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Justine – O doce demônio

O triângulo amoroso de Justine estava bem, ela, Darling e Lucas estavam quase sempre juntos, quando Lucas estava afundando em papeis do trabalho, Justine curtia com Darling, seu novo brinquedinho humano.

 

Em uma tarde sozinha, depois de muitos gemidos, Darling e Justine estavam deitadas olhando para o teto da sala, Justine pensativa suspirava.

 

– Tenho inveja de ti às vezes minha boneca… – disse Justine em um suspiro.

 

– Porque senhora? Não tenho nada, bem tenho a senhora e o senhor, mas nada mais, não tenho estudos, mal tenho família, sou uma prostituta barata que dança em uma boate decadente.

 

– Mesmo assim, tenho inveja, você tem vários homens aos seus pés…

 

– Desculpe senhora, mas aqueles homens, não desejava ter não, feios, velhos, barrigudos, tarados, bêbados, a senhora que tem sorte, tem o Lucas, ele sim é um homem de verdade.

 

– É nada, aquilo é uma bichinha que tem medo de pular do armário!

 

– Não pareceu pra mim não oh! Ele fode tão gostoso…

 

– E adoro rabos! De certo porque não tem coragem de comer homens, quer meter nos nossos… Já fodi aquele rabo, e ele adorou… Mas você está certa, é um bom homem… Mas não suporto mais esse marasmo de vida que levo, presa nessa masmorra que ele chama de casa… eu já vivi mais, fui mais ativa, agora estou presa a este sentimento confuso, a camas vazias e orgasmos solitários ou com estranhos, é um PORRE!

 

– Bem senhora, te alguma fantasia, algo em que possa ajudá-la?

 

– Sinto saudades do Pépe… Aquele topete se desmanchando com o suor e a verocidade das estocadas que ele me dava, aquele corpo sim cheirava a pecado.

 

– E onde ele está?

 

– Sumiu, não sei se viajou, uma noite ele ligou, mas eu estava com o Lucas… Depois não consegui mais falar com ele, estava pensando em ir no bar que o conheci ver se esbarrava com ele lá… Mas tenho medo, caralio, eu tenho medo de vê-lo com outra.

 

– A senhora gosta dele?

 

– Não sei mais, mas eu gostava… Ah chega desse papo deprê, ta afim de um vinho?

 

– Seria bom, daqui a pouco começa meu turno na boate… Ir alegre não me faria mal.

 

– Acho que vou contigo hoje bonequinha.

 

– Quer me ver dançar?

 

– Quero ver se acho algo interessante… Mas pra entrar no clima, vou me montar – risos – Bem, pegue o vinho e me encontra no quarto, vou procurar algo pra vestir.

 

Darling foi até a geladeira, pegou um vinho tinto e seguiu com taças para o quarto, Justine estava no closet revirando uma caixa.

 

– O que procura? – perguntou Darling curiosa.

 

– To atrás de uma peruca… Como eu disse, quero ir montada!

 

Darling caiu na risada.

 

Depois de muito revirar ela encontrou uma peruca com corte Chanel e fios escuros, usou uma vez para Lucas.

 

– Achei! Agora, o que vestir…

 

– Posso dar minha opinião?

 

– Claro boneca.

 

– Porque não vai com aquele seu vestido preto com rendas, seu scarpin vermelho, acho que a senhora fica divina com eles.

 

– É pode ser, vamos ver como fica.

 

Depois de quase uma hora de arrumando, Justine enfim estava pronta para ir a boate com Darling, trajando a sugestão de sua amante, foi com o vestido de renda preta e salto agulha vermelho, a maquiagem pesada junto a peruca dava um ar noir a Justine.

 

– Uau… Me deu até vontade! – exclamou Darling.

 

– Mas terá de ficar na vontade querida, vamos.

 

Ao estacionarem próximo a boate, Darling se despediu de sua senhora e entrou pelos fundos. Justine respirou fundo, se olhou no espelho, mostrou os dentes cheia de malícia e partiu pra boate. Ao entrar os homens a devoraram, afinal, Darling era a dançarina mais bela, isso quer dizer que, seja quem estivesse ao palco, não chamaria tanto a atenção aquela pérfida mulher que adentrava o recinto.

 

Justine foi até o bar ignorando todos os olhares, pediu dose dupla de wisky barato e resolveu olhar o lugar, ver se achava algo de interessante. Andou por entre corpos flácidos que exalavam perfume de quinta, e depois de muito olhar, decidiu ir para seu canto de sempre, seu escurinho reservado, porém, ao chegar, se deparou apenas com os olhos naquela penumbra. Verde oliva envolvidos com um brilho maligno que fez sua espinha arrepiar. Ela tomou um gole, ficou por alguns segundos hipnotizada sem conseguir sair do lugar. Até que Darling a abordou.

 

– Oi senhora!

 

Justine saltou de susto.

 

– Credo menina, quer me matar do coração!?

 

– Não, não, só vim saber se está bem, serei a próxima.

