Justine – Não se vive apenas de flash back

Eu prometo que em breve terei novidades e muitos artigos interessantes!

Como todo mundo pediu, cá está mais um capitulo das aventuras da nossa Anti-herína, Justine.

Depois da páscoa com Mario, Justine sentia que seu corpo era uma maquina sexual insaciável, cada dia que se passava ela sentia mais necessidades.

- Acho que vou ligar para o André, já faz quase um mês que não transamos.

Então ela pega o celular e ligou para o vizinho.

- Alô! – ele atende.

- Você ta afim? – ela pergunta.

- Ju, quanto tempo… – e Justine o interrompe.

- Responde! Você ta afim ou não?

- Sabe, eu to namorando agora, e sei lá.

- Vai se foder!

- O que você disse?

- Isso mesmo que você ouviu, VAI SE FODER! Eu te perguntei se quer transar e não se está com alguém. Vai me dizer que agora está sentimental e é fiel!?

- Não é isso… Na verdade não sei.

Irritada, ela desliga o telefone sem pensar.

- Otário! Quando preciso dele, ele vem com esta conversa para boi dormir. É um veado mesmo. E agora? Pra quem eu ligo.

Ela senta enfrente ao computador, entra em sites pornôs e se masturba a tarde toda. Antes de anoitecer, o celular toca, era André.

- O que você quer veadinho?

- Não fale assim Justine, tu sabes que de veada eu não tenho nada, te como e muito bem.

- Pouco modesto você. Diga o que quer?

- Vai ter uma festinha na casa do meu amigo, Rodolfo, e resolvi te convidar.

- E sua namoradinha?

- Ela não pode ir, os pais dela não deixam.

- Ridícula!

- Não fale assim dela Ju.

- Ta bem, ta bem. O que vai rolar?

- Uma banda de rock, bebidas, essas coisas. Os pais deles foram viajar e vão ficar um mês fora.

- Ok, eu topo. Que horas?

- Passo ai as dez.

- Certo. Tchau.

Como já estava para anoitecer e ela não tinha a menor idéia do que vestir, resolveu tomar um banho caprichado e procurar uma roupa.

- Caramba, não sei o que vestir. Minhas calcinhas de renda estão todas molhadas, vai que me dou bem esta noite. Deixe-me ver…

Depois de olhar todos os cabides e todas as gavetas ela decidiu.

- Vou sem!

Com os cabelos bagunçados, maquiagem angelical, saia preta de preguinhas, um camisete branco, sapatinho de boneca e um crucifixo pendurado no pescoço ela se sentiu pronta. A ninfeta colegial!

- Mãe, vou sair com o André!

- Mas vai a onde vestida assim? Parece estudante de colégio de freiras.

- Capaz mãe, eu to normal. É uma festinha do pessoal do cursinho.

- Olha lá em menina, vê se não bebe.

- Ok! Ok!

E foi para o portão esperar o rapaz.

- Nossa! – disse ele ao se aproximar.

- Nossa o que?!

- Poxa, você ta estúpida hoje hem?

- Eu sei que você gosta.

- Sei! Bem, entra no carro.

Ao se sentar a saiu subiu e ele não pode deixar de notar que ela estava sem calcinha.

- Você é uma puta mesmo!

- Você não tem o direito de me chamar assim.

- Eu sei que você gosta.

- De você, não mais.

Ao chegar à festa, Justine foi à atração. Os rapazes a devoravam com os olhos e as meninas sentiam ciúmes. Aquela não era uma festinha comum, lá estavam os antigos colegas de classe.

- Justine?

- Sim? Te conheço?

- Sou eu, Juliano, estudei na tua sala no ultimo ano.

- A, você foi aquele que me deu o apelido de quatro olhos?

Sem graça, o rapaz respondeu.

- Coisa de colégio sabe como é.

- Não, não sei! Se me da licença, eu tenho coisa bem melhor pra fazer.

Virou e sal rumo a André.

- Você não disse que viria o pessoal do colégio.

- O Rodolfo era da nossa turma, não lembra dele?

- Não.

- Espera ai, vou te apresentar. EI RODOLFO!

- E ai cara, que bom que você veio. Quem é a gata.

- Esta é a Justine, estudou com agente.

- Justine! CARACA MANÓ! Justine, você esta muito diferente.

- Você também.

Sem dúvidas ele estava diferente. Rodolfo era o cara mais zuado da turma, era sua versão feminina. Dos óculos engraçados e cabelo de topete a óculos modernos e cabelos mais longos. De nerd á roqueiro.

- Quer tomar algo – perguntou a ela.

- Sim.

- Vem comigo.

Rodolfo pegou a mão de Justine e os dois foram para os fundos da casa, onde estava às bebidas, no olhar de André podia se notar o ciúme.

Após algumas cervejas e duas doses de tequila, Justine já estava ficando fora de si, e sentia seu corpo pegar fogo, então virou para Rodolfo e disse em seu ouvido:

- Quer brincar?

- De que seria a tal brincadeira?

- Me diz, você quer ou não quer?

Curioso para saber o que seria, e desejando que fosse sexual ele responde:

- Aceito! O que é?

- Tem algum lugar que possamos ir a sós?

- Tem o escritório, pode ser?

- Ótimo! Vamos?

Ela e pega pela mão e segue rumo ao escritório. André ao ver isto, segue os dois.

Justine como de burra não tinha nada, notou que estava sendo seguida, porém, disfarçou todo o tempo. Ao chegarem ao escritório do pai de Rodolfo, Justine olhou ao redor. Era rústico, de um típico advogado. No canto havia uma poltrona, grande e confortável.

- Vêm – disse ela a Rodolfo, puxando-o para a poltrona.

Ao chegar próximo, ela o empurra.

