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Justine – O casamento do primo Mario Final

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Lucas sentiu o desespero de Justine em seu abraço apertado. Ele afagou seus cabelos e sussurrou em seu ouvido.

Calma, está tudo bem! Eu to aqui amor… Xiiiii – e continuava a afagar-lhe os cabelos.

– Ainda bem que você chegou, eu quero ir embora, preciso ir embora – dizia ela desesperada.

– Ju, acalme-se! O que houve?

– Vamos dar uma volta? Tem uma campina aqui próxima onde teremos paz.

– Calma! Vamos deixar minhas malas no quarto, vou cumprimentar seus parentes e então conversaremos.

Contra a sua vontade, Justine acenou positivamente com a cabeça.

– Lucas! Que bom que pode vir antes! – disse Maria animada.

– Olá dona Maria, pois é eu não podia mais ficar longe da minha boneca – concluiu sorridente.

– Entre meu rapaz, vamos conhecer a família! – disse Carlo.

Sorridente Lucas entrou com uma mala de mão.

– Deixe que eu levo isso para o seu quarto – falou Fabio prestativo.

– Ah! Obrigado, sou Lucas – estendendo a mão para Fábio.

– É eu já o conheço por nome, sou Fábio, primo da Ju – apertou a mão em um sorriso largo.

Justine ficou furiosa com a atitude do primo, ficou claro seu olhar de reprovação.

– Bem Lucas, venha até a cozinha para conhecer os noivos.

Depois de varias apresentações e muitos beijos e abraços, Lucas já estava se sentindo parte daquela enorme família. Ao ver sua amada pode notar a angustia estampada em sua face.

– Lucas, quero te mostrar um lugar, vamos cavalgar?

– Claro meu anjo! Se me dão licença – disse Lucas educadamente saindo em seguida com a namorada.

Os cavalos já estavam selados, para quem quisesse passear após o café e aproveitar o ar campestre da manhã. Os dois montaram, mesmo sem roupas apropriadas.

– É só me seguir… Quer apostar corrida? – perguntou Justine com um breve sorriso.

– Isso te faz bem?

– Muito!

– Então vamos!

Os dois galopearam rumo à campina, Justine estava solta, com o semblante mais leve, cavalgar deixava Justine leve. Em minutos Justine estava parando o cavalo e em seguida Lucas. Ela desceu e caminhou até a nascente. Com lágrimas aos olhos, ela se sentou e não conseguiu olhar para Lucas.

– O que houve? – perguntou Lucas já nervoso.

– Lucas… Eu não sei como lhe contar isso… Aconteceu uma coisa, olha, não sei simplesmente não sei lhe explicar… – e começou a chorar.

– Menina, o que houve? Pelo amor de Deus eu to nervosa, me diz logo o que está havendo!? – Lucas sentou-se ao lado de Justine tentando tirar as mãos de sua face – Diz menina, o que esta havendo.

– Eu te traí!

Lucas ficou catatônico. Não sabia se levantava ou sentava de vez. Ele não sabia de gritava ou xingava. Seus olhos ficaram frios, ele se virou pra Justine e perguntou.

– Porque? Me diz, eu mereço isso?

– NÃO!Não, eu não te mereço, você é bom demais pra mim Lucas, eu sou uma puta, uma vagabunda que não presta. Não foi porque eu quis. Mas aconteceu.

– Como não quis, como assim? Essas coisas não são assim e você sabe.

– Eu vou te contar… Eu e Mario discutimos, aqui na campina, e depois ele se declarou pra mim… Eu fiquei pasma, pois ele contou pra noiva que tivemos um romance há um tempo atrás, e eu fiquei mau, muito mau, foi quando te liguei. Eu fui dormir mais cedo, quando definitivamente adormeci, senti alguém deitado comigo, eu estava confusa, em meio a todo choro antes de dormir e desejo de você estar perto, me fez pensar que era você ali. Logo eu estava excitada e isso me despertou, quando vi não era você, então tentei me soltar, mas era o Fábio…

– AQUELE FILHO DA PUTA QUE PEGOU MINHA MALA? DESGRAÇADO! – berrava com ódio.

