RSS Feed

Tag Archives: ficção

Justine – Eu quero sempre mais

sapatos

Já fazia mais de um mês que Justine estava em um triangulo amoroso entre Marcela e Fabiano, e em quase dois meses de namoro ela já se sentia saturada. Ficar com um dos dois já estava virando rotina, Fabiano estava cada vez mais ocupado e Marcela cobrando cada vez mais sua ausência.

 – Chega Marcela! To cansada de você exigir algo de mim, eu já disse que isto não posso lhe dar. Já te dou meu amor, meu carinho, durmo com você sempre, mas uma relação estável não dá.

 – Ju cala a boca! Isso me magoa demais porra!

 – Me desculpa gatinha, mas você sabia disso desde o principio, eu te amo, mas isso ta me esgotando. É o Fabiano que nunca ta pra mim… É você querendo mais do que eu posso dar… Isso ta me matando, não dá…

 – O que você quer dizer com isso?

 – Eu quero um tempo! Preciso de um tempo pra mim.

Marcela se senta na beira da cama e se põe a chorar.

 – Por favor, Ju não faz isto comigo, eu a amo demais… Por favor!

Justine se senta ao lado dela e começa a acariciar seus cabelos.

 – Amor, olha pra mim… É só um tempo gatinha, eu não to terminando nada.

 – Todo mundo sabe que tempo não existe – diz Marcela aos prantos.

 – Isto é para relacionamentos heteros, nos somos diferentes disso, vai por mim, saia, conheça novas pessoas, divirta-se com suas amigas…

 – Ju, você não entende, eu não tenho mais nada. Eu perdi minhas amigas, meus amigos, perdi tudo.

 – Calma Ma, vai ver o Gu, ele ainda é seu amigo, vai adorar vê-la.

 – E o Fabiano?

 – Também quero um tempo com ele. Quero um tempo de tudo!

 – Vá embora Ju, não quero vê-la mais!

 – O que?

 – Anda, vai!

Justine se irrita e sai batendo a porta. Depois de caminhar pelo centro pensando em tudo que disse para Marcela, ela percebeu que realmente magoou sua amada, mas não podia passar por cima de seus próprios sentimentos, então decidiu dar um basta também com Fabiano. Quando chegou lá Fabiano estava na correria de sempre, em mais um preparativo de show, Gustavo estava arrumando o bar.

 – Oi Gu, tudo bem?

 – E ai Ju! E Marcela?

 – Demos um tempo.

 – Fala serio Ju, putz, a Ma deve estar mal. É ela me odeia, mas foi melhor assim, eu só preciso de um tempo. E o Fabiano?

 – Adivinha?

 – No escritório?

 Ele ta com alguém?

 – Não, pode subir!

 – Liga pra Má, ela vai gostar de falar contigo.

Justine sobe as escadas rumo ao escritório de Fabiano, bate na porta.

 – Entre.

 – Oi Fá.

 – Meu amor, que bom vê-la, como está?

 – Não muito bem… Rompi com Marcela.

 – Sério? Por quê?

 – Foi só um tempo, mas ela não quer aceitar…

 – Coitada, ela te ama demais baby.

 – É eu sei… É por isso que eu vim aqui falar contigo. Quero um tempo!

 – O que? Mas por quê?

 – Fá, eu não sei, só preciso de um tempo pra mim, preciso ficar sozinha. Você vive ocupado, vive pro teu trabalho, eu preciso de atenção também sabia? Não só de sexo!

 – Mas eu te dou atenção!

 – Dá, quando me fode, tirando isto, você nem me liga ao menos pra saber como vai meu dia, porra, eu sou de carne e osso, não tua boneca inflável.

– Mas pensei que gostasse de foder meu bem.

 – Eu amo, mas eu quero algo mais… Me desculpe, não é o fim, é só um tempo, preciso estudar, e olhar mais pra mim mesma.

 – Porra Justine, tu é foda! Eu te amo porra!

 – Então se ama, vai me dar este tempinho!

 – Curta teu trabalho, teus amigos, as vagabundas, logo eu volto.

Ela vira as costas e caminha até a porta, ela se volta para Fabiano e diz.

 – Nada de adeus, vamos ficar no até mais, certo?

 – Te odeio Justine!

