RSS Feed

Justine – Eu quero ir mais além

097

Ao retornar a mesa, agiu como se nada tivesse acontecido, Justine e Lucas seguiram a conversa noite a dentro, dentre uma taça de vinho ou outro, os dois ficavam mais próximos. Justine começou a ver o mundo com outros olhos após ouvir as historias de Lucas. Já estavam sentados naquele bar a mais de duas horas quando Lucas resolver fazer o convite.

 – Você quer ir para outro lugar?

 – Não sei…

 – Tem medo?

 – Não, na verdade, bem não sei. Não sei se devo.

 – Você tem alguém?

 – Não, eu tinha, demos um tempo.

 – Se não quiser, tudo bem, o presente é teu mesmo assim. Porem gostaria muito que minha deusa o usasse comigo, mas a escolha é sua.

 – Você quer ir pra onde?

 – Você escolhe, se não quiser ir a minha casa, podemos ir a um motel.

Justine realmente sentia medo. Ouvira tantas historias de garotas raptadas, ou estupradas na mesma situação em que se encontrava agora, um motel seria mais seguro, mas ela ainda tinha duvidas.

 – Não sei. Você mora onde?

 – Próximo ao Jardim Botânico.

Ela começou a pensar, o Jardim Botânico era próximo de sua casa, mas por precaução ela optou pelo motel.

 – Prefiro um motel, há um próximo daqui.

 – Você quer deixar seu carro e ir no meu?

 – Não, eu te sigo, é melhor assim.

 – Entendo menina precavida você. Gostei.

Lucas pediu, pago e os dois saíram. Justine levava a caixa de presente e lá fora os dois decidiram qual motel ir.

 – Bem, minha deusa, você decide tudo esta noite.

 – Me segue!

 – Sim senhora!

Cada um foi para seus respectivos carros e Justine saiu primeiro, Lucas logo depois. Ela foi até um motel que já conhecia, parou enfrente e fez sinal para que Lucas parasse ao lado para que entrasse primeiro. Ele parou o carro na entrada, pediu um quarto, depois Justine parou e perguntou qual era o quarto que ela deveria seguir, ele havia escolhido a suíte presidencial, mostrando que era um homem de requinte. Ele permitiu que ela estacionasse o carro dentro da pequena garagem, e ele estacionou em uma garagem opcional. Enquanto isto ela entrou no quarto, com a caixa na mão.

 – E então, gostou? – perguntou Lucas ao entrar no quarto.

 – Sim, muito bonita. Eu quase não freqüento estes lugares, meu namorado morava sozinho e… Bem, é isto.

 – Relaxe, quer beber algo mais? Peça o que desejar, eu lhe dou tudo esta noite.

 – Eu estou bem. Não desejo nada agora. Bem, eu vou ao banheiro me vestir.

 – Que maravilha, ficarei quietinho aqui a sua espera.

Ela foi até o enorme banheiro e trancou a porta. Abriu a torneira e lavou o rosto, ela estava realmente nervosa, tal coisa nunca lhe aconteceu antes.

 – Bem Justine, é sua hora!

Sentou-se na beira da banheira e começou a olhar para seus novos brinquedos.

 – Nossa quanta coisa!

 Aquela seria sua caixa de Pandora, havia algema, chicote, palmatória, chibata, venda, strap on, mordaça, meias de látex, corpet junto a uma sai de látex e luvas do mesmo modelo, era o melhor presente de todos, era como um sonho, sempre desejou ter coisas assim, mas objetos de látex eram muito caros e por isto nunca os comprou, até porque usar com Fabiano ou Marcela não teria graça.

 – Bem, se é o que ele deseja, eu estou pronta.

Ela se despiu, lavou o corpo e o secou bem, era difícil vestir aquelas roupas, as meias então mais complicadas do que imaginará, sorte que havia talco dentro delas, depois de muita dificuldade ela conseguiu se vestir, e como aquela roupa era quente, já havia passado mais de 30 minutos então Lucas bateu na porta.

 – Senhora, não quero incomodá-la, mas esta tudo bem?

 – Sim, já estou quase pronta. Quero que apague as luzes, deixe apenas uma acesa que esteja distante, dispa-se e deite na cama.

 – O que a senhora mandar.

Ela calçou os sapatos, vestiu as luvas e pegou a chibata.

 – Bem, é hora do jogo.

Abriu a porta e lá estava Lucas, dono de um belo corpo nu na cama. Ao vê-la, os olhos de Lucas se iluminaram, a luz estava fraca, mas já podia notar as incríveis curvas de sua deusa e notara que ela estava com um dos brinquedos à mão.

 – Minha deusa! A senhora está divina.

 – Cala a boca e fique onde está! Não quero ouvir mais nada de você até que eu permita.

Ele acenou positivamente com a cabeça. Ela ligou o som e começou a rebolar. Ela se sentia majestosa com aquelas roupas, ela subiu na cama, e o deixou por entre suas pernas, ela estava sem calcinha e ele podia ver sua xoxota brilhar de tão úmida. Ela deslizou a chibata pelo corpo dele e suavemente bate-a na coxa.

 – Você gosta do que vê? – pergunta Justine.

 – Sim senhora, gosto muito.

Ela então se agachou e segurando pelos cabelos, começou a esfregar a xoxota na face de Lucas.