– Deixa eu terminar… – dizia em lagrimas – eu tentei me soltar, mas não queria fazer barulho, ele disse que sabia que eu já tinha dado pro Mario e deveria dar pra ele, ele afastou minhas pernas e meteu, depois de me comer, ele gozou na minha bunda.

– Você precisa de detalhes? – disse Lucas em lagrimas.

– Precisava, porque eu passei a noite toda no chuveiro, em lagrimas, me lavando me sentindo suja, me esfreguei tanto que machuquei o corpo. Eu sei que isso não é desculpa, nem me livra da pena. Mas Lucas, eu juro! Não foi nada, nada alem de me ferir emocionalmente.

– EU VOU MATÁ-LO!

– Por favor, Lucas, ninguém da família sabe disso, e eu já o coloquei no lugar dele hoje. Lucas, você pode terminar comigo agora, pode ir embora, me odiar, mas eu não podia te esconder isso, eu me senti mal demais… Por que… Porque eu te amo muito.

Lucas pode ver a sinceridade em seus olhos e a abraçou, lhe acolheu em seus braços. Beijando seus cabelos e testa.

– Eu te amo menina, mesmo que me doa ouvir o que eu ouvi, dói muito mais viver sem ti. Mas este Fábio, não passará em branco!

– Por favor!

– Por favor, digo eu! Não farei escândalos e serei educado.

Os dois ficaram na campina por horas, abraçados, deitados na grama olhando a copa das arvores e os desenhos que elas faziam com a pouca luz que penetrava naquela campina. O estomago de Lucas roncou e Justine se lembrou que ele não deveria ter comido nada.

– Vamos, eu vou fazer algo pra você comer, aliais, já deve estar quase na hora do almoço.

– É, eu realmente estou com fome… Melhor ir-mos, se não sua família vai achar que sou um psicopata que te seqüestrou ou te matou e jogou o corpo no rio.

– Acho que eles ficariam aliviados com isso!

– Você ainda não gosta dos seus primos e primas né…

– Agora menos ainda. Eu queria ir embora!

– Calma, vamos ficar, vamos pro casamento, além do mais eu tenho uma surpresa pra você!

– Surpresa?

– Sim, agora tenho mais certeza ainda de lhe dar este presente.

– Diz isso só porque sou curiosa! – disse emburrada enquanto montava no seu cavalo.

– Hei! Nossa, olha lá perto do lago, não é um coelho?

– Onde?

Lucas saiu em disparada.

– Droga! Não é que ele me enganou! – e saiu atrás dele.

Os dois chegaram rindo como duas crianças na casa grande. Fabio estava emburrado na varanda lendo um livro junto com Mirim e Leona, duas outras primas. Lucas fez questão de ajudar a amada a descer do cavalo e lhe dar um beijo cinematográfico, os dois entraram abraçados na casa, Lucas olhou de rabo de olho para Fabio, que sentiu seu ódio.

Depois do almoço, Justine e Lucas foram para o quarto descansar, pois a noite seria o ensaio de casamento. Ao se deitarem ele viu as marcas na coxa de Justine, seu corpo todo marcado por arranhões, ele deslizou os dedos delicadamente enquanto ela cochilava. Ele começou a beijar cada ferida feita, quando ela despertou.

– Desculpe amor, não queria acordá-la!

– O que esta fazendo? – disse meio sonolenta.

– Cuidando das tuas feridas… Eu sinto muito por não estar aqui…

– Não foi sua culpa, isso só virou um pesadelo…

– Eu to aqui agora… Vou cuidar de você.

Os dois se beijaram e pela primeira vez se amaram de fato, com calma, com carinho, foi algo único pra Justine desde o inicio da sua vida sexual só havia tido relações devassas e sem qualquer ligação afetiva.