 – Eu te amo baby!

Ela fecha a porta e vai embora sem olhar para trás.

No caminho de casa ela começa a pensar se não se precipitou em sua decisão. Ela entre na garagem, vai direto para o quarto, a mãe lhe pergunta o que houve.

 – Nada, eu só quero ficar só.

Justine se senta enfrente ao computador e vai olhar os e-mails e orkut. Ambos lotado de recados, pois desde que iniciou sua relação com Fabiano e depois Marcela, ela não tinha tempo para internet.

 – Nossa, quantos recados, deixe-me ver se há algo interessante.

Depois de vasculhar todos os e-mails e recados, ela se depara com um muito interessante que dizia:

“Lucas: Minha senhora, curvo-me diante de teus pés para lhe servir de todas as formas, por favor, seja minha”

Recado interessante, ela ficou animada e adicionou o rapaz no msn. Logo viu a janelinha dele piscar.

 – Olá minha deusa! – disse Lucas.

 – Olá querido! – respondeu Justine.

 – Ainda bem que a senhora me adicionou, eu estava ansioso para conversar com a senhora.

 – Para de me chamar de senhora, me sinto uma velha.

 – Me perdoe!

 – Tudo bem, então o que você quer comigo?

 – Tudo que você desejar me dar.

 – Não sei se quero lhe dar algo… O que você realmente deseja?

 – Beija-la completamente, começando por seus deliciosos pés… Quero cobri-la com pétalas de rosas e lhe massagear, depois, sou todo teu minha deusa.

 – Hum… Parece interessante. Quantos anos têm?

 – 26 e a senhora?

 – Tenho 22, o que faz da vida?

 – Sou advogado e a senhora?

 – Para com esse negocio de senhora, já disse! Estudo e trabalho em uma loja.

 – Então, será que podemos conversar por telefone?

 – Não sei se devo, não lhe conheço.

 – Então, vamos conversar, quem sabe você me da uma chance de realizar seus desejos.

 – ok!

Ela passou o numero e os dois conversaram por um longo tempo, Lucas tinha uma bela voz, e pela foto do msn parecia atraente, depois de falarem muito sobre suas vidas, então ele enfim propôs.

 – Deusa, aceitaria um presente meu?

 – O que?

 – É surpresa, quero lhe entregar pessoalmente.

 – Hum… Não sei…

 – Sei que tem medo, realmente é perigoso, mas podemos ir a um lugar aberto, e daí lhe dou o presente.

 – Pode ser um barzinho? Você quem sabe minha rainha, onde quiser eu vou.

 – Bem, há um barzinho sossegado, com musica ambiente próximo ao shopping, topas?

 – Claro, que horas?

 – Daqui uma hora?

 – Maravilha! Te encontro lá.

 – Vou me arrumar, até mais.

Colocou o telefone no gancho que correu para tomar banho, no banho falou consigo mesma.

 – Nossa, eu nem sai de um namoro e já vou encontrar alguém, se o Fabiano ou a Marcela descobrirem, me matam! E eu disse que não ia sair hoje… Mas que se dane! Eu quero é mais!

Uma hora depois Justine ainda estava terminando de se aprontar, ela trajava um vestido tubinho de cetim vermelho e scarpins pretos de vinil, maquiagem discreta, afinal o ambiente era mais fino do qual ela era acostumada a ir. Então o celular tocou, era Lucas.

 – Oi Lucas, antes que pergunte algo, eu já estou saindo de casa, só me enrolei um pouco pra me arrumar.

 – Tudo bem linda, estou a sua espera.

Ela desliga o celular pega a bolsa e as chaves do carro, deixa um bilhete no computador para a mãe dizendo onde e com quem ela estava, e os números de telefone, caso houvesse algo com ela. Então atravessou a sala para a garagem.

 – JUSTINE! – grita a mãe – VAI SAIR AGORA? NÃO DISSE QUE FICARIA EM CASA?

Ela volta até a porta e responde.

 – Mãe foi de ultima hora, é um encontro do pessoal da loja, viu, estou até social, não demoro, prometo.

 – Juízo menina!

 – Te amo mãe!

