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“Desejo e Depravação” estão expostos no Museu Nacional de Estocolmo

No dia 14 de março, no Museu Nacional de Estocolmo, uma exposição reuniu obras do século 16 até os dias à atualidade explorando o contraste de 500 anos entre virtude e pecado.

A gerente de divulgação do Museu, Anna Jansson disse à BBC Brasil que, “Queremos que os visitantes tenham as suas próprias interpretações sobre o que é desejo e o que é depravação. A arte erótica sempre foi produzida por homens e para homens. Quisemos mudar essa perspectiva, e por isso incluímos várias artistas mulheres na parte contemporânea da mostra”.

A virtude sempre foi muito explorada, seja pela igreja que exigia o comportamento virtuoso das mulheres com a pena de ir ao inferno caso não fosse acatado. Mas também a virtude foi desejo e fetiche de muitos, como podemos ler em contos de Sade, Restif de La Bretonne, entre outros escritores anônimos da época.

Uma das montagens da exposição mostra como as meninas eram educadas para viver uma vida virtuosa, a fim de arranjarem um bom marido. As obras do século 16 mostrarão a rígida moral religiosa do período – um tanto cômico tento em vista que os sacerdotes eram grande fornicadores – os artistas da época utilizaram detalhes eróticos em cenas míticas ou bíblicas com insinuações moralistas sobre as conseqüências de um estilo de vida pecaminoso.

Entre os séculos 18 e 19, pinturas com tons eróticos estavam restritas aos aposentos privados de homens. Nos museus, a relutância em exibir nuances de erotismo estavam refletidas em folhas de figueira encomendadas para encobrir as partes intimas representadas em esculturas antigas com representação de gregos.

Porém, após o século 19, com o crescimento e desenvolvimento das cidades, o sexo casual e a prostituição, trouxeram uma série de novas interpretações em relação a sexualidade e a moralidade.

Os artistas suecos e dinamarqueses Kristina Jansson, Gisela Schink e Lars Nilsson, levam a exposição uma visão contemporânea de virtude e pecado a exposição.

Infelizmente esta exposição não tem planos de viajar o mundo, então, se você está curioso para apreciar estas obras, pouquíssimas imagens podem ser visualizadas pela ferramenta do “Google Imagens”, mas já se pode ter um gostinho do que os suecos poderão apreciar.

 

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/03/110307_suecia_expo_desejo_cvw.shtml

 

Pedofilia: você é contra ou a favor do aborto?

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Nos últimos dias os jornais têm dado ênfase a questão do aborto, desde que foi anunciado o aborto legal de uma menina de nove anos de idade grávida de gêmeos, no quarto mês de gestação. O motivo? Abuso sexual. O acusado? Padrasto.

Cada dia se tem conhecimento de novos casos de crianças abusadas dentro de casa, muitas vezes chegando a ter o conhecimento da mãe, que por medo de perder o “amor” do marido, acaba se silenciando. Até então o lugar que era para ser um porto-seguro se transformou em um ninho de pesadelos.

Por medo, por repressão, por serem ameaçadas, as crianças não irão contar que foram molestadas, então devemos ter todo o cuidado e prestar atenção em comportamentos estranhos, vejamos alguns exemplos a seguir:

1.Interesse excessivo ou evitação de natureza sexual;

2.Problemas com o sono ou pesadelos;

3.Depressão ou isolamento de seus amigos e da família;

4.Achar que têm o corpo sujo ou contaminado;

5.Ter medo de que haja algo de mal com seus genitais;

6.Negar-se a ir à escola,

7.Rebeldia e Delinqüência;

8.Agressividade excessiva;

9.Comportamento suicida;

10. Terror e medo de algumas pessoas ou alguns lugares;

11. Retirar-se ou não querer participar de esportes;

12. Respostas ilógicas (para-respostas) quando perguntamos sobre alguma ferida em seus genitais;

13. Temor irracional diante do exame físico;

14. Mudanças súbitas de conduta.*

 

Fiquem atentos às crianças ao seu redor, muitos imaginam que tal situação nunca irá ocorrer com nossos filhos ou parentes e s sentem despreparados ao que fazer em relação à criança quando a noticia vem à tona. Vejamos algumas sugestões (American Academy of Child and Adolescent Psychiatry):

1.Incentivar a criança a falar livremente o que se passou, sem externar comentários de juízo.

2.Demonstrar que estamos compreendendo a angústia da criança e levando muito a sério o que esta dizendo. As crianças e adolescentes que encontram quem os escuta com atenção e compreensão, reagem melhor do que aquelas que não encontram esse tipo de apoio.

3.Assegurar à criança que fez muito bem em contar o ocorrido pois, se ela tiver uma relação muito próxima com quem a abusa, normalmente se sentirá culpada por revelar o segredo ou com muito medo de que sua família a castigue por divulgar o fato.

4.Dizer enfaticamente à criança que ela não tem culpa pelo abuso sexual. A maioria das crianças vítimas de abuso pensa que elas foram à causa do ocorrido ou podem imaginar que isso é um castigo por alguma coisa má que tenham feito.

Se neste caso ocorre uma gravidez, a lei esta ao lado da criança, já que muitas vezes a mesma não tem capacidades físicas ou mentais para gerar um feto. Porém, a igreja condena tal ação, descomungando todos que participam do ato, menos o agressor, pois o mesmo não tirou a vida do feto. Isto parece mais com a idade média. Como podemos aceitar que a família da criança, os médicos e outros envolvidos sejam culpados perante a igreja e o agressor, que prejudicou a vida de uma criança, mudando sua psique para sempre, pois é de conhecimento publico que muitos agredidos não conseguem se recuperar totalmente do trauma, ser livre disto?

É um absurdo o vaticano apoiar isto. Vejamos outro caso, de uma menina de onze anos estuprada pelo próprio pai. Ela esta para ter o bebê e o pai esta livre, quando deveria estar atrás das grades.

Então fica aberta uma outra pergunta: os padres pedófilos também são descomungados? Você viu isso na mídia?

As leis sejam elas civis ou da igreja estão repletas de falhas.

O aborto deve ser uma opção da mulher. Em caso de estupro, seja infantil ou adulto, elas deveriam escolher se desejam ou não gerar o feto.

Não posso aceitar abortos realisados por motivos de imprudência e descuido. Mas todos têm o livre arbítrio e não podemos sair julgando. Cabe a nós termos consciência e cuidar de nossas famílias que infelizmente não estão seguras nem dentro de nossas casas.

Se você é vitima, ou sabe de algo, não se cale, denuncie, não transforme seu ente querido em mais uma “Vitima do Silencio”.

 

Freak Butterlfy (Poliana S. Zanini)

 

 

·         Fonte: http://www.virtualpsy.org/infantil/abuso.html

·         Disk denuncia: 0800-990500