Os dias passaram voando para o casal de pombinhos, Justine e Lucas eram um dos padrinhos do casamento de Mario e Priscila. Depois de ensaios e churrascos em família, chega então o ultimo jantar em família antes do casamento. Os noivos eram felicitados pela alegria que teriam na manhã seguinte, todos acolheram Priscila de braços abertos. Em meio ao jantar e a tantos brindes, Lucas pede a atenção de todos.

– Por favor! – diz Lucas enquanto bate uma colher na taça de vinho – Eu gostaria de desde já felicitar Mario e Priscila e desejar-lhes muito amor, alegria, saúde e bênçãos. Gostaria de dizer também que foi uma honra poder estar unido a esta família tão alegre e simpática, pois Justine é muito importante na minha vida.

Ele se calou por um instante e olhou a amada que estava envergonhada.

– Bem, e gostaria de pedir algo, se não for atrapalhar o momento dos noivos – disse ele acenando para Mario pedindo autorização para dizer algo.

– Claro primo! Siga enfrente – respondeu sorridente.

– Eu gostaria de… – Lucas colocava a mão no bolso procurando algo e retirou uma caixinha aveludada vermelha, ele se aproximou de Justine e de joelhos abriu a caixa contendo duas alianças em aço e ouro sendo a dela com um brilhante e disse – Justine, eu te amo de fato, e nada pode mudar isso. Quer se casar comigo?

Todos estavam espantados e maravilhados ao mesmo tempo. Justine não conseguia mover os lábios, apenas lagrimas percorriam suas faces, ela sorriu e acenou a cabeça positivamente com um amplo sorriso nos lábios.

Todos ficaram em alvoroço batendo palmas para os novos noivos. Mario estava serio e Priscila sorria satisfeita. Os pais de Justine correram para felicitar o casal, Maria e Carlo estavam muito felizes pela decisão da filha que fez questão de deixar claro.

– Calma mãe, estamos só noivando, isso não quer dizer que casaremos amanha! – foram as primeiras palavras dela como noiva.

– Mas estou super feliz por você filha, fez uma excelente escolha!

– Parabéns meu jovem – disse Carlo para Lucas enquanto lhe dava um abraço fraternal – cuide bem desta menina, é a única que tenho.

– Se depender de mim ela será a pessoa mais feliz do mundo.

Logo todos foram felicitar os novos noivos, Priscila de tão feliz nem se incomodou com o fato de Justine ter arrancado seu brilho as vésperas do casamento. Mas Mario estava sério, ele levantou para se retirar da mesa quando Priscila lhe pegou pelo braço e disse disfarçadamente em um sorriso.

– Se você sair daqui, amanha eu estarei bem longe!

E Mario voltou a se sentar.

– Gente, que isto!? Esta é a noite a Priscila e do Marinho, obrigado a todos pelas felicitações, mas vamos voltar aos noivos de fato – disse Justine em meio a balburdia que havia de iniciado em torno do seu noivado.

A noite foi agradável, exceto para Mario que tentou disfarçar sorrisos em meio à tristeza da noticia.

Na cama os lençóis pegaram fogo, Lucas estava tão animado com a possibilidade de ter Justine para sempre que não mediu esforços para lhe dar vários orgasmos, ele a chupou sem parar, afinal sexo oral era seu predileto, depois de vários gemidos, pernas tremulas e o corpo pegar fogo, ela desmaiou relaxada ao lado de Lucas, que de tão feliz sem se importou não penetrá-la naquela noite.

O sol surgiu na janela que dormiu aberta, Justine despertou e sem fazer qualquer gesto brusco ou barulho vestiu um roupão e caminhou até o banheiro para tomar uma ducha, logo todos acordariam e seria uma competição para usar o banheiro, já que o casamento seria pela manhã.

Depois de uma deliciosa ducha, ela vestiu o roupão para voltar ao quarto, quando abriu a porta levou um tremendo susto. Mario estava ali parado de braços cruzados, empatando sua passagem.

– Bom dia Mario! Ansioso?

– Um pouco – respondeu serio.

– Bem… – disse com o sorriso amarelo – melhor eu ir para o quarto acordar o Lucas antes que esta casa fique intransitável.

Mas Mario não saiu da porta.