Cerca de 20 minutos ela estava estacionando o carro, ao descer notou suas pernas tremulas, o nervosismo estava tomando seu corpo. E se ele fosse um tarado? Ou um seqüestrador? E se ele fosse o cara mais feio que ela já havia visto? Então ao entrar se deparou com o mesmo rosto da fotografia, ela olhou para ele, ele sorriu. Ela suspirou aliviada e caminhou até o balcão do bar onde ele estava.

 – Lucas? – perguntou Justine.

 – Sim minha deusa. Sente-se!

Ela se sentou no banquinho, um tanto encabulada ainda.

 – Quer beber o que?

 – Uma tequila!

 – Boa, vou tomar uma com você. Garçom, duas tequilas, por favor!

 – Está nervosa? – perguntou Lucas.

 – Eu? Não, não! E você?

 – Um pouco, você ainda é mais bonita pessoalmente. Eu amei seus sapatos, são divinos.

 – Obrigada, são os meus prediletos.

 – Pedi uma mesa mais reservada, o bar está cheio hoje.

 – É verdade.

Depois da tequila o garçom avisou que a mesa estava pronta, os dois o seguiram, ficava no fundo do bar, havia rosas, velas e uma caixa preta com um laço vermelho.

 – O que é isto? – questionou Justine surpresa.

 – Seu presente, como não sei o que desejaria beber, não pedi nada, mas me diga, o que deseja?

 – Vinho tinto suave.

 Ele fez um gesto afirmativo para o garçom ir buscar o vinho.

 – Venha sente-se minha bela.

Justine estava vislumbrada, ainda não conseguia acreditar que um homem havia feito tudo àquilo para ela na primeira noite que se encontraram, coisa que ela não conseguiu em dois meses de namoro.

 – Está tudo bem?

 – Sim Lucas, está perfeito. Posso olhar o que há na caixa?

 – Claro é sua, mas recomendo que apenas tire a tampa.

A curiosidade de Justine que já não era pouca cresceu mais, rapidamente ela puxou a caixa, puxou a fita e levemente tirou a tampa. Seus olhinhos de menina brilharam, era como ganhar a primeira boneca.

 – É para mim!?

 – Sim, todo seu.

 – Nossa! Acho que não devo aceitar.

 – Porque não? Por favor, mesmo que não queira usar comigo, é seu.

Justine ficou pasma com o presente, olhou para Lucas e não resistindo o beijou.

 – Uau! Que beijo é este minha linda! Maravilha!

 – Desculpa…

 – Não – ele segura suas mão – nunca me peça desculpas, eu deveria lhe pedir isto todos os dias por desejar roubar um pouquinho de você para mim.

Rubra Justine se levanta.

 – Eu vou ao banheiro!

 – Não vai fugir? Por favor, sinto muito se disse algo.

 – Não, só quero ir ao banheiro.

Ela se virou e foi para o banheiro sem olhar para trás, as pernas estavam ainda mais bambas e o rosto parecia queimar, aquele homem sabia mexer com ela. A forma com que a tratava, fazia-a se sentir uma rainha. O banheiro estava deserto, então ela lavou as mãos, se olhou no espelho e disse.

 – Pare de agir feito uma menina boba! Você viu o presente, sabe o que ele quer, se você quer, o que há de mal nisto!

Ela retocou a maquiagem, ajeitou a roupa e repetiu para si mesma.

 – Essa será uma nova página em minha vida, uma nova aventura.

 

Continua…

Justine – O desejo que não desaparece (Parte 2)

– Oi amiga! Falou com o Fabiano? – disse Marcela que estava sentada no bar.

– Sim, ele estava desesperado, mas disse a ele que não tem com o que se preocupar. E ai Gú, como está? – interrompe Justine cumprimentado o barman.

– Eu to bem, me preparando para o agito que será isso aqui hoje. Também falei pro Fabiano que ele não tem porque ficar assim.

– Pois é! Olha, me vê uma comando só em nome do Fabiano, ele disse que hoje é pro conta dele.

– Opa! Como você desejar. Ta na mão.

– Nós vamos ficar no camarote VIP.

– Certo!

– Nossa que hoje estamos chique em Jú – disse Marcela.

– Merecemos! E então, vamos pedir algo?

– Claro, eu quero uma Marguerite.

– Duas Gú.

– É pra já!

