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Justine – O desejo que não desaparece (Parte 1)

Depois de aceitar o pedido de namoro da Fabiano, Justine se sentiu completa, porém uma coisa não lhe saíra da cabeça, o beijo de Marcela.

Justine e Fabiano estavam a mil, o sexo era quente, selvagem e sempre inovador, quase tudo para ela era uma grande novidade e sua curiosidade crescia mais e mais.

Em uma tarde quente de primavera, Justine estava entediada, Fabiano estava ocupado com os preparativos de uma grande evento no bar e ela não queria atrapalhá-lo, então se sentou no computador para verificar os e-mails, como sempre milhões de spam, algumas correntes estúpidas e vários pedidos, ela já havia conquistado vários fãs pelo mundo a fora com seu jeitinho de ninfeta selvagem.

Depois de ler alguns e-mail e dar varias risadas do que dizia ali, ela desistiu da internet e foi mexer nos álbuns de fotos, e logo de cara ela encontra uma foto de Marcela e e põe a suspirar.

– Deus, o que é isso que sinto?! Lésbica sei que não sou, pois adoro um belo pau na boceta, mas não tiro aqueles lábios delicados da Má nos meus. Que loucurinha foi aquela noite, nossa!

Ela ficou admirando a amiga durante alguns minutos e então sentiu o calor subir á face e o melado entre as pernas, sem pensar duas vezes, ela colocou o dedinho no grelo e começou a acariciá-lo.

– Ai, como será que deve ser a Má na cama? – soltou um gemido de leve e continuou a se masturbar.

Logo os quadris de Justine se balançaram, com os olhos fechados ela começou a dizer baixinho.

– Vai Marcela, isso! Me chupa, me chupa bem gostoso! Vai minha cedelinha, mete o dedinho na minha xana, sente como ela está quentinha, vai putinha, suga, suga bem forte. Isso Má, isso, chupa, chupa, chupa… – então gozou.

Ela tirou a mão da xoxota e sentiu o doce aroma em seus dedos, ela ainda estava tomada pelo desejo, como era sábado, a amiga deveria estar em casa, então resolveu ligar.

– Alô! – alguém atente.

– Oi, gostaria de falar com Marcela.

– Só um instante, vou chamá-la.

Depois de alguns segundos, Justine escuta a voz aveludada de Marcela.

– Alô!

– Oi, Má, é a Jú!

– Oi Jú, quanto tempo! Eu já estava com saudades.

– Serio?

– Claro boba! Só porque está namorando me esquece é?

– Nunca, nem por um segundo…

– Como?

– Nada. Bobagem. Mas e então, como está?

– Eu to legal, tenho saído com o Gustavo.

– O barman?

– Ele mesmo!

– Que bosta, ele não me disse nada, conversamos sempre quando fico de bobeira no bar esperando o Fá terminar alguns trabalhos.

– Ah, eu disse pra ele não falar nada.

– Por quê?

– Sei lá. Mas to com saudades, muitas.

– Má, eu também, e eu gostaria muito de conversar contigo.

– Eu também.

– Hoje vamos no bar? O Fá vai estar muito ocupado e não queria ficar sozinha, e assim você vê o Gustavo.

– Vamos sim! To sabendo que vai rolar um show bem legal lá.

– É sim, agente fica no camarote. Posso passar ai pra te buscar que horas?

– Ás dez ta legal?

– Ótimo, assim encontro vaga pra estacionar e aproveitamos pra conversar mais antes da barulheira começar.

– Ok! Te espero às dez.

– Beijos Má.

– Outro amiga.

Justine estava muito feliz, afinal já fazia algumas semanas que tudo aquilo havia acontecido, ela não via a hora de reencontrar a amiga e conversar sobre tudo, inclusive pra abrir o jogo de seus sentimentos.

Dada a hora Justine já estava pronta. Colocou uma de seus melhores lingeries, calçou scarpins, mini saia, baby look e alguns acessórios que o namorado havia lhe dado de presente, como uma coleira que tinha um pingente com sua inicial “F”.

– Mãe, estou de saída, não sei se volto hoje, talvez eu durma no Fabiano.

– Ai minha filha, é pouco tempo de namoro e você já está assim.

– Ai mãe, corta esta! Diz pro papai que vou dormir na Marcela, ela vai comigo.

– Você quem sabe Justine!

Ela beijou a bochecha da mãe e foi rumo à casa de Marcela ouvindo no carro Placebo. Ao chegar, buzinou e a amiga logo saiu, como sempre ela estava suculenta. Com calça Skinny, sacarpins e uma blusa super decotada. Aquela roupa mostrava todas as curvas de Marcela e fazia qualquer um desejar que ela estivesse sem ela. Além do mais, a calça justa não tinha maca de calcinha, o que dava mais liberdade a imaginação.

– Jú! – entra Marcela sorridente e lhe da um beijo na bochecha.

– Ou Má, que saudades – retribui o beijo e lhe da um forte abraço.

– Opa, hoje invertemos os modelitos, você está com as pernocas de fora e eu com elas cobertas.

– É, mas você ainda está muito mais sexy do que eu – sorriu e saiu para o bar.

Ao chegarem o lugar estava abrindo, vazio.

– Vamos falar com o Gú e o Fá, depois vamos sentar pra conversar – disse Justine.

– Ok! Me encontre no bar.

– Certo.

Justine foi até o camarim para ver o namorado, Fabiano estava nervoso, com medo de não encher a casa.

