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Eu não presto, e nem quero!

Livres, leves e soltas, as pessoas que vivem sendo fieis a seus princípios, muitas vezes acabam levando a fama de “ruim”.

Ser-mos nós mesmos tem sempre um preço a se pagar, quem nunca julgou outra pessoa por estar curtindo todas na balada, atire a primeira pedra? Sim, até esta que vós escreveis queridos leitores, porém aprendi a estar do outro lado, do lado de quem quer ser livre.

Este artigo foi inspirado em um sábado na balada, quando reunida com as amigas, todas alegres, dançantes embriagadas, pensei: “Tem tanta gente que nos julga, nos chama disto ou aquilo só porque fazemos e falamos o que queremos, tenho dó destes, eles não são felizes.”

Este pensamento se deu, pois, as pessoas perdem tanto tempo reparando no que as outras fazem que deixam de viver suas vidas.

É tão fácil enxergar os defeitos do vizinho e ignorar os nossos. É tão mais legal falar mal dos outros e ficar na vontade não é? Pois saiba que a muitas pessoas que não estão nem ai para o que o outros pensam delas. Como eu sempre digo, não importa o que você faz ou deixa de fazer, as pessoas irão sempre achar algo ruim para falar de você.

Certa vez ouvi que eu tinha má reputação na cidade. O que é reputação? Isso se compra? Sim, sou uma louca, livre dos preconceitos medíocres e pressões que a sociedade me impõe. Eu falo, depois penso. Eu vivo, porque é vivendo que se morre um pouco mais, então porque não “gastar” o tempo que me resta fazendo tudo o que eu desejo?

Livre arbítrio, Deus lhe deu isso, então o use!

Há uma comunidade no orkut que expressa bem isto que quero lhes falar: “Eu não presto e nem quero!”, onde várias pessoas que não fazem a mínima questão de prestar mesmo. Porque viver em um mondo quadrado se a liberdade é mais bonita?

Ser fiel aos teus princípios vale mais do que mil julgamentos. Se você está bem consigo mesma. Se você gosta da sua vida como ela é? Ligue o “foda-se” e seja totalmente feliz, porque esta sim, a felicidade, não tem preço, e apesar de muitos desejar compra-la, ela não está a venda em nenhum supermercado.

Quer saber quantas pessoas não estão nem ai para o que você acha delas? Veja em: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=667657

Porque ter atitude nesta vida, não tem preço, só julgamentos medíocres.


Freak Butterfly.

Entrevistando: Babies (PR)

Primeiramente, de onde surgiu este nome Babies?

Ale – Babies saiu de uma longa lista indicada por amigos para o nome de uma possível banda, porém, não era Babies inicialmente, e sim, Babies for Sale. Logo após a escolha do nome, tive um insight sobre o “for Sale”, onde venderíamos tudo em nossos shows. O começo foi interessante, porém à medida que crescemos musicalmente essa idéia foi se perdendo, devido à seriedade das músicas serem incompatível com esse conceito. Outra coisa que nos levou a chamar apenas Babies foi a dificuldade que muitas pessoas tinham em falar o “for Sale”, então, decidimos apenas por Babies, um nome fácil, simpático, remetendo a algo bonito, doce, simples.

A banda apesar de nova, tem um EP bem trabalho melhor que muitas que já estão no mercado há mais tempo, o que se deve todo este trabalho?

Ale – Um grande empenho por parte da banda. Temos um padrão de qualidade muito elevado, prezamos muito por arranjos, detalhes e sonoridades. Não é necessário muito para se fazer um trabalho bem feito, o que realmente precisa é bom senso, criatividade e ouvido. Quando comparamos nosso som, levamos em conta bandas realmente reconhecidas, com grande qualidade. Uma coisa que aprendemos e levamos sempre: “Se for para comparar, que seja com o melhor”.

Porque escolher “8” como nome para o primeiro EP de trabalho da banda?

Ale – O 8 representa muito como número, mais que se possa imaginar. É realmente intrigante e além disso, vários conceitos nos levaram a escolher ele como nome do nosso primeiro trabalho.

O Ep foi lançando no mesmo dia das Olimpíadas deste ano, em 08 de agosto de 2008, há alguma superstição em tudo isso?