 

– Sim, estou, é que vim sentar, mas já tem alguém no meu lugar.

 

– Ah sim, a algumas semanas ele veio e se sentou ai também, pediu para que eu dançasse na mesa, mas não falou muito, ele é como a senhora, gosta de ser senhor de tudo, mas ele me da medo.

 

– É… A mim também… Sabe Darling, eu estava pensando, será que posso dançar hoje?

 

– Como? A senhora quer fazer um show aqui?

 

– Ué e porque não!? Acho que não dou conta?

 

– Não é isso, é que sei lá, mas se a senhora quer, posso falar com minha madrinha, afinal é dinheiro, quem sabe uma carne nova lá no palco não de mais dinheiro a ela.

 

– Pois é, e minha parte eu te dou, ok? Vá ver se consegue.

 

Darling foi até o bar pediu para chamar a madrinha, e depois de alguns minutos de conversa, não foi difícil convencê-la de deixar Justine dançar, afinal, todos os homens não desgrudavam os olhos dela. Darling voltou sorridente.

 

– Qual música e qual nome quer ser apresentada?

 

– Não pensei nisso… Diga Verônica e peça algo mais rock ‘n roll.

 

– Ok, vamos pro camarim, que você vai dançar antes de mim.

 

Alguns minutos depois o DJ já anunciava:

 

– Senhores essa noite vocês terão um bônus, uma gatinha nova, quente, essa gata promete. Pode vir minha morena fatal, pode vir VERÔNICA!!!

 

Trilha: Sweet Dream – Marilyn Manson

 

Justine entrou um pouco desconfiada, os homens sentados assobiavam, jorravam palavrões ao vendo, uivavam querendo vê-la sem roupa o mais rápido, um pouco nervosa ainda ela caminhou lentamente até o mastro e olhou para o estranho no canto escuro, seu rosto veio mais para luz, os cabelos longos, a pele clara, o olhar frio. Ela fechou os olhos e começou a se deixar levar pela música.

 

Ela segurou o mastro e rodou lentamente, começou a imaginar que aquilo era o seu estranho vampiro, ela subia e descia com seu corpo junto ao mastro, ela abriu os olhos e direcionou ao canto escuro, seu corpo estava ficando louco, quente, o desejo começa a ser exprimido pela dança, ela desceu pelo mastro movimentando os quadris como um oito, ao chegar próximo do chão de ajoelhou, simulou estocadas e engatinhou para o desconhecido, os homens gritavam, pedia pra ela tirar a roupa, mas Justine estava fora de orbita, só enxergava aqueles olhos cor de oliva, enfim ele sorriu.

 

Justine mordeu os lábios já entorpecidos, deitou sob o palco e começou a mexer os quadris, suas mãos percorriam lábios, seios, coxas, e ao fechar os olhos não resistiu e começou a se masturbar, em meio a todos aqueles homens enlouquecidos. Ao chegar ao clímax, ela abriu os olhos, a musica acabará, se ajoelhou, recolheu as notas jogadas no palco, e em meio aos assobios saiu rapidamente do palco.

 

– Bem pessoal, essa foi a devassa Verônica, um tanto tímida, mas ousada, essa foi sua primeira apresentação, vamos dar palmas para ela. Agora, nossa princesinha, Darling.

 

Darling subiu ao palco e Justine foi até o bar entregou o dinheiro que pertencia a cafetina e pediu outro wisky, sem saber ainda o que tinha feito, foi abordada por um velho barrigudo, advogado de porta de cadeia, ela disse não, mas ele insistia, meio desconcertada, ela se virou e deu de cara com o vampiro misterioso.

 

– Quer se sentar comigo? – perguntou o estranho.

 

– Sim – ela passou rapidamente por ele e seguiu até a mesa.

 

Ela se sentou e começou a olhar Darling, fingindo não se interessar por quem estava ao lado.

 

– Então… Foi sua primeira vez? – sussurrou o estranho próximo de seu ouvido.

 

– Foi, foi só por diversão, aquela ali que está dançando sim, aquela é minha garota – respondeu dando de ombros.

 

Ele colocou uma das mãos sob a coxa, ela estremeceu, então se atreveu a colocar a mão pela abertura do vestido.

 

– Está sem calcinha?

 

– Perdi ela no show – respondeu tentando não saltar no colo estranho.

 

Sentindo o calor que exalava por entre aquelas pernas, ele não perdeu mais tempo e a penetrou com os dedos, seu toque ardente, deixou Justine louca, ele continuou acariciando sua bocetinha.

 

– Quem e você? – perguntou Justine estremecendo.

 

– Sou seu delírio, seu demônio!

 

Justine suspirou e se entregou aos dedos daquele doce demônio.

 

(continua)

 

Um, dois, três

Há muito tempo eu venho enrolando pra escrever sobre uma musica, sei que vão achar estranho, mas é falo da música intitulada “3” da cantora norte americana Britney Spears. Toda vez que to de bobeira fico vendo clipes na TV a cabo, e nesses programas de tradução, um dia vi a letra, vindo dela eu nem me espantei, mas comecei a fazer uma analise (adoro ficar analisando coisas sem nexo).

