Justine – amor estranho amor. (parte 2)

As duas desceram do balcão, Marcela mandou beijinhos para Gustavo que estava babando. A multidão de rapazes pedia bis, as mulheres presentes às odiavam e elas não estavam nem aí pro mundo, seguraram as mão e seguiram juntas para o banheiro.

Ao entrarem no banheiro, elas se olharam e se beijaram carinhosamente. As mãos de Justine acariciavam o rosto de Marcela, as mãos de Marcela enrolavam o cabelo de Justine por entre os dedos. Foi um beijo longo, garotas entravam e saiam do banheiro e elas não se largavam. Algumas olharam torto, outras adoraram a cena. Enfim depois de algum tempo elas pararam.

- Jú, você já ficou com alguma garota?

- Não, nunca. Antes de hoje, nem havia pensado nisso, mas você é tão bonita.

- Obrigada Jú. Olha eu também nunca passei por isto, e confesso, estou com medo.

- Relaxa, não fizemos nada demais…

- Pra mim agora parece que sim, eu não quero seguir em frente.

- Relaxa, vamos pro bar, ou você quer ir embora?

- Não, não. Eu sinto que a minha noite começa agora, você foi minha menina da sorte. Só vamos voltar normais e beber cerveja, estas tequilas me deixaram louca.

Justine sorriu aliviada de que a amiga não havia pensado mal dela.

- Foi legal meu primeiro beijo feminino com você Má!

- Eu também gostei muito sua louquinha, vem aqui, me da um abraço.

Se abraçaram, riram um monte e depois respiraram fundo.

- Pronta? – perguntou Marcela.

- Sempre! – então seguraram as mãos e saíram sorridentes.

Os homens as devoravam, imaginavam o que havia acontecido naquele banheiro. As duas sorridentes e despreocupadas voltaram para o bar.

- Gustavoooo! – chamou Justine pelo barman.

- Opa! Como foi no banheiro? – questionou curiosamente.

- Vê duas cervejas! – respondeu sarcasticamente Marcela.

- Ta certo, segredos de meninas, já volto com as cervejas.

Enquanto esperavam no balcão, dois rapazes abordaram Justine e Marcela.

- Olá moças – disse um deles.

As duas não falaram nada.

- Então, vocês que pararam nosso show? – persistia o rapaz.

Encabuladas sorriram e então Justine disse.

- Nossa, desculpa, não achávamos que aconteceria algo…

- Tudo bem – interrompe o rapaz.

- Vocês querem subir pro camarote com agente, ta uma galera lá encima.

- Não sei – disse Marcela um tanto desconfiada.

- Ah! Perdão, como iriam se nem nos conhecem. Eu sou o Thiago e este é o Matheus.

- E ai garotas! – disse Matheus.

- Olá eu sou Marcela e esta é Justine.

- Prazer – disse Thiago – E então, querem subir? Aqui está quente e cheio demais.

- Suas cervejas meninas – interrompeu Gustavo.

- Valeu – disse Justine – Bem, não sei… – seguiu a conversa com os rapazes.

Matheus se vira para Marcela e pergunta.

- Vamos?

Ela olha para Justine, que se sente indecisa. Ela realmente não sabia o que fazer, há algumas semanas ela teria isso sem pensar e ainda daria para o cara. Mas ela havia ido com um objetivo, ver seu estranho que agora tinha um nome, Fabiano.

- Vai lá Marcela, o Matheus é gente boa. Quanto a você Thiago, vai passear que a Justine fica comigo.

Um frio na espinha correu ao ouvir a voz do Fabiano atrás dela. Ela sentia vontade de vomitar, vontade de sair correndo, vontade de beijá-lo, mas tudo o que ela fez foi virar e dizer.

- Eu vou subir – ela desviou de Fabiano e seguiu andando, puxando Marcela.

Marcela meio que constrangida sussurrou para a amiga.

- Jú, o que houve?

- Eu to apaixonada Marcela, foi isso que houve.

- Mas isto não é bom?

- É terrível, é um pesadelo!

Ela não olhou para trás, subiu com os rapazes para a área VIP sentindo raiva e vontade de chorar. Em sua cabeça passaram mil coisas e ela se questionava porque ele não apareceu antes, porque só agora, ainda agindo como dono. Ela não seria sua propriedade. Ela se sentia magoada, e pela primeira vez, ela estava realmente apaixonada, e isto lhe dava medo.