Ale – Superstições não. Como disse anteriormente ele é mais que isso. Foi citar alguns conceitos que nos levaram ao 8 como nome do EP: O 8 representa o que permanece em equilíbrio, entre o material e o espiritual, a busca do bem-estar pra si; É o caminho de Budha para o conjunto de atitudes que levam à extinção completa do sofrimento; É o número perfeito na era digital, perfazendo todos os demais números, contudo nenhum o faz; É o ciclo infinito, por si só.

Com o Ep lançado, qual o próximo passa que a banda pretende dar?

Ale – Esse EP foi nosso trabalho inicial, para mostrar nossa sonoridade. Já estamos trabalhando em um novo álbum, que provavelmente irá conter músicas do EP. A idéia é lançar, talvez, um álbum duplo de estréia ou até mesmo um álbum triplo. Fazer algo realmente diferente. Caso isso não aconteça (o álbum duplo ou triplo), iremos lançar um álbum com 12 faixas e a cada seis meses lançar um álbum novo. Para que sempre tenhamos músicas novas sendo ouvidas. Shows em teatros é outra prioridade. Nossa música é para ser ouvida e sentida, e nada como um teatro para que isso aconteça.

Vocês trouxeram para a musica algo que havia se perdido desde então, desde Los Hermanos, raramente vemos bandas que toquem pop rock romantizado, vocês sofrem alguma pressão ou preconceito por isto, há também muita comparação entre vocês e Los Hermanos, por exemplo? Eu penso que são diferentes, mas com o mesmo estilo.

Ale – Não nos espelhamos em nada nos Los Hermanos, álias, ouvi quase nada deles. O João (guitarra) ouviu mais Los Hermanos, mas de resto a banda não tem influência nenhuma deles. Conheço por que precisamos conhecer para entender, argumentar ou até mesmo criticar, mas a banda tem como base o brit rock/pop e é isso. Escrevo todas as melodias em inglês e só depois passo para o português, para que a sonoridade seja algo diferente da nossa realidade brasileira, talvez por isso nos diferenciamos tanto de outras bandas brasileiras, incluindo o Los Hermanos. Quanto a pressão ou preconceito, não existe. As pessoas entenderam nossa proposta e, mesmo que não gostem do estilo, respeitam.

Vocês são um mix de músicos Cariocas e Curitibanos, atualmente, onde a banda reside?

Ale – No momento estamos em Curitiba, mas futuramente existe a possibilidade de morarmos em São Paulo, por enquanto são só possibilidades.

O que inspira a Babies?

Ale – As letras são baseadas em experiências da vida e do cotidiano, não só meu como das pessoas. O que eu tento fazer é deixar as idéias subentendidas, mas não tão claras, para que cada pessoa tire sua própria conclusão de cada palavra. Trago as bases e melodias de voz e a partir daí a emoção é que rege aonde a música vai parar. Mas com certeza, o amor é o que inspira as canções.

Bem, eu agradeço vocês por esta entrevista, e deixo a vocês um espaço livre para passar sua mensagem.

Ale – Agradeço em nome da banda o interesse. Espero que tenhamos mais conversas agradáveis como esta. Ouçam e baixem nosso EP pelo myspace da banda. Obrigado.

Esta entrevista você viu em: www.oceaniarock.com sua web rádio Rock!

Quer conhecer mais da banda? Entrem em: www.myspace.com/bandababies

Ou no orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=151224568386965268

Freak Butterfly

Tatuagem, por um grito de liberdade!

Foi-se o tempo que tatuagem representava delinqüência. Hoje ela carrega vários significados e também um grito pela liberdade de expressão artística corporal.

Neste final de semana a cidade de São Paulo será palco para um dos eventos mais esperados do ano por tatuadores, a Convenção Internacional de Tatuagem (Leds), que durante 12 anos luta pelos direitos dos tatuadores e piercer, para que possam mostrar seu trabalho e vários outros tipos de artes que se conectam nesta cultural pós-moderna.

Este ano, cerca de 140 expositores estarão presentes no Espaço das Américas das 12 às 22 horas nos dias 17, 18 e 19. Há um outro artigo, mais antigo com detalhes deste mega encontro de profissionais e amantes da arte.

Mas o que realmente quero dizer aqui é, o preconceito ainda é muito presente entre os tatuados e não-tatuados.