Simplesmente a musica fala de um ménage à trois, onde ela chama seu parceiro pra curtir uma noite a três, ou até mais (que safadinha), porém uma realidade nua e crua, por mais que você não aceite, isso é o fascínio, é a fantasia, para não generalizar, de quase todos os homens.

O maior problema é o medo que a mulher sente, o fato de se relacionar com outra pessoa do mesmo sexo (na grande parte da fantasia, homens imaginam suas mulheres com outra mulheres, são raros os que fantasiam vê-las com outros homens), e também o ciúmes.

Outro caso engraçado que aborda o tema, foi o filme “Os Normais 2”, onde para salvar o relacionamento Vani propõe a Rui que façam um ménage à trois (que por sinal não da certo). O filme é divertido pra analisar várias situações, como por exemplo, a mudança na relação que este passo possa dar. Nada forçado da certo, nem sacrificar-se por sua relação ou parceiro, como diz meu ginecologista “é muito bonito e romântico satisfazer o parceiro mesmo que não a satisfaça, mas é um erro só seu”. Se você se sente a vontade para dar este novo passo, siga em frente sem medo, se há duvidas, converse antes com alguém, há pessoas que você nem imagina que já fez ou sente o mesmo desejo. Como diz a musica “ O que fazemos é inocente, só por diversão, sem outras intenções (…) todo mundo ama a três”.

Seja qual for sua escolha, sua opção e decisão, faça somente o que lhe da prazer, isso sim vem acima de tudo!

Freak Butterfly

Justine – O Baile de Mascaras (Parte final)

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Justine ligou para Marcela e as duas foram a caça de um vestido perfeito, afinal, ela seria apresentada como noiva de Lucas a todos seus sócios, não podia parecer vulgar, mas também não queria perder sua identidade.

Depois de rodarem horas e horas de loja em loja, quando Justine estava perto de desistir passou enfrente a uma simples loja, e na vitrine uma bela vestido de cetim preto longo de alcinhas com um belo decote na costa.

– Será que fica muito vulgar, parece uma camisola? – perguntou para Marcela.

– Ele é lindo, simples e lindo, e não é camisola, ta na etiqueta, és vestido! Eu acho que não, você é jovem e tem um belo corpo, por acaso vai querer usar o que? Um terninho?

– Claro que não… Mas sei lá, não sei como são as mulheres dos outros advogados…

– E desde quando você ligou pra isso?

– É importante pra ele… Só isso!

– Bem, vamos entrar, experimentar e daí agente analisa. Ok?

– Certo!

O vestido caiu como uma luva. Ficou perfeito, era realmente o que procurava, como não havia muito decote na frente e com  o de trás sendo grande, o vestido não ficaria vulgar.

– Falta apenas os acessórios certos! – disse Marcela.

– Você acha?

– Claro. Sabe aquela coleira de brilhantes que o Lucas te deu mês passado?

– Sei…

– Ela vai ficar perfeita! Não vai mais precisar de nada. Só ele e essa aliança gigante ai já bastam. Agora falta a mascara. Mas sei onde tem umas fantásticas, daquelas de cinema.

– Ok! Você me convenceu, vou ficar com ele, afinal, ele é a minha cara!

As duas foram para a loja de mascaras, realmente era uma mais linda que a outra Justine ficou em duvida de qual levar, depois de muito vasculhar, eis que lá estava, a mascara perfeita, era simples, sem muitos adereços, mas era sedutora, imitação de couro repleta de furos para a visão cobria somente a região dos olhos.

– Perfeita! Vou levar esta! – exclamou Justine.

– Não ta muito simples?

– Eu adorei!

– Ok, então vamos, se não você não conseguirá se arrumar a tempo.

Ao chegar em casa tudo estava escuro, Lucas não estava lá. Encima da mesa da cozinha havia o convite e um bilhete.

“Querida Justine, desculpe mas tive algumas coisas de ultima hora para resolver, aqui está o convite e o dinheiro para o táxi. Estarei lhe esperando lá.

Te amo…

Lucas”

– Não acredito que ele me deixou aqui pra ir sozinha a um lugar desconhecido.

– Ah Ju! Da nada, eu te deixo lá, vá tomar um banho que eu vou te ajudar a se preparar pra grande noite! – risos.

– Porque esta rindo sua boba!? – indagou a furiosa Justine.

– Ah, é que achei bonitinho isso tudo, você ta a típica moça de família… Fico pensando “cadê a puta da Justine? Onde ela se perdeu?”.

– Cala a boca!

Marcela se abre em risos.

Justine foi para o banho e Marcela colocou tudo que ela precisava sob a cama. O vestido negro, a coleira de brilhantes que tem como detalhe uma correntinha caída e uma gota de brilhante na ponta, sandália de salto preta com pequenos detalhes em pedraria, Marcela achava aquela sandália um fetiche absurdo. E por fim a mascara.

