As duas desceram do balcão, Marcela mandou beijinhos para Gustavo que estava babando. A multidão de rapazes pedia bis, as mulheres presentes às odiavam e elas não estavam nem aí pro mundo, seguraram as mão e seguiram juntas para o banheiro.
Ao entrarem no banheiro, elas se olharam e se beijaram carinhosamente. As mãos de Justine acariciavam o rosto de Marcela, as mãos de Marcela enrolavam o cabelo de Justine por entre os dedos. Foi um beijo longo, garotas entravam e saiam do banheiro e elas não se largavam. Algumas olharam torto, outras adoraram a cena. Enfim depois de algum tempo elas pararam.
- Jú, você já ficou com alguma garota?
- Não, nunca. Antes de hoje, nem havia pensado nisso, mas você é tão bonita.
- Obrigada Jú. Olha eu também nunca passei por isto, e confesso, estou com medo.
- Relaxa, não fizemos nada demais…
- Pra mim agora parece que sim, eu não quero seguir em frente.
- Relaxa, vamos pro bar, ou você quer ir embora?
- Não, não. Eu sinto que a minha noite começa agora, você foi minha menina da sorte. Só vamos voltar normais e beber cerveja, estas tequilas me deixaram louca.
Justine sorriu aliviada de que a amiga não havia pensado mal dela.
- Foi legal meu primeiro beijo feminino com você Má!
- Eu também gostei muito sua louquinha, vem aqui, me da um abraço.
Se abraçaram, riram um monte e depois respiraram fundo.
- Pronta? – perguntou Marcela.
- Sempre! – então seguraram as mãos e saíram sorridentes.
Os homens as devoravam, imaginavam o que havia acontecido naquele banheiro. As duas sorridentes e despreocupadas voltaram para o bar.
- Gustavoooo! – chamou Justine pelo barman.
- Opa! Como foi no banheiro? – questionou curiosamente.
- Vê duas cervejas! – respondeu sarcasticamente Marcela.
- Ta certo, segredos de meninas, já volto com as cervejas.
Enquanto esperavam no balcão, dois rapazes abordaram Justine e Marcela.
- Olá moças – disse um deles.
As duas não falaram nada.
- Então, vocês que pararam nosso show? – persistia o rapaz.
Encabuladas sorriram e então Justine disse.
- Nossa, desculpa, não achávamos que aconteceria algo…
- Tudo bem – interrompe o rapaz.
- Vocês querem subir pro camarote com agente, ta uma galera lá encima.
- Não sei – disse Marcela um tanto desconfiada.
- Ah! Perdão, como iriam se nem nos conhecem. Eu sou o Thiago e este é o Matheus.
- E ai garotas! – disse Matheus.
- Olá eu sou Marcela e esta é Justine.
- Prazer – disse Thiago – E então, querem subir? Aqui está quente e cheio demais.
- Suas cervejas meninas – interrompeu Gustavo.
- Valeu – disse Justine – Bem, não sei… – seguiu a conversa com os rapazes.
Matheus se vira para Marcela e pergunta.
- Vamos?
Ela olha para Justine, que se sente indecisa. Ela realmente não sabia o que fazer, há algumas semanas ela teria isso sem pensar e ainda daria para o cara. Mas ela havia ido com um objetivo, ver seu estranho que agora tinha um nome, Fabiano.
- Vai lá Marcela, o Matheus é gente boa. Quanto a você Thiago, vai passear que a Justine fica comigo.
Um frio na espinha correu ao ouvir a voz do Fabiano atrás dela. Ela sentia vontade de vomitar, vontade de sair correndo, vontade de beijá-lo, mas tudo o que ela fez foi virar e dizer.
- Eu vou subir – ela desviou de Fabiano e seguiu andando, puxando Marcela.
Marcela meio que constrangida sussurrou para a amiga.
- Jú, o que houve?
- Eu to apaixonada Marcela, foi isso que houve.
- Mas isto não é bom?
- É terrível, é um pesadelo!
Ela não olhou para trás, subiu com os rapazes para a área VIP sentindo raiva e vontade de chorar. Em sua cabeça passaram mil coisas e ela se questionava porque ele não apareceu antes, porque só agora, ainda agindo como dono. Ela não seria sua propriedade. Ela se sentia magoada, e pela primeira vez, ela estava realmente apaixonada, e isto lhe dava medo.
