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Justine – A segunda vez pode ser melhor ainda

Para um começo, Justine se sentia satisfeita e realizada. Nunca em sua vidinha miserável ela imaginou ser tão desejada como na noite passada. Na boate antes de Marcos aparecer, todos os homens e também algumas mulheres a degustava apenas com um olhar, isso a incentivava a dançar de maneira mais provocante, rebolando, alisando seu corpo e descendo até o chão. Ela se sentia como uma dançarina de boate em seu palco.

Ao acordar de um belo sono, Justine sentia seu corpo moído, a noite anterior realmente havia sido hard, visto que ela não tinha uma vasta experiência de vida. Porem, isto não a desanimou, ela se levantou da cama nua, e se dirigiu até o banheiro de seu quarto, sentou no vazo e sentiu sua buceta arder, secou-se e foi escovar os dentes, depois entrou em um banho frio para despertar e relaxar seu corpo. Conforme a água batia em sua pele que arrepiava, ela se lembrava de cada ato da noite passada, de cada aperto, de cada estocada e do gozo em sua cara que ainda estava com cheiro de sexo.

Depois do banho, com a toalha enrolada nos cabelos, ela se dirigiu nua ao quarto e abriu as cortinas e a janela e ficou admirando o sol do meio dia. A rua estava movimentada para um domingo e seus vizinhos ficaram admirando a ousadia daquela menina nua na janela. O vento que entrava em seu quarto acariciava seu corpo e aquilo a excitava.

Justine tinha um vizinho pela qual sempre foi apaixonada, seu nome era André. André era o cara mais popular do bairro e mais cobiçado de toda rua, isso a fazia se sentir em desvantagem, bem, até anteontem, depois de ontem, ela já não pensava mais assim.

A janela do quarto de Justine dava defronte com a de André, ela ficou ali, parada, nua a espera de que ele fosse aparecer, mas nada aconteceu. Então ela se sentou na frente de seu computador e foi visitar sites de pornografia, ela sentia tesão em ver fotos de mulheres transando com mulheres, mas não via isto como ser lésbica.

– Um dia eu quero tentar!

Cansada de esperar, Justine resolveu se vestir, colocou um jeans colado e uma blusinha decotada, calçou um tênis e foi par a cozinha comer alguma coisa.

– Justine, você esta pálida. Você esta bem? – perguntou a mãe.

– Estou ótima, um pouco cansada e faminta.

– Vi que chegou tarde então não a acordei, faz tempo que você não saia, por isso não disse nada. Só não faça disso uma rotina em filinha.

– Ok mamãe!

– Vou esquentar o almoço pra você.

– Não precisa, eu mesmo o faço. Obrigada!

Justine… 21 anos e ainda era tratada como a filinha da mamãe e a garotinha do papai. Um grande defeito de fabrica dos pais, eles nunca vêem quando os filhos crescem. E de fato ela já não era a filinha que eles imaginavam, mas em casa era assim que ela se portava.

Depois de comer, ela decidiu ir dar uma volta no bairro, ao passar pela sala, seu pai estava vendo Faustão no sofá.

– Aonde vai minha garotinha?

– Dar uma volta papai.

– Cuidado, vê se não volta tarde, é perigoso ficar andando sozinha.

– Não se preocupe. – e beijou-lhe a testa.

A rua estava repleta de jovens, ela tinha a sorte de morar em um local com muitas pessoas da sua idade. Ao passar na rua todos os rapazes a olhavam, o que antes não ocorria, porém ela estava, finalmente deixando sua sensualidade exalar como perfume. Ela estava como cadela no cio, em que todos os machos da rua podiam sentir.

Depois de quase uma hora rodando na rua ela não encontrou com André, então ouviu alguma meninas dizer que ele estava jogando futebol na quadra, e imediatamente e seguiu para vê-lo. Ao chegar lá ela se sentiu no paraíso. Um local repleto de homens sem camisa, com shortinhos e corpos suados, aquilo lhe excitou, principalmente quando viu André, logo sua imaginação explodiu. Ela esperou o jogo acabar para se aproximar até ele, então ao chegar perto ela lhe apertou a mão passando assim um bilhete que dizia:

“Meia noite na sua janela!”

André ficou confuso e ela se virou e foi para casa rebolando. Quando a noite chegou, ela deu boa noite aos pais e se dirigiu para o quarto, trancou a porta e se despiu novamente, seu pensamento era de que, nascemos nus, nus deveríamos ficar. Ela foi até o espelho para se contemplar por alguns minutos e assim esperar a hora passar. Ela pouco se importava se o André havia entendido o bilhete ou não, a única coisa que ela sabia era que iria bater em sua janela. Ela colocou um fio dental preto, uma mini-saia, e vestiu uma blusinha sem sutien, calçou uma sandália rasteira e pulou a janela de seu quarto. Lá fora, acendeu um cigarro para aliviar um pouco da tensão e esperar os poucos minutos que faltavam para dar zero horas. Depois de algumas baforadas ela jogou o cigarro, colocou uma pastilha na boca para eliminar o sabor do tabaco e foi até a janela do quarto do André. Ao chegar lá a janela estava fechada, então ela pensou: “Será que ele não entendeu, ou não quis?”.

