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Entrevistando: Babies (PR)

Primeiramente, de onde surgiu este nome Babies?

Ale – Babies saiu de uma longa lista indicada por amigos para o nome de uma possível banda, porém, não era Babies inicialmente, e sim, Babies for Sale. Logo após a escolha do nome, tive um insight sobre o “for Sale”, onde venderíamos tudo em nossos shows. O começo foi interessante, porém à medida que crescemos musicalmente essa idéia foi se perdendo, devido à seriedade das músicas serem incompatível com esse conceito. Outra coisa que nos levou a chamar apenas Babies foi a dificuldade que muitas pessoas tinham em falar o “for Sale”, então, decidimos apenas por Babies, um nome fácil, simpático, remetendo a algo bonito, doce, simples.

A banda apesar de nova, tem um EP bem trabalho melhor que muitas que já estão no mercado há mais tempo, o que se deve todo este trabalho?

Ale – Um grande empenho por parte da banda. Temos um padrão de qualidade muito elevado, prezamos muito por arranjos, detalhes e sonoridades. Não é necessário muito para se fazer um trabalho bem feito, o que realmente precisa é bom senso, criatividade e ouvido. Quando comparamos nosso som, levamos em conta bandas realmente reconhecidas, com grande qualidade. Uma coisa que aprendemos e levamos sempre: “Se for para comparar, que seja com o melhor”.

Porque escolher “8” como nome para o primeiro EP de trabalho da banda?

Ale – O 8 representa muito como número, mais que se possa imaginar. É realmente intrigante e além disso, vários conceitos nos levaram a escolher ele como nome do nosso primeiro trabalho.

O Ep foi lançando no mesmo dia das Olimpíadas deste ano, em 08 de agosto de 2008, há alguma superstição em tudo isso?

Ale – Superstições não. Como disse anteriormente ele é mais que isso. Foi citar alguns conceitos que nos levaram ao 8 como nome do EP: O 8 representa o que permanece em equilíbrio, entre o material e o espiritual, a busca do bem-estar pra si; É o caminho de Budha para o conjunto de atitudes que levam à extinção completa do sofrimento; É o número perfeito na era digital, perfazendo todos os demais números, contudo nenhum o faz; É o ciclo infinito, por si só.

Com o Ep lançado, qual o próximo passa que a banda pretende dar?

Ale – Esse EP foi nosso trabalho inicial, para mostrar nossa sonoridade. Já estamos trabalhando em um novo álbum, que provavelmente irá conter músicas do EP. A idéia é lançar, talvez, um álbum duplo de estréia ou até mesmo um álbum triplo. Fazer algo realmente diferente. Caso isso não aconteça (o álbum duplo ou triplo), iremos lançar um álbum com 12 faixas e a cada seis meses lançar um álbum novo. Para que sempre tenhamos músicas novas sendo ouvidas. Shows em teatros é outra prioridade. Nossa música é para ser ouvida e sentida, e nada como um teatro para que isso aconteça.

Vocês trouxeram para a musica algo que havia se perdido desde então, desde Los Hermanos, raramente vemos bandas que toquem pop rock romantizado, vocês sofrem alguma pressão ou preconceito por isto, há também muita comparação entre vocês e Los Hermanos, por exemplo? Eu penso que são diferentes, mas com o mesmo estilo.

Ale – Não nos espelhamos em nada nos Los Hermanos, álias, ouvi quase nada deles. O João (guitarra) ouviu mais Los Hermanos, mas de resto a banda não tem influência nenhuma deles. Conheço por que precisamos conhecer para entender, argumentar ou até mesmo criticar, mas a banda tem como base o brit rock/pop e é isso. Escrevo todas as melodias em inglês e só depois passo para o português, para que a sonoridade seja algo diferente da nossa realidade brasileira, talvez por isso nos diferenciamos tanto de outras bandas brasileiras, incluindo o Los Hermanos. Quanto a pressão ou preconceito, não existe. As pessoas entenderam nossa proposta e, mesmo que não gostem do estilo, respeitam.

Vocês são um mix de músicos Cariocas e Curitibanos, atualmente, onde a banda reside?

Ale – No momento estamos em Curitiba, mas futuramente existe a possibilidade de morarmos em São Paulo, por enquanto são só possibilidades.

O que inspira a Babies?

Ale – As letras são baseadas em experiências da vida e do cotidiano, não só meu como das pessoas. O que eu tento fazer é deixar as idéias subentendidas, mas não tão claras, para que cada pessoa tire sua própria conclusão de cada palavra. Trago as bases e melodias de voz e a partir daí a emoção é que rege aonde a música vai parar. Mas com certeza, o amor é o que inspira as canções.

Bem, eu agradeço vocês por esta entrevista, e deixo a vocês um espaço livre para passar sua mensagem.

Ale – Agradeço em nome da banda o interesse. Espero que tenhamos mais conversas agradáveis como esta. Ouçam e baixem nosso EP pelo myspace da banda. Obrigado.

Esta entrevista você viu em: www.oceaniarock.com sua web rádio Rock!

Quer conhecer mais da banda? Entrem em: www.myspace.com/bandababies

Ou no orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=151224568386965268

Freak Butterfly

About FreakButterfly

Que fique logo claro: não sou sexóloga (apesar de que gostaria muito), também não sou formada em psicologia, sou Bacharel e Adm. Com habilitação em Marketing e agora Bacharel em Jornalismo. Tenho este blog desde meados de 2008, onde comecei a escrever por mera diversão e distração do tédio e solidão que a cidade onde morava até então me proporcionava. Com o passar dos dias, o blog foi crescendo e a vontade de escrever também. Amo escrever e espero faze-lo bem! Não estou aqui para julgar, descriminar ou fazer apologia a qualquer coisa que seja, escrevo do que gosto para pessoas que gostam do mesmo que eu, e se o ofendi, sinto muito, mas basta fechar a pagina. No mais, volte sempre!

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