– Mario deixe-me passar? – disse Justine já irritada o empurrando.

Mario olhou para os lados e não vendo ninguém empurrou Justine de volta para o banheiro e trancou a porta.

– Você esta louco? Me deixe sair! Hoje é seu casamento seu pirado, e meu noivo esta no quarto ao lado… – então Mario a calou com um beijo.

Em poucos segundos Justine voltou a si e o empurrou.

– Mario, pare com esta maluquice, agente já conversou sobre isto.

– Como você pode Justine? Aceitar um pedido de casamento no meu casamento?

– Por acaso isso é proibido? E você permitiu que ele pedisse.

– Eu não sabia que se tratava disso.

– E você pensava que seria sobre o que? Vamos! Agora saia da frente! – e o empurrou mais uma vez.

– Justine eu te amo!

– Mario é tudo coisa da sua cabeça! Você ama Priscila, e vai se casar com ela em poucas horas, ela não merece sofrer, por mais chatinha que ela seja. Olha primo, foi só, uma aventura, eu tenho uma pessoa, da qual eu amo muito!

– E porque o traiu comigo?

– Foi impulso, e o Lucas me conhece, e me aceita assim, já contei a ele a besteira que eu fiz.

Mario se aproximou dela e afagou-lhe os cabelos.

– Eu também amo… Te amo… – disse ele olhando em seus olhos.

– Mario, por favor, não vamos arrumar confusão, me deixe sair.

Justine desviou de Mario e foi para a porta do banheiro, quando ele a puxou novamente contra seu corpo e lhe beijou. Justine tentava se soltar, mas não conseguia, Mario era sem duvida maior que ela e muito mais forte. Com uma das mãos ele a segurou pelos cabelos e com a outra ele apertou sua cintura. Justine começou a se debater até que conseguiu se soltar, deu um tapa no rosto de Mario e saiu correndo do banheiro.

Ela entrou ofegante no quarto, Lucas já estava acordado.

– Onde você estava? O que houve você esta vermelha?

– Não foi nada – dizia tremula.

– Foi aquele filho da puta novamente Justine? – a voz de Lucas se alterou.

– Não, não foi – disse ela enquanto sentava para se acalmar.

– Não me esconda nada.

– Foi o Mario!

– O que!? Como assim? Este cara é maluco?

– É um louco de pedra. Olha, depois da cerimônia eu quero ir embora, só não vou agora mesmo por causa da Priscila.

Justine começou a lacrimejar e Lucas sentou ao seu lado e começou a afagar-lhe os cabelos.

– Porque eu me meto nestas confusões, como você quer se casar comigo?

– Eu te amo, e sei que não é culpa sua. Você é especial… Por isso as pessoas se encantam com você. Olha eu vou tomar um banho rápido, agente se arruma e vai pra cozinha tomar o café.

– Ok! Eu vou me arrumando, eu vou trancar a porta, você dá duas batidinhas ta bom?

Lucas olhou desconfiado, mas não a recriminou e foi para o banheiro. Justine travou a porta e começou a se vestir. As madrinhas tinham de vestir um vestido crepe tomara que caia soltinho rosa salmão, com chapéu e colar de perolas. Justine estava de roupão se maquiando quando Lucas bateu na porta.

– Você esta com medo? – perguntou Lucas.

– Só não quero mais ser atacada por loucos, exceto você – disse com um meio sorriso.

– Você vai ficar linda!

– Ah, eu estou desanimada, to tentando me maquiar de leve, farei um coque e colocarei este chapéu que a noiva EXIGIU!

– Vai ficar linda! Este vestidinho chega a ser sexy.

– Nem fale isso! Bem, vou colocar um vestidinho simples pra tomar café e depois me visto.

– Ok! Eu vou vestir qualquer coisa também.

Os dois se vestiram e desceram para a cozinha que já estava cheia.

– Bom dia pombinhos, dormiram bem? – perguntou Maria.

– Muito mamãe! – respondeu sorridente ao se lembrar da noite passada.

– Dormimos como anjinhos.

