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Justine – O começo

Muitas pessoas me pedem contos, pricipalmente de podolatria, confesso, não sou boa com contos apesar da minha imaginação fértil! Mas então colocarei um dos primeiros, ele tem uma pequena série de contos sobre descobertas sexuais de Justine, nossa anti-heroína.


Justine sempre se achou uma garota sem graça. Nunca foi a mais popular da escola, e nunca andou com a galera mais descolada. Como sempre se achou o patinho feio, Justine resolver que deveria compensar em alguma coisa, e a única coisa que não é necessariamente preciso ser uma deusa, é no sexo.

Justine já não era mais uma garotinha, já tinha seus vinte e poucos anos, gostava de se masturbar todos os dias e ler contos eróticos em sites na internet.

Com toda a tecnologia, nossa heroína começou a freqüentar salas de bate-papo sobre sexo, com isto, adquiriu vasto conhecimento sobre o assunto, agora só falta colocar na pratica, para isso nada melhor do que os amigos.

Para começar a se sentir mais desejável, ela produziu uma serie de fotos ousadas, com roupas intimas e semi-nua, quando olhava as fotos, ela sentia a calcinha molhar e o grelo bater, ela se masturbava olhando suas próprias fotos. Ela não era narcisista, porém, se sentia tão a vontade diante a uma câmera, que libertava seus instintos mais obscuros e selvagens, e ao se olhar assim, sentia um gigantesco tesão acender.

Para começar, ela enviou as fotos para alguns contatos de confiança para obter opiniões. Logo, Justine já havia conquistado alguns fãs e punhetas em sua homenagem. Com sua auto-estima levantada, ela passou a trocar o jeans, camiseta e tênis do dia-a-dia para mini-saia, blusinha decotada e salto alto na noite.

Blusinha de decote, mini-saia jeans e de botas de salto altíssimo, ela foi encarar sua primeira noitada em uma boate muito badala. Ela era tímida, e para perder de vez a vergonha, ela tornou três tequilas e foi pra pista de dança, assim se sentia incrivelmente sensual, ao som de black music, ela rebolava e movimentava seu corpo como uma cobra, para hipnotizar sua vitima. E conseguiu, poucos minutos depois, chegou um belo rapaz, e puxou conversa:

– Qual seu nome – Disse ele.

– Justine, e o seu?

– Marcos… Vem sempre aqui?

Esta pergunta lhe fez explodir em gargalhadas, aquilo era brega demais para ela suportar, nem ela, que não era acostumada a paqueras seria capaz de cometer tamanha gafe.

– E você? Sempre faz a mesma pergunta a todas? – retrucou Justine.

Marcos ficou sem graça, baixou os olhos, mirou os seios da bela moça, e disse:

– Gostaria de ir ao bar tomar um drink comigo?

– Eu topo – ela respondeu.

Justine não era uma moça de família rica, entrar naquela boate já havia lhe tirado o pouco que tinha, então não podia recusar um drink, ou quem sabe dois.

Sentados no banquinho do bar, os dois conversaram sobre suas vidas, estudos, trabalhos, e então Justine não resistiu:

– Que tal ir-mos a outro lugar?

– Ache que nunca iria perguntar – disse Marcos.

Marcos tinha aparência de ser um rapaz tímido, mas ela sentia que entre as tais quatro paredes as coisas iriam esquentar, e muito. Os dois saíram da boate e entraram no carro de Marcos rumo ao seu apartamento, do qual morava sozinho.

Ao chegarem ao prédio, Justine sentia seu corpo queimar de desejo, ao pegarem o elevador, ela imprensou Marcos pra a parede e lhe deu um beijo incrivelmente molhado enquanto tocava seu pau por cima da calça, ela suspirou ou ver o quanto ele estava desejando sair daquela jaula. Ao chegarem no apartamento, ambos não perderam tempo, Marcos a pegou pelos braços com força e a jogou encima da mesa da sala de jantar, abriu suas pernas e pode sentir o calor que sua xoxota exalava, aquilo o enlouqueceu. Depois de muitos beijos e amassos, Justine empurrou Marcos sobre o sofá se pos de quatro e começou a engatinhar em direção a suas pernas. Ela se aproximou, abriu-lhe o zíper, baixou sua cueca samba canção e então finalmente pode ver o grande monumento que até então Marcos esconderá. Seus olhos brilharam como de uma criança se sem demoras, ela começou a chupá-lo, aquilo era como se fosse o ultimo doce da face da terra, e ela é sedenta por doces.