Marcela maquiou a amiga, olhos mais leves, bochechas rosadas e boca marcante. Cabelos preso com um coque para não esconder o decote. Ela estava incrivelmente linda. Até Marcela ficou espantada.

– Como você cresceu! – suspirou Marcela.

– Para de ser boba, você ta me deixando nervosa.

– É serio amiga, você mudou, está mais madura e mais bonita ainda.

– Obrigada… E valeu pela ajuda, não teria conseguido sem você.

– Capaz! Bem, vamos nessa, se não sua carruagem vira abóbora!

Ao chegarem ao endereço, as pernas de Justine estremeceram, tudo estava deslumbrante, as pessoas chegando, parecia entrega do oscar.

– Não sei, estou nervosa. Será que estou bem?

– Claro, você está ótima, no maximo causará inveja a essas velhas caídas.

– Vou ligar para o Lucas pra ele me encontrar na porta.

– Oi amor – atendeu Lucas.

– Onde você esta?

– Eu estou no escritório assinando uma papelada.

– Droga Lucas! Eu estou aqui na frente. Anda, eu não vou entrar sem você.

– Entra amor, logo eu chego e te encontro lá dentro. Está muito frio ai fora.

Realmente aquela era uma noite gélida. E suas roupas não eram tão apropriadas para se manter aquecida, mesmo com o sobre tudo que vestia.

– Ok! Você me deve muito viu! Odeio você.

– O Lucas me paga!

– Vai lá e arrasa. Me liga amanha pra conta como foi.

– Te amo Má!

– Eu também Jú.

As duas deram um selinho e Justine saiu enfim do carro. Já com a mascara caminhou até a portaria rapidamente, entregou o convite, recebeu um sorriso de boa noite e entrou no hall. Tudo estava impecável. As pessoas estavam lindas, as mulheres pareciam de revista. Ela ficou parada por alguns instantes sem conseguir tirar o casaco, então repetiu para si mesma silenciosamente: “Pare de ser boba, vá lá e seja você mesma. Arrase!”.

Ela foi até a chapelaria para deixar o casaco.

– Boa noite senhora! Está acompanhada de quem?

– Boa noite, estou com o senhor Lucas Vittorelli.

O chapeleiro fez sinal para pegar o casaco de Justine, ela então respirou fundo e o tirou para entregá-lo, rapidamente, ela pode sentir os olhares do salão vindo em sua direção.

– Aqui esta senhorita, seu cartão para retirar o casaco. Tenha uma ótima festa!

– Obrigada – disse ao se retirar para o salão principal.

Onde ela passava as pessoas a olhavam, os homens de desejo e as mulheres de inveja. Foi como Marcela havia previsto. Ela pensou consigo mesma que precisaria de uma bebida e foi para o bar.

– O que a senhorita deseja?

– Champagne – disse um cavalheiro ao lado.

Justine olhou esperando que fosse Lucas, mas não parecia.

– Obrigada, mas prefiro um whisky – disse olhando para o garçom.

– A senhora está sozinha? – insistiu o cavalheiro.

– Não, estou esperando meu noivo.

– Que cavalheiro de sorte! Pois a senhorita é a que mais brilhará neste salão – ele segurou a mão de Justine, beijou-a e partiu para a multidão.

Seu coração estremeceu, as pernas ficaram bambas, ela tornou a dose de whisky e fez sinal pedindo outra.

– Noite difícil senhorita?

– Acho que será! – ela sorriu e se retirou.

O celular não tocava e nem sinal do Lucas, afinal com tantos rostos escondidos, como ela saberia quem ele seria de fato. Resolveu ficar parada próxima a entrada. Depois de alguns minutos a angustia bateu em seu peito, o que ela deveria fazer? Ir embora e depois matar o Lucas em casa? Relaxar e aproveitar a festa? Então ela sentiu alguém a observá-la. Lá estava um rapaz parado, a poucos metros olhando-a fixamente. Ele estava de smoking preto e uma mascara branca que cobria toda a face. Depois de alguns minutos de olhar fixo, Justine se sentiu mal e começou a andar, logo o homem misterioso começou a segui-la. Justine deu a volta pela pista de dança tentando encontrar um rosto familiar e nada. Então resolveu seguir até o banheiro.

Para chegar lá tinha de atravessar um corredor imenso com luzes ambiente e decorado em tecidos e mascaras. Por sorte ou azar, o corredor estava deserto. Justine apressou o passo e o cavalheiro misterioso fez o mesmo. Então ela correu até o banheiro. Ao fechar a porta seu coração havia disparado. Ela se olhou no espelho e pela primeira vez na noite viu o quanto estava encantadora, abriu a pequena bolsa e tentou ligar para Lucas, mas não obteve sucesso. Ela se sentou em um puf e decidiu esperar até que alguém aparecesse.