 – Gosta disto minha putinha?

 – Sim, eu amo.

Ela se levantou e passou o salto pelo peito dele até chegar no pau já rijo.

 – Você é um verme, uma putinha barata.

 – Sim, eu sou tudo o que a senhora disser.

 – Cale a boca, eu lhe perguntei algo?

Então ela da uma forte chibatada na coxa de Lucas e desce da cama. Ela caminha até o banheiro e trás a caixa com o resto dos brinquedos.

 – Vejamos o que eu quero usar hoje. Você precisa de correção, é uma putinha muito atrevida.

Ela pegou a mordaça e disse.

 – Venha até aqui e fique de joelhos.

Ele a obedeceu e se por de joelhos na frente dela.

 – Isto irá lhe ensinar a não falar fora de hora – disse ela enquanto o amordaçava.

Depois ela pegou a palmatória, o segurou fortemente pelos cabelos e concluiu.

 – E isto irá ajudar a lembrá-lo do que eu acabei de falar.

Ela abaixou a cabeça dele, empinando assim seu rabo branco para cima e começou a bater, alternando palmadas leves com fortes. Ele gemia e depois da quinta palmada ele levantou um braço. Seria a hora de ela parar. Eles não tinham a senha de segurança, mas Justine sabia que todos têm limites.

Ela o ajudou a levantar, retirou a mordaça e acariciando os cabelos de Lucas ela disse.

 – Bom menino – sentou-se a cama e prosseguiu – agora tire meus sapatos, as meias e massageie meus pés.

Ele obedeceu, retirou-lhe os sapatos e as meias delicadamente e começou a massagear os pés de Justine, ajoelhado a beira da cama, viu-a deitar o corpo e abrir as pernas, enquanto recebia a massagem, começou a se masturbar. Pouco depois, ela olhou e viu que Lucas não retirava os olhos de sua xoxota.

 – Quer um pouco?

 – Se a senhora permitir, desejo muito.

 – É toda tua.

Ele se pos no meio das pernas dela e começou a chupá-la, ela delirava com a língua quente e macia dele.

 – Mete um dedinho nela Lucas!

Ele obedeceu, e começou a tocá-la, então sentindo que não iria mais suportar, ela disse.

 – Toma meu leitinho, toma todinho! – e gozou.

 – Agora vem até mim, quero senti-lo dentro de mim minha putinha.

Ele colocou um preservativo e fez o que ela desejava, começou a meter na xoxota quente e molhada de sua senhora.

 – Vai puto desgraçado, mete nessa buceta que nem homem! Para de ser uma bicha e mete com força.

Ele estocava cada vez mais forte, ela não conseguia resistir àquele clima todo, segurava-o pela face e lhe fala coisas absurdas, ela queria vê-lo enfurecido, e foi o que aconteceu, ele soltou-lhe um tapa na face. Imediatamente ela colocou as mãos, ele desesperado pelo erro que cometeu, parou o que fazia e perguntou.

 – A senhora está bem? Me perdoe.

Ela parecia chorar, tudo falso, ela estava rindo, dando gargalhadas.

 – Sua putinha medrosa, acha mesmo que este tapinha de bicha seu me faria chorar? – ela se sentou na cama e continuou – agora você vai aprender a bater direito – e meteu-lhe a mão na cara.

Ela se levantou, pegou o chicote, e começou a chicotear-lhe a bunda.

 – Putinha bastarda! Você não merece minha xoxota.

Ela parou de bater nele e segurou seu pau na mão.

 – Quero ver teu leite jorrar agora – e começou a masturbá-lo.

Em poucos minutos o membro dele pulsava em sua mão derramando leite.

 – Gostou?

 – Sim senhora! A senhora é divina!

 – Que bom, vou tomar um banho, depois você vai.

Ela se levantou, e foi sozinha para o banheiro, banhou-se, colocou suas roupas e foi para o quarto guardar seus novos brinquedos. Lucas foi para o banheiro, tomou banho, voltou nu para o quarto, se vestiu e pediu a conta.

 – Eu te ligo – disse Justine.

 – ficarei esperando minha rainha!

E os dois seguiram seus caminhos. Ao chegar em casa, todos estavam dormindo, ela colocou a caixa escondida no guarda-roupas, se despiu, deitou nua na cama e disse para si mesma.

 – Que noite maluca, mas até que eu gostei, acho que estou libertando minhas fantasias, eu quero ir mais além!

Virou-se para o lado e puxou o edredom, estava meio frio e então dormiu.

 

Freak Butterlfy.

 

 

About FreakButterfly

Que fique logo claro: não sou sexóloga (apesar de que gostaria muito), também não sou formada em psicologia, sou Bacharel e Adm. Com habilitação em Marketing e agora Bacharel em Jornalismo. Tenho este blog desde meados de 2008, onde comecei a escrever por mera diversão e distração do tédio e solidão que a cidade onde morava até então me proporcionava. Com o passar dos dias, o blog foi crescendo e a vontade de escrever também. Amo escrever e espero faze-lo bem! Não estou aqui para julgar, descriminar ou fazer apologia a qualquer coisa que seja, escrevo do que gosto para pessoas que gostam do mesmo que eu, e se o ofendi, sinto muito, mas basta fechar a pagina. No mais, volte sempre!

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: