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Justine – Brincando de boneca

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Justine e Lucas se encontravam regularmente. Em seus tempos livres ela visitava Mariana que ainda não havia superado o termino da relação. Para todos os efeitos Justine não estava saindo com ninguém.

A aproximação dela com Lucas foi rápida, era como se ele a compreendesse de verdade, seus desejos, suas fantasias, seus anseios, e ainda como se já não bastasse o amante exemplar, ele era um amigo fiel. Lucas era seu cachorrinho.

Em três semanas de encontros ela já tinha a chave de seu apartamento e um closet com acessórios só para eles. Lucas vinha de uma família importante, tinha um bom emprego, então comprava quase que diariamente presentes para ela, como sapatos, lingeries e fantasias.

Em um sábado quente, Lucas havia saído com os amigos para jogar futebol e Justine ficará em seu apartamento. O tédio estava alto e os canais passavam rapidamente por suas mãos, nada de interessante na tv, nada que realmente chamasse a atenção, então ela foi buscar algo na estante de dvds que ele tinha. Eram tantos, mas havia de encontrar filmes secretos ali.

Depois de uma longa busca, ela encontrou um filme antigo, chamado Glen ou Glenda, leu a sinopse e ficou mais interessado do que nunca. O filme era em preto e branco do diretor Ed Wood, onde contava a historia de um homem que gostava de vestir roupas femininas e não deixara de ser homem. Ela assistiu atentamente até o final e quando os créditos subiam, uma luz se acendeu em sua cabecinha pervertida.

Justine correu para o closet e começou a buscar por coisas que caberiam em Lucas, sua sorte era que ele não tinha o corpo robusto e caberia em alguma de suas fantasias.

Enquanto revirava as gavetas não ouviu Lucas se aproximar e ao se virar levou um grande susto que a fez gritar.

 – LUCAS SEU LOUCO QUER ME MATAR!

 – Nunca amor. Você está bem? – ele a puxou para perto de si afagando seus cabelos – O que a senhorita está aprontando, hem?

Ainda sem fôlego e de coração disparado ela não se moveu, ficou alguns instantes aproveitando os carinhos. Lucas era realmente delicado, cheio de bons modos, diferente de Fabiano.

 – E então lindinha? – perguntou ele novamente segurando seu queixo e olhando em seus olhos.

 – Eu estava entediada. Não agüento ficar trancada o dia inteiro sem você por perto – ela fez beicinho e recolocou a cabeça sob seu peito.

 – Que garotinha amável esta. Mas você não respondeu, o que estava procurando?

 – Eu queria fazer uma surpresa, depois de olhar seus cento e poucos canais na tv fui procurar um filme safadinho no meio dos dvds mas não encontrei, você os esconde muito bem! – ele riu – Então eu encontrei um antigo, li a sinopse e me interessei, o interesse foi tanto que hoje eu queria brincar de algo novo.

 – E então, que filme viu? – disse ele segurando novamente seu queixo e a olhando nos olhos.

 – Glen ou Glenda!

Ele começou a rir, balançava a cabeça como se adivinhasse o que ela estava para aprontar.

 – Então você quer que eu me vista de mulher? – disse ele com olhar de reprovação.

 – Me desculpe, se você não gosta dessa brincadeira, mas… – ela baixou a cabeça envergonhada.

Poucas vezes Justine se sentirá assim, envergonhada, mas com Lucas as coisas eram diferentes, eles não eram um casal como os outros, eles tinham prazeres de formas diferentes e ela não aceitava um relacionamento certo, para ela e tosos os amigos deles eles eram apenas bons amigos.

 – Ju, para com isso. Olha pra mim! – ele a olhava com ternura – Onde já se viu uma rainha pedir desculpas?

 – Eu sei… A eu ando muito boba ultimamente. Não vai mais acontecer – ela levantou a cabeça, seus olhos pareciam molhados, ela se virou para as gavetas e começou a fuçar novamente.

 – Eu vou tomar banho minha rainha, posso!?

 – Claro, quando voltar terá uma surpresa.