Ela se sentou no cantinho e Thiago percebeu que Justine estava triste. Então ele preferiu ficar na dele. Marcela em poucos minutos estava atracada com Matheus. Passaram-se 30 minutos e Justine queria ir embora, então foi falar com a amiga.

- Marcela, eu to indo, você vem?

Na duvida Matheus respondeu por ela.

- Eu a deixo em casa depois, não se preocupe.

Ela beijou a amiga no rosto e acenou um adeus para os rapazes, foi até o Thiago e falou.

- Me desculpe… Eu não to legal, lhe juro, devo estar possessa, está não sou eu.

- Guria fique susse. Acontece.

Ela o beijou na face e foi para as escadas, quando deu de cara com Fabiano.

- Justine, vem comigo!?

- Não, eu não quero.

- Desde que você foi sem dizer nada, eu fiquei esperando, conforme o bilhete.

- É eu notei. Você nem aqui este durante toda a noite.

- Claro que estive, estava lá encima, te admirando, como você é gostosa, eu até me masturbei ao vê-la com sua amiga.

Justine não resiste, coloca-o contra a parede e o beija loucamente. Ao terminarem o beijo ele pergunta.

- Quer ser a dona deste podre cãozinho sarnento?

Ela com os olhinhos brilhantes respondeu.

- Só se for agora!

Os dois seguiram para o escritório quarto de Fabiano rapidamente. Ao entrarem ela o empurrou para a cama.

- Então meu cãozinho, comeu alguma cadelinha na minha ausência? – questionava ela enquanto o despia.

- Não minha senhora, eu esperei por ti.

- Hum… Então foi um bom menino?

- Sim minha senhora! E me masturbei todos os dias pensando em seus lindos pés.

Ela tirou os sapatos, subiu na cama e colocou um dos pés encima do peito dele e disse.

- Este aqui?

- Sim minha deusa, este mesmo – e começou a acariciá-los.

Ela puxa o pé e desce da cama.

- Ela começou a caminhar até a vidraça enquanto se despia, ele sentado admirava suas curvas.

- Você me deseja? – pergunta ela.

- Muitíssimo!

- Você quer me comer?

- Muito, de todas as formas.

- Então o que está esperando?

Ele salta da cama e corre em direção a ela, ele a agarra com força e a beija nos lábios, queixo e pescoço. Ele a morde, a lambe, ela a toca nos seios e aperta os mamilos. Ela geme. Ele a coloca de bruço sob a mesa e a beija na costa, depois abre o zipper, tira o pau rijo para fora e passa pela bunda nua de Justine.

- Quer que teu cão lhe coma?

- Muito, muito! Mete em mim, mete fundo!

Ele realiza aos desejos de sua dona, penetra o pau na molhada buceta de Justine que solta um grande gemido. Ele a segura pelos cabelos enquanto mete fundo, e perto de gozar ele se aproxima da nuca dela e diz.

- Te amo vadia!

Ela sorri realizada, toda esporeada, suspira e diz.

- Eu também cachorro!

Ela sabia que aquilo seria só o começo, que ela iria desbravar com ele todos seus desejos.

Os dois foram para a cama e transaram a madrugada toda, e exaustos dormiram nus, ele dentro dela.

Ao amanhecer, Justine sentiu o sol esquentar sua pele pálida, satisfeita sorri, olha para o lado e vê seu cão adormecido, ela o toca, se aproxima, sente o pau endurecer lentamente, ele não se move, ela então beija seu peito seguindo pelo caminho da felicidade, enfim o seu brinquedo está preparado para receber seus lábios gulosos. Ele suspira, acorda achando que era sonho, ela ia mais fundo, colocava aquele pau suculento mais a dentro.

- Gostosa, minha vadia gostosa, tens a boquinha mais deliciosa que já encontrei.

Ela, orgulhosa de seu feito, o chupa mais e mais. Ele não agüenta e repete.

- Gostosa, gostosa, isso chupa mais – e geme.

Ela enlouquecida por sentir o tesão em que ele se encontra, coloca o pau mais fundo que pode, ele geme, suspira e goza.

- Você é louquinha, eu te amo minha boquinha de veludo.

Continua…

*Foto meramente ilustrativa!