– Oi amor – disse ele ao ver Justine entrar.

– Oi delícia, como está? – ela vai ao seu encontro para lhe dar um beijo suculento.

– Nervoso!

– Porque amor? Nem precisa, isso aqui lota sempre, com este show irá lotar mais e mais.

– É, você está certa. Pensamento positivo – ela a puxa para junto do seu corpo e diz em seu ouvido – como você ta gostosinha. O que tem por de baixo da roupa.

– Um lingerie de renda preta com detalhes vinho.

– Um que deliciosa.

– Para amor, isso me deixa louca, e você sabe.

– Adoro quando você fica maluquinha.

Ela a beija de forma selvagem, pegando-a pelos cabelos e segurando forte pela cintura. Quando sentiu ela suspirar no meio do beijo, Fabiano escorregou uma das mãos por entre as pernas de Justine e sentiu a calcinha terrivelmente molhada.

– Você é uma piscininha em safada? – disse ele.

– Você sabe que eu não resisto.

– Então vem aqui comigo no banheiro.

Ele a guia até o banheiro do camarim, tranca a porta, a encosta contra a porta e começa a beijá-la nos lábios, morde o pescoço e ela se excita mais ainda. Ele abre o zíper, tira a calcinha dela, segura-a por uma das pernas e a penetra com tudo, ela solta um grande gemido. Ele a soca mais e mais, ela o agarra pelo pescoço gemendo em seu ouvido.

– Vai meu cãozinho, mete gostoso.

Ele obedece, e mete mais rápido. Quando está para gozar, ele tira o pau para fora e mira no vaso sanitário para gozar. Ela gosta de olhá-lo quando goza.

– Ai amor, obrigado, você me relaxou, agora que se foda tudo, eu to relax.

Ela sorri e se olha no espelho para arrumar os cabelos e retocar a maquiagem. Ele se ajeita, da à descarga e sai do banheiro. Logo em seguida ela sai pensativa.

– Amor, você não gostou?

– Claro que sim, você sabe que adoro estas rapidinhas, mas é que… Meu bem, preciso desabafar algo com você que está me atormentando.

– Claro, diz pequena, o que é.

– Amor, eu to com desejos por outro alguém! Pronto falei!

– O que? Quem é? Que historia é esta Justine? – questiona Fabiano sem compreender o que está acontecendo.

– Calma, calma. Eu não sei te explicar isso, mas é que, é a Marcela. Desde que fiquei com ela, eu penso nela sempre.

– Pelo amor de Deus, não me diz que você quer terminar comigo por causa de uma mulher. Você tem se encontrado com ela?

– Não! Aliais, ela ta aqui hoje, ela esta ficando com o Gustavo. Eu e ela só tivemos aquela noite maluca. E amor, eu te amo, sou louca por você, mas eu sinto vontade de come-la todos os dias, é uma tara.

– Oh minha putinha quer um casinho? – ele se aproxima dela e da um abraço.

– Amor, desculpa, isso é estranho até para mim.

– Calma bebê. Olha, se você a quer, a tem. Sei que consegue. Você me conseguiu – e da um sorriso maroto pra quebrar o clima.

– Tenho medo de abrir o jogo e ela pensar que sou lésbica.

– Que mal teria se você fosse?

– Nenhum, não tenho nada contra homossexuais, eu os adoro, mas tenho medo dela me rejeitar.

– Pequena, você é uma delicia, nunca ela iria rejeitá-la. Vocês não se beijaram e acariciaram?

– Sim.

– Então, ela deve ter a mesma curiosidade que você. Eu vou estar muito ocupado no show, mas não para o camarim, bebam o que quiserem é por minha conta pequena, converse com ela e me deixe orgulhoso.

– Você acha?

– Eu tenho certeza, toma a chave do meu quarto. Fique à vontade. Eu te amo meu bebê, quero vê-la feliz e realizada.

Ela o beija, pega as chaves e vai encontrar a amiga no bar.

Continua…

* A pedidos segue mais uma aventura da nossa querida Anti-heroína Justine.

About FreakButterfly

Que fique logo claro: não sou sexóloga (apesar de que gostaria muito), também não sou formada em psicologia, sou Bacharel e Adm. Com habilitação em Marketing e agora Bacharel em Jornalismo. Tenho este blog desde meados de 2008, onde comecei a escrever por mera diversão e distração do tédio e solidão que a cidade onde morava até então me proporcionava. Com o passar dos dias, o blog foi crescendo e a vontade de escrever também. Amo escrever e espero faze-lo bem! Não estou aqui para julgar, descriminar ou fazer apologia a qualquer coisa que seja, escrevo do que gosto para pessoas que gostam do mesmo que eu, e se o ofendi, sinto muito, mas basta fechar a pagina. No mais, volte sempre!

2 responses »

  1. Somente hoje criei coragem para te escrever. Vim parar no seu blog graças a uma busca no Google pela palavra “Barbarella”. Daí quando o percorri não tive dúvidas: foi direto para meus favoritos. Desde então frequento-o quase diariamente. O momento em que ele me cativou foi qdo li os truques d(os)as profissionais do sexo. A partir daí fui gostando do seu texto e já não consigo mais parar de ler. Hoje resolvi escrever para te dar ânimo para continuar a história de Justine. Está mto boa!!!😀 Leio mtos livros, mas até então não tinha lido nada até agora tão “delicioso”.

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  2. اريد بعض الصور للاحتفاظ بها منكم

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