- Não é melhor trancar a porta?

- Pra que? Você acha que alguém pode entrar?

- Não, esta parte da casa ninguém tem acesso.

- Então relaxa gatinho, eu fecho o porta.

Ela caminhou até a porta e viu um vulto passar. Justine sabia que André estava ali então deixou a porta entre aberta.

- Não vai fechar? – Perguntou Rodolfo.

- Não! Assim é mais excitante.

Ela caminhou lentamente em direção dele de forma sensual, deslizando as mãos pelos seios.

- Você tem namorada Rodolfo?

- Bem… – disse encabulado – tenho, mas está viajando.

- E mesmo assim você transaria comigo?

- Claro! Você é muito gostosa. Acho que até trocaria ela por você.

- Querido – disse ela enquanto abria o botão da blusa – não precisa exagerar, detesto pessoas sentimentais.

Ela se aproxima e o beija intensamente, ele sem demora, coloca suas mãos por todo o corpo da garota.

- Nossa! Como você cresceu!

- Eu quero ver é outra coisa sua crescer – ela se ajoelha e olha para ele novamente – essa traição vale a pena?

- Sempre!

- Você me teria como amante sem problemas?

- Claro! Obvio que sim gostosa!

Então ela olha para a porta que estava entre aberta e vê que alguém os espiava. Excitada por imaginar André, ela abre o zíper da calça de Rodolfo e coloca para fora um membro incrivelmente saboroso, grande, grosso, quente e pulsante. Maior que o de André.

- Nossa! Como você cresceu, este é o maior pau que já vi.

E começa a chupá-lo de forma voraz. O rapaz suspira, geme, delira.

- Sua cadela gostosa, deixa eu te comer?

Ela interrompe a deliciosa chupada e diz:

- Como é que se pede? – levanta-se e bate no rosto do rapaz – e então, me diz, como se pede?

- Por favor! POR FAVOR!

Ela levanta a saia e mostra a buceta reluzente de tão úmida.

- Você quer isto? Quer?

- Sim senhora!

- Bom menino, você aprende fácil. LEVANTA!

Ele obedientemente se levanta enquanto ela senta, afasta as pernas colocando-as nos braços da poltrona.

- ANDA! Chupa aqui. Chupa a buceta da tua senhora.

Ele se ajoelha e começa a chupar. Ela, terrivelmente excitada geme e olha para a festa da porta, olha para André.

- Isso é assim que se faz! Agora chega.

Ela se levanta e caminha até a escrivaninha.

- Quer me comer?

- Sim senhora! É o que eu mais desejo.

Ela se debruça sobre a mesinha, com a bunda empinada em sua direção.

- É toda tua.

Sem pensar, Rodolfo pega a camisinha na carteira e coloca rapidamente. Primeiro ele a penetra com os dedos e constata que ela realmente esta úmida e pronta para receber seu membro avantajado, ele a penetra delicadamente, e quando coloca tudo para dentro ela diz:

- Me fode! Mas fode como homem!

Ela a soca sem parar, a escrivaninha chega a se movimentar com suas estocadas bruscas, ela geme e diz:

- ISSO! ISSO! Que pau mais gostoso. Que pau gigantesco. Me chama de cadelinha? CHAMA!

- Cadela! Minha cadelinha gostosa. Que buceta quente. Eu vou explodir.

- Coloca o dedinho lá!

- Gosta no cuzinho?

- Cale a boca e faz o que mando!

Então ele enfia o dedo no cú de Justine e o masturba enquanto a soca com o pau.

- Vai, assim mesmo! Mete gostoso. Me devora.

Com uma das mãos livres, Rodolfo segura a moça pelos cabelos.

- Gosta disso né vadia!

- Gosto!

- Geme pra mim! Geme gostoso!

E ela geme cada vez mais intenso e alto.

- Cadela! Você é uma puta de uma gostosa. Deixa eu comer este rabinho?

- Cala a boca e se contente por eu lhe dar minha buceta!

E ele a soca com mais força.

- Ficou com raiva é bichinha? Quer comer cú é? Você nem é homem pra me fazer gozar ainda.

Enfurecido ele a vira e a senta na escrivaninha.

- Quer gozar sua puta?

- Você acha que estou aqui pra que?

- Então toma isso. Pega este pau.

Ele a penetra novamente. Rapidamente. Ela agarra em seu corpo e o aperta, quase que suas unhas penetram a pele.

- Isso! Mete!

Gemidos, gemidos e mais gemidos até que ambos urram.

- Deus! Você é louco! Você é a louca mais gostosa que eu já vi na vida.

- Bem, duvido que tenha comido muitas.

Ela se levanta, arruma a saia, fecha a blusa e pergunta:

- Onde fica o banheiro?

- No corredor, é a próxima porta.

Ela se vira e vai saindo quando ele pergunta:

- Espera! Você vai assim? Me deixa assim?

- Claro querido! Você achava o que? Que iríamos ficar juntinhos, enchendo um ao outro de carinho?

- Não… Quero dizer…

- Cala a boca! Detesto sentimentalismo, já lhe disse. Deixe isto pra corna da tua namorada.

- Vou te ver novamente?

- Quem sabe.

Ela se aproxima dele, beija a ponta de seus dedos e encosta nos lábios dele.

- Beijinho.

Ela se vira e sai do escritório. Depois de se arrumar no banheiro ela volta para a área da piscina, vai até André e diz:

- Gostou do que viu?

- O que? Ta loca Justine?

- Eu? Louca? Até pode ser, mas você é que foi o curioso. Gostou ou não?

Envergonhado ele responde:

- Sim e não… Volta pra mim.

- Vou pensar no teu caso bicha! Agora, me leva pra casa, estou exausta.

Entraram no carro e partiram.

Continua…