Ela se sentou no cantinho e Thiago percebeu que Justine estava triste. Então ele preferiu ficar na dele. Marcela em poucos minutos estava atracada com Matheus. Passaram-se 30 minutos e Justine queria ir embora, então foi falar com a amiga.
- Marcela, eu to indo, você vem?
Na duvida Matheus respondeu por ela.
- Eu a deixo em casa depois, não se preocupe.
Ela beijou a amiga no rosto e acenou um adeus para os rapazes, foi até o Thiago e falou.
- Me desculpe… Eu não to legal, lhe juro, devo estar possessa, está não sou eu.
- Guria fique susse. Acontece.
Ela o beijou na face e foi para as escadas, quando deu de cara com Fabiano.
- Justine, vem comigo!?
- Não, eu não quero.
- Desde que você foi sem dizer nada, eu fiquei esperando, conforme o bilhete.
- É eu notei. Você nem aqui este durante toda a noite.
- Claro que estive, estava lá encima, te admirando, como você é gostosa, eu até me masturbei ao vê-la com sua amiga.
Justine não resiste, coloca-o contra a parede e o beija loucamente. Ao terminarem o beijo ele pergunta.
- Quer ser a dona deste podre cãozinho sarnento?
Ela com os olhinhos brilhantes respondeu.
- Só se for agora!
Os dois seguiram para o escritório quarto de Fabiano rapidamente. Ao entrarem ela o empurrou para a cama.
- Então meu cãozinho, comeu alguma cadelinha na minha ausência? – questionava ela enquanto o despia.
- Não minha senhora, eu esperei por ti.
- Hum… Então foi um bom menino?
- Sim minha senhora! E me masturbei todos os dias pensando em seus lindos pés.
Ela tirou os sapatos, subiu na cama e colocou um dos pés encima do peito dele e disse.
- Este aqui?
- Sim minha deusa, este mesmo – e começou a acariciá-los.
Ela puxa o pé e desce da cama.
- Ela começou a caminhar até a vidraça enquanto se despia, ele sentado admirava suas curvas.
- Você me deseja? – pergunta ela.
- Muitíssimo!
- Você quer me comer?
- Muito, de todas as formas.
- Então o que está esperando?
Ele salta da cama e corre em direção a ela, ele a agarra com força e a beija nos lábios, queixo e pescoço. Ele a morde, a lambe, ela a toca nos seios e aperta os mamilos. Ela geme. Ele a coloca de bruço sob a mesa e a beija na costa, depois abre o zipper, tira o pau rijo para fora e passa pela bunda nua de Justine.
- Quer que teu cão lhe coma?
- Muito, muito! Mete em mim, mete fundo!
Ele realiza aos desejos de sua dona, penetra o pau na molhada buceta de Justine que solta um grande gemido. Ele a segura pelos cabelos enquanto mete fundo, e perto de gozar ele se aproxima da nuca dela e diz.
- Te amo vadia!
Ela sorri realizada, toda esporeada, suspira e diz.
- Eu também cachorro!
Ela sabia que aquilo seria só o começo, que ela iria desbravar com ele todos seus desejos.
Os dois foram para a cama e transaram a madrugada toda, e exaustos dormiram nus, ele dentro dela.
Ao amanhecer, Justine sentiu o sol esquentar sua pele pálida, satisfeita sorri, olha para o lado e vê seu cão adormecido, ela o toca, se aproxima, sente o pau endurecer lentamente, ele não se move, ela então beija seu peito seguindo pelo caminho da felicidade, enfim o seu brinquedo está preparado para receber seus lábios gulosos. Ele suspira, acorda achando que era sonho, ela ia mais fundo, colocava aquele pau suculento mais a dentro.
- Gostosa, minha vadia gostosa, tens a boquinha mais deliciosa que já encontrei.
Ela, orgulhosa de seu feito, o chupa mais e mais. Ele não agüenta e repete.
- Gostosa, gostosa, isso chupa mais – e geme.
Ela enlouquecida por sentir o tesão em que ele se encontra, coloca o pau mais fundo que pode, ele geme, suspira e goza.
- Você é louquinha, eu te amo minha boquinha de veludo.
Continua…
*Foto meramente ilustrativa!