Todos tomaram café e foram se arrumar, da janela do quarto de Justine dava para ver o jardim arrumado para o casamento, depois de pronta ela ficou admirando o lugar.

– Eu vou sentir até saudades… – disse em um suspiro.

– Não é você que quer ir embora o mais rápido possível?

– É, mas aqui teve algo marcante pra mim…

– Ser molestada pelo seu primo tarado?

– Não seu tolo! – olhou com ar de reprovação – por você, pelo que tivemos e por essa vida que vamos iniciar.

Lucas foi a seu encontro e lhe abraçou.

– Eu te amo menina!

– Eu também te amo!

Freak Butterfly.

Justine: O casamento do primo Mario III

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Durante o churrasco em família, Fábio não deixava Justine em paz. Mario estava aos beijos com a noiva, todos os outros relembravam os velhos tempos. Paula, prima de Justine, um ano mais nova que ela, já tinha um bebê de colo e parecia super feliz no recém casamento, mesmo que o marido não parasse de olhar as pernas e a bunda de Justine.

Família é meio complexo, e a de justine não poderia ser diferente. Intrigas, picuinhas, inveja, olhares, Justine estava definitivamente desejando desaparecer. Ela olhava a cada minuto no celular para ver se Lucas havia ao menos lhe mandado uma mensagem, mas nada. Entediada ela foi dormir mais cedo, ou tentar.

Foi para o quarto, a noite estava terrivelmente quente para uma primavera, para um campo, ela colocou um short doll e se deitou descoberta, por sorte, ela havia conseguido um quarto só para ela. Era pequeno, mas aconchegante, isso porque a mãe já havia anunciado que o “noivo” de Justine viria. Depois de quase uma hora rolando pela cama ela finalmente adormeceu.

Pela primeira vez ela não sonhava com nada, quando sentiu uma mão acariciar seus seios sob a blusa, sonolenta ela se deixou levar, pensando que estava dormindo junto com Lucas. A mão percorria do mamilo até a xoxota varias vezes. Logo ela estava excitada, desejando ser penetrada, então ela suspirou:

– Lucas! Ah!

Sem responder o anônimo colocou a mão dentro do shortinho e começou a acariciar o grelo quentinho, ela desejava abrir os olhos, mas estava cansada demais, ela desejou se virar, mas não foi permitido. Ela estava incrivelmente excitada e seu corpo começou a despertar.

Então ela sentiu o pau de seu molestador anônimo tocar sua bunda, seus olhos abriram e com a visão ainda turva, ela notou que não estava no quarto de Lucas.

– Lucas!?

– Xiiii!

– Que porra é esta? Quem é?

Ele a segurou pelo pescoço e sussurrou no ouvido dela.

– Relaxa gostosa! Abre essa perninha pra mim meter nessa buceta gostosa.

A voz era familiar. Fábio! Justine havia sentido durante toda noite o quando ele desejava come-la, e por isso ele ficou por horas tagarelando coisas desconexas.

– Fábio! Você é louco, eu tenho namorado. Me larga – disse ela enquanto tentava se soltar.

– Mas não lembrou disso quando deu pro Mario na campina.

– O que?! – disse espantada.

– Eu não sou besta, eu fui atrás de vocês depois que deixei Priscila na casa grande, e os vi transando, você é tão deliciosa prima, tão, tão… Deixa eu meter em você, continue achando que eu sou o Lucas, não vai dar nada de errado, será nosso segredo.

– Você é louco!

– Louco por essa bucetinha linda – disse ele enquanto afastava as pernas da prima.

Sem duvidas para ele forçar algo seria muito fácil, Fábio ela do tipo atlético, grande, forte, ele conseguiria o que queria de qualquer forma. Justine estava tão excitada que nem não resistiu e se entregou. Ela afastou as pernas, inclinou o corpo um pouco mais para frente e deixou que Fábio a penetrasse.

Em silencio os dois fornicaram por horas, Justine desejava gritar ao sentir o falo de Fábio tocar seu útero, sem duvidas era um enorme pau.