Alguns minutos depois, os drinks estão prontos e as duas brindam juntas.

– A nós!

– Vamos subir? – pergunta Justine.

– Vamos – então Marcela se vira e beija Gustavo – querido, vou subir.

– Divirtam-se!

– Pode deixar.

E as duas vão para o camarote VIP. O lugar parecia perfeito para as duas conversarem, havia sofás de couro e uma mesinha central. Elas se sentaram e falaram sobre àquela noite sem tocar no assunto do beijo, falaram de sexo, do trabalho, de beleza e mais um monte de baboseira feminina. E os copos não paravam. Já haviam se passado uma hora e meia de conversa, a casa estava cheia e elas já estavam com seis garrafas vazias sobre a mesinha, as taças da Marguerite e dois copinhos de tequila.

– Nossa, eu preciso parar de misturar bebidas – disse Marcela.

– Eu também, a ressaca não é uma das melhores assim – comenta Justine.

– Pior que to ficando bêbada já!

– Eu também – e as duas riem.

Depois de dançarem um pouco e seu espaço privativo, Justine tira a câmera da bolsa e diz para a amiga.

– Amiga, hoje de fotos. Já havia até esquecido que tinha trazido à câmera.

– Opa, ótimo, é bom registrar nossos momentos.

Depois de várias fotos loucas e muita risada, as duas se jogam no sofá.

– Nossa, você é maluquinha Jú!

– No momento estou maluquinha por você – ela se vira e beija a amiga.

Em alguns segundos, Marcela afasta Justine.

– Desculpa amiga, mas não sei se devemos.

– Porque não? Má, eu to loca por você, preciso te sentir. Até me masturbei já pensando nisso.

– Jú, para… Eu não sei… Eu tenho medo.

– Porque medo?

– Porque eu também tenho pensado muito nisto.

– Serio!? – indaga Justine sorridente.

– É, e é estranho.

– Porque, não há nada se sentimos atração uma pela outra. Somos amigas e sabemos que gostamos de homens, e agora também de meninas.

Marcela fica calada e Justine acaricia sua face, lhe sorri, e Marcela pula no pescoço da amiga dando-lhe outro beijo.

– Uau! Má que surpresa! – diz Justine feliz com a atitude da amiga.

Depois de muitos beijos e caricias, o show já estava começando e as duas haviam se esquecido do mundo. Era doce, era delicado, era carinhosa a forma como se tratavam. Pouco depois de uma hora entre beijos e caricias Justine propõe que as duas vá para o quarto de Fabiano.

– Vamos Má, assim ninguém fica nos olhando e ficamos mais à vontade.

Marcela espera, pensa e topa. As duas sobem para o quarto de Fabiano um pouco apreensivas pelo que poderia acontecer daquele instante por diante.

– Bem Má, fique relax. Nada vai rolar nada que você não queira.

– Mas eu quero tudo!

As duas sentaram sob a cama, olharam nos olhos e se beijaram. O que estava para acontecer as deixava excitadíssimas e com a adrenalina em alta. Justine decidiu tomar partido e iniciar carias mais caliente, logo ela deslizou as mãos até os seios de Marcela, cujo mamilos estavam rijos. Ela os manipulou delicadamente os seios de Marcela, que gemeu.

– Justine… Sua maluquinha… – disse Marcela sussurrando.

– Vamos ficar nuas, assim ficaremos mais confortáveis.

Depois de se despirem, Justine segurou a mão da amiga e a puxou até a vidraça.

– Você ta louca Jú, as pessoas irão nos ver.

– Claro que não, só nos podemos enxergá-las.

– Serio, vai por mim, já fiz loucuras nesta vidraça, quem fazer também?

Marcela, um pouco envergonhada ainda, acena positivamente para a amiga. Justine a coloca contra a vidraça e recomeçam os beijos, aos mãos de ambas exploram o corpo amigo, depois de alguns segundos, Justine cria coragem e toca o grelo da amiga, que estava com a xana encharcada e quente.

Ela suspira, Justine se excita mais e mais, e começa a acariciar o xana da amiga.

– Nossa Marcela, que bucetinha linda.

Marcela não tinha um pentelho se quer, assim como Justine, ambas tinham a xaninha de uma ninfeta.