No ritmo acelerado, no vai e vem de sua cabeça, Marcos gemia ao sentir a boca úmida e quente de Justine em seu pau. Ele pensava: “Que boca é esta? Que mulher é esta? Parece que quer me devorar”. Sobe e desce, sobre e desce, e ela não parava nem para respirar, ela o queria toda dentro de si. Quando ela sentiu que ele estava prestes a gozar, ela parou e começou a se despir, ficando apenas com as botas, ele a colocou no sofá e viu sua xoxota lisinha e perfumada convida-lo para um belo banquete. Ele se ajoelhou perante ela, abriu sua buceta o quanto pode e a invadiu com sua louca língua quente, ela gemeu. Ele descia e subia com a língua e as pernas dela tremiam de puro exctasy, então ele disse:

– Quero que você goze pra mim sua cadela.

Isso a fez delirar, ela amou ser tratada como cadelinha, e não via à hora de ficar de quatro para ele poder penetrá-la. Ele a sugou, lambeu e ela, gozou em sua boca, dando-lhe seu precioso mel, então ela disse:

– Me come agora, enfia esse pau na minha xoxota de cadela.

Ele como um bom rapaz obediente, não pensou duas vezes em atender seu desejo, colocou-a de quatro ali mesmo no chão da sala e segurando seus cabelos bem forte, a penetrou, ela gritou. Ele não tinha dó de Justine, sentia a necessidade de meter cada vez com mais força, queria ouvir seus gritinhos, ela apenas dizia a mesma frase:

– Mete mais fundo! Mete mais fundo!

E ele gritava:

– Esta gostando sua cadela?

E logo lhe deu um tapa na bunda e ela gritou:

– Bate mais! BATE COM FORÇA!

E ele a obedecia e seus desejos e sentia mais necessidades. Então ele puxou seu cabelo com muita força, fazendo com que o corpo de Justine se levantou e ficou de joelhos.

Aquilo tudo estava tendo o sabor de dor e prazer juntos. E ela passou a perceber que era isto que queria sempre. Logo ambos gozaram, porém ele fez a questão de gozar na cara dela, para que tivessem realmente um grande final.

Ela se levantou pediu licença para ir ao banheiro, se olhou no espelho e admirou aquela cena decadente, maquiagem borrada com porra na cara, ela lavou o rosto, vestiu as roupas e foi embora para casa.

Ao entrar no quarto escuro, sentou-se na beira da cama, acendeu um cigarro, e deu um longo suspiro, colocou os dedos na buceta e sentiu o cheiro de porra que havia ali, lambeu os dedos, deu uma risadinha sacana e disse para si mesma:

– Que belo começo!

… Continua

About FreakButterfly

Que fique logo claro: não sou sexóloga (apesar de que gostaria muito), também não sou formada em psicologia, sou Bacharel e Adm. Com habilitação em Marketing e agora Bacharel em Jornalismo. Tenho este blog desde meados de 2008, onde comecei a escrever por mera diversão e distração do tédio e solidão que a cidade onde morava até então me proporcionava. Com o passar dos dias, o blog foi crescendo e a vontade de escrever também. Amo escrever e espero faze-lo bem! Não estou aqui para julgar, descriminar ou fazer apologia a qualquer coisa que seja, escrevo do que gosto para pessoas que gostam do mesmo que eu, e se o ofendi, sinto muito, mas basta fechar a pagina. No mais, volte sempre!

2 responses »

  1. Pingback: Justine – Pesadelo em Sodoma « Freakbutterfly’s World

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