Quando Lucas saiu do banho e retornou para o quarto havia algumas roupas, calcinhas, meias 7/8, acessórios e maquiagem espalhada pela cama.

 – E então?

 – Hoje você será minha bonequinha!

 Ele sorriu entusiasmado, não que isto estivesse em seus planos como fetiche, mas a carinha dela de criança sapeca o animara rapidamente.

 – E o que a senhora deseja de mim?

 – Vamos lhe vestir bem bonita… Bem, acho que preciso lhe dar um nome. Vejamos… – ela colocou a mão no queixo pensativa e de repente soltou o nome – Alice! Como no país das maravilhas. Vista esta calcinha minha boneca, vou procurar aquela peruca loira que comprei estes dias.

Segundos depois Justine estava de volta com a peruca nas mãos. Ela ficou parada na porta do closet olhando enquanto Lucas vestia uma calcinha branca de pin up que deu a Justine na quarta-feira.

 – Está apertadinha Alice?

 Ele se virou espantado e acenou positivamente com a cabeça.

 – Que delicia! – dizia ela enquanto ia até ele – Bem, vejamos o que irá vestir… Acho que esta camisolinha branca ficará linda, dá um aspecto virgem. Afinal, é o que você é!

Ela o ajudou a vestir a camisola branca cheia de laços, depois ela se ajoelhou enquanto ele sentava a cama para calçar-lhe com leias 7/8 também brancas. Depois de vesti-lo ela se levantou admirada.

 – Realmente uma virgem! – e beijou-lhe a testa – Vamos maquiá-la. Isto será muito divertido.

Justine pegou sua caixa de maquiagens e começou os preparativos, com Lucas sentado ainda, ela passou a base, o pó, colocou cílios postiços, pintou os olhos e por fim passou batom.

 – Agora acho que só falta a peruca. Deixe-me ajudá-la.

Justine se afastou e sorriu satisfeita com seu serviço. Lucas parecia realmente uma bonequinha, pena não haver sapatos dela que servissem em seus pés, mas isto seria providenciado amanhã. Lucas estava calado, não se moveu nenhum instante, apenas admirava a fisionomia de Justine.

 – Porque está calada Alice, não vai se levantar e olhar como ficou? – disse ela com tom de reprovação enquanto fazia bico.

 – Sim senhora – Lucas se pos rapidamente de pé e caminhou até o enorme espelho que ficava ao lado da cama.

Justine estava logo atrás dele, ela passou os braços por seu pescoço como em um abraço por trás.

 – Viu só como você está linda!

 – Sim senhora, a senhora fez um ótimo trabalho comigo, me transformou em uma princesa.

Justine ainda abraçada ficou na ponta dos pés e beijou-lhe a nuca.

 – Você é uma boa menina! – pegou na mão de Lucas e o puxou para a cama – Venha aqui, sente-se no meu colo.

 – Não vou lhe machucar senhora?

 – Sente-se apenas e não reclame. Estou mandando!

Ele se sentou sem mais questionar, mas ela sentia que ele não soltava o peso para não machuca-la.

 – Alice, relaxe, pode ficar relaxada no meu colo, só quero lhe fazer carinhos e você não é tão pesada assim.

Então ele soltou o peso. Realmente Lucas não era muito pesado, ele tinha o corpo de modelo.

 – Isso, boa menina. Não quero ter de usar a chinela nessa sua bundinha linda – disse ela enquanto passava a mão na coxa dele.

Ela seguiu com as mãos até seu pau, que já estava incrivelmente duro mesmo com aquela calcinha apertadíssima, da qual parecia que explodiria a qualquer instante.

 – Você é uma delicia Alice – Justine disse a ele ao pé do ouvido depois mordisco e desceu beijando o pescoço – realmente uma delicia.

Neste momento ambos estavam tomados de prazer, ela se sentia fora de si, desejava mais que tudo aquele corpo. Como a brincadeira era sua, ela fez o papel de macho, deitou “Alice” na cama e começou a acariciar todo o corpo, cada pedaço ao som de suspiros prazerosos.

 – Você gosta não é? Gosta de ser uma menina!