Cerca de 15 minutos depois uma bela senhora entrou no banheiro.

– Oh! O que faz aqui minha jovem? Você está bem?

– Só fiquei um pouco enjoada.

– Animo, é uma festa linda, deve aproveita-la!

– Sim, obrigada senhora – disse Justine ao se levantar.

– Qual o seu nome mocinha? É filha de alguém aqui?

– Não, não. Meu nome é Justine sou noiva do Lucas Vittorelli.

– Oh! O Lucas, ótima rapaz! Meus parabéns, será que posso felicitá-la?

– Claro – disse Justine sem graça ao aceitar o abraço.

– Parece que o pequeno Lucas também é um rapaz de sorte, você é uma mocinha encantadora. Meu nome é Lurdes Maria Ramos, meu marido trabalho com ele.

– Ah o senhor Ramos! Já ouvi falar dele.

– Espero que bem – disse a sorridente senhora.

– Sempre! – concluiu Justine com um sorriso.

– Vá querida, vá encontrar Lucas, eu ainda não o vi hoje.

– Senhora? Quando entrou aqui, viu alguém pelo corredor?

– Não, não, estava vazio.

– Ah, obrigada! Vou procurar por Lucas. Foi um enorme prazer Senhora Ramos.

– O prazer foi todo meu, mas pode me chamar de Lurdes querida.

– Obrigada Lurdes – disse Justine acenando positivamente com a cabeça.

Ao abrir a porta, ela ainda estava desconfiada, verificou o corredor e nada viu. Suspirou e saiu andando normalmente.

– É, parece que o maluco enfim me deixou em paz.

Quando passou por algo que parecia uma cortina, sentiu uma mão envolver sua boca e um braço por sua cintura. Ela tentou gritar, mas não conseguiu, ela se debateu, mas o estranho era mais forte e a puxou para trás da cortina. Era uma sala vazia, escura, com várias tralhas, ele a soltou, e ficou admirando sua face de espanto.

– Quem é você o que você quer? – disse Justine desesperada.

– Shhhhhh – disse o cavalheiro misterioso fazendo sinal de silêncio com a mão.

– Olha, se você não disser o que quer agora, eu vou gritar.

O cavalheiro nada respondeu, apenas se aproximou dela acariciando sua fria face.

– Me deixe ir…

O cavalheiro fez sinal de que ela poderia partir. Quando Justine levantou, ela a puxou com força e a jogou contra a parede, tapou sua boca e tocou em sua costa. Com seu corpo imprensado ao dela ele livrou uma mão para puxar o vestido para sina até que pudesse tocar sua bunda. Que sorte, era uma pena calcinha para não marcar o vestido. Justine tentava escapar e gritar, mas não conseguia. E novamente o cavalheiro fez “shhhh” para que ela relaxasse.

Ele tocou sua buceta por cima da calcinha e a sentiu molhada, essa era Justine, até entre esses joguinhos ela ficava excitada. Ele baixou o zíper, ela ouviu a calça cair. Afastou a calcinha e ela travou as pernas. Ele começou a acariciá-la, a tocava, até que não resistindo cedeu. Empinou o rabo para abrir passagem ao estranho, ao sentir ser penetrada, percebeu que aquele pau, aquele jeito era familiar. Na primeira estocada, o cavalheiro soltou os lábios de Justine e a puxou pela corrente da coleira se aproximou até o ouvido dela e sussurrou.

– Eu te amo puta gostosa!

Era Lucas! Justine então se entregou de vez ao prazer, encostada da parede ela a estocou com força segurando-a pela coleira de brilhantes. Ela queria gemer alto, se soltar, a tempos não tinha essa sensação de perigo, de que alguém pudesse chegar, de que aquele fosse um estranho, de que depois dali, ela voltaria ao salão esporeada. Ela empinava o rabo caba vez mais, e teve direito até a uns tapinhas. Logo ambos gozaram. Tudo foi tão intenso que a porra de Lucas misturada a de Justine escorreu por entre as coxas. Preocupada em sujar seu longo vestido negro, ela o puxou até a cintura delicadamente para não amassar.

Lucas levantou um pouco a mascara e agachado percorreu a língua pelo mel que descia, depois retirou um lenço do bolso e limpou as coxas da amada.

– Pronto querida, pode baixar o vestido.

– Você me assustou – disse Justine ao dar um tapinha no braço de Lucas.

– Eu sei que você gostou safadinha.

Justine deu um sorrisinho sacana e arrumou o vestido.

– Está tudo certo?

– Linda! Nossa você esta belíssima, adorei, tudo o vestido, a mascara e a minha coleirinha!

– Vou ao banheiro retocar a maquiagem.

– Certo! Eu saio primeiro pra vê se há alguém no corredor.

Lucas abriu a cortina e olhou para os dois lados. Não havia ninguém, ele virou para Justine fez sinal de positivo.

– Vamos!

Os dois saíram como se nada tivesse acontecido, ela seguiu até o banheiro e ele a esperou no inicio do corredor. Ela voltou, impecável como antes, sorriu e foram para o bar.

