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Tabu: Fantasias sexuais

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Quase todas as pessoas têm fantasias sexuais, há aquelas que sentem medo de sentir ou ao menos pensar em algo do gênero. Isto porque nossa sociedade “conservadora” criou uma série de regras e etiquetas que nós devemos seguir, e as fantasias sexuais se tornaram doenças ou desvio de conduta psicológica, fazendo com que muitos sintam medo ou culpa.

Claro que se uma fantasia passar a prejudicar a vida de outros, é porque há algo de errado. A pedofilia, o incesto, a necrofilia ou sentir prazer em ferir outras pessoas, pode ser considerado doença.

Muitas vezes a fantasia funciona como um estimulante há indivíduos que não chegam ao clímax sem recorrer a elas. Mas se a relação não anda bem, as fantasias podem ajudar a apimentar os lençóis.

Uma vantagem da fantasia é que o individuo é o próprio diretor, podendo criar lugares, pessoas, ângulos e tudo o mais que desejar, é algo que fica em seu imaginário, podendo ou não chegar à realidade.

Um estudo feito pelo psicanalista G. Fogel afirma que todos têm fantasias aberrantes, mesmo que estas não sejam conscientes. Ele afirma também que elas são tão freqüentes nas mulheres quanto nos homens. A questão é: ninguém tem coragem de admitir que tenha fantasias e isto faz com que a pessoa se sinta “única” por possuir uma.

As mais populares são sexo grupal, exibicionismo ou dominação. A inversão de papais com pessoas do mesmo sexo parece tomar o imaginário de homens e mulheres na mesma proporção. Isto não indica homossexualismo.

Um estudo feito em 1995 pelo psicólogo Sergio Fleury, com 72 mulheres, mostrou que 60% delas optam por não contar ou escolher o que falar aos seus parceiros, segundo mesmo estudo, mostra que 65% dos pares não expressam as próprias fantasias. Serio acredita que a inibição feminina tem a ver com a culpa ou medo, e a do homem por machismo puro.

A pessoa pode imaginar qualquer lugar ou ritual, pesquisam mostram que é que as fantasias geralmente envolvem pessoas conhecidas, sejam elas próximas ou não. Os locais escolhidos também costumam ser bastante comuns.

Dividir ou não a fantasia com o parceiro é uma opção feita, no livro “psicopatologia das relações amorosas”, Otto Kernberg afirma que todos os casais sempre dividem sua cama com mais quatro indivíduos, sendo eles divididos em: os rivais ou o tipo ideal de cada par. Para Kernberg, uma fantasia deve ir para o baú quando esta ligada a dor física ou emocional. Quando a agressividade é usada como estimulo, pode trazer ao casal dificuldades em se relacionar sem as mesmas, tornando plumas e chicotes uma rotina.

Uma pesquisa mostra que 90% dos dominados são pessoas que dominam sem seu circulo social, como executivos de alto escalão.

É comum as pessoas alimentarem uma serie de duvidas sobre suas fantasias, como: desejar o sexo oposto indica homossexualismo? Pegar uma mulher a força indica que sou estuprador? Entre outras perguntas, onde as pessoas visualizam situações que não gostariam de experimentar na vida real, se prestando somente para elevar seu nível de excitação. É provável que tais fantasias fiquem em adormecidas em suas mentes, pois elas provocam sentimento de culpa.

A fantasia só passa a ser doença se acabar prejudicando sua vida, ou a vida de outro. Se notar que só sente excitação com determinado pensamento, procure uma ajuda psicológica e tente descobrir a origem disto. Mas saiba que você não é único no mundo.

Há especialistas como Martin Pötner que acredita que não se deve conversar sobre as fantasias com o parceiro e sim descobrir na cama. Mas se você se reprimi por sentir alguns desejos que não irá expressar na cama, não há nada de mal em conversar com o parceiro sobre as probabilidades de realização de sua fantasia.

A maior fantasia do homem é ir para a cama com mais de uma mulher e ser subjugado por elas. Para as mulheres, a maior fantasia é vários homens lhe dando orgasmos múltiplos. O que torna homens e mulheres mais parecidos do que imaginam. Mostrando mais uma vez que a fantasia de muitos é o sexo grupal.

 

Freak Butterfly

 

*Fonte: O livro de Ouro do Sexo, de Regina Navarro Lins e Flávio Braga.

About FreakButterfly

Que fique logo claro: não sou sexóloga (apesar de que gostaria muito), também não sou formada em psicologia, sou Bacharel e Adm. Com habilitação em Marketing e agora Bacharel em Jornalismo. Tenho este blog desde meados de 2008, onde comecei a escrever por mera diversão e distração do tédio e solidão que a cidade onde morava até então me proporcionava. Com o passar dos dias, o blog foi crescendo e a vontade de escrever também. Amo escrever e espero faze-lo bem! Não estou aqui para julgar, descriminar ou fazer apologia a qualquer coisa que seja, escrevo do que gosto para pessoas que gostam do mesmo que eu, e se o ofendi, sinto muito, mas basta fechar a pagina. No mais, volte sempre!

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