Depois de alguns minutos a pensar,ela decididamente bateu na janela de vidro e André apareceu com olhar sonolento.

– O que faz aqui? – disse ele.

– Ué!? Não leu meu recado?

– Li, mas não compreendi…

– Posso entrar?

Ele a olhou e viu os mamilos durinhos pela transparência da blusinha.

– Consegue pular a janela?

-Claro!

Quando Justine foi pular a janela ele pode admirar o rabo exposto já que a mini-saia subiu e os primeiros sinais da excitação começaram surgir.

– O que faz aqui menina?

– Melhor perguntar o que vim fazer.

– E o que veio fazer?

– Isto!

Ela o empurrou na cama e subiu encima dele dando-lhe um puta beijo, logo ela sentiu o seu pau endurecer por entre as pernas dela. Ele estava usando apenas uma samba-canção o que facilitava para ela que puxou para baixo rapidamente a cueca.

– Menina você é louca?

– Não sou menina, eu sou mulher. Agora cala a boca e relaxa.

Ela mordiscou seu mamilo e isso o fez soltar o gemido baixo. Então ela prosseguiu. Se havia uma coisa que Justine gostava de fazer era chupar um pau bem gostoso, e isto ela fazia muito bem. Ela segurou a base e enfiou a cabeça grossa do pau rosado dele na boca, aquele até então era o maior pau que ela havia visto, mesmo assim, gulosa, tentou coloca-lo todo na boca e engasgou babando por todo ele. Este ata o fez delirar, ele a pegou pelos cabelos e começou a foder com a boca dela. Depois ele a soltou mandou que ela sentasse no rosto dele.

– Coloca esta buceta na minha cara, quero sentir o gostinho dela.

E ela obedeceu. Então ele a chupava e ela o chupava, o perfeito 69. Ele chupava tão gostoso, enfiando a língua quente bem fundo e depois deslizando de cima para baixo, chegando a encostar no cú, as pernas dela começaram a ficar tremulas e ela sentiu que iria gozar.

– Acho que vou gozar!

– Fala baixo sua putinha. Vem aqui que quero meter meu caralho nessa buceta gostosa. Então ele a colocou de quatro na cama e começou a estocar com toda força, Justine mordia o travesseiro para não gritar. Com as estocadas vinham os tapas no traseiro, e isso a excitava mais e mais. Pouco depois ele a virou de frente e segurando suas pernas meteu mais uma vez na buceta dela, ele metia com muita vontade, parecia que iria entrar com tudo dentro do corpo dela.

– Sua cadela, se eu soubesse o quanto era gostosa, teria lhe comido antes.

– Você gosta daminha bucetinha?

– To amando essa buceta quente e hiper molhadinha, eu vou acabar com ela.

– Quero que goze na minha cara!

– Então se prepara!

Ele tirou o pau de dentro dela, a camisinha e jorrou um monte de porra por toda a face de Justine que também abriu a boca para saboreá-la.

– Cara como tua é gostosa!

– Bem… Eu tenho de ir.

– Mas já? Poxa queria te comer de novo.

– Quem sabe outro dia…

– Promete?

– Nunca prometo algo que não tenho certeza de cumprir.

– Eu vou rezar pra que venha me visitar novamente.

Ela sorriu maliciosamente, deu-lhe apenas um selinho e pulou a janela. Ao chegar em seu quarto, sentiu o cheiro da porra dele em seu rosto, foi ao banheiro, se olhou no espelho e se contemplou. Admirou sua coragem de ter ido até lá e de tê-lo feito ficar caidinho por ela a ponto de pedir bis.

– Agora só terei uma noite melhor do que a outra!

Ela se despiu, entrou no chuveiro e sorriu feliz e satisfeita.

Continua…

About FreakButterfly

Que fique logo claro: não sou sexóloga (apesar de que gostaria muito), também não sou formada em psicologia, sou Bacharel e Adm. Com habilitação em Marketing e agora Bacharel em Jornalismo. Tenho este blog desde meados de 2008, onde comecei a escrever por mera diversão e distração do tédio e solidão que a cidade onde morava até então me proporcionava. Com o passar dos dias, o blog foi crescendo e a vontade de escrever também. Amo escrever e espero faze-lo bem! Não estou aqui para julgar, descriminar ou fazer apologia a qualquer coisa que seja, escrevo do que gosto para pessoas que gostam do mesmo que eu, e se o ofendi, sinto muito, mas basta fechar a pagina. No mais, volte sempre!

One response »

  1. viva justine

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