A liberdade de escolha é nossa, mas não impede que outras pessoas tenham pensamentos errados sobre nós.

Há muito tempo tatuagem era sinônimos de delinqüência e rebeldia, presidiários, gangues e mafiosos usavam da tatuagem para se identificar.

Porém há uma grande diferença nisso tudo, as tatuagens de hoje são artísticas, são simbólicas, e muitas vezes uma homenagem a alguém que amamos como nossos pais e família.

Hoje podemos ver em programas como Miami Ink, Los Angeles Ink, Inked e em poucos dias Rio de Janeiro Ink, o porquê da tatuagem, o que leva as pessoas a fazer algo que não sai da pele, bem, até sai, mas o preço a se pagar pela retirada chega a ser o triplo da paga por fazer, então tatuagem também requer uma analise profunda de: “porque quero este desenho?”, “o que ele significa para mim?”, ´”é isto mesmo o que eu quero?”, “e quando eu envelhecer?”. Há uma serie de perguntas a ser feitas, devemos pensar e repensar para não se arrepender. Se você tem certeza, vá fundo.

O maior preconceito hoje com tatuagens é na questão trabalho!

As pequeninas e delicadas até passam desapercebido, mas tatuagens grandes e chamativas fazem com que muitos de nós sejam repelidos da vaga de um emprego por ser-mos pré-julgados.

Tatuagem não muda caráter muito menos faz uma pessoa incapaz para cumprir seus deveres.

Vejamos alguns depoimentos de pessoas com e sem tatuagem, foi feita a seguinte pergunta para ambos os tipos, “O que significa tatuagem para você?”:

· Uma marca definitiva para alguém que muda constantemente como eu, é complicado, então, tattoos são uma forma de expressão. Algumas tem expressões que eu concordo, outras tem expressões que eu não concordo, mas não se pode julgar alguém pela sua comunicação ou por sua arte.” (Guetoblaster, 43, Never Land, Fotógrafo, não tatuado)

· Criatividade, arte e o fato de sempre querer ser diferente!” (Enka, 24 anos, Guarulhos, balconista de farmácia, tatuado)

· “Bom pra mim e forma de expressão, vontade, liberdade, para nos mulheres sensualidade para com os homens, tattoo e modo de vida faça o q te der na telha, isso sim, arte de imaginação. Uma arte como qualquer outra (mesmo sendo vista pela sociedade modo de rebelde), mas estamos aqui pra mostra que não e nada disso, tatuagem piercing e arte como todas as outras e isso que basta.” (Samantha Freitas, 21 anos , Curitiba, estudante de direito e body piercer, tatuada)

· É a representação gráfica do sentimento registrado na pele do individuo a partir daquele momento.” (Alez Porn Graff, no mundo desde 74, Rio de Janeiro, desenhista gráfico, não tatuado)

· Pra mim é uma forma de exteriorizar um pensamento ou fase, uma convicção, no meu caso eu tatuei um pássaro, pois queria justamente ter asas, alçar vôo e amplificar minha vida, ter um lembrete disso no meu corpo q pode ser visto todos os dias me ajuda a lembrar quem sou eu e o que preciso. Pra mim a tattoo serviu como processo de auto-cura, subconsciente, quando decidi q precisava aprender a voar sozinho, e usei a tattoo também como rito de passagem de fase quando terminei um relacionamento no fundo, é tudo ritualístico. Pretendo fazer mais pássaros quando eu achar que mereci tê-los e tiver conquistado o suficiente pra isso, tipo tattoo como uma recompensa.” (Augusto M. Fly, 25 anos, São Paulo, Designer, tatuado)

· “Geralmente para um tatuador representa trabalho, mas é a arte que me identifico entre todas, pois é algo que levamos para todo lugar, obvio, e pela característica do desenho é que você enxerga a personalidade de um individuo, infelizmente vivo em um lugar onde tattoo não é encarada como arte no geral e sim por questão de vaidade talvez.” (Jommar, 39, Porto velho, Tatuador e tatuado)