Lucas levado pelo desejo não pensou duas vezes antes de dizer sim. Ela sorria satisfeita e maravilhada com tudo aquilo.

 – Fique de costas, quero ver esta bundinha linda.

Ele obedeceu com um pouco de receio. Ela levantou a camisola e mordeu as nádegas ainda cobertas pela calcinha. Lucas tinha uma bunda linda, as nádegas eram redondinhas, não havia pêlos, pois Justine não gostava deles e para deixá-la feliz ele se depilou.

 – Seria um desperdiço não deflorar este rabo! – disse ela em um tom sarcástico, logo Lucas contraiu as nádegas e ela entendeu que ele estava ficando tenso.

Ela se levantou, tirou as poucas peças de roupa de seu corpo e nua deitou sob as costas dele.

 – Fique relaxado, eu não vou lhe ferir, você é minha bonequinha virgem, não quero lhe machucar desta forma – dizia ela enquanto acariciava a bunda dele com sua xoxota.

Ela notou que ele voltara a relaxar, então ela seguiu com as caricias. Beijava a nuca, mordiscava a orelha, sussurrava o quanto “Alice é linda”, até que conseguiu colocar um dedinho em seu ânus. Ele estremeceu, mas depois voltou a relaxar. Ela acariciava lentamente enquanto beijava suas costas e via que ele já não sentia mais medo do toque dela.

 – Boa menina! Acho que tecnicamente minha mocinha não é mais virgem. Agora vire-se!

Ele obedeceu e ela o beijou delicadamente, era como se estivesse junto de Mariana, Lucas agora era uma menina, e ela deveria lhe tratar com doçura. Baixou as alças da camisola e começou a sugar os mamilos como se fossem seios, ela o envolvia com sua língua quente e depois mordiscava delicadamente.

 – Você gosta Alice?

 – Sim senhora! Muito! – respondeu de olhos fechados concentrado no prazer que estava sentindo.

Ela tocava seu pau por cima da calcinha como se tocasse uma xoxota, o carinho ela delicado, leve, quente e Lucas sentia que não poderia mais suportar. Justine sentiu o quanto a calcinha estava molhada e disse com um sorriso malicioso.

 – Minha mocinha esta molhadinha.

 – Eu preciso senti-la minha senhora, por favor!

Ela viu em seu olhar a verdadeira suplica. Imóvel, com aquele ar inocente, ela não podia mais suportar, sua xoxota pulsava e escorria de tanto tesão. Então ela foi beijando seu peito até chegar à calcinha, tirou-a delicadamente e começou a se esfregar no pau de Lucas. Era tão quente, estava tão duro e pulsava logo ela o engoliu como uma esfomeada.

Seu corpo agora era todo dele, sem tirar nada ela e devorou, foi selvagem, Justine gemia alto, tentava segurar, mas escapava por entre os dedos. O tesão daquilo tudo foi tão grande que ambos explodiram em um uivo. Ela caiu ao lado dela e ficaram deitados ali, um de frente para o outro sem trocar uma palavra, só o olhar. Lucas já a amava e ela estava quase satisfeita por poder brincar de boneca, mas ainda sentia que faltava algo, faltava deflorar de vez sua donzela.

 

Freak Butterfly.

 

* Imagem: cenas do filme Glen ou Glenda!

About FreakButterfly

Que fique logo claro: não sou sexóloga (apesar de que gostaria muito), também não sou formada em psicologia, sou Bacharel e Adm. Com habilitação em Marketing e agora Bacharel em Jornalismo. Tenho este blog desde meados de 2008, onde comecei a escrever por mera diversão e distração do tédio e solidão que a cidade onde morava até então me proporcionava. Com o passar dos dias, o blog foi crescendo e a vontade de escrever também. Amo escrever e espero faze-lo bem! Não estou aqui para julgar, descriminar ou fazer apologia a qualquer coisa que seja, escrevo do que gosto para pessoas que gostam do mesmo que eu, e se o ofendi, sinto muito, mas basta fechar a pagina. No mais, volte sempre!

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