– O que deseja beber querida?

– Whisky!

– Um whisky para minha bela dama e uma taça de vinho tinto seco para mim.

– Sim senhor! – respondeu o simpático garçom.

A noite seguiu maravilhosa, Justine reencontrou a Senhora Ramos, conheceu os sócios de Lucas e dançou com o amado a noite toda. Os dois voltaram para casa relaxados. Foi uma noite incrível.

E antes de dormir, Justine e Lucas transaram mais uma vez, ela de mascara, coleira e scarpin e Lucas apenas de mascara. Fora mais uma transa maravilhosa digna de dormirem lambuzados.

Freak Butterfly

Justine – Rompendo os Limites (Parte 1)

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Após aquela noite, Justine e Lucas voltaram a sua rotina de antes, mesmo sentindo que não teve tudo o que queria, Justine estava feliz com a possibilidade de Lucas aceitar a inversão de papeis.

Era uma tarde quente de verão quando Justine resolver visitar Marcela, que estava reclamando sua ausência, ao chegar, foi recebida com beijos e abraços, Marcela já não era mais aquela mulher segura de si que Justine conheceu e sim uma garotinha amedrontada e insegura.

 

– Amor! – exclamou Marcela cheia de felicidade ao ver a amada em sua porta – Venha, entre, entre – dizia ela enquanto puxava Justine para a sala.

 

– Olá Marcela, como está?

 

– Não muito bem – ela responde enquanto baixa o cenho – você me esqueceu… Me sinto tão só.

 

– Para com isso Marcela, eu não estou aqui?

 

– Agora sim. Mas você não vinha há semanas, nem ligava, achei que já não me queria mais.

 – Para com essa bobagem menina! Você sabe que estou namorando, você deveria fazer o mesmo.

Neste momento a face de Marcela mudou completamente, podia-se ver o quanto ela resistia às lágrimas. Então Justine foi até ela cheia de doçura e afagou seus cabelos, tomando-a em seus braços por um longo beijo.

As duas ficaram sentadas no sofá, Marcela no colo de Justine que começou a pensar como uma pessoa podia ser tão frágil, tão dependente, tão escrava dos sentimentos e desejos, será que ela também era assim? Um turbilhão de perguntas passou por sua mente, logo sendo interrompido por um abraço apertado da sua garotinha.

 

– Eu te amo tanto Ju. Sinto tanto a sua falta, quero lhe pedir algo. – Disse ela com receio.

 

– Claro, diga.

 

– Não me deixe nunca, por favor. Eu não saberia viver sem você.

 

– Para com isso Marcela. Você não é mais nenhuma garotinha indefesa. Haja como a mulher que sei que você é, a mulher por quem entreguei sentimentos sinceros um dia.

 

– O que quer dizer com isso, você não me ama mais sua vagabunda! – disse enquanto se levantava subitamente.

Justine ficou catatônica com o que Marcela lhe disse. Vagabunda? Questionava ela. Ela não conseguia mover um dedo sequer. Ao notar isto, Marcela se desmanchou em lagrimas e pedidos de perdão. Ajoelhou-se aos pés da amada e pediu perdão beijando seus joelhos. Justine colocou uma das mãos nos cabelos ruivos e sedosos de Marcela e sentiu pena daquela moça.

 – Tudo bem, tudo bem. Eu compreendo Ma. Não fica assim.

Entre lagrimas sufocadas Marcela gaguejava perdão sem poder olhar nos olhos de Justine.

 – Amor, eu já disse, para com isso.

 – Eu faço Ju, eu juro, eu faço o que você desejar. Qualquer coisa pra não lhe perder.

 – Deite no meu colo e fique calma – pediu Justine com toda a doçura do mundo.

Obediente, Marcela deitou a cabeça em seu colo. As palavras de Marcela martelavam na cabeça de Justine: “Eu faço Ju, eu juro, eu faço o que você desejar. Qualquer coisa pra não lhe perder.”

Será que ela realmente faria qualquer coisa? Ela tinha uma fantasia inacabada, mas nunca se viu ativa e sim como vouyer. Mas será que Marcela toparia? Será que faria realmente qualquer coisa por ela? Um turbilhão de perguntas começaram a surgir quando Marcela interrompeu seus pensamentos.

 – Ju, dorme comigo hoje?

Lucas trabalharia até tarde e como se não bastasse ainda levaria mais trabalho para casa, então uma noite com Marcela seria ótimo para relaxar e variar um pouco, afinal ela também sentia falta de quando estavam mais juntas.

 

– Ótimo, vamos fazer uma noite do pijama! O que acha amor?

 – Perfeito, vamos ao mercado comprar algumas coisas, não esperava por você.

 – Claro que tal comprar vinho e queijo, pegamos um filme e curtimos uma noite só nossa.

 – Ai, isto vai ser perfeito! – dizia Marcela com os olhos iluminados.

