Parece coisa de filme ou série policial, mas o sexo pode provocar ataque cardíaco sim. Calma, aliais, o sexo ocasional ou esporádico (isso quer dizer, a falta de sexo). Segundo o site da BBC, 14 analises de estudos prévios do tema, concluiu que a falta de atividades físicas ou mesmo o sexo, pode aumentar 2,7 vezes as chances de um ataque cardíaco durante ou após a relação sexual. Apesar de ainda parecer um percentual baixo, não custa nada se prevenir e praticar atividades físicas ou mesmo, mais sexo.
Além disso, há vários estudos que comprovam que o sexo não faz bem somente para sua relação como também para o coração, entre vários outros órgãos do corpo incluindo o cérebro. Outro estudo realizado por médicos do New England Research Intitutes, mostraram que homens com um a vida sexual menos ativa tinham maior incidência de distúrbios como a disfunção erétil, colesterol alto e hipertensão.
Isto não quer dizer que você não precisa virar uma tarado(a) ninfomaníaco, é recomendado fazer sexo de duas a três vezes por semana para ter um efeito protetor para o coração, além de ser um exercício considerado moderado (ai varia do seu desempenho e malabarismo, pois imagina praticar o Kama Sutra? Seria um exercício de nível máster), libera hormônios que ajudam a equilibrar uma serie de funções metabólicas.
Você acha pouco? O sexo ainda reduz o estresse (claro, o bom sexo, nada pior que uma “foda” mal dada). Em suma, pessoas que praticam sexo vivem melhor e são mais saudáveis.
Os médicos ainda recomendam que se o desejo diminuiu, o ideal é procurar um médico para diagnosticar a causa. E se você acha que só a “meia-idade” que tem problemas de saúde deste nível, saiba que o índice de jovens cardíacos, hipertensos e diabéticos sobre cada dia mais, o cuidado independe da idade e do sexo.
Lembrem-se: sexo é bom, mas nunca devemos abandonar a prevenção, camisinha sempre!
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Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2011/03/110323_pesquisa_sexo_ataque_cardiaco_rw.shtml e http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2010/01/22/sexo-faz-bem-ao-coracao-indica-estudo-publicado-nos-eua-915683502.asp
