral?

Jamil: Como nosso país… Se arrastando, sobrevivendo apelas por quem ama mesmo este gênero.

Freak Butterlfy: Quais os planos da banda para o segundo semestre e para 2009?

Jamil: Tocar, tocar e tocar! Divulgar nosso trabalho e correr atrás das oportunidades. Também queremos fazer alguns vídeos-clipe das músicas para difundir mais nosso trabalho.

Freak Butterlfy: Qual a música de trabalho atualmente?

Jamil: Atualmente, a música que estamos trabalhando é a Metal Cage, é a música que abre nosso novo disco, que foi lançado oficialmente em maio deste ano.

Freak Butterfly: Quais bandas foram inspirações para vocês?

Ayka: Pantera, Meshuggah, Machine Head, M.Manson, NiN, Slayer, Sepultura (até o Roots), RxDxPx (Brasil e Anarkophobia), Metallica (até o black álbum).

Freak Butterlfy: Ótimas inspirações! Me diga quais bandas brasileiras vocês admiram?

Ayka: Brasileiras? Hum…. Nação Zumbi, é que única que eu me lembro agora.

Freak Butterlfy: E estrangeiras?

Ayka: A não sei, são várias! (risos)

Freak Butterlfy: Agora, desviando um pouco o assunto, qual o melhor momento da banda na visão de vocês?

Ayka: Isso é relativo… Temos ótimos momentos na historia do Chipset Zero que podemos ressaltar, a cada momento rola uma parada mais louca que a outra e acabamos que nos “acostumando” com esses momentos. Claro que podemos lembrar de alguns mais expoentes como o MusiKaos com Sepultura em 2001, tocar na argentina com Mortification, abrir pro Slipknot, show do varejão em Guarulhos ou a tour pelo Chile. Um ótimo momento também foi a gravação desse novo álbum, o Red-O-Matic, mas ainda acho que ótimas paradas ainda estão por vir e lógico que vamos desfrutar ao maximo (risos) como sempre!

Freak Butterlfy: Quais as próximas datas de shows?

Jamil: Temos duas datas fechadas. Dia 13 de setembro em Sampa no festival Fuck Machine, e dia 28 de setembro na Expomusic no estande da Sonotec, importadora de uma das marcas que nos patrocinam.

Freak Butterfly: Qual foi o show mais inesquecível?

Ayka: Chimera Festival em 2005 quando abrimos pro Slipknot… Sem palavras!

Freak Butterfly: No cenário musical do país, o que vocês acham que merecia mais destaque e o que merecia ser jogado fora?

Ayka: Mais destaque lógico para o rock e o metal sincero, brazuca, pois uma cultura underground que sobrevive mesmo sem recursos merece destaque. Temos várias bandas de metal e rock que são foda, um trampo realmente responsa.

Freak Butterlfy: Neste blog sempre escrevo muito sobre preconceito, então, o que vocês acham do preconceito contra as pessoas que curtem rock, tendo em vista que somos julgados como usuários de drogas, vagabundos que não querem nada com a vida.

Jamil: To cagando e andando pra este povinho movido a Rede Globo.

Freak Butterlfy: O que acham destas modinhas e desta enxurrada de bandas também modinhas que surgiu nos últimos tempos? É algo passageiro ou que veio para ficar?

Jamil: Nada! Isso é tudo montado… Logo passa!

Freak Butterlfy: O que vocês acham que uma banda precisa para permanecer em um mercado tão competitivo?

Jamil: Paciência, muita paciência (risos) e ser teimoso pra caralho!

Freak Butterfly: Uma banda é como uma família, e toda família há conflitos, vocês discutem muito?

Jamil: Às vezes brigamos sim, mas somos muito amigos!

Freak Butterlfy: Quais lugares do Brasil vocês gostariam de tocar?

Ayka: Todos! Queríamos viver tocando todo dia, mas isto é impossível neste país.

Freak Butterlfy: E o assedio de fãs?

Jamil: Normal, nem somos assim tão assediados. O lance é mais uma admiração pelo nosso trabalho e tal.

Freak Butterlfy: Vocês sofrem preconceito por serem músicos?

Ayka: Acredite, isto está mudando, aquela idéia que musico é vagabundo sempre pairou encima dos musicistas, mas é ai que entra você e mostra que faz a diferença produzindo um disco com qualidade, um show legal ou um bom clipe. E aqueles que tinham este conceito, quando vêem seu trabalho, passam a te enxergar de outra forma diferente e positiva. Portanto, se você é músico e incomoda os conservadores, quer dizer que você está no caminho certo da arte!

Freak Butterlfy: Além de músicos, vocês trabalham em outros ramos ou possuem outros projetos?

Ayka: Sim, trabalhamos. Eu também sou editor do site www.baixista.com.br e todos os outros tem atividades. O Tuba, por exemplo, tem um estúdio. Todos fazem trabalhos paralelos à banda para conseguir viver e pagar as dívidas que fazemos em nome da música, em nome do metal. (risos)

Freak Butterlfy: Gostaria de lhes agradecer e dizer que meu blog estará sempre com as portas abertas para vocês, boa sorte, e muito sucesso. Gostariam de dizer algo para encerrar?

Jamil: Agradecemos o convite e as pessoas como você que junto a nós, fazem o rock continuar!!!

Ayka: Muito obrigado pela força e apoio. Estamos na luta, nossa bandeira esta de pé. (risos)

P.S. – Não assistam TV, vocês verão a diferença!

Bem, está é a entrevista na integra! Espero que tenham gostado caros leitores, e acessem também o www.oceaniarock.com e veja ela compactada.

Mais uma vez, valeu a banda e também aos leitores que fazem meu blog crescer cada dia mais e mais. Conto com vocês sempre!

Super beijo,

Freak Butterlfy.

*Site da banda: http://www.chipsetzero.com.br/