– Posso chupá-la? – pergunta Justine.

– Agora! Só se for agora!

Justine se ajoelha enfrente a amiga, cola uma das pernas sob seu ombro e pediu da amiga abrir a xana, obediente Marcela abriu e deixou exposto seu morango. Justine, maravilhada e ao mesmo tempo sem saber o que fazer, lembrou-se da sua atriz preferida Bella Donna nos filmes da coleção “Só Para Elas” da qual ela assistiu centenas de vezes. Ela meteu a língua e começou a lamber a xaninha de Marcela, deliciada, Marcela gemia, isto era sinal de que ela estava fazendo tudo certinho, ela sugava o grelinho como em um beijo.

– Vai Jú, isso é uma delicia!

E Justine seguia enfrente, para incrementar, colocou um dedinho dentro da xaninha e começou a massagear dentro. Em um ritmo já frenético, língua e dedo sincronizados, gemidos e puxões de cabelo, Marcela não resistiu e gozou.

– Ah! Deus que delicia.

– Gostou safadinha? – perguntou Justine.

– Eu amei! Vamos pra cama, quero brincar assim também.

As duas se deitaram, e já loucas de tanto tesão, se agarraram, beijaram, mordera, penetraram seus dedos, então Justine disse a Marcela.

– Tua vez linda, vai e me chupa como uma boa menina.

Marcela não sabia por onde começar, então Justine abriu as pernas, depois os lábios deixando o grelo à mostra.

– Bem, pense como em um beijo, beije-a, lamba-a, só não morda, seja delicada, pense no que eu fiz para você.

Marcela seguiu o passo a passo da amiga e “caiu” de boca na xoxota de Justine.

– Isso minha putinha, chupa bem gostoso, mostra do que você é capaz – dizia Justine.

Apesar de nunca tê-lo feito, Marcela foi bem sucedida, Justine gemeu e gozou rapidamente. O cheiro de sexo pairava pelo ar.

– Venha aqui querida – disse Justine.

Marcela deitou sob os seios da amiga e o acariciava, enquanto Justine acariciava os cabelos de Marcela.

– Sabe, você é tão linda – disse Justine.

– Você também meu amor, você tem um corpo maravilhoso.

– Capaz, você quem tem. E ainda uma xaninha deliciosa de se chupar.

– Será que isso muda algo?

– Acho que não minha linda, só foi uma experiência a mais na nossa vida.

– Eu te amo Jú.

– Oh, que doce… Má, eu também gosto de você.

– Nós nos veremos novamente?

– Não sei, quem sabe. Eu gostei, e repetiria sem problemas.

– Eu também…

De repente a porta se abre e Marcela puxa um lençol.

– Fá! Se ta louco!? – disse Justine espantada.

– Desculpa, eu tive que vir pegar umas coisas.

Marcela estava envergonhada, se enrolou em um lençol e sentou-se na cama.

– Má, não precisa ficar envergonhada – diz Justine ao se levantar.

Ela segue nua até Fabiano e o beija.

– Foi gostosinho meu amor? – pergunta Fabiano.

– Foi delicioso, eu amei! Marcela é uma delicia, você iria amar a xaninha dela…

– JUSTINE! – grita Marcela.

– Calma Má, para de ser boba meu amor, o Fabiano não conta nada pro Gustavo.

Justine senta-se ao lado de Marcela e a abraça.

– Meu amor, me da um beijinho? – pergunta Justine.

– Jú, não sei se quero, eu tenho vergonha.

– Para boba, entra no clima, o Fabiano é delicioso também, quer ver o pau dele?

– Jú!? – diz Marcela espantada.

– Fabiano, vem aqui meu amor.

Fabiano vai até a amada já com o pau na mão.

– Vê só Má como ele é uma delicia, quer experimentar?

Envergonhada Marcela acena que não. Justine sem perder tempo, começa a chupar o pau de Fabiano. Marcela vai para o encosto da cama, e se senta encolhidinha, só observando.

Depois de algum tempo, ela não resiste em ver a amiga tão empolgada ao chupar o pau do namorado, ela se excita novamente e começou a se masturbar.

– Olha Jú o que a Marcela esta fazendo – diz Fabiano.