Logo Justine se tremeu e gozou, em seguida Fábio esporou na bunda da prima, ela ficou ali, exausta, sem se mover, ele se levantou, beijou-lhe a testa e foi embora.

Justine ficou ali, deitada por horas, sem conseguir pregar os olhos, com um novo dilema: contar ou não contar para Lucas o que houve aqui!

Afinal ela já o traiu com Rodrigo, mas não lhe contou, porém ambos estavam brigados, e agora que estavam bem, como seria? Ela contaria sobre Mario e Fábio? O que ele iria pensar? As lágrimas correram seu corpo e ela se sentiu suja, realmente suja pela primeira vez. Ela foi silenciosamente até o banheiro e se lavou, esfregou cada parte do seu corpo, esfregou tanto, com tanta força que se machucou, ela sentou no chão do banheiro e ficou chorando enquanto a água morna percorria pelo seu corpo.

Ela queria se esconder dentro de Lucas, ela não queria mais ser apenas desejo de alguém, ela só queria ser ela mesma, ela queria ser normal.

No dia seguinte Justine estava com ressaca moral, não queria sair do quarto, nem para o café em família, aliais, ela não desejava ver ninguém da sua família. Era como se todos soubessem o que havia acontecido, ela dizia para si mesma:

– Me sinto uma puta! Uma puta barata!

Maria percebeu que Justine não estava bem.

– Filha, há algo errado?

– Mãe, não quero ficar aqui, quero o Lucas, quero ir pra longe daqui – disse entre lagrimas.

– Filha você brigou com alguém? Aconteceu alguma coisa?

– Mãe, não gosto dos meus primos e primas e ponto! Quero ir embora!

– Como assim? Você estava tão bem com Fabio ontem, e você e Mario são como irmãos.

– Mãe o Mario é legal, mas muito bobo e o Fabio tem músculos no lugar de cérebro, ele é o cara mais idiota que eu conheço! Eu o odeio-o.

– Nossa! Me diga que aconteceu!?

– Nada deixa pra lá!

– Vamos descer filha? Vamos tomar café?

– Eu to sem fome.

– Um suco… Vamos Justine, para de ser anti-social! – já disse iritada.

– Ok! – aceitou contra a vontade.

As duas foram pra enorme cozinha, todos estavam lá. As primas patricinhas, os primos marombeiros, os nerds e anti-sociais. Ela se sentiu terrivelmente mau ao dar de cara com Fabio que logo foi lhe dar bom dia.

– Bom dia priminha? Dormiu bem? – disse com o sorriso sacana.

– Não! Dormi mal, muito mal!

– Poxa… Que pena!

– Quem tem pena querido, é galinha! Agora se me da licença, vou tomar café com minha mãe – disse de cara fechada.

– JUSTINE!

– Ah mãe, vamos logo.

As duas saíram, Maria estava envergonhada com a atitude rude da filha. Fabio ficou um pouco constrangido, afinal ele esperava outra atitude da prima.

Na grande mesa todos estavam conversando alegremente, exceto Justine, que a qualquer momento soltaria raios pelos olhos como personagem de vídeo-game. Em poucos minutos, ao ver todos alegres, seu coração amoleceu, e ela se retirou rapidamente.

– O que há com nossa filha? – disse Carlo para Maria.

– Não sei querido, ela não esta feliz aqui… Acho que brigou com alguém não quis me contar.

Justine correu para o quarto e começou a jogar as coisas na mala. Em prantos ela havia decidido.

– Vou embora, não fico um segundo mais aqui!

Foi quando ouviu um barulho familiar se aproximando da casa grande, ela correu para a janela e lá estava Lucas, mais doce do que nunca descendo do carro com o celular na mão. Sem pensar ela desceu as escadas correndo, quem estava na cozinha se assustou e levantou para ver o que estava acontecendo, ela abriu a porta e correu para os braços do amado.

– Jú!? – disse Lucas um pouco confuso.

– Eu te amo! Eu te amo! – completou Justine em lagrimas.

Os dois ficaram abraçados por um longo tempo e todos os olhavam da varanda.

Continua…

Freak Butterfly.