As duas foram ao mercado, compraram vinho e mais algumas guloseimas, passaram na locadora e alugaram uma comédia romântica que Marcela dizia ser excelente. Tudo estava normal, como um programa de amigas. Elas foram para casa, colocaram seus pijamas, beberam o vinho, riram do filme, fumaram cigarros e quando ambas já estavam rindo a toa por causa do vinho, Marcela se atirou sob Justine.

 – Eu senti muito sua falta – dizia ela entre beijos – eu te amo demais Ju!

 – Eu também te amo pequena, você é meu solzinho.

Sem perder tempo as duas se jogaram no tapete, nuas, corpos suados, se amaram como a muito não faziam. As mãos de Marcela percorriam docemente pelo corpo da amada. Para ela não havia cheiro melhor, não havia pele mais sedosa do que a de Justine.

Marcela se pos entre as pernas de Justine e começou a acariciar seu grelo, sua felicidade se completava quando ouvia suspiros, gemidos e sentindo o gozo escorrer. Depois de muitos beijos e caricias, as duas adormeceram o sono dos deuses.

Os olhos de Justine se abriram, mas tudo estava escuro, era mais negro do que a noite naquele corredor estranho. Com medo, ela começou a caminhar se guiando com as mãos na parede. Havia uma pequena luz vermelha no corredor que parecia não ter fim. Então ela tentou gritar, mas sua voz ficou sufocada na garganta. Desesperada, começou a caminhar mais rápido para a luz vermelha que ficava maior e mais forte, as lagrimas percorriam sua face como uma cascata, ela tentou gritar novamente, mas foi em vão. Ao se aproximar da luz, ela podia ouvir gritos, gemidos, então ela correu em direção a porta fechando os olhos ao passar por ela, sem saber em que ela tropeçou e caiu de quatro.

Os gritos e gemidos eram mais altos, e o medo a deixará catatônica por alguns minutos. Ao sentir uma mão tocar seus cabelos, ela abraçou os joelhos colocando o rosto entre eles, o choro era desesperado e a voz teimava em não sair. Ela começou a pensar que não estava em um pesadelo, mas sim que havia morrido e irá para o inferno. Começou a pensar em Marcela, em Lucas, em seus pais, um flash back tumultuado passou por sua mente em segundos então ela abriu os olhos sem deixar que o medo os fechasse novamente.

Era como estar em Sodoma, vários corpos nus ao seu redor, não importava o sexo as pessoas estavam se contemplando, mulheres com mulheres, homens com homens, casais, ménage à tróis, era um bacanal regado a porra que jorrava de todos os lados. E ali no centro Marcela e Lucas fornicavam de maneira selvagem, e Justine estava ali, caída ao chão, invisível. A excitação a tocava. Ele se levantou e atravessou por vários corpos, ninguém a sentia, ninguém a tocava, estava ai seu maior pesadelo, ser ninguém no mundo. Ela tentou gritar por varias vezes o nome de Marcela e Lucas, mas sua voz não saiu. Ela se aproximou e tentou toca-los, era como num transe, os dois estavam tendo um prazer único, então uma onda de ciúmes e ódio tomou Justine, que em prantos começou a gritar, quando enfim ouviu uma voz longínqua a lhe chamar. Com a face entre as mãos, ela gritou a todo pulmão por marcela.

 – MARCELAAAAA!

 – Justine abra os olhos, acorde amor – dizia Marcela assustada – ande, abra os olhos, foi só um pesadelo.

Meio zonza, ela abriu os olhos e o feixe de luz a cegou por uns instantes.

 – Marcela – disse ela sussurrando – é você?

 – Amor, calma, foi só um pesadelo. – disse Marcela enquanto afagava os cabelos da amada que se colocou entre seus braços.

 – Foi horrível Má – dizia justine aos prantos – foi horrível, ninguém me via, ninguém me ouvia, eu queria gritar e não conseguia. E você estava lá, com Lucas, vocês não me viam… Foi horrível!

 – Calma, foi só um pesadelo, isso vai passar. O que fazíamos que você ficou tão desesperada se debatendo na cama?

 – Era uma Sodoma, uma Sodoma!

 – A Justine e você estava com medo disto?

 – Mas eu não existia ali, eu era só um espírito vagando. E meus dois amores estavam juntos, e não me viam.

 – Fique calma, você sabe que eu nunca nesta vida lhe trocaria pra ficar com Lucas! Eu nem gosto muito dele… Mas eu sei ficou desesperada porque não conseguiu participar deste bacanal né!? – disse Marcela com um meio sorriso tentando distrair a amiga.

 – Não sei, eu não sei porque esta onda de desespero me bateu.

 – Calma, foi só sonho. Vai passar. Vamos voltar a dormir.

 – Acho que não consigo.

 – Foi só um pesadelo Justine, agente bebeu demais. Foi só isso, você misturou fantasias, os filmes e a bebida.

 – É talvez você tenha razão.

As duas se deitaram, Justine nos braços de Marcela, e adormeceram juntas. Como dois anjos.