Justine para e olha para a amiga que estava se masturbando, ela se arrasta pela cama até a amiga e começa a beijá-la.

– Deixa que eu faço isto por você amor – disse Justine para Marcela.

Justine se ajoelhou enfrente a amiga, em uma posição um tanto sugestiva para Fabiano, com a bundinha para a “lua”, enquanto Justine chupava Marcela, Fabiano lambuzou o rabinho da amada e meteu devagarzinho. Justine perdeu os sentidos, mas não parou de sugar a amiga.

Marcela delirando, Justine chupando e Fabiano metendo. Tornaram-se um trio e tanto. Justine enfiou dois dedos na buceta de Marcela socando o maximo que podia, assim como era socada.

Marcela gritou em um gozo intenso. Justine sorriu e Fabiano esporou sobre suas costas. Exaustas, Justine deita entre as pernas da amiga para descansar uns minutos, Marcela desmaia e Fabiano coloca a calça e desce tranquilamente.

Três horas depois, quando o show havia terminado, Justine acorda assustada e vê Marcela dormir como um anjo. Ela a cobre e se abraça com a amiga, suspira feliz pela maravilhosa noite que tiveram e em sua cabecinha devassa, novas idéias surgem, mas isto já é outra historia.

Continua…

(Por Freak Butterfly)

*todos os personagens e ações são fictícios, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

Justine – Amor Estranho Amor (Parte 1)

Depois daquela noite no bar, Justine não se sentia mais a mesma, algo ali mexeu com seus pensamentos, e quem diria, também com seus sentimentos.

Aquela nova experiência sexual envolvida por fetiches, aquele belo estranho do bar, tudo aquilo mexera com sua louca cabecinha.

Dias se passaram sem que ela pudesse se concentrar na vida normal, no trabalho, e até nos seus romances. Ela não queria mais bate-papo, ela não sentia desejo em pular a janela do vizinho para um sexo frenético, ela só queria mais de tudo que havia sentido naquela noite.

– Deus, estou tão confusa, tão aflita. Estaria eu apaixonada!? Não posso, seria burrice a minha.

Ela se olhou no espelho e repetiu para si mesma.

– Você saiu em busca de sexo e foi o que teve, uma noite cheia de sexo, não é paixão, não é! Você só está encantada…

Ela sentiu uma lagrima escorrer, era o ódio de sentir o que não queria.

– Eu não sei quem é ele. Nem sei o nome. Vai que ele nem se lembra de mim…

Ela se senta na beira da cama e joga o corpo para trás, olhando para o teto ela relembra fatos daquela noite. Ele seguindo de quatro rumo a ela, ele beijando seus pés, as caricias, a selvageria daquela noite.

– Ai como eu o quero novamente – e desliza a mão por entre as pernas – como eu desejo que ele me toque, me lambuze, me foda por completo.

Sem pensar ela não resiste e me toca relembrando do estranho e goza loucamente.

– Ai querido, até em pensamentos me faz gozar deliciosamente. Eu preciso voltar lá.

Com duvidas no que ele iria pensar, até pelo fato do bilhete impensável que ela deixou no criado mudo, liga para Marcela, uma colega para irem juntas ao bar.

– Oi Má, tudo bem?

– Oi Jú, ta ótimo e contigo?

– Eu to bem… Você ta a fim de sair?

– Agora?

– É, tempo destes conheci um bar maravilhoso, cheio de gatinhos, ta a fim de ir comigo?

– Bem, mas amanhã trabalho cedo.

– Que se dane Má, vamos curtir, vai ser legal, prometo.

– Sua maluca, eu topo, to precisando me distrair mesmo e pegar um gatinho.

– É isso ai! Vamos arrasar. O bar é de rock, te pego em 40 minutos.

– Ok!

Ela nem pensou em se arrumar tanto, vestiu uma skinny, colocou scarpins e usou uma baby look de caveirinha que comprou dias depois daquela noite, porque lembrou dele. Maquiou-se sensualmente, lábios cor do pecado, olhos delineados e nos cabelos um rabo de cavalo.

– Ai que se foda se to bem, só preciso vê-lo.

Saiu em disparada para buscar a colega. Ao chegar notou algo diferente em Marcela, sempre a via meio desleixada, hoje em especial ela estava atraente. Um breve pensamento passou por sua cabeça e ela disse antes que a amiga entrasse.

