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Tag Archives: conversa sobre sexo

Dúvidas sobre o “Pinto”

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Esta foi uma conversa que tive a pouco com um colega, sobre algumas duvidas que ele tinha e que sei que muitos ainda têm, então para aproveitar a conversa, que eu até achei em partes interessante, vou colocar aqui para que vocês também tirem suas duvidas. Esta é uma conversa de msn então relevem os erros e claro dei sigilo ao rapaz em questão.

Se você também tem alguma duvida, critica ou sugestão fique a vontade (aviso desde já que não trabalho no meio sexual nem dou “aulas praticas”, e tenho dito, que fique claro).

 

D. diz:

Qual tamanho ideal… Do pênis?

Freak Butterfly diz:

Não há tamanho ideal (risos)

 Freak Butterfly – diz:

Ideal é saber usa-lo

Freak Butterfly – diz:

Cada mulher tem um tamanho também

D. diz:

Mas não tem essa da maioria preferir grande não?

 Freak Butterfly – diz:

Então não há o ideal

D. diz:

É eu sei

D. diz:

Mas digamos, psicologicamente.

 Freak Butterfly  – diz:

O troço é SABER USAAAAAA

D. diz:

Serio! Ta certo

 Freak Butterfly  – diz:

Todas dizem nossa era “enormeeee”, mas só querem achar um que as completem.

D. diz:

Hum, saquei!

D. diz:

E a quantidade de gozada isso importa ou a mulher ta poco se lixando pra isso?

 Freak Butterfly  – diz:

Em relação ao cara? Tipo quantas vezes ele goza?

D. diz:

Sim e a quantidade que sai.

 Freak Butterfly  – diz:

Olha vamos em partes

 Freak Butterfly  – diz:

Tipo, primeiro a maior preocupação dela é ela gozar, já que pra vocês é bem mais fácil!

D. diz:

Sim, isso eu sei.

 Freak Butterfly  – diz:

Segundo, as mulheres em geral se sentem felizes por saber que deram prazer imenso ao homem, isto também as excita!

Freak Butterfly  – diz:

Mas tipo agente não para pra ver quantos litros de porra o cara expeliu (risos).

D. diz:

Eu infelizmente gozo e pronto, acabo tem como mudar isso? Aprender sei lá?

 Freak Butterfly  – diz:

Olha ate tem ué. Lê o original do kama sutra ou sexo tântrico. Se tiver interesse mesmo, claro.

D. diz:

Odeio ler (risos), mas sim, tenho interesse.

 Freak Butterfly  – diz:

Ou então, opte pelo “primeiro as damas”.

D. diz:

Tem como aprender a controlar? Quanto ta pra gozar?

 Freak Butterfly  – diz:

Claro, através do sexo tântrico!

D. diz:

uia

Freak Butterfly  – diz:

Tem uns truques pra quem tem ejaculação precoce, que é desviar o pensamento do prazer. Ao invés de pensar em você “chegar lá”, pense nela “chegar lá”.

D. diz:

Poxa, valeu Poli, muito obrigado e desculpa qualquer coisa.

Freak Butterfly  – diz:

😉

 

Bem, é isto ai pessoal. Espero que tenha sido ao menos útil ou educativo.

E lembrem-se: “Tamanho não é documento”

“Melhor um pequeno brincalhão que um grande bobalhão”

“Primeiro as Damas”

Ditados e jargões não existem em vão. Foram criados em alguma lógica então pode confiar!

Abraços,

Freak Butterfly.

Vamos falar de sexo?

GirlsNightOut

Ontem ouvi que o preconceito em relação às mulheres que conversam abertamente sobre sexo mudou. Mas, em relação às experiências que já tive, aos rótulos que já recebi, vejo que nada mudou tanto assim. O mundo segue machista como sempre.

Nós que já queimamos os sutiãs, protestamos, tivemos direito ao voto e direitos iguais, ainda somos julgadas por querer conversar sobre sexo como qualquer homem entre amigos faz na mesa do boteco.

O problema é que muitos ainda não aceitam a posição que alcançamos nas ultimas décadas (e não digo atrás do tanque ou na beira do fogão). As mulheres hoje escolhem se vão ou não casar. Se querem ou não ter filhos. Tem a opção do sexo casual, elas vão pro boteco com as amigas, tomam cerveja e falam de “pinto”, como quem fala de novela.

Muitos me dizem: “Você se expõe demais no blog. Eu não teria coragem.”

Sinceramente, não vejo maldade alguma nas coisas que digo ou escrevo. Eu sou uma pessoa extremamente curiosa, que gosta de ler, escrever, e usei este meio de comunicação pra tentar ajudar algumas pessoas que tem medo de revelar seus temores. Só eu sei quantas pessoas eu já ajudei, quantas imaginações eu conquistei.

Sempre ouço a mesma pergunta: “Justine é você? Ela existe?”

Claro que deve haver pessoas como Justine, e é obvio que como toda pessoa que escreve ela é parte de mim. Como uma filha. Algumas pessoas amam, outras ficam horrorizadas e há aqueles ainda que acham que sou prostituta (rs isso é hilário eu confesso, rio demais disso). Não querendo me comparar a Anais Nin, mas ela escrevia coisas eróticas assim como eu, o que eu faço é usar palavras mais “chulas” e comuns no vocabulário daqueles que lêem. Seria estranho ler vulva, fornicar, entre outras palavras mais “poéticas”. Eu simplesmente escrevo o que as pessoas desejam ler.

Falar de sexo é saudável e divertido. É uma troca de experiências, é um aprendizado. Só não podemos expor a intimidade de forma que vá nos afetar e afetar terceiros.

A vida já é complicada demais, têm problemas demais, guerras demais pra ainda nos preocupar-mos com coisas tão banais. Ainda ter-mos preconceitos tão medíocres.

A liberdade de expressão é isso, ser o que somos mesmo que doa naqueles que não tem coragem para de libertar, se escondem em fakes e se trancam em “armários” de lamentações e julgamentos precipitados.

 

Freak Butterfly