 

Continua…

(Freak Butterfly – Poliana S. Zanini)

 

*Imagem do Google Imagens

A garota de programa dele!

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Todo rapaz sente a fantasia de transar com uma garota de programa, não se assuste isto é normal.

Depois de ver que um dos artigos mais lidos é “Truques de profissional na cama”, resolvi dar mais umas dicas para você se tornar a garota de programa perfeita, para ele, claro.

Não, não estou aqui para fazer apologia à prostituição ou para criticar o trabalho delas, só estou aqui para dar uma forcinha para algumas garotas apimentarem sua relação e realizar a fantasia da maioria dos homens.

Saiba quais as regras de ouro de uma profissional do sexo nota 10:

· Não ter pudores: nenhuma garota de programa pode sentir pudor, se o cliente pedir uma “chuva dourada”. Então não sinta pudores com as idéias malucas do seu namorado, como gozar nos seus seios, aja como se isso fosse uma idéia genial dele.

· Não ter frescuras: homens detestam garotas cheias de não me toque, se quer realizar esta fantasia dele, deixe sua frescura de lado e entre no jogo.

· Construir um acervo de acessórios e fantasias: é para entrar no jogo de vez você deve ter um arsenal de fantasias e objetos eróticos. Camisinhas, gel, lubrificantes, lingeries e também fantasias sexuais. Ligue para ele numa tarde, seja ousada, pergunte o que vai querer para o jantar. Descubra as fantasias dele, e se prepare de noite, quando ele chegar em casa esteja pronta dentro daquela fantasia de bombeira, ou escoteira que ele tanto gostaria de ver.

Enfim, entre no jogo, seja sensual, sexy e feminina. Um grande problema que as garotas enfrentam é falta de auto-estima, por causa da celulite, estrias ou a gordurinha a mais. Mas vou lhes falar, deixe isto de lado, saiba que por causa da sua insegurança está perdendo preciosos momentos com seu parceiro, e estas paranóias acabam afastando quem realmente nos vê como perfeitas.

Não são as modelos do Victoria’s  Secret que vai pra cama com ele a noite e sim  você. Então seja ousada, seja sexy, sinta-se assim, quando nos olhamos no espelho e dizemos a nos mesmos que somos sexy e o quanto ficamos gostosas naquele espartilho novo de renda preta que comprou para usar pra ele. Verá que ele a notará da mesma forma, pois quando estamos bem com nós mesmos, os outros passam a notar isto.

E para os rapazes, converse com sua garota, deixe as criticas de lado e passe a elogiá-la mais. Se ela estiver bem, vai se render mais facilmente aos seus joguinhos sexuais.

Divirtam-se!

Freak Butterfly.

*imagem: http://img.olhares.com/data/big/184/1847247.jpg

Eu beijei uma garota e gostei

A nova queridinha do pop rock Katy Perry, gritou para quem quisesse, e também para quem não quisesse ouvir que ela beijou uma garota e gostou, em I kissed A Girls ela relata que beijou uma garota, que gostou e espera que o namorado não se importe.

Se a musica foi inspirada em algo real ou não, ninguém sabe, mas que esta musica fez algumas garotas se rebelarem e experimentar os lábios de outra garota, isto fez.

E não vejo pecado algum, nem acho que namorado algum se importaria, aliais, eles são loucos para ver suas mocinhas beijarem outras.

Sim, duas mulheres se beijando é sensual. Não se sabe por que, pode ser pela delicadeza e a doçura que as mulheres possuem, transmitam para a cena do beijo toda esta sensualidade, e também liberta o imaginário de qualquer um.

Vejamos o que as pessoas pensam sobre o assunto, perguntei a algumas pessoas, homens e mulheres de diferentes idades o que eles pensam sobre duas garotas se beijarem:


“Eu gosto, acho gostoso, legal e excitante.” – Anjo SM, 37 anos, artista e artesão, SP.


“O que eu penso? Bem nada contra isto, cada ser tem o desejo que lhe satisfaça, geralmente a maioria dos caras adoram observar este tipo de coisa, eu mesmo gosto de admirar.”  – Dr. Garret, 31 anos, músico, RS.


“Ah tipo pra mim é normal, não vou mentir, já beijei mulheres e tal, já passei por esta fase. Eu acho normal, mas tem muita menina que tem nojinho.” – Bia, 15 anos, Fotógrafa, SP.


“É lindo, carinhoso, meninas femininas se beijando é lindo, acho normal isto.” – Peche, 25 anos, carteiro, SP.


“Acho super normal, já beijei e tenho vontade de experimentar mais, tipo transar com garotas.” – Grace, 21 anos, estudante, GO.

Se isto é apenas uma modinha, se é coisa de emo, ou de pervertido, só Deus sabe, mas penso que isto é algo que está dentro de nós, um desejo, uma vontade de explorar campos julgados como proibido.

Porque no final, o proibido é mais gostoso.


Freak Butterfly.