– Nossa como a Marcela é gostosa.

Marcela adentrou o carro com um belo sorriso.

– Oi querida, sabia que foi bom ter me ligado?

– É, algum problema?

– A eu me apaixonei por um filho da puta Jú, este foi o problema.

– Caramba Má, que foda!

– Antes fosse uma foda, ou várias, mas ele não está nem ai pra mim Jú, e eu sou louca por ele.

– Calma querida, hoje você esquece este idiota. Alguém tão linda quanto você, não merece alguém assim.

Marcela era realmente bela, alta, pele bronzeada, olhos azuis, cabelos longos e vermelhos, lábios carnudos e belas pernas, que naquela noite estavam à mostra. Os seios eram de dar inveja a qualquer um, volumosos e naturais.

– Bem, é aqui! Deixa-me procurar uma vaga – diz Justine.

– Nossa como está lotado em plena quinta-feira!

– É sim, é que rola uma banda toda quinta, legal, tu vai curtir, e tem um barman que nossa, é de tirar o fôlego.

– Ótimo, preciso de um sexo pra aliviar as dores da rejeição.

– Má, pode crer, tu é das minhas baby!

Depois de rodar atrás de vaga, ela achou um estacionamento seguro e foram pro bar, ao adentrar Justine só queria ver o seu estranho e Marcela ficou vislumbrada com a quantidade de pessoas diferentes. Era uma espécie de “mercado”, havia “produto” para todos os gostos.

– Nossa, onde vamos ficar? – perguntou Marcela.

– Me segue, vamos tentar chegar até o bar.

Depois muitos obstáculos e cantadas, finalmente as duas chegaram até o balcão do bar.

– Deus, achei que não chegaríamos nunca no bar – disse marcela.

– Pois não é, isso aqui esta mais cheio que a primeira vez que eu estive aqui.

– Aí preciso beber algo urgente Jú, isso aqui ta um inferno d quente.

– O que você quer beber?

– Uma cerveja.

– Acho que também vou de cerveja – ela olhou para os lados, mas ninguém para atendê-las, o bar estava incrivelmente lotado e Justine estressada, pois não havia visto o tal estranho, que aliais era dono do bar.

– Que porra, isso ta mesmo um inferno Má, não consigo nem visualizar alguém pra nos atender!

– Querida, relaxa! Você parece que ta é estressada. Quer ir embora?

– Não, não. É só o calor. Vamos tentar achar uns banquinhos.

Quase 20 minutos depois, as duas conseguiram se sentar no balcão, já que meses era uma verdadeira competição para conseguir.

– Olá senhorita, demorou, mas voltou.

– Oi, pois é, achei legal. Mas hoje está incrivelmente cheio. É que vai rolar uma banda de fora do estado, que já é popular.

– Hum…

– E então, trouxe uma amiga desta vez?

– Sim, Esta é Marcela… Mas nem sei seu nome…

– A da outra vez nem tive chance de dizer, o Fabiano foi mais rápido!

– Quem?

– O dono daqui, aquele com quem foi conversar.

Finalmente ela soubera o nome de seu estranho, Fabiano. Ela não sabia se descobrir o nome mudaria algo, mas seu coração acelerou ao ouvi-lo.

– A bom – disse tentando disfarçar – Bem, esta é minha amiga Marcela. Má este é o …

– Gustavo – Disse ele.

– Prazer! – disse Marcela.

– O prazer com certeza é todo meu. Mas então, vão beber o que?

– Duas cervejas bem gelada, por favor – disse Marcela.

– Opa! Saindo duas cervejas super geladas.

Justine estava inquieta, observando todos.

– Jú, algum problemas? – perguntou Marcela.

– Não, não…

– Você esta atrás do tal Fabiano?

– O que te faz pensar isto?

– A Jú, eu sou mulher, vi como você ficou quando ele te falou sobre o cara.

– Não, não é nada. Essa é sua noite querida, vamos curtir.

– Aqui estão as cervejas!

– Vamos brindar Má.

– Brindar a que? – perguntou Marcela rindo.

– A todos os filhos da puta que vão rastejar ainda aos nossos pés.