· Tatuagem e antes de tudo uma forma de expressão corporal. Uma forma de mostrar seus pensamentos desenhados na sua pele. Uma resultante da cultura que impacta na vida da pessoa. por muitos anos foi vista como um sinal para identificar pessoas criminosas, ou simplesmente que não eram “do bem”, mas o mundo mudou, e hoje é visto como arte. é amplamente aceito pela sociedade. na minha visão, eu acho bonito e respeito. jamais faria uma. mas isso tem a ver com a minha visão de mim mesmo, mas não vejo nada de errado no corpo de alguém. pelo contrário, acho corajoso quem usa seu corpo como painel de amostra dos seus pensamentos e topa pagar esse preço com a dor. acredito que cada vez mais será normal e isso em breve não será nem notado da forma como era no passado, isso é uma bela maneira de ver que o mundo mudou.” (Douglas Fernandes, 36 anos, São Paulo, Publicitário e não tatuado)

Então galera, antes de julgar, vamos respeitar, este preconceito tem de acabar.

Se você quer saber mais, veja os seguintes links:

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=8493594

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=5406726

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=25274838

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=11900348

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=1572632

http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=280085215652731694

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=65596241

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=15713456 (Frrrk Guys)

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=34651416 (Frrrk Girls)

Bem, espero que se sintam informados, e o preconceito com pessoas tatuadas é discriminação, pode dar cadeia e multa.

Freak Butterfly.

*Foto da comunidade “Tatuagem não muda caráter”

Moda. Faça a sua!

Eu não queria tocar em assuntos assim, pois soa preconceituosa da minha parte, mas há uma hora que enjoamos de rótulos e queremos nos libertar deles.

Sábado li em uma revista que os emos não são mais os mesmos, agora a moda tem outra roupagem, os emos FROM UK. Que trocaram o visual lá Avril Lavigne para algo mais Kate Von D. As calças estão justas, os tênis deixados de lados e as franjas já não fazem parte deste visual “moderno”. A nova onda é Scarpins e ouvir bandas como Arctic Monkeys.

Isto é revoltante! Pensar que bandas que eu ouço são alvos de rotulagens não aceitáveis nos dias atuais! Isto para mim é total falta de personalidade, um xérox do que querem ser. Bissexualidade, falta de identidade e frustração!

A mídia é a maior colaboradora para esta nova moda. O que elas não enxergam é que os jovens estão perdendo a sua identidade tanto não só visual, mas também social.

Eu sempre fui taxada a algo que eu já era antes de todo este modismo penetrar no mundo atual. Eu já usava franja e cabelo colorido antes desta moda. E para ficar mais “divertido” saiba agora qual será a próxima moda: rockabilly!

Sim queridos, o estilo que balançou os esqueletos das gerações dos anos 50, e que mexe com a cabeça de um numero considerável de pessoas nos dias atuais (assim como esta que vós escreve), será a próxima modinha. A revista CAPRICHO deste mês mostrou como montar um look rockabilly, ao ver aquilo, fiquei pasma. Como se já não bastasse o fato de não poder mais usar all star e franja sem ser chamada de “ema”, agora quando eu usar meu sapato de boneca e meus looks retro, vou ser comparada a outra modinha.

Eu vou levantar uma bandeira neste blog. É algo não parcial, anti-jornalístico, mas devo me colocar de um lado e sou contra, todo e qualquer tipo de rótulos e modismo. A moda quem faz somos nós, pra que copiar!

Se você se revolta com toda esta papagaiada juvenil, aqui estão algumas comunidades para participar e colocar a boca no trombone:

Rockabilly e Pinup, nova moda! http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=29016853

O mundo virou EMO, mas eu não! – http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=3617761

EMOs devolvam nossas coisas! – http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=12133576

Não estou aqui para iniciar uma revolução preconceituosa e sim, para tentar abrir os olhos e mentes de jovens que não notam que estão sem personalidade, e para àquelas pessoas que julgam antes de conhecer.

Não, ninguém gosta de ser tachado, muito ao menos de algo que não é. Antes de julgar, conheça, pesquise, converse e saiba do que está falando. Pode ser que eu mesma tenha escrito uma série de bobagens. Pode ser que vocês achem que sou apenas mais uma modinha. O que eu queria dizer neste artigo é, seja você mesmo!

Assim como a auto-mutilação ou auto-flagelo não é moda! Mas isto iremos discutir em um outro artigo especifico!

Freak Butterfly.

* Não incite violência!