– Uhu! Isso ai linda! Um brinde – disse Marcela empolgada, e ambas tornaram um gole da cerveja.

– Se precisarem de algo, é só chamar meninas – disse Gustavo.

Depois de três cervejas e nada de Fabiano aparecer, Justine sentiu uma espécie de revolta, onde estaria o dono do bar em uma noite de casa cheia? Questionava consigo mesma, então ela gritou.

– GUSTAVO, EU QUERO TEQUILA, POR FAVOR!

– E garota, você gosta de coisas fortes, hem?

– Eu preciso me traga uma, por favor…

– Duas, eu também sinto que preciso – falou Marcela.

– Você está bem Má?

– Cara, me sinto estranha, as pessoas me olham esquisito, será que é minha roupa?

– Capaz, é porque você ta é muito gostosa isso sim, devem estar te devorando com os olhos.

– Sua boba, para com isso.

– Eu falei serio, se eu fosse homem te comia!

– Jú só você mesma pra dizer isto – e caiu na risada.

– Opa, um sorriso – disse Gustavo colocando as duas tequilas no balcão.

– É que Justine é uma comédia Gustavo.

– Comédia porra nenhuma, eu só falei a verdade.

– O que você disse? – perguntou ele.

– Essa besta está se sentindo um ET porque todo mundo está olhando pra ela, mas eu disse que ela ta é gostosa, por isso olham, se eu fosse homem, comia.

– Garota, tu é maluquinha mesmo – e Gustavo começou a rir.

– Ah! Vocês que são idiotas – segurou o copinho de tequila e tornou-o todo, sem sal nem limão.

– Credo, isso é horrível – indagou Gustavo.

– Que nada, horrível ta isso aqui hoje.

– Quero sal e limão – disse Marcela.

Depois da primeira tequila, Justine não podia parar, ela bebeu mais duas e se sentiu livre.

– Vamos dançar? – ela perguntou.

– Como se aqui tivesse espaço – respondeu Marcela.

– Não tem problema, vamos subir no balcão!

– Você ta loca, vamos ser expulsas.

– Capaz mesmo que vamos. Venha, se solte, toma mais uma tequila.

Então as duas beberam um pouco mais e ficaram loucas, poucos minutos o show não era mais da banda, era delas, ambas subiram no balcão e começaram a dançar ao som do velho rock ‘n roll, elas se sentiam sexy, Marcela sabia que podiam ver sua calcinha e nada a impedia de dançar. Justine ao ver que os homens do bar as desejavam começou a dançar junto de Marcela. Elas eram um “casal”, prontas para o sexo, é o que pensavam os rapazes.

Gustavo não conseguia nem atender, ele precisava pedir para que elas descessem, mas não conseguia, eu queria comer as duas imediatamente. No meio daquele calor todo, Justine não resistiu ao ver o corpo de Marcela se movendo junto ao dela então a segurou pelos cabelos e tacou um beijo na amiga.

– DEUS! QUE GATAS LOCA! – era o que a multidão gritava. Até a banda parou pra ver a cena.

Marcela não resistiu nenhum momento ao beijo de Justine. Depois de alguns minutos elas se desgrudaram e então Marcela disse.

– Sua maluca, vamos sair daqui.

– Vem comigo.

Continua…

Nota de esclarecimento sobre Justine!

Olá caros leitores, sei que muitos adoraram as aventuras da Justine, e já estou trabalhando no próximo capitulo da louca jornada da nossa anti-heroína, mas gostaria de deixar bem claro que, ela é fictícia, Justine e eu somos pessoas diferentes.

Recebi uma série de comentários sobre, e e-mails também, e quero deixar claro aqui que é tudo profissional.

O nome Justine surgiu da minha paixão por Sade, e não me liguei que já usava este nome em um projeto paralelo como modelo alternativo no site Xplastic.

Por favor, mantenham o respeito, não só a mim, mas com todas as modelos do site, garanto que não deve ser somente eu que recebo e-mails com propostas indecentes.

Não sou profissional do sexo, aquilo é apenas trabalho como qualquer outro. Respeito as profissionais do sexo, mas eu sou só algo do imaginário. Assim como a personagem.

Não vamos misturar as coisas e nem ofender!

Respeito é bom e todo mundo gosta!

Freak Butterfly.